Milico Rabão Chegando na Europa ganhei dois putinhos


Um conto erótico de Milico Rabão
Categoria: Homossexual
Data: 05/07/2014 00:53:54
Nota 10.00

Assumo! Estou viciado,só termino de gozar depois de contar a vcs! Rsrsrsr

É a única explicação para na minha terceira noite em missão, sozinho num apê, o qual minha esposa divide as despesas em Paris com mais duas colegas, para que o usem em suas vindas quando o trabalho às trás à Meca da Moda. Só no dia seguinte a minha convocação soube que ficaria lotado em Paris e não em Geneve QG Europeu dos Boinas Azuis. Tive certeza que estava sendo chamado para observar à crise Iraquiana. Paris é sempre a escolhida para assuntos árabes, talvez por ser uma interseção sempre usada pelos próprios árabes, por suas grandes colônias imigrantes deste povo que tantas nacionalidades englobam.

É muito comum que observadores atuem em duplas. Assim que me apresentei conheci meu partner. Um Australiano clichêzão. Loiro, alto, amante de esportes do mar, bonitão, risonho. Por coincidência não éramos estranhos, havíamos servido no mesmo batalhão quando ficou sobre os cuidados da ONU a manutenção da paz no que antes era a Iugoslávia e se fragmentara em vários países. Na época era tenente e pela primeira vez via ao vivo o terror conseqüente de uma guerra.

Logo nos reconhecemos. Depois das formalidades, fui convidado pelo Alex a um café na noite seguinte. Aceitei, sabia que estaria só em casa, sem ter porra nenhuma a fazer. Ainda sentia o fuso horário, só daria minha hora de sono quando fosse cinco da manhã em Paris.

À noite em casa o Figa me liga.

Eu.

-Diga ae minha puta!

-Fazendo o que viado?

-Porra nenhuma. Cara sabe aquele australiano, que te mostrei numa foto da época do Kosovo? Vai ser meu partner.

-Já chegou se dando bem, Putão. Ta com saudade de mim?

-Promete que esse vai ser o único momento viado da ligação? Deu tempo ainda não. Nem 30 horas de separação ainda.

-Vc é um ser insensível mesmo!

-Tô brincando Figa, to com saudade desde a hora que entrei no avião

-Hummm. Cara é viado merrmo. Só em saber que vai ficar sem a latinha de carne fica doido. kkkkk

-Sacana! Cara! Não lembro como rolou a foda com o Australian Boy. Sei que comi muito e muito dei mamadeira, não lembro se dei-lhe meu cu alguma vez.

-Deve ter só comido, sido só macho do cara.

-Porque a certeza?

-Sei que só comeu, porque em modo Soldado vc fica Ativão nível Gladiator, alias, nível Darth Vader.

-kkkkkkkk, Só vc brozão pra me conhecer assim.

Nossas conversas são assim. Temos um dialeto próprio. Até o Marcão fica enciumado. Pudera! Vivo diário com o Figa há mais de 20 anos. Quando falamos nível Darth Vader é porque é o máximo do superlativo. Figa diz que nada nem ninguém é tão poderoso quanto Darth Vader. Ele diz

-Man! General Vader é o Picão! Comanda Galáxias inteiras! Poderosão do lado escuro da Força, se fica retado não destrói uma cidade, destrói o planeta todo! Só aquela voz faz macho se cagar todo. Nem Esqueleto, nem o Imperador Ming, nem Lex Luthor são páreo pro cara!

Nossa intimidade é tão grande que conversamos só no olho. Numa foda, nós tínhamos armado dois lekões. O esquema seríamos traçar os novinhos. Fomos os quatro para a mesma suíte. Figa seguia o plano inicial, metia feito um condenado no leke dele. Eu do nada resolvi dá o rabo pro meu lekão. Ele alem de bonitinho era Leke-Jegue. Tiozão aqui pira quando acha um lekinho bem boyzinho com uma super caceta. Fiquei lá na posição espera-pica e a porra do leke cacetudo me meteu a tora de um jeito que fui ao inferno. Só o amor que tenho pela imagem Machão, me impediu de chorar. Quando a dor me permitiu voltar ao corpo, olhei pra trás, mirei os peito do leke e dei um empurrão de mão espaldada na caixa dos peitos dele, o puto quase atravessou o quarto. Ficou aquele clima pesado. Figa me deu um olhar que dizia baixa-a-bola. Deu um beijo no leke dele, para abstraí-lo e voltou a mandar tora no cuzinho-boy. Eu contei até mil de trás pra frente, obedecendo ao pedido de calma enviado no olhar do Figa. Meu leke levantou irado do chão.

-Porra cara! Tá maluco?

Todo irritadinho tipo chamando pro pau! Olhei pra cara do leke suicida. Pra sorte dele eu já quase alcançara a iluminação, quase monge Tibetano.

-Maluco ta vc anti-projeto de Macho. Como vc entra no rabo de um macho que não só tem o dobro de sua idade, mas o triplo de seu tamanho, como se fosse festa open house? Ta querendo fazer macho de puta na primeira pagina, seu porrinha? Aqui é cu pra vc entrar primeiro mostrando respeito, lá pra pagina cinco se vc passar nos quesitos todos é que tu vira macho dele. Vem aqui que vou te mostrar.

Bem, dei uma amaciada no lekinho, comi ele, depois dei bonito. Tomei vara com ela tendo o respeito que um rabo merece. Depois da foda e que largamos os lekes. O Figa fala.

-Velão, to aqui pensando. Tu teve razão meu velho, mas pra fuder com leke tem que ir ciente que o cara vai dar uns fora. Tu deu um chega pra lá no carinha que ele deve ter achado que tinha metido pica no Hulk. Kklkkkkkk Queria o que porra? Quem mandou mudar de canal no meio do jogo. A gente combinou meter madeira, de repente tu vira de quatro pedindo pica? Kkkkkk Lekinho parecia o Coiote que finalmente pegara o Papa-Léguas. Vc que não aguentou ver aquele macaco-prego com uma tora de King Kong. Cismou de mastigar a pica no cu.

-Rapaz! Isso é verdade. Mas, puta que pariu Figa!Que pica do caralho maluco! Aquela carinha de anjo com o Godzila entre as pernas! Mas no fim fui bonzinho e fiz minha parte. Ensinei o pupilo como fazer. Agora o lekão ta pronto pra espalhar alegria. Cuzinho dos bons, mas uma pica de ninguém esquecer. Agora sabe que cu se conquista. Garoto estava tratando cu alheio como terra de ninguém. Um muleke tampa de binga daqueles que ainda mija na cama montar nesse cavalão macho aqui como se eu fosse um viadinho de bairro? Macho tem que saber manipular e conduzir o desejo do parceiro. Viro putinha de boa, mas tem que me convencer que vou ser feliz pra caralho em agradar,e que vale a pena eu fazer o desvio pra encontrar meu prazer em dar prazer a ele. Né não Bro?

-Sabe qual a melhor parte de cair na farra contigo Velão?

-Diz

-Tu dá um aspecto cientifico, político e social na putaria que for. A gente faz oinc-oinc na lama tranquilão sabendo que no dia do Julgamento Final tu convence os caras.

