Em BH, gozei muito com o Marlon.


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Um conto erótico de dadomacho
Categoria: Homossexual
Data: 10/04/2014 22:03:57
Nota 10.00

Mal dormi naquela noite de sexta pra sábado. Minha excitação era grande, por lembrar das putarias em BH, e em saber que elas ainda não tinham terminado, pois em poucas horas, o Marlon estaria lá. Levantei-me de madrugada e peguei um táxi pra rodoviária. O ônibus chegou na hora esperada. Ele foi um dos últimos a desembarcar. Cara sonolenta, cabelo desarrumado, mas lindo como sempre, com uma calça jeans justa que eu adoro e camisa polo preta. Veio todo sorridente me abraçar, e dei um beijo no rosto dele. Pegou sua mala no bagageiro e pegamos o táxi pro hotel. O moleque tava caindo de sono. Mal conseguia manter os olhos abertos, mas mesmo assim, queria conversar. Disse que a viagem foi sossegada, que dormiu a maior parte do tempo, mas que estava morrendo de fome. Chegamos ao hotel e subimos pro quarto. Já eram quase 5 da manhã. Liguei na recepção e perguntei que horas serviriam o café, e pra minha surpresa, o atendente disse que eles poderiam enviar o café da manhã pro nosso quarto, a um custo até baixo, se preferíssemos. Na hora aceitei. Em 15 minutos chegou a refeição, muito bem variada. Comemos e bebemos tudo, literalmente, haha. O Marlon parecia um refugiado de guerra, faminto. Nos deitamos, cada um na sua cama, pra dormir mais um pouco. Menos de 5 minutos depois, ele já estava na minha cama, me empurrando pra parede, se atarracando em mim.

-Muita saudade, ele disse, me beijando o pescoço, me dando bitocas na cara toda, e tramamos num beijo quente.

Comecei a passar a mão pelo seu corpo, e cheguei na sua bunda carnuda. Enfiei a mão por dentro de sua cueca e toquei seu botãozinho quente. Minha vara dura já estava na mão dele, e começou a me masturbar lentamente. Ainda nos beijávamos e virei ele de costas pra mim, encaixando a rola em seu rego. Ele mesmo colocou a rola bem na portinha de seu cu, e comecei a esfregar com força a cabeçorra naquele furo gostoso. O quarto estava escuro, mas a luminosidade do dia raiando passava pela cortina, clareando um pouco o ambiente. Abracei ele bem forte e forcei a chapeleta no cu, fazendo ele gemer, e a rola começou a atolar devagar. De ladinho é sempre mais fácil, hehe. Afundei a verga no molecão, botei tudo, fazendo o safado arfar e comecei o vai e vem, bem gostoso, sentindo seu cu apertado me comprimir a rola. Fiz o puto gemer, levando a rola grossa do Dado no brioco. Botei ele de bruços e subi nele, socando a vara bem fundo, com movimentos ritmados, fazendo minha virilha espancar suas ancas deliciosas. Seu bundão arrebitado tremia com os movimentos. Comecei a lamber sua nuca, suas orelhas, dar mordidinhas, e o puto pirava, levando a rola no fundo do cu. Acelerei os movimentos, e logo senti o gozo vindo. Ele pediu pra eu gozar dentro, e claro que atendi seu pedido. Lavei seu reto com minha gala. Ele disse que tava sentindo a rola estufar e mexer dentro dele, que era uma delícia. Safado esse moleque! Ainda pediu pra eu deixar a rola dentro dele, e ficamos de ladinho de novo, então ele se punhetou bem rápido, mexendo a bunda em meu pau, que tava amolecendo, saindo de sua bunda. Urrando, gozou aos montes, na sua mão, e na minha, pois fiz questão de sentir os jatos quentes. Fomos pro banheiro e nos limpamos. Voltamos pra cama, e dormimos mais algumas horas, abraçados, sentindo seu corpo quente grudado ao meu.

Acordei com o barulho da TV, ele tava assistindo um desenho animado, sentado na cama, bem ao meu lado. Ao ver que eu estava de olhos abertos, me deu um selinho e ficou passando a mão no meu cabelo. Tava todo carinhoso, achei muito bonitinho isso, haha.

