Casa dos Contos Eróticos


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Dois negões no meu rabo.

Um conto erótico de Samuel
Categoria: Homossexual
Data: 18/02/2012 02:41:39
Nota 9.50

Olá a todos, sou o Samuel do conto "Olhando o pau dele no vestiário, virei putinha depois." e conto agora a razão por sentir um frio na barriga toda vez que cruzo com um negão mais velho na rua.

A dois meses atrás eu estava em um sex chat onde gosto de me exibir na webcam para outros homens com um tesão por gordinhos rabudos e acabei conhecendo Roger, que por sorte estava na mesma cidade que eu.

Roger estava na casa de um primo e estava passado a semana para visitá-lo mas naquela noite resolveram ficar em casa e fazer uma pequena festinha. Pelo jeito e festa não ia muito bem quando Roger resolveu procurar uma foda na internet, mal ele sabia que iria encontrar uma das melhores da vida dele.

Depois de uma punheta bem gostosa e dele ter elogiado a minha bunda por uns 10 minutos, resolvemos nos encontar para algo real e muito mais prazeroso. Como eu não moro sozinho, o ideal seria eu ir até a casa do primo dele. Combinamos e não demorei muito para sair de casa. Demorei um pouco mais de meia hora para chegar na casa do tal primo, ela ficava no final de um beco sem saida afastada um pouco das outras casas por ter um terreno abandonado de um lado e uma pequena mata que seguia um canal do outro. Quando a porta da casa ficou visivel através da grade do portão, também foi possivel perceber batidas e sons de músicas eletrônicas:

-Entrega para roger- respondi quando atenderam o interfone.

-Quem é?-

-Samuel- e logo em seguida o interfone desliga.

Um minuto depois abre a porta, o som agora evidentemente alto vindo de dentro da casa, vem até o portão um negão, medindo +/- 1,82m, sem camisa, levemente suado, sem físico malhado ou sarado, uma leve barriguinha de chopp poderia dizer, mas um porte claramente pesado e forte.

-Você é o Samuel?-

-Sim, você é o Roger?- perguntei com uma certa exaltação, levanto em conta que eu estava a 2 semanas sem foder.

-Não, eu sou Marcelo, Roger tá lá dentro, entra ai- e abriu o portão voltando pra dentro da casa logo em seguida.

Minha primeira impressão foi que a festa estava indo muito bem, curioso o porque que eles precisariam de um gordinho a mais. Primeira vista da sala, duas meninas só de calcinha desmaidas no sofá da sala certamente devido a quantidade de bebida alcoólica e drogas ingeridas.

-É no quarto no final do corredor- falou o negão, que aparentava ter em média 40 anos, enquanto entrava em um dos quartos no inicio do corredor.

Antes que ele fechasse a porta, pude ver da cabeça a té a cintura uma mulher de cabelo preto curto com os braços e pernas amarrados juntos pelas costas e deitada de bunda pra cima. Com uma venda na boca, meu susto inicial se aliviou ao ver que a mulher não expressava dor ou pânico. Muito pelo contrário, ela sentiu um certo tesão e pude quase ouvir ela rir quando o negão fechou a porta atras de mim.

Um pouco aliviado por não estar presente em um caso de estupro e já ficando com tesão em imaginar o que estava por vir.

-Roger?- chamei ao mesmo tempo que batia na porta.

-Tá aberta, entra.-

-Oi, eu sou o Samuel- me apresentei enquanto entrava no quarto que chegava a feder do cheiro forte de buceta e vodka.

-Samuka? não lembro muito do teu rosto. Tira roupa e da uma voltinha...- e sem nenhum pudor ou libido eu estava prestes a mamar naquela rola negra deliciosa que tinha visto pela webcam a uma hora atras.

-Isso sim é que é um rabo!- e me agarrou com as duas mãos.

-Bombando a festa então?- perguntei já meio confuso pois, siceramente, se fosse mais uma simples foda, eu não estatira digitando isso pra vocês.

-Ah, você viu as garotas? Elas não eram de nada, muito fracas!- percebi agora o nivel de alteração do rapaz. -por isso que sempre prefiro um bom leitão que nem você: forte, rabudo, guloso e com tesão. É disso que eu preciso!