-Porra velho essa Lekada de hoje é soltinha na foda. Eles tem naturalmente pré-disposição em experimentar tudo de forma despretensiosa. Até nós que temos limites largos, fomos vitima de valores formais e ultrapassados. Eles vem dispostos a experimentar, mas vêem carregando uma vaidade e um sentindo de individualidade que não faz parte da brincadeira. Fuder não é punheta. Mesmo que só uma mamada de banheirão os dois tem que sentir que estão em rua de mão dupla. Um está ganhando um bocão dedicado, tendo sua macheza homenageada, tem um da mesma espécie de joelhos como se rezando, e este está recebendo pica, o símbolo da masculinidade, e a coisa mais nobre que um homem produz, sua porra. Cheia de proteína, carboidrato, minerais e milhões de arquivos com todo seu projeto de DNA.

-Porra vei, leitura linda, bela interpretação do leite de pica. Essa do símbolo fálico é boa também. Engraçado como guardamos tudo que significa ser homem, na nossa pica.

-E porra não é isso? Por isso quando vc teve a crise de se esterilizar, achei maluquice. Nunca que eu faria uma porra dessa, me parece contrario a natureza. O papel do Macho é a continuação da espécie, obrigação nossa. Mesmo derramando porra num chão frio de banheiro, quero minha porra viva. Quando esporramos, pelo tempo que meus espermatozoides estão vivos eu sou milhões, existe milhões e milhões de copias minhas.

-Bro! Me arrepiei ó! Nunca mais vou ver uma jatada de gala como simples resultado do gozo. Kkkkkk Não disse cara? Até uma punheta gozada numa parede, tu transformou num momento transcendental. kkkkkAlex se despiu de todas as formalidades militares assim que nos sentamos à mesa do café onde me levara. Eram cinco da tarde, em Paris fazia uma tarde quente de verão. A cidade lotada de turistas não diminuía o seu ar elegante. Paris sempre nos faz saber que estamos em cidade amada e respeitada como guardiã de nossa melhor arte, mãe e centro difusor de todas idéias filosóficas, políticas e comportamentais da era contemporânea de todo o ocidente

O sorriso aberto, franco e faiscante do Alex o faz parecer um garotão em férias. Analisando o que o tempo lhe dera, achei-o mais tesudo do que me lembrava. Aos 40, alguns de nós homens conseguimos juntar o Peter Pan muleke de todo menino ao Macho que teve alegrias, que aprendeu na base da porrada umas aulas sacanas e impiedosas que a vida nos dá.

Seu olhar às vezes me dava uma geral. Queria putaria, queria minha pica. Por mim estava aceito o convite. Lembrava que ele fazia uma senhora mamada e uma das vezes eu o comera de pé, com ele agarrando num tronco de arvore, atrás de uma das tendas dormitório. Loirão fez uma puta farra na minha vara dentro dele.

E haja papo! Não vimos o tempo passar. Eu já entornara sozinho, três garrafas de vinho, ele bebera um caminhão de cerveja alemã. Na ultima vez que ele fora mijar, o segui pra também usar o mictório. Ao lado dele, via pelos cantos dos olhos que me manjava a pica. Falei na lata.

-Ta afim dessa pica né maluco?

-Porra cara, tinha esquecido como é bonita sua rola, queria eu ter um desses.

Estendi o braço a alcançar o que via de seu rabo fora da calça quase arriada.

-Pra que Alex? Corpão, cara bonita do caralho e um rabo desses! Precisa picão não!

Ele tinha uma pica de uns 15 cm, grossa e com a base estranhamente menos grossa que o todo da rola. Bom mesmo nele, o que me dá tesão nele, é sua fome de rola, seu grande rabão branco e a putinha que aquele macho libera se acha um Alfa que saiba por ele na linha.

Retribuiu a dedada descarada que eu dava no cu dele com uma endurecida retesada no corpo, uma chiadinha gostosa, sorriso de puta reencontrando seu homem e pôs em ação uma mãozona que sabe segurar uma rola.

-Puta que Pariu Alex! Que pegada de pica da porra velho!

-Tu gosta que sirvam a esse caralhão não é Putão?

-Pô velho é que lembrei como vc sabe fazer a porra. Agora vai ter que dar uma mamada nela sua cachorra!

-Aqui é foda!

-kkkk, Parece que eu lembro melhor que vc de nossa foda! Tô vendo que esqueceu que não tem essa de questionar. Abaixa e põe essa porra na boca agora.

Minha mão já prendia firme sua nuca e o levava na pica com força.

-Abre a boca man!

A bebedeira deixou sua boca salivada, o teor do álcool do gole que dera numa dose de uísque antes de entrar no banheiro deixava fresco o interior do bocão. Dei uma boa empurrada pra que me engolisse. Soltei-o e antes que limpasse a saliva que escorria-lhe dos cantos da boca, com a mão ainda o comandado pela nuca, tasquei um beijão.

-Caralho soldado, agora é vc que vai ter que finalizar o serviço. Vai ter que deixar eu secar essa pica e meter até me deixar mole.

-Estamos aqui para isso. Regra da casa é deixar todos os clientes felizes.

-Vamos pra minha casa? Mas antes tem que saber de uma coisa.

-Qual?

-Tô casado. Se formos, vc dá conta dos dois?

-Ela topa? Por mim tá fechado.

-Não é ela. Estou casado com outro militar. Outro macho.

-Continuo aceitando. Mas ta ligado que só faço ativo. E com pegada bruta! Sabe que quem manda sou eu. (Olha que mangaba! Figa tem razão, em missão entro em modo Ativão. Tem que ser A PICA pra me fuder o cu)

-Meu parceiro, é versátil, prefere ser ativo, mas tenho certeza que achamos um esquema pra foda.

-Vamos logo cara! Ou já chega em casa arrombado. Fiquei na tara! Comer casal de macho, é papa fina. Como é o cara?

-Israelense, másculo, menor que nós dois, corpo legal, cara de macho, não tem picão como vc, acho que uns 16 cm, grosso. Meio fresco pra dá o cu, diz que não curte muito. Mas é safadão, curte a foda. Tenho, ou melhor já conversamos sobre realizar uma foda e sermos nós dois passivos. Não tínhamos encontrado o cara com o perfil certo. Vc é esse cara. Marrentão, macho putão e safado, que curte fuder.

-Bem, se vc lembra como eu gosto e quer desse jeito, vamos nessa!

