Casa dos Contos Eróticos


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Boys don't cry - Meninos não choram! - 17

Um conto erótico de Pedro
Categoria: Homossexual
Data: 06/09/2013 10:28:03
Nota 10.00
Assuntos: Homossexual, Gay

- É-é Qu-eu, fo-i mal, é loucura da minha cabeça. Disse ele muito nervoso pelo comentário.

- Não, não é loucura da sua cabeça não. Eu te amo po, eu quero namorar você - Disse Eu, sorria mais que político em comício – eu adoraria ser seu namorado.

- Serio? Perguntou ele, mas como é que se namora um homem? Perguntou-me.

- Acho que é do mesmo jeito que se namora uma mulher, só que melhor. Disse eu.

- Mas a gente vai dizer para o povo que a gente ta namorando? Ele parecia que não sabia de nada mesmo.

- Não, não, a gente diz quando tiver toda uma independência financeira e tals. Disse Eu.

- Então a gente vai namorar escondido? Perguntou Gabriel.

- Basicamente. Respondi.

Ficamos abraçadinhos no banco de trás, eu me deitei sobre ele, de costas para ele, enquanto ele fechava seus braços em um abraço que me fez sentir o homem mais protegido. Eu adorava ficar ali. Ficamos trocando algumas caricias, dizendo um para o outro palavras de amor incondicional até que ele perguntou:

- Pedro, você acha normal que dois homens namorem?

- O que é “normal” Gabriel? Perguntei-lhe.

Ele não soube responder, Eu continuei:

- Não existe uma medida para a normalidade – falei com ar de filosofo – o que pode ser normal para uma pessoa não é normal para outra. Veja a cultura Maia – agora falava com ar de historiador – eles tinham idéias de morte e sacrifício diferente da dos colonizadores europeus. Eram pontos de vista diferentes, nem os colonizadores nem os Maias eram mais normal que o outro, apenas cada um tinha um ponto de vista.

- Mas, então a gente é normal? Gabriel questionou.

- Claro que a gente é normal, a gente não está fazendo nenhum mal a humanidade, a gente não esta indo contra nenhuma lei da nossa legislação.

- Mas a sociedade não aceita ainda que a gente faça o que estamos fazendo. Disse Ele.

- Se você for viver fazendo somente o que os outros acham que é certo você vai deixar de viver para que os outros vivam a sua vida.

Ele se calou diante das minhas ultimas palavras, parecia estar pensativo. Eu entendi que ele deveria estar muito aturdido com a velocidade que aquilo tudo estava acontecendo, mas para min era diferente, eu sempre fui bem resolvido, sempre soube o que queria, para ele era mais difícil se aceitar, mas eu estava ali para ajudá-lo.

Eu me virei de frente para ele e dei mais um beijo em sua boca, meu coração estava a mil por hora, seus lábios eram a coisa mais maravilhosa que minha boca já tinha provado. Passei a mão pela sua cintura e depois a deslizei em direção ao seu pênis, ele estava “em ponto de bala”. Era muito bom ficar com a mão ali, então meu telefone tocou:

- Oi mãe. Disse Eu ao atender.

- Filho o André está aqui em casa, venha, ele quer te ver.

Pensei um pouco, afinal ficar alo com o Gabriel estava sendo bom demais, mas achei melhor ir, por que se não, iríamos fazer uma coisa que talvez deixasse o Gabriel um pouco mais aturdido, e eu também tinha visto num filme que não se deve transar no primeiro encontro.

- Ta certo mãe, chego já ai.

Eu disse ao Gabriel que tinha que ir para casa, pedi para que ele me deixasse lá. Fomos para o banco da frente e nos direcionamos para a minha casa.

A noite estava linda, Natal parecia estar dez vezes mais bonita e brilhante naquela noite. Parecia que todas as pessoas estavam felizes, que toda a cidade estava com um glamour a mais. Eu estava adorando aquele dia.

A noite estava realmente magnífica, fria e calma. Eu adorava passear de carro em dias como aquele. A idéia de que o Gabriel estava ali ao meu lado e que ele era “meu namorado” me deixava ainda mais feliz. A noite era mágica para mim.

A cada semáforo que a gente parava eu o beijava, sentia seu perfume singular, alisava seu corpo... Eu adorava estar ali ao seu lado. Ainda na viagem abri o porta-luvas do carro e vi uma toca preta (aquelas que a gente usa contra o frio) com um símbolo do NY bordado em linha branca. Eu disse:

- Eu acho você muito sexy com essa toca.