Me lembrei na hora a época quando piadas sobre meu peso e aparencia me incomodavam, tempos de colégio, mal sabia eu o verdadeiro valor de um rabo empinado e redondo!

-Pra participar da festa é simples: você toma uma dose disso aqui- e derramou vodka em um copo de shot, levando em conta que a quantidade que ele derramou na mesa valia por mais outro shot. -e escolhe: ser comido por 1 minuto, ou chupar o meu pau por 2.

E de novo me veio a lembrança dos joguinhos com bebidas que faziamos nas festas em época de colégio cujo propósito maior era deixar as garotas bêbadas e abusar sexualmente da falta de libido delas.

-Gostei desse jogo- respondi querendo demonstar uma certa iniciativa para não prolongar muito as coisas.

-E tem mais, um bônus especial- sorriu Roger levantando da cama e caminhando até o outro lado do quarto.

Quando ele esticou os braços para tirar uma pequena caixa de cima do guarda roupas, pude analisar bem o que estaria em cima de mim em alguns minutos. Mesma estatura de quem eu acreditei ser o tal primo e dono da casa, um pouco mais magro e certamente mais novo, mas não menos que 35, forte igual.

-Esse é só pros fortes- ouvi com um tom de orgulho vindo do negão. -Esse aqui é o que vai deixar a festa muito mais séria.- e tirou da caixa de papelão uma trouxinha de plástico. O que tinha dentro? Não quis perguntar e confirmar pra não passar vergonha.

Eu já tinha visto cocaina antes mais de uma vez e experimentado também, só tinha minhas dúvidas se não era tão má idéia assim correr o risco de perder o controle de mim mesmo por não conhecer muito bem os efeitos da droga, e acabar me metendo numa fria.

-E quando eu posso provar da branca de neve?- perguntei tentando não parecer tão ridículo quanto isso pode soar.

-Você não precisa se não quiser, até porque o bagulho é do bom, tem pouco e o preço não é barato.- um certo alivio, mesmo sabendo que não podia confiar nesses caras.

-Então? Tem coisa que vai entrar com força, mas a bebida tu toma sozinho- falou o negão tirando a camisa e abaixando o calção, enquanto voltava pra cama, deixando balançar livre aquela terceira perna. Que rola enorme era aquele pau negro e grosso. Meu cu já latejava de dor só de me imaginar de 4 dando que nem uma égua para aquele cavalo!

Tomei o shot -Boquete!- e sem enrolação me ajoelhei na frente daquele negão, sabendo que dali não tinha mais volta, uma vez que ele segurou minha cabeça contra o pau dele.

-Lambe o meu cacete, e baba bem esse saco, quero ver se essa língua vai fazer eu gozar.- e começei a esfregar a minha cara no bem chamado cacete! E que caralho!

Quando já estava bem babado e quase duro, dei uma boa lambida na cabeça e depois engoli tudo o que consegui, e por bons 10 minutos não tirei aquele pau da boca nem pra respirar melhor. Nessa certa haltura, que forma melhor de se engasgar com um pau negro de mais de 20cm jorrando porra na tua garganta?

-Isso ae samuka, ta melhor que aquelas vagabungas, ta gostoso, continua, isso me chupa gostoso- e agarrou o pau tirando da minha boca e com a outra mão segurou a minha cabeça. -Tu gosta de um caralho na boca né? tu vai ser a minha vadia agora, chupa vadia!- e enterrou a minha cabeça naquele caralho duro.

Até aquele momento, nunca tinha chupado um pau tão grande e grosso e duro! Minha pica babava de tesão, meu cu latejava, não via a hora de sentar e esfregar minha bunda naquele pau.

-Opa! Já passou muito mais que 2 minutos- eu acabei comentando.

-Então toma outro shot e senta no meu pau, o que acha heim?- já mudando o tom de voz.

-Ok- bebi mais um shot da vodka que era surpreendentemente boa, terminei de tirar a minha roupa e de costas sentei no colo do negão.