-Companheiro, acho que vc deletou o quanto me fez de sua puta.Esqueceu que rara era a noite que eu não tirava leite dessa pica? Nunca vi um cara esporrar tanto como vc. Pra quem curte tomar leite, vc é vaca premiada! kkkkkk

Sorri da comparação, ao mesmo tempo lembrava que o cara tinha sido minha salvação. Consumia tudo que as bolas fabricavam, mantinha em dias o ritmo. Eu nem precisava fazer nada, já acordava com a dura quentinha na boca do bezerro. Curtia também seu fetiche em que eu nada fizesse alem de dar acesso a fonte de porra. Ele mesmo endurecia a pica, mamava, se alimentava, limpava e guardava. Se via que não baixava, perguntava se podia sentar. Se eu respondia sim, o bicho arriava a calça, me encapava e me fudia a rola ate me fazer gozar de novo. Então ele gozava se masturbando, me tirava a capa limpava a porra que melava a rola e a deixava na boca até que amolecesse. Numa licença que saímos juntos pra farra, dormíamos numa hospedaria, alguém me dera absinto para beber, vi que a tal da fada verde me dá um tesão fora do normal. Ele me dera banho, ali mesmo começou o serviço, mamou, bebeu, via ainda duro e logo se apoiou na parede e abriu o rabo pedindo pica. Ele goza depois de 15 minutos levando tora, e volta a mamar. Me fez gozar mais duas vezes excitado com o que ele me respondeu quando percebi que já fazia uns 40 minutos que mamava.

-Puta mama até que macho mande parar.

Uma resposta dessa mereceu o leite que lhe servi e a segunda comida de rabo que lhe presenteie agradecido a sua dedicaçãoA ideia de realizar a fantasia deles me pareceu legal. Se o parceiro dele é milico não pode ser frutinha, se é dono de um cara bonitão como aquele Capitão Australiano, deve ter cacife. O convite me pareceu super tesudo. Fazer eu o papel de fuder os dois, meter no passivo na frente de seu dono e fazer o ativo de minha puta na frente dele. Sem falar que ter duas bocas mamando e dois cus pra meter é convite que não admite recusa.

No caminho a pé, já que seu apartamento ficava a três quarteirões de onde estávamos, falamos muita sacanagem, nos esgueirando nas sombras para puder esconder o barracão armado nas calças. Em beco escurinho ele pediu que de novo o deixasse mamar mais um pouco. Para mim se o cara pretende ser macho do passivo, ele não tem direito a negar pica. O fiz abaixar no canto do beco sem saída, falei que servisse. Gosto que seja a puta a desabotoar minhas calças e por a caceta pra fora. Isso me dá tanto tesão que o puto já o descobre duro quando o liberta. Ganhei sua mamada superstar. Vibrei ao ouvir dele quando com a cabeça de minha pica nos lábios disse que queria que eu chegasse a sua casa com a rola molhada de sua saliva e ele com o gosto dele na boca para no beijo em seu parceiro ele sentisse que o passivo dele já chegara usado pelo macho estrangeiro.

Chegamos num prédio, antigo como todos os prédios da Ile de France. Sua residência era um piso espaçoso de interior super moderno e elegante. Coisa de viado-macho modernoso.

Ele já prevenira o parceiro sobre nossa chegada. O sujeito nos recebera usando apenas uma calça moletom, pondo na vitrine o corpo que ele ia por na roda. Macho do tipo que me atrai, charmoso e uma boniteza que só é vista quando vc ta afim de ver. Cara de macho, barba por fazer, olhos muito pretos, rosto anguloso, músculos na medida, 1,80 de altura, nariz judeu, jeito firme em cada movimento. Parecia-me um agente do Mossad, de filme de ação, o cara que te fode gostoso e te mata antes de sair da cama pra tomar uma ducha.

Depois dos cumprimentos e frases que tentavam me deixar a vontade, vi enquanto ele me preparava uma bebida, que ambos nos estudávamos. Vi no beijo que recebeu de cumprimento do seu parceiro que sentia o gosto de pica. Termina o beijo e me olha com um risinho que aprovava não só o feito, mas o macho todo.

Alex deu um tropeço quando ia em direção ao parceiro para o abraçar, acabara de lhe informar que ele estava delicioso no jeito que se vestia.

O Israelita apóia o parceiro, adivinha o abraço que ganharia e o faz. Olha-me e espalma a mão no rabo de seu puto. Me diz de um modo a afirmar sua posse e posição.

-Rabão bonito, não é cara?

Respondo

-Bonito e gostoso, mas me parece que vc é carne da melhor também.

-kkkkkkkkkkkkkkkkk Já chegou mandando na área hein? Cuidado para não criar expectativas que não serão cumpridas.

Sorri. Sentado como estava, todo largado no sofá moderninho e impossível de permitir que sendo tão fofo seu usuário sentasse com formalidade. Passei a mão na jeba que sempre pronta perguntava que hora a porra vai começar.

Falei

-Se vc faz sua parte, te garanto que o rapaz aqui se faz valer, negocio é vc dá conta dele. O Alex é cliente fiel e sabe do que falo.

Ele podia até ser ativão no casório dele, e com as negas dele. Mas a lambida de lábios, um ato falho de quem é bom comedor de pica, me dizia que seria bem mais fácil fazer dele minha puta obediente do que eu pensara. Certeza eu teria duas boas e dóceis putinhas pra me divertir e eu a elas.

Ele manda que o Alex tome um banho. Precisava mesmo. Estava de um jeito que sem duvida daria uma e cairia desmaiado depois. Ele reclamou, eu pus logo em andamento meu reinado ali.

Levantei, estufando o peito e usando de todos os truques que conheço para me fazer parecer maior ainda.

-Alex se ta afim de fuder, venha com energia para aguentar o tranco. Vou fuder até clarear o dia. Não me chama pra foda miserinha não!

Colei junto ao casal e olhando o Jodi (O parceiro do Alex), mandei.

-Abri a braguilha da farda, desce as calças junto com a cueca até o meio das coxas. Libera a minha pica.

Ele não obedeceu, tentava mostrar que seria mais difícil que eu o fizesse meu.

Segurei sua mão de forma ríspida e pus na cintura da calça.

-Tá esperando o que? Faz cena não! Adianta o processo. Te quero pra mim e vc ta afim de ser meu. Deixa de onda e obedece sem manha.

Jodi tirou o outro braço que prendia-o ao Alex. Este estava tão excitado que mirava minha virilha onde aconteceria a ação. Jodi usa as duas mãos para seguir minha ordem.

Cinto desafivelado, braguilha desabotoada, calça não desceu por estar segura no volume que o pau duro fazia por dentro como se fosse cabide.

-Puta que pariu. –Disse o Jodi assistindo o feito do cacete ainda preso.

-Agora ficou doidinho pra ver pessoalmente né? Continua. Vai ser de vcs pra usarem a vontade. Depois que eu ensinar como usar.

Alex

-Desce logo a cueca dele meu gato, tu vai ver o que é uma rola perfeita.

Jodi usou as duas mãos a puxar num só movimento a cueca que se juntou as calças e foi arriada até meus joelhos.

Olhou por uns segundos e num sorriso ao Alex mostrava que compartilhava de sua opinião.

Sei que é falta de modéstia eu descrever assim meu próprio pau. Repito o que ouvi deles e mesmo vaidoso dele sou humilde para admitir que muito da impressão que ele causa é o tesão do momento. Sem falar que é trucão básico de passivo elogiar o cacete do macho que ele está se servindo. Eu faço isso, todos fazem, alem de animar o cara ativo, faz que este lhe sirva os desejos com mais vontade. Nada como um “porra cara! Cacete bonito!” “Macho que pica boa!” para inflar ego e rola do ativo.

