Casa dos Contos Eróticos


Viagem às cataratas: Cap. 3 - Surpresas no ônibus

Um conto erótico de Cialis
Categoria: Heterossexual
Data: 15/07/2011 17:59:37
Nota 10.00

A viagem às cataratas havia se transformado rapidamente em uma grande miríade de aventuras sexuais, não apenas para mim, e eu definitivamente não tinha nada a reclamar do rumo que as coisas tomaram. Primeiro, pela manhã, eu havia tido a oportunidade de ficar com a Ana (http://zdorovsreda.ru/texto/, moreninha carioca que viera a São Paulo visitar sua prima, Cris, uma ex-namorada.

Na parte da tarde, após um passeio por trilhas eu havia redescoberto na Cris uma grande tentação, como desde a época do nosso namoro eu não vira, e agora a noite, fugindo da presença das demais pessoas da excursão, eu havia arrastado-a para o ônibus vazio, onde as coisas iam de vento em popa com ela.

Aliás, ônibus vazio em termos, já que acabáramos de presenciar uma super trepada entre um amigo nosso e uma das duas alemãs que nos acompanhavam na viagem (http://zdorovsreda.ru/texto/

A Ana, meu recém-caso, havia ficado invocada comigo e tinha ficado dançando com o pessoal no restaurante, e agora estávamos eu e a Cris, quase sem roupa, nos bancos nos fundos do ônibus. Estávamos em um tremendo amasso quando o casal entrara no ônibus, transaram, e em seguida foram embora, nos deixando novamente sozinhos no escuro do ônibus.

- “Cacete, eu nunca havia visto um outro casal transando, assim...”, disse a Cris, ao meu lado.

- “Ué, nós cansamos de ver filmes de sacanagem, juntos...”, retruquei.

- “Não, seu bobo... digo ASSIM, ao vivo, a poucos metros da gente.”, ela respondeu.

- “E ai? Gostou do que viu?”, provoquei.

- “Hã-hã...”, disse ela, beijando minha orelha, enquanto sua mão alisava meu pau. – “E você, seu tarado... gostou de ficar olhando?”

Eu na verdade quase ficara doido, olhando. A alemã era, junto com a irmã, o alvo direto de todos os olhares e atenções masculinas, desde São Paulo. Era um verdadeiro tesão, corpo lisinho, nada sobrando, toda durinha. Eu só desistira do ataque compartilhado a elas porque me dera muito bem com a Ana, e obviamente saíra do páreo. Mas ver o Vinícius comendo-a ali, alguns bancos para frente do nosso, fora demais. Em especial, quando ele finalizara a transa comendo a bunda redondinha da loira.

A Cris sempre repudiara sexo anal, e como eu não tinha tempo nem condições de tentar, pela enésima vez mudar a idéia dela, já nem pensava nisso. Eu apenas queria aproveitar o máximo que pudesse com ela, antes que ela resolvesse voltar para o restaurante ou, pior, mais alguém resolvesse usar o ônibus para o mesmo fim que nós. Déramos sorte em não sermos vistos, e eu não queria abusar ainda mais da sorte.

Virei-me para ela e, enquanto beijei seu seio nu levei minha mão esquerda até o meio das suas pernas, alisando novamente sua xaninha molhada. Ela me empurrou de volta para a minha poltrona, dizendo:

- “Fique quietinho ai... é minha vez de me divertir!”, disse, enquanto alisava meu pau duro, para cima e para baixo, me excitando ainda mais. – “Puxa, você sabe como eu gosto desse pau, né? Hummmmm, durinho assim...”

- “Ele também te adora, gata...”

- “Sempre gostei dele na minha boca...”, disse ela, indo em direção a ele.

Novamente ela começou a chupá-lo lentamente, com a boca alisando caprichosamente a cabeça, quando o tirava da boca.

Eu gemi de tesão. Ela parou de chupá-lo e novamente veio falar junto à minha orelha, enquanto sua mãozinha seguia torturando meu pau.

- “Gato, lembra que você não pode gozar aqui. Se segura...”

Estávamos no ônibus que, em pouco tempo, todos da excursão estariam usando para voltarmos para o hotel. Realmente não tinha como eu gozar por ali sem causar um incidente internacional de proporções épicas, ainda mais com a velharada que nos acompanhava na viagem. Bom, pensando bem, mesmo sem a velharada. Imagem só alguém voltar para o banco do ônibus e descobrir que o mesmo fora usado para uma deliciosa sessão de luxúria...

