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ENTRE HOMENS - CAPITULO 12 - Amor Fratricida

Categoria: Homossexual
Data: 28/07/2013 21:01:57
Nota 9.75

ENTRE HOMENS

CAPITULO 12 - Amor Fratricida

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Quero agradecer a todos que estão acompanhando a saga desses homens que podem ser também você cara leitor, pode ser alguém que você conhece. Muitas coisas ainda estão por vir. Este romance trata de altos e baixos nas nossas relações humanas e afetivas. Espero que os nossos personagens possam lhe ajudar a olhar com mais carinho a própria vida sexual e afetiva de cada um que acompanha com muito carinho e amor. Você se tornou o meu amigo virtual. desde de já você já faz parte deste romance também. Até a próxima...

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Nesse momento peguei o carro bufando de raiva e fui ao encontro de Humberto que se encontrava no dormitório. Deixei para traz Enzo que ficou sem saber como agir. Adentrei o dormitório dos peões da fazenda na procura do tal filho da mãe.

“Cadê você Humberto?” estava mesmo bufando de raiva... Mas adiante eu o avisto, estava meio desacordado. Eu o pego pela gola de sua camisa e falo bravamente:

“Quer dizer que você anda espalhando que eu sou veado, não é seu filho da puta!”

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Estava tão cego de raiva que acabei um peão muito parecido com ele pela gola. O rapaz começou a dizer que não se tratava de Humberto, que era o Edmundo.

“Patrãozinho sou eu o Edmundo.”

“Edmundo... desculpa, cadê o filho da puta do Humberto?”

No percurso que fiz ao encontro de Humberto fiquei pensando o porquê de tanto preconceito? Diz o dicionário que preconceito: ‘Conceito ou opinião formados antecipadamente, sem maior ponderação ou conhecimento dos fatos; ideia preconcebida. Suspeita, intolerância, ódio irracional ou aversão a outras raças, credos, religiões, opção sexual, etc.’ Humberto nem me conhece direito, poucas vezes tivemos contato um com outro, e as poucas vezes não foram agradáveis, na última quase meu pai morto estaria graças a ele. Queria saber o motivo de tanta perseguição com a minha pessoa? Nunca fiz nada contra esse rapaz.

Quem nunca sofreu algum tipo de preconceito nesta vida ou ainda está sob o julgo do preconceito gratuito? Por ser pobre, todos olham de cima abaixo, experimente chegar de sandálias havaianas numa loja de shopping ou de grife. Ninguém faz nenhuma questão de te atender. Por ser negro, imagine quantas vezes entre um branco e negro, o negro não é tido como sempre culpado. Por ser mulher, que sempre recebe importância ou remuneração inferior aos mesmos homens que ocupam seus cargos idênticos. Por ser índio, que ficou sem terra, foi expulso da sua casa e ainda adquiriu todos os vícios dos brancos e suas doenças. Por ser homossexual, que é colocado num inferioridade ao heterossexual, que no caso estou sendo discriminado por escolher ser feliz. Ninguém faz opção pra ser infeliz, ser perseguido, ser maltratado, se faz opção pra ser feliz, pra ser amado.

‘Preconceito não faz bem a ninguém. E sem ele penso o que seria do poder? Preconceito já causou muito mal. Quem elege seres quem decidem o que é normal?’

Meu coração já estava pequeno. Eu estava nervoso. Afinal o que eu iria encontrar a minha frente? O que poderia acontecer entre a gente? Mas estava dando um basta a toda essa história. Não sou fã de disse me disse, de historinhas, de fofocas ou fuxicos. Sou do tipo de cara que procuro resolver tudo na hora, cara a cara, homem de verdade age assim, com veracidade e honra. Uma coisa que aprendi que a masculinidade não está entre as pernas e sim nas atitudes. Se comer alguém fosse o suficiente para provar que alguém é homem. Então nesse caso até um travesti; pode ser considerado homem, tendo em vista que ele pode até mesmo engravidar uma mulher. Sejamos sensatos, ser homem com h maiúsculo é assumir a vida com suas responsabilidades, nunca se esconder por detrás de uma tara desnecessária por mulheres. Eu de verdade sinto pena de quem pensa que ser homem é comer todas as mulheres que venham aparecer a sua frente.