Ele segura a bicha dura, toda exibida na retidão firme, toda trabalhada no concreto, pulsante de tesão e babada como criança numa farra de sorvete.

-Tá vendo o cacete todo animadão com a farra que prometeram?

-Tem cacete pra mais gente ainda. Vamos ver o que faz para dois.

Alex lambia os lábios. Falei ao Jodi.

-Vou te mostrar como seu puto gosta dele.

Olhei a cara safada da puta australiana.

-Mostra meu loirão, como tu curte essa pica.

Se curvou já tomando das mãos do parceiro o mastro duro.

-Tu sabe que não é assim que gosto.

Ele sorriu e disse ao Jodi.

-Já viu sujeito mais safado que esse?

Fez como lhe ensinei e se ajoelha. Deixo que passe a língua, por na boca, até que tentando se exibir engolindo quase vomita. Puxei-o pelo topete loiro.

-Vai tomar banho e trata de vomitar para que possa fazer as coisas direito.

Alex nem respondeu, foi de costas para não tirar os olhos do que lhe mostrava balançando por eu sacudir a cintura, como se oferece peixe a foca de aquário.

Sozinhos, fiquei em frente ao Mossad tesudinho.

-Agora é sua vez.

Pus as duas mãos, cada uma em um ombro. Sem tirar meu olhar do dele, dei uma boa pegada na pica dele. Cheguei mais próximo ainda e funguei sua nuca, baixei as duas mãos pra sentir seu rabo.

-EIIIITA! Delicia! Rabo, empinadinho, pequeno e durinho, rabo todo metido à besta.

Ele retribui o beijo fungado na base de minha nuca. Deixa solta e obediente sua mão que levei ao meu pau. Falei entre imperial e humilde, em voz baixa, sussurrada em seu ouvido que antes lambi.

-Aparta essa pica gostoso. Ou vc não sabe pegar numa rola?

Ele responde. Querendo mostrar que estava bem ciente dos meus truques que me fariam soberano a sua masculinidade.

-OOOO grandão, vai devagar. Sou ativo também, até curto ser passivo, mas tem sua hora.

Sem discutir saí de seu abraço, olhei-o com seriedade, logo dei um sorrisinho safado me disfarçando em bonzinho. Então no susto o agarrei forte tirando a possibilidade de seus movimentos, a prendi entre meu corpo e a parede. Dei aquele amasso estilo porteiro e domestica no escurinho, aquele arrocha-nega que rapidinho deixa a presa macia que nem filé mingon. Assim que percebi na sua entrega que eu ganhara a causa. Libertei-o do meu julgo, certo do sujeito dominado. Pus de novo sua mão onde ela deveria estar e de novo apoiei as minhas em seus ombros.

Disse todo macho

- Ajoelha bonitinho e sente logo o gosto dessa pica.

Empurrando-o usando de força, só tirei uma das mãos de seu ombro para tomasse rumo a passividade olhando a cara do macho que se serviria dele. No olhar lhe dava mostra de meu tesão nele e no respeito que daria a masculinidade com a qual me presenteava, como se garantisse que a trataria com carinho e a devolveria assim que ambos estivéssemos satisfeitos.

-Olha pra mim hebreu gostoso do caralho. Curta o que te dou. Come minha pica. Ela vai torar seu cu como nunca foi torado.

Ajoelhado, ele tinha minha pica na ponta do seu narigão que me enchia de tesão. Com minha mão, esfreguei o pau babado na cara dele. Corri da região onde sua barba crescia, apesar de adorar o arranhadinho da aspereza, a sua barba era tão cerrada que castigou pra caralho a pobre da cabeça da rola. Ele notou o desconforto que me causara, e como para me castigar a tomada quase a força de sua macheza, pegou o duro e esfregou varias vezes no queixo e pescoço. Eu ia na lua e voltava de agonia, mas o ato rebelde me deu mais tesão. Vi no modo firme que me prendia a pica na sua pegada, passava a língua quando descobria um fiozinho de baba que lhe alcançara o canto da boca, seus olhos abertos gravando como maquina fotográfica a rola que eu dera. O que ele fantasiara como meu castigo, me confirmava que estava curtindo o macho.

-Lambe! Lambe todo!

-Assim?

-Ai tu me deixa doido cara!

Olhando-me como eu o havia ensinado em primeira lição, repetiu o movimento que elogiei. Mostrava que aceitara o acordo, seria minha putinha. Pergunta

-Como? Fazendo assim?

-Caralho, que língua safada da porra meu putinho novo tem! Com essa me faz seu macho a vida toda. Agora passa essa danadinha nas bolas.

-Porra cara. Sacão! Gosta que ponha esses bolões na boca desse jeito? Que deixe babado desse modo.

-Putinho, vem comigo aqui pro sofá que já vi que vc vai ficar muito tempo cuidando dessa rola. Porra muleke é bom de boca de verdade! Aprendeu com seu puto não foi?

Antes de me sentar no sofazão subi de novo a cueca e a calça. Não dei atenção à estranheza que isso lhe causara. Parecia um bebe que teve roubada a chupeta, já fazia biquinho prometendo que daria piti se não devolvesse. Tirei eu mesmo sua calça de malha. Dei um saque na pica dele, não era um modelo que eu classificaria top, não era feia mas também não era arma pra me dominar. Por isso, olhei, mostrei respeito, dei uma boa fungada na virilha, apertei sua pica, dei um olá nas bolas pequenas apertadas num saco liso. Tomei o caminho de volta a estar de pé dando um passeio no tórax bem trabalhado, duro como uma parede, na base do banho de gato, sem me esquecer de sentir nas mãos as coxas, essas sim, um tesão, nota nove na escala Vela. O rabo empinadinho, todo duro e pequeno, bunda tesuda de macho em tamanho portátil. Lisinho, sem pelo, que nem o mundão de rabo que seu namorado estava doidinho pra me dar.

Ele me abraçou cheio de desejo.

-Cara vc devia morar aqui. Não é macho de uma viagem só.kkkkkkk

Sem mostrar que me envaideceu o mimo, mandei

-Tira vc minha farda.

Ele agoniado me desabotoa a camisa, me tira com dificuldade a camiseta underwear, descalça-me, livra-me das calças e cueca; Fico quase totalmente nu, restando apenas as meias. Mando que as tire. Visualizei a cena e achei-me meio ridículo, nu de pau duríssimo e de meias quase nos joelhos.

Ele se levanta e me observa inteiro em nudez e rigidez.

-Grandão vc é muito bonito! Mais que isso, bonito e gostoso demais. Agora entendo porque o Alex te fez o símbolo do Macho em suas fantasias sexuais.

-Vc também é um cara gostoso pra caralho man!

Sentei todo largado no sofá. Abri as pernas e apenas com os olhos lhe devolvi a pica. Ele se ajoelha a minha frente.

-Não. Quero vc trabalhando de quatro. Quero ver esse rabinho tesudo bem no alto enquanto te ensino como gosto que meu putinho me coma a rola.

Ele obedece. Esquece o detalhe de sempre me olhar.