A pressão psicológica adicional, junto com o medo de ser pego em flagrante rapidamente me ligaram, e eu estava arrepiado de tanto tesão, enquanto a Cris seguia chupando caprichosamente o meu pau, fazendo questão de levantar e abaixar lentamente a sua cabeça, tirando totalmente o meu pau da sua boca antes de enfiá-lo novamente, engolindo o máximo que conseguia dele.

- “Ai, esse pau duro está me dando um tesão... Uma vontade de foder...”, disse ela, e praticamente ao mesmo tempo levantou-se e veio para cima de mim, passando uma perna sobre o meu corpo, ajeitando o meu pau na direção da sua xoxota, e descendo sobre ele.

Com o tesão que eu já estava, entrar na bocetinha melada dela foi quase uma ignição para o meu gozo... Me segurei como pude, desviando a atenção para outras coisas, enquanto ela começou a me cavalgar e me beijar. Aos poucos fui me controlando, e segurando-a pela cintura a trepada foi ganhando ritmo. Seu corpo batia sobre o meu, enquanto meu pau seguia gravado em sua xoxota. Ela rebolava sobre mim, e eu apertava os seus seios, mordendo seus biquinhos.

Deslizei minha mão para a sua bunda gostosa, enquanto ela gemia sobre mim, acelerando cada vez mais os movimentos. De repente meu deu uma urgência em olhar para fora, ver se havia algum movimento do lado de fora do ônibus de alguém que pudesse perceber o que estava rolando ali, mas com a poltrona abaixada era impossível. Sobre mim a Cris seguia gemendo e me cavalgando, enquanto falava frases entrecortadas de tesão:

- “Isso, assim... ahhh... vai... mais, mais, enfia... hmmmm, vai assim, enfia mais... gostoso... vai, tá vindo... tá vindo, não para, não para... ahhhhh....”

Com essa gemeção toda minha atenção vou imediatamente para a trepada e para aquele corpo gostoso em cima de mim, se esfregando e gemendo. Meu pau praticamente já não sai mais de dentro da boceta dela, já que ela havia grudado o corpo o máximo que podia em mim, fazendo com que eu a penetrasse profundamente, e apenas gingava a cintura, alguns centímetros de cada vez, para frente e para trás. Eu sentia meu pau bater no fundo da sua xoxota, e tão logo ela gozou de novo, senti meu próprio gozo chegando, crescendo. Ela ainda gemia e tremia sobre mim, com seus espasmos pós-orgasmo, quando falei para ela.

- “Caralho, Cris, não dá para segurar mais... vou gozar... vou gozar...”

Ela rapidamente saiu de cima de mim, laçou a base do meu pau com os dedos indicador e polegar, e apertou tão forte que eu achei que ela realmente tinha a intenção de descolar o meu pau do meu corpo, e levá-lo como souvenir das cataratas, para casa. Ao mesmo tempo com os outros dedos ela apertou o canal logo atrás do meu saco, travando meu gozo de imediato.

- “Assim... calma... segura!”, dizia ela, safada, no pé do meu ouvido. –“Segura... isso... bom menino!”, dizia, a putinha.

Eu mesmo não teria feito (mesmo) melhor. Senti como que um choque percorrer minhas pernas, minha cintura ficou dura, e meu pau pulsava terrivelmente, como se estivesse ligado na tomada, mas não saiu uma única gota de porra do meu pau. E, mais importante, ele continuava duríssimo, apontando para o teto do ônibus.

- “Calma, gatão... bom menino... olha que cacete obediente, esse...”

Eu não sabia se dava uma porrada nela, pelo susto, ou se colocava ela de quatro na poltrona e socava o pau dentro dela de novo, até explodir. Por outro lado, claro que fora extremamente conveniente a parada que ela provocara, e realmente me vi respirando fundo e esperando minha pulsação baixar um pouco e a respiração voltar ao normal. Mas meu pau seguia parecendo aço na mão dela, que soltara finalmente a base dele, e voltara a me punhetar, bem de leve.

- “Hum, que menino comportado... merece um beijinho.”, disse, e encostou os lábios na cabeça do meu cacete.

Estranhamente, eu não estava mais tão a ponto de explodir como há alguns minutos atrás, e embora meu pau seguisse duríssimo, eu sentia que podia trepar mais uma hora sem ter que gozar.

Ela voltara a me chupar, como se também percebesse isso.

- “Sua putinha... quase me matou de tanto tesão.”, falei, dando uma palmada na bunda dela. – “Deixa eu alisar essa bunda gostosa, vem... ajoelha aqui no banco, sua safada.”, falei, puxando-a para que, enquanto ela seguia chupando meu pau, ficasse meio de quatro na poltrona reclianada, de modo que eu podia ver e alisar a sua bunda.

