A saga da fazenda Oliveiras Cap. 2


Um conto erótico de Devil Etrigan
Categoria: Heterossexual
Data: 10/09/2014 00:36:08
Última revisão: 10/09/2014 03:52:19
Nota 5.00

Cap: 2 A escrava sem limites chega à fazenda das Oliveiras

Era uma bela tarde ensolarada quando a carroça guiada pelo Capataz e a carruagem do coronel chegaram à fazenda, era dia de mercado escravo então todos olhavam curiosos para ver quem era a mais nova vítima daquele lugar de horrores, eles pararam de frente para as senzalas e da carroça desceram três escravos dois homens e uma menina, ela deveria ter apenas uns 1? anos pois era muito baixa media por volta de 1.50 de altura, dentes alvos como a neve, cabelo liso até a cintura com certeza fruto de uma noite de amor de algum senhor de escravos e uma bunda digna de uma moldura, enorme, redonda e empinada demais, seus seios eram pequenos e os bicos pareciam querer furar os trapos que vestia, seus lábios eram grossos, carnudos, ela era uma menininha mas exalava sensualidade.

-Leve os dois para as senzalas, lhes deem banho, roupas e comida, amanhã já é dia de lida, a crioulinha você entregue a Elaika para que a penteie, banhe, perfume, depois você já sabe o que fazer !!!!

Gonçalves apenas assentiu com a cabeça e partiu para cumprir as ordem do patrão, a mucama Elaika teve trabalho pra limpar a negrinha arredia, precisou da ajuda de dois escravos que a seguraram, a negrinha se debatia, esperneava, tentava até morder, agia como um bicho acuado, com muita dificuldade ela foi limpa, perfumada e penteada, ela não falava nenhuma palavra apenas grunhia e gritava, foi amarrada com as mãos pra trás e amordaçada.

Enquanto isso na sala principal da casa grande o Cel. Lens tomava chá com leite enquanto lia o pasquim da cidade, Gonçalves adentrou o recinto tirando o chapéu em sinal de respeito ao seu coronel.

-Coronel a negrinha está pronta !!!

Um sorriso brotou na face do coronel.

-Leve-a pra praça do tronco e amarre ela nos grilhões de espiar !!!

A negrinha resistia de toda forma mas fora presa pelos pulsos e tornozelos aos grilhões que ficavam no entorno do tronco, aqueles grilhões forçavam ela ficar de joelhos e um pouco curvada pra frente pois seus pulsos estavam amarrados à grilhões presos junto ao chão, ela foi deixada lá gritando e tentando se soltar o que era inútil e só machucaria seus tornozelos e pulsos, ela estava a um metro e meio do tronco, de frente pra ele, ela não se intimidava com aquilo já vira até a própria mãe em um tronco sendo açoitada, ela sabia que um dia chegaria sua vez, engoliu em seco, olhou em volta encarando a solidão que a deixaram naquela quente e aguardou seu óbvio destino; o açoite.

Já havia se passado quase uma hora que a deixaram ali, ela já pensava que seu castigo seria aquele passar a noite ali nos grilhões, aquilo não a assustava nem um pouco.....mas de repente ela começou a ouvir vozes e um burburinho, era Gonçalves e mais dois homens entre eles Vicente trazendo uma escrava de no máximo seus 16 anos amarrada com os braços pra trás e sendo puxada por uma coleira de corda em seu pescoço, um pouco atrás vinha o coronel, eles amarraram a negra no tronco e a despiram, ela era uma negra meio gordinha mas de ancas torneadas e bunda bonita, seios médios de bicos grandes,coxas roliças e sua xana era grande e peluda, o coronel se aproximou por trás da negrinha amarrada no chão e acariciou suas costas com o açoite, ela se debatia .

-Eu gosto é destas, bem arredias !!!

Em volta os homens riam do que o coronel disse e ela os olhava com ódio.

-Sabe crioula, sua fama não é das melhores, fugiu de uma fazenda, tentou tacar fogo na plantação de outra, e isso tudo com apenas 1? anos, acho que nem pode parir ainda, você ia ser estuprada e morta no mercado de escravos.....sabe porque resolvi te ter ???

-Você nunca vai me ter !!! Minha alma é livre....se for preciso eu morro pra manter ela assim !!!

O coronel e os homens riam debochadamente.

-Viu é isso que eu gostei em você, essa inocência, esse discurso que com certeza você aprendeu com algum negro que sabe ler e fica emporcalhando a mente com esses escritos abolicionistas, você e sua gente, não não gente não ....sua raça, nunca serão livres, vocês não valem nada, eu decido até quando nascem ou morrem.

-Você pode amarrar minhas mãos, meus pés mas não pode amarrar minha alma !!!

Mais risadas debochadas.

-Pois antes da noite acabar você vai ser desamarrada e lamber minhas botas, e vai dizer eu lhe pertenço coronel !!!