-Faz tudo de novo. Ajoelha e fica como mandei. Dessa vez me olhando na cara. Não esquece assunto dado, não curto ficar repetindo lição a puto relapso. Na próxima vez vai ter castigo. Entendeu?

Ele obedeceu, De quatro a poucos centímetros da vara resolveu mostrar que até obedecia, mas era do tipo petulante.

-Que castigo? Rsrsrs

Seu risinho insolente só serviu para que o tapa na cara, que normalmente dou apenas como efeito cinematográfico fosse mais forte dessa vez.

-Esse é o castigo. E em caso de reincidência a coisa piora.

Jodi passou a própria mão na face castigada. Ficou ali uns 3 segundos. Também sou passivo putinho embora nem passe na cabeça dele. Eu sabia que nesse micro tempo ele digeria o tapa e tentava traduzi-lo como parte do teatro da foda. Transformava o sentimento de humilhação em prazer. Isso a mim confirmava o fato dele realmente fazer o passivo com pouquíssima freqüência. Principalmente o estilo passivão submisso que acordáramos. Mostrou que iria até onde não fora ainda para viver uma coisa que apenas fantasiara. Tirando a mão do rosto e apoiando junto com a outra em minhas coxas, se aninhou entre elas. Eu dei uma boa prensa neles fazendo que ele fosse parte de mim, dando-lhe um cantinho prazeroso.

Alisei sua cabeça vendo-o animado com minha pica em suas mãos a medir o calibre da madeira.

-Delicia! Mão nem fecha. Sera que vai caber na minha boca?

Ainda acarinhando seus cabelos muito negros e lisos, disse-lhe muito carinhosamente.

-Vai sim gostosinho. Não pensa que seu macho gosta de te maltratar, dei o tapa porque vc mereceu. Vc sabe disso não é?

Ele balança a cabeça num Sim.

-Fala, se pergunto é porque quero ouvir.

-Sim mereci, não devo desafiar meu macho.

-E porque não deve?

-Porque sou seu passivo.

Levantei as costas e o puxei num beijo bonitinho e carinhoso.

-Agora sim estamos bem entendidos. Vai putinho mostra o que sabe fazer. E aproveita enquanto é só sua. O outro é fominha de pica pra caralho.

Uma beleza de mamada. Pura cena a duvida se conseguiria engolir. Podia até não fazer freqüente o passivo mas o safado estava usando todos os truques da categoria. Fingir que a pica lhe exigiria mais que sua capacidade, e na hora H dar aquele show de competência. Parecia eu mesmo quando resolvo dar trato vip numa vara dura. Engolia faminto, fazia a cabeçuda esfregar nas bochechas, mostrava saber sem pressa colar a cara nos pentelhos de seu macho guardando a madeira estacionada inteira na garganta. Exibia ter o super poder de uma jibóia que menor em tamanho tem o segredo para engolir um boi. Nisso também era meu colega, puto aqui não tem medo de pica grossa. Tive grandes mestres nas jebas gordas do Marcão, do Berga e na lata que é a do Figa. Tão rápido aprendi a arreganhar as mandíbulas para dar passagem a taca do Marcão, do mesmo calibre da minha que acredito ser talento de nascença. Demorei mais a ser bom anfitrião na pica do Figa, a danada da caceta do Figa tem grossura que a alguém que não é do ramo parece um aleijão, uma aberração. Brozão diz que acha minha pica o Top das que ele curte, diz que fica tarado ao me ver de sunga pois Luizinho é dos que não tem absurda diferença entre duro e mole, não encolhe muito. Eu agradeço o elogio confessando minha tara na grossona, lembrando-lhe que antes que fossemos amigos, antes que fudessemos a primeira vez, o ver de cueca guardando aquela coisa grossa pra caralho me deixou tarado nele e sou até hoje fã da latinha de refri que ele guarda entre as coxas. E par de coxas é outra coisa nele tesuda da porra! Sem falar a cara de carioca bonito, malandro safadão. Seu rosto menino macho de um tom moreno bronzeado, os olhos verdes e risonhos sempre sorridentes, são a fonte de seu charme sedutor.

Voltando

Vendo a maestria do Jodi, assim que ensinei que até que ele podia segurar minha pica um pouquinho durante a mamada, mas que gosto que a deixe em pé por ela mesma, que ocupasse as mãos no meu corpo e no meu saco sempre ciumento e que fica triste se esquecem dele. Que ele é forte e aceita carinhos da mesma forma que curte certa pegada mais firme. Gosta que o apertem na medida, o puxem até seu limite e o mantenha sempre quentinho seja com a boca ou as mãos.

-Brinca com ele e faz o teste.

Jodi lambeu, comeu uma a uma as bolas, me deixou que usando meus dedos para lhe arreganhar a boca e tentar que entrasse as duas. Mesmo sem sucesso mostrei agrado por ele ter tentado. Logo ele esticava como se o fosse tirar de mim, foi até que meu rosto lhe mostrou incomodo. Esticou a pele do saco para medir quanta pele tinha.

-Engraçado que fica sempre solto, não encolhe, e é até pesadão. Deve ser por causa dessas bolas. Porra não devem ser muito menores que uma bola de ping-pong.

-Gostou dele minha putinha?

-Adorei. Adorei vc todo cara. Vc não imagina o tesão que estou aqui.

-Imagino sim meu putinho. Vc está mostrando direitinho. Agora volta a engolir todo. Adorei o jeito que vc faz.

-Posso pedir uma coisa?

-Claro!

-Me faz vc engolir.

-Beleza. Cuidado com o que ta pedindo. E se eu ficar perverso?

-Que seja. Rsrsr

Pronto galera! Cara estava no mesmo nível que seu parceiro. Já respondeu a ultima pergunta de boca cheia. Começou a fazer a tora sumir no bocão.

Prendi a cachorra pela cabeça e soquei pica, quase matei sufocado entalado na vara inteira desaparecida na garganta dele. Nesse momento entra o Alex todo bonitão com uma toalhinha enrolada na cintura parecendo uma mini saia. Ainda matando o macho dele, o olhei e mandei ficar nu. Ele fez uma cara de terror vendo o desespero de seu macho afogado em pica.

-Cara, tu vai matar ele!

-Que nada, tesudo, ele gosta. Quer ver?

Soltei e o bicho vermelho que nem camarão refogado. Limpou a boca babenta e arfando como naufrago. Encheu o pulmão duas vezes e se jogou na jeba com mais vontade. Pôs ele mesmo minhas mãos de volta a sua cabeça.

Olhei o Alex surpreso e lhe sorri me achando a ultima pica dura da espécie.

-Viu? Esse ai é mais guloso que vc. A fome que tu tem no cu, ele tem na boca. Kkkkkk Agora vem aqui e senta no meu colinho. Vamos namorar um pouquinho pro corno ver vc bem puta pra mim.

Loirão pulou no meu colo abrindo as pernas e sentando logo acima da pica. Iniciamos um sarro gostoso. Num intervalo, mandei a putinha de baixo dar um geral no rabo do cuzinho que ele come.