Nossa como alguém pode nos deixar assim desacreditado na humanidade. Como pode existir um ser humano que vive pra agredir os seus semelhantes gratuitamente. Fico indignado com essa mesquinhez, com uma menta tacanha, pequena, imunda mesma. Sofro por essa pessoa, tenho pena de uma criatura. Estou bufando de raiva mesmo por causa desse tal de Humberto. Mas de hoje não passa, ele vai ver o que é mexer com quem está quieto. Sou do tipo que dou um boi pra não entrar numa briga, mas dou uma boiada pra não sair dela, rsNa escolinha Monteiro Lobato

“Enzo aonde o Taumaturgo foi daquele jeito?”

“Acho que foi tomar satisfação com o Humberto sobre essas histórias que ele anda espalhando a respeito do meu primo.”

“Pelo amor de Deus, Enzo, o Taumaturgo pode sair prejudicado!”

“Como assim?”

“Ele foi atrás do Humberto, ele fica no alojamento dos peões. Você não acha que os outros peões podem ajuda-lo a ferir mais ainda o Taumaturgo?”

“Putz, você tem razão, caramba, eu deixei meu primo ir sozinho pra toca do leão. Pow tenho que ajudar de alguma forma.”

Rita pede ajuda de um dos comunitários, que nos leva de carro até a fazenda. Fomos atrás de Miguel para ajudar o Taumaturgo antes que algo de mais grave possa acontecerNo alojamento

Chego ao alojamento com capeta no couro, disposto a tudo. Nem se quer medi as consequências. Talvez isso poderia não ser bom pra ninguém. Do jeito que eu estava com raiva poderia ter graves consequências pra todos. Logo eu que sou um cara da paz. Mais sempre tem alguém que nos tira a paz.

‘Pra não ferir ninguém/ Eu vim te procurar/ Alguém me machucou e eu/ Não pude nem chorar/ Escuta meu Senhor/ Escuta a minha história.

Por mil caminhos e a sorrir/ Eu procurei compreender/ Nenhum irmão eu quis ferir,/ Eu só pensei em ajudar/ Mas houve quem não entendeu/ E destruiu o que eu ergui/ E arrancou o que eu plantei,/ Desafiando a minha paz.

De tanto ouvir falar em Ti/ Eu quis fazer como aprendi/ Eu quis amar sem distinção,/ De todos eu me fiz irmão/ Mas houve quem não entendeu,/ E disse coisas que eu não fiz/ Eu tenho medo de esquecer/ De me esquecer que eu sou feliz.

Eu venho aqui pedir perdão,/ Se por acaso eu mereci/ Sofrer tamanha ingratidão/ Quando eu busquei sempre ajudar/ Mas quem não entendeu fui eu/ Que se esqueceu quem foi Jesus/ Que fez um bem maior que o meu/ E mesmo assim morreu na cruz.’

Adentro o interior do alojamento ainda meio na penumbra com uma luz oriunda do banheiro, talvez alguém tivesse esquecido a luz acesa ou mesmo alguém estivesse lá. Entre no meio da toca do leão. Onde estaria o Humberto? Será que estaria ali ou se escondendo de mim, pois seria lógico que iria cobrar satisfação de toda essa história. Vou de cama em cama, tateando, devido à escuridão do local.

“Cadê você Humberto! Apareça se você é realmente homem ou você só é homem pra inventar fofocas.”

Alguns peões começam a acordar nesse momento sem saber o que está acontecendo. Uns murmuram ainda com muita sonolência sem saber o que está se passando. Até que um deles pergunta:

“O que houve patrãozinho? porque o senhor está nervoso e procurando o Humberto?”

“Estou à procura de um cara covarde que usa calça e pensa que está acima do bem e do mal, que tem a moral ao seu lado. Cadê o Humberto?”

“Ele estava aqui, não sei, talvez tenha saído.”

“Eu só saio daqui depois de ter uma prosa com ele. Quero ver a cara de pau desse cara.” Nesse momento escuto alguém cantarolando no banheiro. Vou ver quem é! E advinha quem é... o próprio.

“Então é aqui que você está seu filho da mãe.”

“Não estou entendendo nada patrãozinho. O que está acontecendo?” indagou enxugando os cabelos, pois já estava com roupa pra dormir, trajando um calção e uma camiseta regata.

“Você é muito cínico rapaz. Cadê o cara que fica espalhando por ai que sou gay. Só queria saber o que você tem contra mim?”

“Desde o dia que descobri que você existe eu tenho raiva de você. Você tomou tudo o que é meu.”

“Nunca roubei nada seu meu irmão.”

“Que porra de irmão nada. Nunca seria o teu irmão.”

“Por que o cara aqui em questão é gay.”

“Quero que você morra!”