-Esfrega essa bunda com vontade, e rebola que nem a vadia que você é-

-Tá gostoso assim, negão gostoso?- eu já gemendo.

-Você quer mesmo ser uma vadia, não é? E gosta de um negão? Vai ser fodido como tal então- me empurrando pro lado da cama de modo que eu ficasse de lado com o cu aberto.

-Vem e me come com vontade, mete essa rola e rasga o meu cu!- eu gemi, e ele deitou a tras de mim e garrou a minha bunda com tanta vontade que eu já me sentia uma verdadeira vadia. Achei que ia meter tudo duma vez, mas acho que o negão gostava de ver a cara de dor que eu aos poucos fazia.

-Ta doendo é? Rebola esse rabo enquanto eu te como seu gordinho puto. Rebola que agora você é a minha vadia e daqui tu só sai com esse cu arrombado.

-Então me arromba delicia! Me arromba que eu quero gemer que nem uma vadia!- e fui rebolando até sentir as bolas pretas, peludas e pesadas batendo na minha bunda.

-Ahh caralho, que rabo gostoso!- repetia mais de uma vez enquanta me comia cada vez mais forte.

-Mete com vontade, me arromba gostoso!- e eu não sabia se gemia de prazer ou gritava de dor, eu só sabia de uma coisa: aquilo estava muito bom e podia ficar ali até meu cu começar a arder.

Percebi que ele foi cansando aos poucos, e quando ficou mais devagar, se levantou, foi até a frente da cama e mandou eu chupar -Não muito sua vadia gulosa, só o suficiente pra você sentir o gosto do próprio cu- e logo em seguida tirou o pau da minha boca e sentou na cama.

-Senta agora de frente pro papai que eu quero ver a cara de dor enquanto eu arrombo esse rabo.-

-Aaai! Não vai entrar tudo!- eu tentando me inclinar pra frente, mas ele queria me ver sentado reto, sem piedade.

-Anda seu putinho, quero sentir essa bunda no meu colo, senta que nem uma vadia- e um tapa na bunda.

Começei a rebolar, parecia dar certo, parecia que o pau enorme dele ia achando lugar dentro do meu cu.

Meu rabo já todo arregassado, achei que ali não cabia mais nada, mas eu estava muito enganado...

Eu sentava e cavalgava naquele pau, me deitava e gemia em cima daquele negão suado que me olhava com olhos de depravação, quando derrepente eu ouço a porta abrir. Sem antes eu conseguir ver quem poderia ser, escuto junto com um tapa na minha bunda:

-Minha vez!- era a mesma voz que tinha aberto o portão da casa.

-Mas primo, eu não terminei ainda, eu não posso nem acabar?- o macho que me arregassava agora virando totalmente passivo e com medo? Eu perguntei pra mim mesmo.

-Foda-se! Não quero saber, sabe das regras da minha casa! Ta de baixo do meu teto, vai ter que dá pra mim também!- Marcelo virou o olhar pra mim enquanto agarrava o pau, vestindo uma calça ainda. -Anda! Levanta gordinho! Não me ouviu não, porra?!-

-Levantei do colo de Roger deixando o mastro duro e melado bater na barriga dele enquanto eu sentia uma leve dor no cu.

Marcelo me agarrou pelo braço e me puxou pra fora do quarto. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa ou pensar em qual seria a melhor coisa a se fazer, ele já me empurrava pra dentro do quarto que antes tinha visto a mulher toda amarrada. O quarto vazio e com um belo tapa na bunda:

-Sei que você é a vadia do Roger, mas para ele comer, tem que passar por mim também.- deixando claro que eu realmente não tinha muita escolha. Era ou sucumbir aos desejos de outro cavalo pauzudo, ou me colocar em uma cituação de risco.

-Ok, quanto mais melhor.- tentei agradar o máximo que pude.

-Estica os braços.- com um tom de ordem. -anda!-

-Vai me arramar na casa?-

-Ainda não, mas é só um aviso, caso não se comporte.- e dando um nó bem apertado, me segurou pelo ombro, me virou de costas e me empurro contra a cama.