-Vamos passear, conhecer a cidade?, convidei.

-Opa, vamos sim. E comer alguma coisa. Já tô com fome.

O cara só pensa em comida, kkkk, mas eu também já sentia o bucho vazio. Colocamos uma roupa leve, tênis, e descemos. Fomos para a região da Pampulha, de ônibus, mesmo, pra conhecer melhor a vida da cidade. Muito lindo o lago, bem movimentado, a igreja, e outras obras do Oscar Niemeyer. Achamos um restaurante bem convidativo, com cheiro bom de comida, e o Marlon foi apresentado à deliciosa comida mineira. Fomos ao Mineirão, ali perto, e literalmente babamos no estádio, praticamente pronto pra Copa. Ficou um show! Pena que não podemos entrar. Ali perto do estádio, vimos muitos bares, cheios de gente. Entramos num desses bares, achamos uma mesa e ali ficamos tomando umas geladas.. Logo fizemos amizade com um pessoal sentado à mesa ao lado. Eram 3 garotas e 2 caras, com idade entre 20 e 30 anos. Tudo gente bonita. Perguntaram se a gente era de fora, pois ouviram nosso sotaque diferente. Convidaram a gente pra sentar na mesa deles, e fomos. Nos apresentamos, dissemos que éramos paulistas, e em pouco tempo, parecíamos amigos de infância, haha.

Carla era a mais falante, desinibida, bonita, 28 anos. Paty tinha 25 anos, muito sorridente. Cissa era a mais velha, tinha 31 anos. Valter tinha 30 anos, boa pinta, cabelo nos ombros, cara de argentino, e Diego (adoro esse nome, hehe), tinha 28 anos também. Notei que estavam curiosos, querendo saber o tipo de parentesco que o Marlon e eu tínhamos. Falei que éramos apenas amigos, que eu estava a trabalho na cidade e ele só veio me acompanhar. Simpatizei com todos, mas com a Carla, o papo fluía muito melhor, e o Marlon estava encantado com a Paty. Ficamos ali no bar até as 7 da noite. Já estávamos até altos de tanta cerveja. Fomos convidados pra sair com eles à noite, e topamos. Marcamos de nos encontrarmos as 10 da noite no nosso hotel. Muito gente fina, o Diego nos deu carona até o hotel, pois era caminho pra casa dele, segundo ele.

Já no hotel, vi que o Marlon tava bem alegrão por causa da cerveja. Eu também tava levemente bêbado, kkkk. Nos animamos em pegar as gatinhas e arrastá-las pro quarto do hotel e descer a lenha nelas. Pra variar, bebemos mais cerveja do frigobar, e já começamos a nos pegar. Baixei seu shorts e vi sua piroca dura na cueca. Mordi aquele nervo duro, coloquei aquele volumão tentador na boca e mordisquei. Baixei a cueca e mamei bem gostoso seu cacete duro, fazendo o moleque virar os olhos. Seu pau veiudo pulsava na minha boca. Chupei só a cabeça, sentindo o sabor de seu pau grosso. Desci pras bolas e lambi seus ovos, e levantei suas pernas pra ver seu cuzinho. Lindo aquele buraquinho peludo. Senti o cheiro daquele rabo, que fez minha piroca até se mexer. Adoro o cheiro de seu rabo, seu suor, seu cheiro de macho. Lambi seu boga, que se contraiu, e meti a língua. Comi seu cu só na ponta da minha língua, ouvindo ele gemer, dizer que tava uma delícia, pedir mais língua no rabo. Revezava, chupando seu pau, seu sacão, e seu cu. Ele pediu pra me chupar. Caiu de boca na minha trolha, lambendo e chupando. Sorvia o caldinho que saía, e mamava na chapeleta, deixando sua boca cheia com meu nervo. Desceu pra minhas bolonas e lambeu uma por uma, colocando-as na boca, me dando até desespero kkkk. Me pôs de 4 na cama e começou a esfregar sua língua no meu rego, me dando beijos na bunda peluda, e meteu sua língua bem no meio do meu cu. Nossa, até abri a bunda pra sentir aquela língua úmida me chupar a rosca. Coisa boa demais! No meio dessa putaria toda, o celular do Marlon tocou. Deixamos tocar umas 3 vezes, mas na quarta, resolvemos ver quem era. Sua mãe. Falamos com ela, dissemos que estava tudo bem, bla, bla, bla.