Nessa hora me subiu uma raiva dele. Eu o peguei pela sua camiseta e fui levando para fora do alojamento. Incrível não sabia de onde tirara tanta força, talvez da raiva de tudo que estava me acontecendo. Começamos a nos agredir fisicamente. Humberto tentava se desvencilhar de mim. Mais eu continuava a segurar firme o filho da mãe. Aos poucos começamos alterar a voz, gritando cada vez mais alto. Os demais peões que se encontravam começaram a vir ao nosso encontro. Apenas eram meros observadores. Alguns murmuravam, outros pediam: “Parem com isso.”

“Me respeita cara, nunca fiz nada com você.”

“Você tirou tudo de mim. Isso nunca... nunca vou te perdoar.”

“Por que você continua com esse papinho. Seja homem e assuma que tudo o que você fez foi por causa de inveja.”

Nesse momento Humberto dar um empurrão em que Taumaturgo tenta se equilibrar mais cai de bunda no chão. Quando Humberto tentar de novo outro golpe, Taumaturgo o pega pela perna e o derruba. Ai começa uma luta de solo entre os dois. Um esmurrando o outro. Os outros peões começam a separar os dois. Mas ambos lutadores ou gladiadores querem resolver tudo mesmo na porrada. Quando o sangue ferve ninguém usa mais a racionalidade, nos tornamos meros animais em busca de subjugar o adversário.

“Quem é você cara, você se acha superior a mim em quê? Só porque você é o filho do patrão? Hum... olha pra mim fera, você não é ninguém. Você não é nada pra mim.”

“Quero saber o que eu te fiz? Você não passa de um moleque fala agora na minha cara.”

Nesse momento Humberto consegue escapar dos peões que o estavam segurando e tentar esmurrar Taumaturgo. Mas nesse exato momento ele é segurado pela mão de Miguel.

“Ei rapaz, ninguém toca um dedo no homem que eu amo.”

Todos ficam espantados com a coragem de dizer em publico o quanto amava o Taumaturgo. Miguel solta a mão de Humberto e fala a todos que ninguém ouse interromper os dois.

Outro peão por nome de Edmundo tenta segurar Taumaturgo que ia à direção de Humberto, cujo mesmo é interrompido pela sua investida por Enzo.

“Opa ninguém toca um fio de cabelo do meu primo.”

Humberto vendo que o Taumaturgo estava cercado de gente o protegendo e percebendo sua impotência, exclamou:

“Você é um escroto.” Disse bufando de raiva Humberto.

“Rapaz para de me ofender.”

“Você é Veado, você é veado, você é veado, você é veado, você é veaaado, veado, você é um veado”

“Do que você está me chamando?”

“Por acaso além de baitola também é surdo. Eu disse você é veado.”

“Por que você tem tanta raiva de mim? Me diga.”

“Tenho raiva da tua existência, pelo simples fato de você ter vindo esse mundo, já fez que o meu ficasse uma merda.”

“Cara não tenho culpa se você não é feliz. Não tenho nada haver com os teus problemas.”

“Tem sim, você tem tudo haver com os meus problemas. Era pra você ter ficado lá de onde nunca deveria ter saído, sua aberração ambulante.”

“Eu sou uma aberração... eu sou veado sim, e por acaso o veado aqui não tenho olhos como você, Humberto ta. Por acaso o veado não tem mão, não tem palmo, não tem sentido, Humberto, hein... não come da mesma comida... hein, Humberto, não sofre das mesmas doenças, Humberto, porra... hein... não precisa dos mesmos remédios, hein... quando a gente sua, não sua o corpo tal qual o hetero, Humberto, hein... quando vocês dão porrada na gente, a gente não ri com vocês, porra... hein, hein meu irmão, quando vocês falam mal dos veados nos carnavais, ou vocês usam roupas de mulher a gente não ri junto com vocês porra, hein, Humberto... vocês dão tiro na gente porra, hein, a gente não morre também... a gente é igual em tudo, também vamos ser iguais nisso também, caralho, seu filho da puta.”

Humberto esmurra Taumaturgo no rosto atingindo o seu nariz. Começa um sangramento. Taumaturgo procura limpar o nariz, contudo sua mão fica com o seu sangue.

“Ta vendo isso aqui Humberto? O sangue que corre aqui e que você tirou de mim não é o mesmo que corre nas tuas veias, Humberto? Hein...”

Humberto agora olhava Taumaturgo não mais com tanto desprezo. Depois de todas as colocações do seu adversário, talvez algo ali no calor do momento estivesse mudando algo lá no seu coração. Aos poucos seu semblante vai mudando, ficando menos confiante se tornando mais pensativo, seus olhos começaram a ficar mareados.