Alex se esfregava em mim, empinava como um contorcionista seu cu para que ganhasse as chupadas . O Israelense mamava do meu saco á cabeça da pica cabeça, servia sua lingua do meu pré-gozo farto, passava um tanto dele no rabão do loiro, dedava o cuzão e fechava o serviço esfregando meu cacete no rabudo antes voltar a comer pau.

Alex não demorou a pedir a seu parceiro que lhe fudesse o cu. Quando senti minha pica largada de canto. Acabei a festa.

-Que porra é essa putinha? Quem te deu moral pra dar uma de diretor do filme? Quem vai te comer primeiro sou eu. Vem aqui, quero chupar seu cu. Fica de ponta a cabeça, me serve cu e compartilha a pica com o cara.

Posição seria muito trabalhosa não estivesse eu quase totalmente deitado. Brancão abriu as pernas e põs seu cu na minha cara, a sua estava de frente a minha pica. Assim que sentiu minha língua começando função no toba, prendeu minha cabeça nas coxas musculosas. Adorei, lugar gostoso demais, coxas grossas, cuzão macho que é mestre em servir outro macho, mesmo quase sufocando eu não reclamava, tratava sim de fazer minha parte sendo educado agradecendo a obediência de ambos. Metia linguão duro no cu arreganhadão como se fosse uma piquinha. Putinho sacana gemia e mais me apertava entre as coxas para não me permitir que parasse.

Eu estava mesmo necessitado em regime de urgência urgentíssima de uma foda dessas. Nas mais recentes dei o rabo como se meu cio de cadela não fosse passar mais nunca. Tomei tanto no cu, tanto me arrombaram com gosto de gás, os meus manos, o Figa e o Berga, que eu estava precisando passear na outra margem ou virava passivona vagaba pra sempre. O correto é manter os dois modos básicos de fuder bem azeitados.Não me vejo sendo só passivo. Imagina minha pica escanteada sem ter o que fazer passando todos os serviços pra responsa do rabo? É pouco, assim fico limitado a 50% do cardápio todo.

Mandei que o Alex se juntasse ao parceiro.

Alex esperava colado ao Jodi uma chance de mostrar seu valor. O Jodi, num egoísmo da porra fingia que nem via que tinha gente na fila.

Tive que por ordem na casa.

-OOOO Jodi! Larga de usura velho, deixa o Alex brincar também. Tem medo não que vai ter pica até umas horas. Cara! Só vou embora quando tivermos à beira do coma.kkkkkk

Ele entrega a vara ao Alex.

-Isso mesmo. Vai pro saco.

Antes de descer ele diz

-Rapaz! Tinha que ser vc pra gente curtir essa onda

-Tô sabendo. Mas não conversa muito não. Ocupa a boca, procura o que fazer por ai mesmo . Pega uma almofada, deita por debaixo e faz uma trip gostosa nas bolas.

Ele pegava uma almofada e eu vendo o Alex se acabar, alias acabar minha pica com uma gula devassa, mostro-lhe dizendo.

-Olha como sua vadia não cansa de comer pica inteirona.

-Esse ai é rei do boquete. Se deixar passa a semana ai. Mas nunca pensei que o safado curtia tanto uma pica grande. Diz o Jodi

-Parece que vcs tem mais em comum do que pensavam.

Alex ficou mais excitado com o que ouviu. Olhou seu parceiro nos olhos.

-Sim Jodi, tenho fetiche em dotadão, principalmente neste cara aqui. Mas isso não diminui o tesão que tenho em vc. Isso aqui é fantasia, farra. Tesão e camaradagem, amor tenho por vc.

Achei bonitinho. Estavam como casal curtindo uma onda que desejavam. Mostrou minha rola segurando pela base.

-Olha pra essa pica, Jodi, parece uma arquitetura. Retona, grossa, grande, poderzão da porra! Esse cacete me fudeu na primeira vez feito uma cadela. No meio do mato esse macho me fudeu de forma tão segura do que queria e mostrando saber fazer me arroxou numa arvore e chegava a me suspender empalado na pica. Sacana meteu por quase uma hora do jeito que bem quis.

E começou a mostrar-lhe falando e fazendo .

- Abra bem a boca e vai deixando ela entrar. Não tenha receio de vomitar ou achar que vai sufocar. Experimenta ultrapassar o limite, o momento que vc acha que não é possível entrar mais.

Eu ouvia os ensinamentos. Minha puta guardada concordando com cada linha dita. Nesse momento ainda sendo o Ativão Sacana que o papel pedia, era também comido por eles. Devoravam-me. Eu dava minha carne as suas gulas.

A curtição de entender as posições ativo e passivo do jeito que vejo, é a sacação de me ver compartilhando mesmo que as falas do papel digam justamente o contrario.

Ele beijou varias vezes em toda a extensão o corpo da rola. Passou a língua numa gota de baba que tentava sair, dividiu com seu parceiro num beijo. Pôs a cabeça de minha pica na ponta de um biquinho safado que fez nos lábios, foi dando passagem a cabeça até ter inteira na boca, deu umas fortes chupadas e voltou ao caminho até ter o bicho todo dentro. Momento que me senti jantar de canibal.

-Beleza Alex. Cara muitos poucos de verdade tratam minha rola gostoso como vc fez.

-Ela vale o empenho, não vejo a hora dessa madeira me fuder.

Virou o rosto ao perceiro e pegou sua mão a passar-lhe o cetro.

-Faz gostoso. Mostra a nosso macho que é bom menino.

O Jodi me olhou como a esperar o tiro de largada.

-Vai minha safadinha. Come essa pica que não vejo a hora de meter no seu cu. Vou mostrar a seu putinho como vc pode ser cachorrona que nem ele.

Fez direitinho. E eu quis mais uma vez.

-Agora Alex empurra vc a cabeça dele como eu fazia quando vc chegou, quero essa puta chorando entalada na minha jeba.

Momento pra tirar foto, filmar, desenhar em papiro, pintar a óleo e copiar em escultura. Alex fez pior que eu. Manteve tanto o cara sufocado que solto o Jodi, ficou uns cinco minutos largado no tapete tentando se refazer.

-Malvadeza tu fez agora Alex. Vem aqui cachorra dos infernos que vou fazer igual em vc.

Fiquei de pé e esperei ele bater seu queixo no meu saco. Segurei a puta até ele entrar em desespero de morte. Acho que eu nunca tinha sido tão filho da puta com alguém. Só perde para quando eu e o Figa entramos numas de fazer perversidade entre nós mesmos quando vemos que o outro está virado na Puta-Ninja. Como diz o Figa Puta Darth Vader. A pior de todas as vadias, uns degraus mais baixo que o viadinho mais relentinho que vc se lembra ter visto. Aquele tipo viado-femea-ter-rola-foi-acidente-genetico. Tão carente de testosterona que não tem um só fio de pelo no corpo e o pau é o mesmo de quando tinha cinco anos. Lembrei de um bro taradão no tipo, tarado em viadinho fêmea, e se tiver micro pica então, ele casa. Já comi um viaidinho da coleção dele que me emprestou numa farra. Vi muita graça não. Como eu digo tem sempre um pau duro para um cu receptivo. São tantas as possibilidades e tão variados os tesões que ninguém sobra sozinho. Quem fica na lamuria se achando uma catástrofe genética, tira o cavalinho da chuva que seu cu, com certeza tem sua pica de encaixe.