Resolvemos nem voltar pra putaria, pois já estava tarde e nem tínhamos tomado banho ainda. Fomos pra ducha juntos, e nos lavamos, cheios de carinho. Enquanto eu lavava suas costas, minha vara, que tava duraça, esbarrava em sua bunda. Comecei a dar atoladinhas de leve bem no rego dele. Passei sabonete e forcei. Não teve jeito, a gente não se conteve, soquei a rola no cuzinho dele. A vara entrou até a metade, e bombei gostoso, deslizando a viga ensaboada pelo cu dele. Peguei na vara dele, que tava duraça e punhetei. Dando socadas firmes, fiz o carinha gozar na minha mão. Resolvi não gozar, prevendo uma foda boa com a Carla.

Nos enxugamos, nos vestimos, ficamos bem gatos, hehe, e descemos pro saguão, esperar o pessoal. Fomos pro lounge, onde tem um barzinho e lá começamos a beber, de novo! Pedimos 2 doses de whisky, pra começar a noite com o pé direito. Nossos novos amigos mineiros nos ligaram, dizendo que atrasariam um pouco, e por volta das 11 da noite chegaram. Estavam em 2 carros, e nos dividimos. Fiquei no carro que a Carla dirigia, sentado no banco do carona, com o Marlon e a Paty no banco de trás. No outro carro ficaram o Diego, com uma garota que ele estava ficando, chamada Tatiana, a Cissa, e o Valter.

Fomos à um bar no Savassi, um lugar muito legal, com banda ao vivo, cheio de gente bonita. Por volta das 2 da manhã, tinha muita gente dançando perto da bandinha. Fomos pra lá dançar também. Logo vi o Marlon safadão beijando a Paty. A Carla parecia envergonhada, mas ficava sempre ao meu lado. O Diego também pegou sua gata, e resolvi arriscar. Me aproximei da Carla, passei a mão em sua nuca e me colei nela. Dei um beijo bem gostoso nela, deixei a gata toda molinha, mas minha vara já endureceu, hehe.

Algum tempo depois, o Marlon me chamou num canto, me dizendo que sua gata tava doidinha pra levar vara. Já tinha convidado ela pra ir pro hotel, e ela tinha topado. Então fui até a Carla e a convidei pra sairmos dali. Ela fez uma cara de safada, já entendendo o que eu queria. Entramos no carro, e fomos pro hotel. Subimos pro quarto, e elas viram que tinham 2 camas, e que a coisa ia rolar assim mesmo, as trepadas iam ser no mesmo quarto. Elas pediram pra usar o banheiro e foram juntas. Ficamos eu e o Marlon, já de vara dura, conversando, nos preparando pra foder aquelas gostosas.

Quando saíram, voamos pra cima delas, haha. Foi uma sacanagem deliciosa. Muito tesão ver o Marlon socando a rola na Paty, e vi como ele dava um jeito de me ver arrombando a boceta perfumada da Carla. O Marlon gozou primeiro, bufando em cima da garota, e ficaram se alisando na cama. Gozei algum tempo depois, socando fundo na gata, fazendo ela gemer, me apertando a bunda. Ficamos conversando, falando muita sacanagem, sentados na mesma cama. Pouco tempo depois vi a Paty chupando a pica do Marlon, e meu dedo já tava dentro da xana da Carla. Então ela se ajoelhou e começou a me mamar também. Resumindo: Comemos as gatas lado a lado, de frango assado, gozando gostoso.

Nos vestimos, e descemos pra recepção, onde nos despedimos. Convidamos elas pra irem pra nossa cidade, pra ter um repeteco, e elas prometeram que iriam um dia.