Cai de cara na cama suada que exalava uma mistura de buceta e porra. Senti um tesão ainda maior naquela hora, com a minha bunda pra cima e suando entre as minhas pernas. De bunda pra cima, abri minhas coxas como uma puta abre as pernas pedindo para ser comida.

-Me arromba negão que adoro eu sou todo teu!- gemi.

-Ta gostoso assim? Vai ter que aguentar muito mais.- dizia Marcelo já em cima de mim e me comendo como um verdadeiro animal.

Aquele homem em cima de mim, aquele corpo suado nas minhas costas, aquela rola que se igualava ao do primo entrando e saindo do meu rabo, meu cu agora já estava totalmente arrombado. Já não estava doendo como doeu no inicio e eu me perguntava se aquele era meu limite. Mal sabia eu que eu já esteva prestes a descobrir!

-Aaain, que tesão. Gostoso!- gemendo de tanto me sentir uma verdadeira cadela esfregando meu rabo aberto no pau de Marcelo.

-O gordinho quer ser minha putinha? Então a vadia vai ter o que merece!- e tirou a rola dura do meu cu. Levantando da cama e saindo do quarto.

Depois de uns dois minutos, volta ele com Roger e um prato onde tinha preparado algumas carrerinhas do pó antes oferecido a mim. Os dois cheiraram cada um uma carreira e marcelo encheu um dos dedos com o resto que sobrou no prato. Olharam pra mim os dois, eu deitado exatamente como Marcelo tinha me deixado.

-Como eu sou um primo muito legal, agora vou deixar Roger participar da melhor parte da festa.- e caminhou em direção da cama.

Se sentou e começu a enfiar o dedo cheio de pó no meu cu. Com a sensação estranha de um talco entrando no rabo perguntei com um pouco de medo:

-O que você está fazendo?-

-Isso vai ajudar a relaxar um pouco, já que agora eu quero ver se tu é uma vadia de verdade!-

-Isso vai doer- falei alto pra mim mesmo

-Vai sim, e eu quero é ver a cara de dor e te ouvir gritar, seu putinho safado!- gritou Roger já praticamente esfregando o pau meio mole, meio duro na minha cara.

Eu já tinha feito sexo com mais de um cara antes, mas nunca uma penetração dupla. O tesão misturado com o medo faziam o meu cu aberto latejar ainda mais. Vendo aqueles dois negões e suas rolas enormes desejando o meu rabo, aquela noite ia ficar pra história!

Marcelo deitou na cama me puxou pelas braços e me colocou sentado no colo dele. Sem muito esforço o caralho dele já estava de volta dentro do meu cu me fazendo gemer alto. E realmente a ideia maluca estava funcionando, eu sentia o meu cu ficar adormecido bem as poucos, de formar que no final o que eu sentia era puro prazer de um pau grosso entrar e sair do meu rabo. Sentia já a outra rola esfregando na minha bunda e tentando achar o melhor canto para meter o caralho. Um pouco em cima e pra direita, foi quando que ele enfiou com força no mesmo movimento que o primo. Nunca tinha sentido algo parecido na vida. Eu podia sentir aquela força me rasgando por dentro e saindo pela minha boca! Meus olhos viraram pra tras e eu fui a loucura:

-POOORRA! ISSO CARALHO! ME COME FILHO DA PUTA!-

-Geme sua puta, geme que agora eu quero ver esse cu arrombar!- eu já não conseguia diferenciar quem era quem.

-Olha pra mim quando eu tiver te comendo!- Marcelo me agarrou pelo pescoço.

Eu olhei pra baixo, e o negão me encarava com raiva, saboreando cada segundo da minha expressão de dor. Eu só sabia rebolar e gritar.

-ISSO PORRA! METE GOSTOSO! ASSIM! ME ARROMBA QUE NEM UMA CADELA! VAAAI CARALHO!- e sentia duas rolas grossas e duras entrando e saindo, entrando e saindo, com os dois sacos pesados batendo com força no meu rabo.

Eu com os braços atados não sabia onde me escorar, era de propósito para não consigar me equilibrar e empinar a minha bunda o máximo possivel.