Ao mesmo tempo fui tocado pelo seu olhar penetrante. Ao mesmo que ele me agredia verbal e fisicamente sentia de certa maneira compaixão por ele. Isso me fazia reportar as atitudes de Jesus diante das pessoas mais excluídas e desumanizadas que se encontravam ao seu redor. Nas suas atitudes estavam cheias de ternura, compaixão e misericórdia.

‘Venham para mim todos vocês que estão cansados de carregar o peso do seu fardo, e eu lhes darei descanso. Carreguem a minha carga e aprendam de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para suas vidas. Porque a minha carga é suave e o meu fardo é leve.’

Essas características em Jesus são marcantes na minha vida pessoal e religiosa. Olhando as vida e as atitudes de Jesus pude notar o quão se faz mister a vivencia do amor aqui e agora. Compaixão é sofrer com alguém. O amor de Jesus pelo próximo foi tão imenso que ele chegou a morrer no lugar de outro. Misericórdia é ter um coração para o mísero. Quantas vezes na sua existência terrena Jesus foi capaz de ter um profundo amor pelo próximo.

Sempre ficava a me perguntar o que eu roubei dele. Isso ficava martelando na minha cabeça. A insistência dele era constante. Parecia que eu tinha usurpado alguma coisa dele. Entretanto, ele sempre se mantinha reservado. Mas não podia ignorar o mal que ele estava me fazendo gratuitamente. Estava diante de um monte de histórias desencontradas e de um cara que me odiava sem mesmo ter feito nada.

Tinha que dar um basta nessa situação. Esse foi que me trouxe aqui ao encontro de Humberto.

“Cara de boa vim aqui puto de raiva de tudo o que está acontecendo. Vim disposto a tudo... perdi a paz por tua causa. Fiquei transtornado, mas estou disposto a passar por cima de tudo isso, caso você queira?”

“Acho que fui muito infantil, imaturo e precipitado com você. Mas uma coisa é certa não andei espalhando sobre você.”

“Cara você foi o único que sabia de mim e ainda foi me ameaçar lembra, ou você além de moleque, sofre de amnésia?”

“Não me chama de moleque. Já te disse que não andei espalhando nada ao seu respeito e tampouco sobre o teu namorico com o Miguel.”

“Ok então, se você diz que não fez nada. Aceita minha mão como forma de tentativa de reconciliação.”

Taumaturgo estende a mão em direção de Humberto. O talzinho parecia que estava cedendo aos apelos do frade, quando de forma inesperada, em vez de um aperto de mão, defere outro soco no rosto de Taumaturgo.

“Seu Judas!”

“Você acha que esse papo de Madalena arrependido vai facilitar a tua vida. Você tem que devolver tudo o que me roubastes com a tua vinda aqui. Você deveria ter ficado lá no seminário de onde nunca deveria ter saído. Sua aberração!”

Nesse momento uma ira tomou conta de todo o meu ser e a única coisa que passou pela minha mente era vingança. Fechei o punho e sem medi as minhas forças desferi um soco que o deixou caído no chão. Quando o talzinho ficou caído, comecei a esmurra-lo mais ainda, ele apenas tentava se livrar de mim ou mesmo se proteger.

“Seu filho da puta você me paga por seu desaforo agora.”

A minha ira aumentava mais ainda. O rosto de Humberto está muito machucado. Os peões pediam que aquilo parasse antes que algo de pior pudesse acontecer. Fui tomado de algo muito ruim, inexplicável mesmo. Aonde foi parar o frade pacífico? Estava ficando cansado, entretanto o ódio por aquele peão me consumia e substituía qualquer tentativa de clemência pelo inimigo.

Apenas escuto uma voz bradar de longe e que aos poucos se fazia mais sensível aos meus ouvidos.

“Para com isso Taumaturgo, não machuque o teu irmãoooo!” Disse com choro e uma voz forte, o seu Fernando.

Continua...

Comentários

29/07/2013 12:12:15
10
28/07/2013 22:03:03
wow, irmão?! Tá explicado porque o Seu Fernando perdoou o Humberto, e tá explicado porque o ele acusa o Tamaturgo de roubar tudo dele... Mas que atitude feia essa do Fernando, usar desculpinha de que queria que seu filho aprendesse e herdasse o patrimônio dele... Tô decepcionado com o velho fazendeiro
28/07/2013 21:19:49
TEu irmão?

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