Voltamos pro quarto, comemorando a foda em conjunto, a segunda que tivemos. Ele me confessou que tem muito tesão em me ver comendo uma mulher, e eu disse que sinto o mesmo. Pra variar, nos pegamos gostoso, haha. Meti a mão naquela bunda gostosa, que vi trabalhando deliciosamente, abrindo e fechando, enquanto ele comia a garota. Enfiei o dedo em seu cu, ele fez o mesmo, atolando seu dedo no meu brioco.

Esfregávamos as varas em riste, numa luta de espadas bem sacana, coçando nossos cus, nos beijando, nos esfregando, e caímos na cama. O moleque safado tava tarado. Já levantou minhas pernas e encaixou a vara no meu rego. Fiz cara de bravo pra ele.

-Deixa vai, Dado, por favor, tô louco pra comer esse rabo gostoso.

Sorri pra ele, e senti a cabeça me forçar o boga. Abri as pernas pro moleque, dando passagem pro seu pau me invadir. E escorregou gostoso, me enchendo o cu de carne. Levei sua tora lá no fundo, me dando um tesão do caralho, sentindo suas bolas se encostarem em mim, e deixei ele me comer bastante, mas antes que gozasse, fiz ele tirar aquele nervo duro de mim, e já o peguei por trás, pondo-o de 4 na cama, lhe atolando o tarugo na bunda. O cara arfou, sentindo minha verga grossa lhe atolando até as bolas, dando estocadas fundas, mexendo a vara lá no fundo de suas entranhas. Não consegui segurar, e gozei rápido, enchendo seu cu de porra, quer dizer, nem tinha muita porra pra sair, haha. Mamei sua piroca até que ele gozasse, estrebuchando na cama, me dando leitinho na boca, quente e pegajoso.

Desmaiamos de cansaço. Acordamos na manhã de domingo, um belo dia ensolarado, e já saímos pra almoçar. Fomos numa churrascaria e nos acabamos num rodízio espetacular. Voltamos pro hotel às 2 da tarde. Arrumamos as malas, e fui tomar uma ducha. Ele entrou logo depois, já me abraçando por trás. Senti sua vara dura me cutucando o brioco. Deixei ele me sarrar bastante e sua pica já me dava empurrões nas pregas, que logo se abriram e sua piroca me invadiu, lentamente, me dando muito prazer. Deixei o safadão me comer de novo. Me curvei e relaxei o esfíncter e sua rola me arrombou o boga. Me comeu, me dando trancos profundos, que me davam dor e tesão. Ele me chicoteava com sua chibata, e pegou na minha vara, me punhetando.

-Nossa, cara, assim eu gozo, alertei.

-Então vem gozar aqui, vem, ele disse, tirando a vara do meu cu, já empinando a bunda, se apoiando na parede.

Untei seu rabo com sabonete e encaixei a tora no seu cuzinho guloso. Vi a vara sumir, seu cu engoliu a tora com facilidade, e o safado gemia bem manhosamente, dizendo que adorava minha rola dentro do seu cu. Abriu as polpas da bunda ao máximo com suas mãos, e vi minha vara entrar e sair de seu cu peludo. Visão maravilhosa, que fez minha pica pulsar e mandar umas galadas dentro de seu cu. Gozei urrando, lhe pegando pela cintura, botando pressão nas estocadas finais. Ouvi ele gemendo rouco, se punhetando rápido, e sua porra caiu pesada no chão. Tirei a vara do seu buraco quente, e nos abraçamos e nos beijamos.

-Nossa cara, bom demais, você me dá muito tesão, Dado. Te amo, véi, te amo muito.

O que eu poderia responder senão:

-Te amo também, moleque safado.

Nos vestimos e fizemos o check-out. Pedi um táxi. Tinha dito pro Marlon que já tinha comprado a passagem de volta dele, então ele estava sossegado, mas eu tinha mais uma surpresa pra ele. Quando entramos no táxi, falei pro motorista:

-Confins, por favor.

O Marlon nem sacou o que disse, acho que ele nem sabia o que era Confins, kkkk. Ao nos aproximarmos do aeroporto, ele notou. Me olhou de olhos arregalados e abriu aquele sorriso lindo.