Um deles parecia diminuir o ritmo, e eu senti uma das picas saindo de dentro de mim. Na hora não senti muita diferença mas depois quando Marcelo que tirou de cima dele e me colocou em cima de Roger que já estava sentado ao lado, eu percebi o quão fudido eu estava, literalmente.

Dessa virado pra cima e olhando pro teto, eu sentava com uma certa facilidade e com igual tesão no pau daquele negro. Ele me ergeu de modo que o pau dele escapasse da minha bunda. Meu rabo era todo de Marcelo que estava de pe e ele fez o quele bem entendeu. Enfiou 4 dedos de uma vez só, e em seguida mais 4 dedos, com a outra mão. Com as duas mãos quase inteiras dentro de mim me arregassando mais e mais, ele disse:

-Agora sim, isso é uma rabo de uma vadia. Arrombado e molhado.- e voltou a me comer. Roger não perdeu tempo e meteu também.

-ME COME, ME COME, ME COMAM! QUERO PORRA QUENTE NO MEU CU ARROMBADO! GOZEM GOSTOSO PRA MIM!- quase suplicando pelo leite que viria dos dois pauzudos.

-É leitinho que a vadia quer? Então é leitino que tu vai beber- e com um ultimo esforço, o que estava embaixo de mim meteu com tanto força que parecia que iria sair pela minha garganta.

-Aaarh, aarhh deliciaaa!- e agarrou forte minha bunda com as duas mãos.

-Vai beber tudinho com o rabo arrombado, sua puta SAFADA!- e Marcelo também gozava quase que junto com o primo.

-Agora aperta o cu e não deixa vazar- não sabendo quem era mais querendo já desmaiar de tanto tesão mas seguindo as ordens.

-Isso agora de 4, quero ver essa porra escorer do cuzinho.- quer agora era cuzão.

Com facilidade e um unico esforço, jorrei uma boa quantidade de porra quente do meu cu e caindo em um copo que Marcelo segurava em baixo do meu saco. Echendo quase metade copo, Roger me puxa pelo braço e me segura em pé enquanto brinca com o meu cu totalmente arregassado.

-Agora é a vez do gordinho jorrar leitinho- foi quando Marcelo agarra o meu pau e começa a uma punheta deliciosa com aquela mão pesada.

Com alguns gemidos e dedos no meu cu, gozei como nunca antes errando o copo com apenas algumas gotas.

-De joelhos!- roger força meus ombros pra baixo.

Com os dois paus na minha cara, eu levantei o rosto e abri a boca, as duas cabeças competindo por um espaço na minha língua. Marcelo não teve cuidado para derramar o copo inteiro na minha boca, fazendo transbordar e melar toda a minha cara.

-Tá gotoso? Agora chupa até limpar meu caralho.- ordenou Marcelo. -E tu Roger pode sair já.- sem falar nada, Roger sai do quarto.

-Isso assim, bem gostoso, mama o meu caralho gozado- e com o pau com a mesma grossura e comprimento, mas agora mole na minha boca.

Fiquei ali por mais uns 10 minutos até satisfazer completamente o tesão que era aquele negão.

-Delicia, agora pode dar o fora daqui.- disse Marcelo sem se importar com o fato de que ser discartado com uma puta só fazia meu tesão aumentar.

Levantei, e com a cara cheia de porra e o rabo arrombado escorrendo até os joelhos, caminhei de volta pra o quarto de Roger.

-Ta tarde para eu voltar agora, posso dormir aqui?-

-Poder até pode, mas não se assuste se você acordar com alguem metendo nesse rabo- e aceitando as consequencias, deitei do lado do meu negão e fiquei de conxinha esperando ele me comer mais uma vez e sentir meu cu arrombado latejar mas uma vez.

Quase pegando no sono, um certo sentimento de felicidade com tesão explícito me cobriu por inteiro sabendo que nada de ruim poderia acontecer a partir dali. A única dor seria se eles convidassem um terceiro primo e rasgassem meu cu de vez, bem que eu queria...

Comentários

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19/02/2012 20:36:58
cara muito gostoso seu conto. sem frescuras. Gostaria eu de ter dois negões desses, dois pauzãos não importa a cor




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