- “Ah... você gostou da minha bundinha, é...”, ela me provoucou, rebolando na minha mão – “Eu vi no bosque que você não tirava o olho dela.”

- “Cris, você está inteira um tesão...”, respondi

- “Pois é... azar o seu, que não quis mais saber de mim...”, disse ela, fazendo-se de ofendida, e descaradamente esfregando a bunda na minha cara. – “Eu devia de largar aqui e ir embora.”, falou, claramente blefando, a medida que voltava a engolir meu pau.

Eu já quase nem prestava mais atenção ao boquete dela, concentrado que estava na visão da sua bunda, a centímetros do meu rosto. Por mais que o espaço no ônibus fosse exíguo, puxei ela para cima de mim, entrando no meio das suas coxas, para um meia-nove. Puxei sua bocetinha em direção ao meu rosto, e cai de boca na sua xaninha gostosa. Ela parou de chupar meu pau por um minuto, enquanto gemia e mordia os lábios de tesão.

- “Ah, seu puto... você está me provocando hoje... Aiii, que boca gostosa... vai chupa, chupa...” gemia, enquanto alisava meu pau.

Eu já estava desesperado com o tempo que estávamos ali, tendo a mais absoluta certeza de que todo mundo no restaurante, dos nossos amigos aos velhinhos da excursão, passando pelos garçons, pelo gerente, o cozinheiro, os vigias e provavelmente até os cachorros de guarda, todos tinham certeza de onde estávamos e do que estávamos fazendo.

E o que estávamos fazendo estava bom... aliás, estava ótimo. Deslizei a língua pela extensão da sua xoxota, enquanto minhas mãos alisavam suas nádegas firmes. Subi a língua e rodiei seu buraquinho, mesmo sabendo que ela não gostava, e que provavelmente iria me dar uma bronca. Dane-se...

A bronca entretanto não veio, e eu aventurei um dedo por ali, cutucando-a de leve. Ela piscou seu buraquinho, nervosa, e saiu de cima do meu rosto, para minha frustração. Por outro lado, seguia chupando meu pau.

Parando novamente de me chupar, ela ficou segurando meu pau e veio até o meu rosto. Me deu um beijo molhado, enroscando sua língua na minha, e me disse:

- “Você foi um bom garoto, hoje... E só por isso, vai ganhar um prêmio.”

Em seguida, comigo ainda deitado na poltrona, ajeitou-se sobre meu pau, de costas para mim, com suas pernas uma de cada lado do meu corpo. Segurava meu pau apontado para cima, e ficou roçando-o na sua bocetinha, gingando sua cintura, sem no entanto me deixar penetrá-la. Ficou uns instantes assim, roçando meu pau ali, depois fazendo-o entrar na sua xoxota só um pouquinho, apenas a cabeça do pau. De repente, para minha surpresa, ajeitou a cintura sobre ele e veio descendo, lentamente, com meu cacete apontado para o seu cuzinho.

Ficou ajudando com a mão, segurando-o na direção correta, e veio descendo, um centímetro de cada vez, pouco a pouco agasalhando-o, fazendo-o vencer a resistência. Estava apertado, mas muito gostoso. Ela gemia, mas não desistia da penetração, e foi assim até fazer cerca de metade do meu pau entrar no seu rabinho. Parou para se acostumar com o intruso ali atrás, e deitou sobre o meu corpo, colocando os pés nos bancos da frente.

- “Ufff... ai, cacete...”, reclamou um pouco, enquanto gingava a cintura, muito lentamente – “Tá gostando, gostosão?”

- “Está uma delícia, Cris... Mas você não gostava, nunca deixou eu comer sua bunda antes.”, disse, surpreso.

- “Então... algumas coisas mudaram, meu querido... “, retrucou ela. – “Mas se você preferir, eu paro.”, provocou.

Definitivamente, muita coisa mudara naquela Cris que eu namorara. Para melhor, é claro. Ela estava uma verdadeira putinha agora, no melhor e mais delicioso sentido da palavra.

Deitada de costas sobre meu corpo, ela apoiava apenas os ombros sobre meu peito, e a bunda sobre minha cintura, e ao levantar e abaixar a cintura fazia meu pau ser engolido pelo seu rabo gostoso. Eu segurava suas nádegas com as mãos, ajudando-a, e logo ela engolia boa parte do meu cacete.

- “Aiii, gostoso, vai... isso, põe no meu cuzinho, põe... faz tempo que você queria me enrabar, né seu puto... vai, come...”

Nesse ritmo eu ia explodir em seu cuzinho, e não tinha alicate de dedos que fosse dar jeito nisso.