-A gente vai embora de avião?, me perguntou, com a alegria de uma criança.

-Vamos, disse rindo

-Ai, caralho, por que não me disse antes, pra eu me preparar, ai meu deus do céu!

Eu caí na gargalhada, vi até o motorista sorrindo, vendo-o no reflexo do retrovisor. Chegamos e eu via a empolgação do Marlon. Fomos fazer o check-in, e entramos na sala de embarque. Ele era uma mistura de curiosidade, apreensão, ansiedade, e medo, kkkkk. Comemos um sanduíche, e brinquei com ele, dizendo que se fosse pra morrer, pelo menos seria de bucho cheio. Ele me deu um tapa de leve na cabeça, fazendo cara de medo. Eu ri muito.

Nosso voo foi anunciado e nos dirigimos pro embarque. Entramos no avião e nos sentamos lado a lado, ele na janela. O avião começou a se movimentar, taxiando na pista, ele demonstrava todo seu nervosismo. Lambia os lábios, tentava disfarçar, conversando sem parar, mas vi seu desespero. Quando o avião acelerou pra decolar, ele colou no banco, sem olhar pros lados, e quando começou a subir, ele grudou na minha mão e fechou os olhos. Pedi pra ele olhar pela janela e ver a cena magnífica. Meio medroso, abriu os olhos e se encantou. Já estava escurecendo, e a visão era realmente bonita. Logo ele se acalmou, mas não soltava da minha mão, só largando quando a comissária de bordo passou distribuindo os lanches. Em pouco mais de uma hora já estávamos em Viracopos. Táxi? Que nada, busão mesmo, pra casa do Marlon. Deixei o garotão são e salvo na casa dele, e ainda jantei na casa da..."sogra", kkkkk. É a vida, né.

Me despedi deles, e o Marlon me seguiu até o ponto do ônibus. Me deu um abraço bem apertado.

-Valeu por tudo Dado. Te garanto que foram os dias mais top da minha vida.

-Por nada Marlon. Fiquei muito contente por você ter ido. A gente curtiu muito, né.

-Nossa, demais, já estou com saudades, ele disse rindo.

-Um dia a gente volta, né, que tal?

-Caraca, ia ser demais! Mas já me contento em ficar com você por aqui mesmo.

-Dei um abraço nele de novo e um beijo rápido em seu rosto lindo.

Peguei 3 ônibus até meu bairro, e cheguei um bagaço no meu apartamento. Tomei banho e caí na cama. Ouvi barulho de mensagem. Era do Marlon, declarando todo seu amor por mim, que bonitinho esse garoto. Dormi relembrando as putarias em BH, cidade incrível, e claro, pensando no molecão, que tem se mostrado uma ótima companhia.

Foi isso galera. Muita trepada boa em BH. Deixou saudades. Obrigado pelo carinho, pessoal.

Beijos do Dado.

P.S.: Logo relatarei um conto bissexual, contando detalhadamente a trepada que o Marlon e eu demos com as gatas mineiras, mas antes, relatarei a visita surpresa do Carlão. Foi uma delícia, haha. Até lá!

Visite meu blog: dadomacho.blogspot.com.br

Lá tem fotos e mais contos.

Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
14/04/2014 20:46:24
Paraibano, meu e-mail é Abs.
14/04/2014 20:45:44
Não rolou o 3some Spider. Seria bom demais mesmo hein!!! E sim, o Marlon tá amarradão, e eu tbem kkkk. Abs.
14/04/2014 20:44:30
Logo escrevo um relato detalhando a foda com as gatas Lektrue. Abs.
13/04/2014 20:29:40
manda teu e-mail dado!
13/04/2014 20:29:10
Manda teu e-mail Dado
12/04/2014 17:57:35
dado, achei que ia rolar um threesome, que tu ia dividir teu colega de quarto com o marlon. caraca, marlao tá no paraiso tendo tu como tutor...né não !? muleque amarradão na tua....abs
11/04/2014 14:16:03
Muito bom! Já ia reclamar perguntando pq n teve detalhes sobre a transa com as minas. Kk continua




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