- Serio? Gostei, já que você disse isso vou usá-la para sempre!

- Eu sempre vejo você com essas tocas, eu acho lindo. Se ligue, tu torces pro NY é? Perguntei.

- Torço, porquê?

- É porque nesses jogos de basquete do Super Nintendo eu sempre vou com o Chicago Bulls.

- Odeio o Chicago, esse time é muito...

Discutimos um pouco sobre basquete, futebol e vôlei até que chegamos a mais um sinal da cidade. Eu falei olhando em seus olhos:

- Gabriel, eu sei que você está muito aturdido, sei que esta é uma nova configuração na sua vida, no seu modo de ver o mundo. Para mim também é confuso, acredite. Mas eu sei que você vai conseguir superar qualquer coisa ao meu lado, assim como Eu. Gostaria de dizer que você não precisa transar comigo imediatamente, te darei todo tempo do mundo para que você se acostume a todas essas coisas.

- Eu amo você Pedro – seus olhos verdes escaneavam o meu ser – eu estou confuso sim, não vou mentir, mas eu sei que vou ser muito feliz ao seu lado. Para sempre.

Nós fomos em direção a nossa casa.

- Você não quer entrar? Perguntei já de frente ao prédio onde moro.

- Não, acho melhor não. O André está ai, sei lá, acho que ele gosta de você, sentiria ciúmes, eu vejo a forma que ele olha para você.

- Tudo bem. Dei-lhe mais um beijo e sai do carro. Antes disso peguei sua toca do NY e pus em minha cabeça. Era como ter uma parte do Gabriel em mim, a toca me esquentava, me protegia contra o frio da noite, assim como o abraço apertado do Gabriel.

Quando abri a porta do apartamento vejo o painho, mainha e o André... epa, o André havia mudado o visual. Ele tinha cortado o cabelo, Antigamente seu cabelo era ondulado, liso e vinha bater nos ombros, era meio que um charme para ele, mas agora ele tinha cortado-o, era um corte legal, curto, tinha combinado muito com ele. Nessa ocasião ele usava uma camisa social rosa clarinha e uma calça jeans.

Me dirigi a sala, olhei para todos, sorri para o André e disse:

- Quanto tempo cara, estava fazendo o que? Você esqueceu da nossa existência depois da minha saída do hospital.

- Desculpa, eu estava meio atarefado, subi de cargo na empresa. Falou ele, rindo para mim, ele estava estranhamente belo naquele dia.

- André, fique ai conversando com meus pais enquanto eu vou ali tomar um banho O.K?

- Pode ir filho, o André fica aqui com a gente. Disse meu pai.

Fui tomar banho. Estava estranho ali, não sei porque, alguma coisa me dizia que aquilo não estava bem, primeiro o André some do nada e depois reaparece, parece até “malasombro”. Terminei meu banho. Poderia ser só uma impressão minha, afinal o André tinha me ajudado muito, o histórico dele não negava isso.

Cheguei na sala cheirosinho. O André já era comensal na cozinha, minha mãe tinha-lhe oferecido alguma coisa para que comece. Meu pai e minha mãe riam com algumas besteiras ditas pelo André, nem parecia que tinham perdido o emprego. Eu achei aquilo no mínimo inusitado. Mas por vergonha não perguntei a eles o motivo da risada diante da iminente desgraça que era perder o emprego. Meus pais gostaram muito do André, isso era fato, e eu não estava achando aquilo ruim não, André era gente boa.

- Vamos sair André. Disse eu. Não fiz um pedido nem uma ordem.

- Olha, tenho que ir ta, passo aqui outro dia. Disse ele para os meus pais.

André deu um beijo no rosto da minha mãe, um abraço no meu pai e partimos.

Conversamos besteira até que saímos do prédio. Perguntei:

- Onde vamos André?

- Você já conhece a minha casa? Indagou-me.

- Não, mas não gostaria de ir lá, não me sentiria bem, desculpe.

- A po, vamos, por favor. Eu garanto que tenho uma boa noticia para você?

- Boa noticia? – perguntei – eu to precisando delas, serio.

- Então vamos. Falou ele.

Continua...

Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
07/09/2013 15:17:00
Aff"s André sem graça, tiro pelo meu namorado!
06/09/2013 11:38:40
Já vi que não vem coisa boa por aí.




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