-Nuncaaaaaaaaaaaa !!!! Seu grito ecoou pela fazenda, e mais uma vez os risos debochados.

-Pra começar quero que me diga seu nome, sei que te chamam de lulu, mas quero saber seu nome real.

Silêncio total.

-Eu sabia que não diria por bem !!!

-Eu não tenho medo do açoite !!!

Mais risos debochados.

-Meu açoite não é na carne sua imundinha, é na sua alma "livre", enquanto você não disser o seu nome a negra vai apanhar sem dó !!!

O coronel só precisou de um olhar e Gonçalves começou a açoitar a negra, uma duas três vezes, a negrinha de joelhos assistia a tudo incomodada, ninguém deveria sofrer por ela.

-Me açoite, ela não tem nada a ver comigo, me açoite covarde !!!

-Acho que você já entendeu, não é meu capataz que está açoitando ela, é você negrinha, você pode parar isso quando quiser !!!

Gonçalves continuava a açoitar a negra, suas costas escorriam sangue e a negrinha chorava de culpa e remorso.

-Obafemi ....meu nome é Obafemi !!! Ela gritou.

-Como eu disse já está aprendendo a ser obediente !!!

Mais risos debochados.

-Agora me diz já está pronta pra lamber minhas botas e dizer que me pertence ???

Ela nada respondeu, o coronel acenou para Vicente, ele se pôs atrás da negra e com o pau ainda meio mole começou a esfregar na xota, rapidamente o pau ficou em ponto de bala, ele se ajeitou na entrada e enfiou até o fundo do cu da negra que gritou de dor, ele fodia com força aquele buraco preto de prazer, gemia agarrado nas grandes ancas da negra, fodia e apertava os peitos daquela preta, ela gemia de dor nas costas pelo açoite e no cu pela violência da foda, Vicente tirava até quase sair todo e depois enfiava até o saco encostar na buceta de novo a negra gritava na piroca daquele capataz sádico.

-Ahhh Ahhhhh Ahhhhh Ahhhhh Ahhhhh pare por favor eu sou moçaaa Ahhhhh moçaaa Ahhhhh eu sou moçaaaa Ahhhhh !!!!

Vicente ria do sofrimento da negra e continuava a foder seu rabo, fodia forte,já sentia o caralho latejar, era o gozo se anunciando ...sua cintura batia contra a bunda da negra empurrando os seios contra o tronco machucando-a.

-Ahhh por favor pareeeeee pareeee meus peitos ...ahhh meus peitos .....Ahhhhh meus peitos ......meu botão ....Ahhhhh você tá rasgando meu botão .....Ahhh Ahhhhh !!!!

Vicente que já tinha sido instruído previamente sentindo o gozo se aproximar de vez saiu do rabo da negra e de pau pra fora babando e duro caminhou em direção à negrinha, um outro lacaio a puxou pelos cabelos a fazendo olhar pra cima, Vicente começou a se masturbar como louco e gozou na cara da negrinha, gozou muito leite em seu rosto, melou a cara e os cabelos daquela negrinha ninfetinha que vestia apenas um vestidinho feito de retalhos, a porra escorria em seus lábios que ela mantinha fechados.

-Agora está pronta ???

Obafemi chorava com o rosto cheio da porra de Vicente, cuspia de nojo no chão, mas não respondeu nada ao coronel, ele fez sinal pra outro lacaio, Macedo era um homem rústico, sua mãe era uma prostituta espanhola o que lhe dava um ar latino mesmo a pele sendo branca como a do seu pai, seu cabelo era encaracolado e seus olhos cor de mel, diferente da maioria dos homens dali não tinha quase pêlos, ele pegou a negra pelos cabelos e puxou pra trás com força.

-É por isso que eu chamo esta praça do tronco de janela pro céu negrinha, seja açoite ou piroca estes animais sempre olham pra cima, eu acho que esperando algum socorro divino, mas deus não se importa com animais !!! O coronel gargalhou.

Obafemi assistia Macedo brincar com a pica dura na entrada da xota da negra esperando apenas uma ordem do coronel pra lhe desvirginar ali amarrada como um animal no tronco.

-Faz isso não coronel pelo amor de deus, eu sou moça ....eu sempre fui obediente coronel, poupa minha pureza coronel por favor !!!

A negra implorava que não fizessem aquilo.

-E então putinha, vai poupar a negra ou meu lacaio pode arrancar sua pureza ???

Obafemi chorava mordendo os lábios inferiores de raiva pela impotência diante daquela situação, mas se mantinha calada.

O coronel acenou e de uma só estocada Macedo fez escorrer pelas coxas da negra o sangue da sua pureza, ficou um tempo lá dentro sentindo as mordidas de dor que a bucetinha virgem da negra dava em seu pau.

-Por favor, tira isso de mim, por favor !!!

Ela chorava amarrada com o pau cravado até o fundo da buceta, implorava pelo fim daquela violência.

-Por favor coronel, manda ele sair de mim, manda ele parar .....dói demais coronel !!!