O Alex Puta Darth Vader, foi mais malvado que eu. Depois se alternaram mostrando que não só sabiam da lição, mas adoravam fazer.

Chamei o Jodi na posição que antes estava o Alex me servindo o cu a minha língua. Me demorei mais nele que no Alex. Curtindo muito o cuzinho claramente menos usado, apertava deliciado a bundinha dura, vibrava com os gemidos e o mexer de seu corpo descontrolado, sentia sua pica duríssima na área do meu pescoço.

Dei um tapa no rabinho durão. Isto provoca mais um arrepiou gemido.

-Jodi, ta na hora de tu me dar esse cu.

Me levanto tirando-o de cima de mim e sem pena empurrei o Alex com meus pés. Pensei num serviço pra ele enquanto administrava a posição do Jodi, deixando-o com o tórax apoiado no sofá. Pedi ao Alex varias almofadas e apoiei nelas meus joelhos ficando alto o bastante para alcançar o cu da vez e dar espaço para que deitado por baixo o Alex me cuidasse das bolas enquanto assistia de camarote o enrrabamento de seu macho. Antes disso dividi com ele a preparação do cu usando nossas línguas, até que macho pedisse pica. Fiz que o Alex com sua mão segurando minha pica pincelasse o rabinho cheio de fome e deixasse o torpedo na boca do gol.

Posicionado segurando-o pelos ombros pedi sua confirmação;.

-Tem certeza que quer pica, macho? Não vai arregar na dor.

-Mete.

-Se eu começar ninguém vai me parar cara!

-Mete por favor.

O grito que ele deu me deu certeza que a policia bateria na porta em minutos.

Parado, disfarçando meu próprio susto por causa do grito. Esperava que se acostumasse ao calibre da verga. Nem por um segundo pensei em não continuar. Se a policia chegasse ia me encontrar enterrado naquele cu. Tambem não perguntei se podia continuar, Jodi já fora avisado que não teria volta. Apenas falei aos dois.

Ao Alex que parara sua função.

-Parou porque?

E ao enrabado

-Respira e relaxa.

Ele diz

-Tô sentindo como se metessem um hidrante!

-kkkkkk. Deixa de drama, que nem é isso tudo.

-Para mim é cara! Só dei pra pau pequeno, to falando a verdade.

-Então estava mesmo na hora de conhecer o que é pica.

Aproveitei, achando que já que ele tinha fôlego pra falar, tinha para agüentar todo. A cabeça é só um pouquinho maior que o corpo, então não é coisa do outro mundo receber o resto se já passou a cabeça.

Pedi que o Alex desse uma boa babada e comecei a entrar devagarzinho. Jodi gemia um ai, ai baixinho, pus suas mãos pra abrir seu rabo. Curtia seu gemidinho baixinho e rouco, gemido macho. Gemedeira que adoro ouvir de um macho tomando no cu. Falava ao Alex

-Eiita boquinha boa Alex! Tá curtindo ver seu macho sendo arrombado?

-Caralho! Tô quase gozando, duvidava que o Jodi agüentasse uma dessa.

-Aguenta sim. Tudo cu agüenta a rola que lhe dá tesão. Dizer que não é crer em lenda urbana.rsrsrsr E que cuzinho apertadinho o filho da puta tem.

Disse ao Jodi.

-Beleza Jodi! Esse cu sacana sabe morder?

-Assim?

-kkkkkkkk Rapaz, to achando que vc tem uma vida oculta. Assim mesmo, faz de novo! Delicia cara. Agora toma o resto.

Soquei até o fim e debraçado nele agradeci-lhe o presente e elogiei sua bravura.

-Tá sentindo meus bagos batendo no seu?

-Bom pra caralho!

-Cuida do saco de seu homem também Alex!

Jodi começou a mexer gostoso seu rabo já pronto para levar socada. Nós dois gemíamos, ambos curtindo as voltas que movimentando a rola fazia que ela desenhasse meios círculos no reto apertadão. A língua do Alex nos cuidando as bolas aumentava ainda mais o tesão. Resolvi iniciar a fudelança. Mandei o Alex sair para eu ficar mais livre nos movimentos, o chamei a assistir a cena. Só uns dez minutos depois mandei que desse seu pau para o parceiro mamar enquanto levava no toba. Inventivo o putinho. Fez melhor que pensei e se, pois debaixo do Jodi, em 69. Quando totalmente dentro dele sentia seu cabelo espetado no meu saco, deliciosa sensação.

Alex começou a me cobrar sua vez. Antes de atendê-lo pus o Jodi de frango e o Alex dessa vez por cima continuasse o com o Jodi no 69.

Jodi pedindo cravada firme se esforçava em lançar-se na vara quando ela voltava dentro. Anunciou que estava perto de gozar.

Mandei que Alex saísse de cima.

-O gozo dele é meu! Quero ver a cara da puta gozando na minha pica.

Tomei na mão sua pica e antes do terceiro movimento de bronha o safadinho lançou jatos fortes indo a alturas incríveis. Melou meu peito e o dele próprio. Eu sem parar as socadas tentava descobrir até quando ele agüentava pica depois do orgasmo. Dei-me nota máxima vendo que não reclamava nem amolecia a pica. Mandei que Alex nos limpasse usando a língua.

Australiano tão certo de seu tesão, sabendo que seu destino é servir macho. Não lambia só a porra, lambia incluindo na limpeza omeu suor e do Jodi. Eu pus o macho-cu de lado levantando sua perna de cima e socava sem parar.

-Chupa meu cu Alex. Faz gostoso e logo é vc na pica.

Só o treino que tenho em segurar o gozo sabendo que mudando o ritmo das metidas o atraso me fez conseguir o intento. Minha intenção era servir leite na boca e aos dois juntos. Deveria ser justo e dividir meu gozo com os dois.

Jodi diz

-Mais um pouquinho e gozo de novo.

-se quer goza cara!

-Não! Quero gozar com pauzão na boca.

-Então chegou sua vez Alex. Como vc já é sócio, diz como quer.

-De pé como na primeira, depois quero pular nela enquanto chupo meu cara.

-Seja feita a sua vontade minha puta. Vamos na ducha, vou te fuder lá.

Putinho Grandão saiu em disparada pra ajeitar o Box. A sós com o Jodi, deitei sobre ele e o beijo carinhoso.

-Delicia demais vc carinha. Adorei te fuder.

-E eu adorei dar pra vc. Mesmo com a dor no começo. Cara! Foi a maior dor que já senti. Depois foi o céu. Kkkkk

-Vai me dar mais essa noite.

-Tu agüenta mesmo cara? Mesmo depois de fuder o Alex?

-Dá ou não? Vc ta pensando que é marketing o que eu disse que vai ser a noite toda? Quando vc ver o sol nascer com seu cu cheio de pica vc vai acreditar.kkkkk

-kkkk, Tô ardido, meu cu em brasa, mas tentar eu vou. Kkkk

Fui na minha pasta, peguei uma pomada.