Seu choro escorria pela face caindo pelos seios, mas suas súplicas não foram aceitas, o coronel fez mais um aceno e Macedo começou a foder a xota da negra com força, ela gemia e continuava a suplicar.

-Ahhhhh por favor ahhh para por favor.....Ahhhhh por deus Ahhhhh dói Ahhhhh Ahhhhh dói demais Ahhhhh Ahhhhh por deus no céu Ahhhhh pare Ahhhhh eu não aguento Ahhhhh Ahhhhh meu deus socorro Ahhhhh Ahhhhh por favor arde demais Ahhhhh Ahhhhh Ahhhhh !!!!

Seus gritos faziam os capatazes rirem, o coronel sádico por natureza se deliciava com o sofrimento da negra, Obafemi chorava se sentindo culpada, agora entendia o que o coronel quis dizer com açoitar sua alma, Vicente continuava a se deliciar com aquela buceta apertada, entrava e saia da xereca sem parar enquanto ela continuava a implorar.

-Ahhhhh dói demais coronel ....Ahhhhh coronel por favor ....por favor meu dono....Ahhhhh Ahhhhh coronel faz parar .....Ahhhhh Ahhhhh Ahhhhh coronel por deus Ahhhhh arde demais senhor Ahhhhh não faz isso não faz isso ...Ahhhhh Ahhhhh não por favor Ahhhhh Ahhhhh por favor socorro Ahhhhh Ahhhhh Ahhhhh meu deeeeussss Ahhhhh Ahhhhh !!!

Macedo estava prestes a gozar, socava com vigor dentro dela ....paf paf paf paf paf paf paf paf paf paf paf paf fazendo-a estremecer com as estocadas, pegou com as duas mãos seus cabelos e puxou pra trás gozando.

-Ahhhhhhhhhhh toma cadela ......toma meu leite na gruta Ahhhhh.

Ela sentia o pau latejar e o leite quente de macho inundar seu útero, golfadas e mais golfadas de porra eram jogadas dentro dela, que apenas sussurrava chorando:

-Ahhh dói ....dói ...dói demais....dói demais ...Ahhhhh Ahhhhh !!!

Seus sussurros tristes de dor apenas fazia com que o coronel sorrisse, o sofrimento dos negros lhe trazia prazer abundante.

-Bom chega de brincadeiras !!!

Ao ouvir essas palavras do coronel Gonçalves se pôs ao lado direito da negra apontando sua arma para a cabeça da negra lhe ordenando com sua voz rouca:

-Abre a boca negra !!!

Ela conhecia o quão cruel aquele homem era e portanto obedeceu sem titubear,ele colocou a arma dentro de sua boca.

-Shhhh é só ficar quietinha negra !!!

Ela chorava de medo,fora estuprada, arrebentaram sua castidade, gozaram em suas entranhas e agora ela iria morrer .....seu choro vertia pela face sem parar.

-Não faz isso !!! Obafemi pediu.

Finalmente Obafemi entendera que aquele coronel não estava brincando ou blefando, diferente dos outros coronéis ele não tinha problema em matar um escravo e portanto perder dinheiro, era mal como ela nunca havia visto antes.

-Não faz isso por favor, eu falo o que me mandou !!!

O coronel acenou e os homens a desamarraram por completo, ela que estava até agora de costas para ele olhou na face do coronel pela primeira vez, mesmo ainda de joelhos ali na sua frente a negrinha mantinha o ódio no fundo dos olhos porém sabia que da sua submissão dependia a vida daquela escrava, sua irmã de raça, ela abaixou a cabeça e começou ali aos pés do poderoso coronel a lamber suas botas, lambia com gosto demonstrando sua subserviência, lambia as botas daquele homem por quem ela agora nutria um ódio mortal lambia um depois a outra, se pôs de novo olhando pra cima de joelhos e disse:

-Eu sou sua coronel, sua !!!!

Estava feito, a primeira lição havia sido dada, o coronel sempre conseguia o que queria por bem ou por mal, ele sorriu e acenou pros seus homens que a amarraram de volta aos grilhões no chão.

-Levem a negra de volta a senzala !!!Ordenou

-E quanto a você negrinha, vai dormir aqui e amanhã não vai comer nem beber nada, vamos ver se você é tão forte quanto quer ser !!!

Eles a deixaram ali de joelhos, os grilhões prendiam seus pulsos e tornozelos ao chão, foram embora lhe deixando ali naquele pátio vazio, ela começou a chorar, chorava pois a solidão daquele pátio e as lembranças de tudo o que passara naquela noite lhe fizera pela primeira vez sentir-se escrava, aquele pátio vazio e aqueles grilhões que a mantinha de joelhos lhe faziam perceber que além de seu corpo agora também sua alma provaria do amargo e doloroso sabor da escravidão .

Em breve o Cap: 3 O sofrimento de Obafemi.

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16/02/2015 21:09:16
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