-Vira. Vou cuidar de meu novo cuzinho.

Passei carinhosamente a pomada no cuzinho agora visivelmente mais aberto. Estava liso sem as pregas que antes exibia.

-Porra cara. Fiz o serviço de mestre aqui. Virou cu de putinho de pica mesmo. Beleza! Com uma horinha dessa pomada estará prontinho pra tomar mais tora.

Ele ria.

-Major, está pra nascer um cara mais sacana que vc. Legal te conhecer cara! È o sujeito que conheço que mais fica a vontade numa foda. Até vc falando putaria em varias línguas era tesudo.kkkkk

-Poxa man! Por mais intimo que sejamos de uma língua, falar no idioma pátrio nos parece mais verdadeiro. Falo muito bem o francês, sou descendente de imigrantes, mas meus avôs não ensinaram putaria em francês, o que sei foi de ouvir em pornôs gays europeus, coisa que acho mais tesão que os americanos e os brasileiros. Europeu é mestre doutor em putaria. Acho vcs mais hards que o mundo todo. Kkkk

-Brasileiro e Frances são amantes de fama. Vc é os dois, imagina o que representa em fetiche para mim e o Alex!. Kkkkkkk

-kkkkkk. Verdade, não tinha me tocado da fama que me precede. Mas eu tenho fetiche em Israelenses e o povo da Oceania. O primeiro por achar os homens Israelenses naturalmente tesudos, e os australianos pela beleza praiana e por serem do fim do mundo. Exato oposto geográfico do Brasil.

-Então fomos destinados a esta foda. Kkkkk

-Pelo que estou curtindo, acredito nesta idéia.

O Alex chega e diz apressado querendo pau no cu urgente. Vem macho. Digo venham machos, um me fode e o outro assiste. Quero que meu Jodi me veja torado nesta pica. Não nos esperou, voltou assim que terminou a frase. Levantei e ajudei o Jodi a levantar. Chegamos no banheiro e a puta já parecia uma lagartixa colada na parede de rabo empinado e arreganhado por ele mesmo. Tamanha vontade de receber minha pica e se entregar a mim como minha putinha submissa, levantou rapidinho minha pica meia bomba.

-Encapa aqui Jodi. Olha a fome dessa vagabunda doida pra tomar rola!

A camisinha rasgou. Estava usando das deles.

-Minha pasta esta aberta, pega as minhas, essas não vão caber.

Esperei a camisa dando uma boa lubrificada de saliva no cu do Alex. Jodi chega abrindo o saquinho nos dentes. Avisa que tem gel na gaveta.

-Não esse aqui vai levar só cuspe. Cu de puta desse tipo ai, não precisa gel.

Ele pergunta ao Alex.

-Vai conseguir só no cuspe Alex?

-Se o macho quer, é assim que vai me fuder. Vem parceiro, arregaça esse cu como só tu sabe fazer.

Posicinei-me por trás e num abraço que nos juntou, sem cerimônia meti a cabeça. Ele abafou um gemido. Levantei o sujeito usando toda minha força, ele tem meu tamanho e meu porte, certamente temos o mesmo peso. Ele ficou de ponta de pé e assim recebeu tudo.

-Ta vendo Jodi, o que esse cara me faz fazer?

-Pode ficar a vontade, faz como vc quiser. Fode!

Demorei ali metendo nele tempo o bastante para que cansado por estar de pé o Jodi continuasse sua punheta leve sentado no vaso.

-Agora quero cavalgar a boa.

Jodi sai di Vaso e assim que o Alex chega a tocar meu colo numa só sentado mete firme a pica na boca dele, imediatamente fudendo sua boca como se fosse uma cloaca. Viu o que o Alex tinha feito em mim. Nunca mais seria delicado ao meter na boca de seu passivo.

Depois de quicar feito bola de borracha em minha vara, disse que gozaria, o jodi voltou a bombar na boca dizendo o mesmo.

Perguntaram de meu gozo. Respondi dizendo que serviria-lhes na boca. Resolveram se masturbar enquanto eu de pé e eles ajoelhados mamassem até meu gozo. Achando generosa a oferta claro que aceite. Convidei-os ao terraço que do qual só vira com a porta fechada.

-Já é tarde, tem ninguém passando. Vcs topam a sacanagem de me mamarem com o risco de serem vistos?

Um Pau duro não tem juízo. Imaginem Tres paus duros doidos pra esporrar!

A noite quente soprava uma leve brisa morna. Encostei-me à balaustrada de ferro e os dois de joelhos me ordenharam em fome alucinada, nem um segundo eles olharam a se certificar se éramos observados. Eu vira o vigia do outro lado da rua. Um africano fortão, assistindo. Eu fiz sinal de positivo e tirei a mão de uma das cabeças para que ele visse o quanto meus putos curtiam pica grande e sabiam tratá-la. Negão, pois uma senhora jeba pra fora e começou a socar uma bronha. Galera! Quando digo Jeba, é jeba mesmo. Nem eu já vira um cacete que alem de grande tivesse um calibre daqueles. Cobrão lindo! Foi o tanto que faltava para que eu gozasse louco. Com as caras de meus putos esporrada e sua fome de leite saciado, tratei logo de falar ao cara que não gozasse, esperasse pois tinha jeito melhor de fazer ele gozar. Os putos não deram a mínima ao descobrir o vouyer. Riram tentando imaginar o que eu tramava.

Ficou muito grande meus amigos, prometo arrumar tempo e contar o resto o mais rápido possível.

Comentários

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07/07/2014 23:55:14
Não pude comentar antes pois estava viajando pelo Norte do país. Vi muitos milicos pelo caminho e lembrei muito de você. Rsrsrsrsrrsrsrs Você mal chegou na Europa e já caiu no farrão. Você é demais!
07/07/2014 16:09:13
Muito bom mesmo!!!! Os diálogos deveriam ser mais. Um pouco de perigo e suspense é sempre bom.
07/07/2014 10:42:22
NotaEu também tenho a mesma duvida do jhoen jhol
06/07/2014 13:13:00
Seus relatos cada vez melhores! Não consigo deixar de ler, reler e ler novamente cada um deles. Cada vez mais, parece que somos amigos de longa data, que se reencontram depois de muito tempo e ficam partilhando vivencias! Essa tua amizade e cumplicidade com o Figa, Berga e teus irmãos parece-se com o que tenho ainda hoje com meus "antigos irmãos-de-farda"!
05/07/2014 16:32:38
Que isso semi-coroa, que isso?! Ensinando o casal como é fazer e ter prazer hahaha. Gostei do discurso da ejaculação, uma análise profunda hahaha. O que acha de casamentos entre pessoas de Forças Armadas? Cite vantagem(ns) e desvatagem(ns).
05/07/2014 12:41:21
Vida boa hein. :-)
05/07/2014 02:16:29
Muito bom major! Lendo o teu relato todo foram tres esporradas daquelas aqui; o email que o senhor disponibilizou aqui ainda é acessado e suas mensagens lidas?
05/07/2014 02:09:58
bom.

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