- “Tesão, agora eu vou gozar mesmo...”

- “Não, seu puto... aqui não... segura... vai, segura mais um pouquinho...”

- “Não dá, cacete... Vem, deixa eu gozar na sua boca”, pedi.

Ela resolveu a questão mais uma vez, simplesmente interrompendo a transa e saindo de cima de mim, me deixando ali, desesperado, de pau duro.

- “ISSO, eu continuo não fazendo, seu pervertido...”, disse ela.

Realmente, gozar na boquinha dela era outra das limitações que ela impunha na época do nosso namoro.

- “Até porque, e eu me lembro muito bem disso, você faz uma verdadeira meleca quando esse seu pau resolver gozar, né, meu gostosão.”

Ignorei o comentário devasso dela, reclamando que eu estava quase explodindo.

- “Aqui não dá, gatão... “, disse, me dando um rápido beijo, -“Sinto muito.”, falou, e começou a se arrumar, de pé no corredor.

- “Caralho, eu não acredito que você vai me deixar aqui, assim...”

- “Já deixei...”, respondeu, rindo. – “E não reclame, que o senhor se deu muito bem, hoje. Não tem do que se queixar.”

Eu comecei a me vestir, levantando minha calça, já que não tinha jeito mesmo. Meio prontos, embora o vestido dela estivesse parecendo que havia vindo da guerra, a abracei e beijei sua boca, em pé no corredor.

- “Puxa, Cris, ficar de novo com você foi fantástico. Essa viagem valeu demais.”, disse.

- “É... também curti, Marcos. Não vou negar que eu estava com saudades disso. Agora vamos voltar voando para aquele restaurante.”, disse, virando-se para sair.

Eu a abracei por trás, encoxando-a, e enquanto alisava sua bunda falei no seu ouvido:

- “Tá... mas eu não vejo a hora de chegar em São Paulo e ir para um motel com você, para acabar o que começamos aqui.”, provoquei.

- “Não se anime, não, seu folgado. Aqui foi só uma aventura.”, ela respondeu, se livrando do meu abraço e indo para a porta.

- “Você não faria isso comigo... provocar e me deixar na saudades.”, falei, fingindo aborrecimento.

- “Quer apostar?”, ela provocou, mas ao mesmo tempo olhando para mim e dando uma piscada. – “Espere uns minutos depois que eu sair, para não dar bandeira.”, falou, e me deixou ali, sozinho no ônibus.

Olhei pela janela para tentar vê-la no caminho para o restaurante, mas como o ônibus estava muito encostado no outro, parado ao lado, não consegui vê-la. Levantei os bancos para a posição normal, e fiquei ali sentando, pensando na Cris e relembrando detalhes da transa, dando um tempo para poder sair. Quando eu estava quase me levantando, ouvi barulho na frente do ônibus, e a porta que separa a cabine dos passageiros da do motorista se abriu novamente, dando passagem para uma pessoa.

Imediatamente fiquei animado com o retorno da Cris e com a certeza de que, agora sim, enfim terminaríamos a nossa transa. Pensei no que eu iria dizer para ela, fazendo um charminho do tipo “Agora quem não quer sou eu!”, apenas para provocá-la. Ela andava lentamente em minha direção, como se conferisse banco por banco se não não havia ninguém no ônibus. Não entendi direito o porquê. Finalmente, após o que me pareceu uma eternidade, ela chegou até o meu lado.

- “Finalmente eu consegui encontrá-lo... O quê você estava fazendo escondido aqui?”

Era a Ana!!!

Fiquei olhando para ela, atônito, sem saber o que responder, pensando nas palavras antes que eu me complicasse ainda mais.

- “Eu... err... bom, eu vim aqui para...” eu ia falando de modo lento, tentando ganhar tempo para pensar em algo razoável.

Não sabia se ela havia visto a Cris sair do ônibus, se as duas conversaram sobre o que acontecera, se ela estava brava pelo meu sumiço, enfim, não sabia o que esperar. Tudo o que acontecera ali no ônibus fazia a Ana parecer um capítulo ocorrido há séculos, na minha mente. Eu precisava de tempo.

Lembrei dela na pista, dançando com o Henrique, e uma estória se formou rapidamente na minha mente, de que eu havia ficado chateado com a atitude dela, e que fora para o ônibus curtir uma fossa. Estava já pronto para começar o meu dramalhão mexicano quando ela falou:

- “Você estava aqui espiando o Vinícius comendo a Ingrid, né seu safado?”

Meu universo ruiu de vez... Toda minha brilhante estória, construída a custa de preciosos segundos de meditação, fora por terra em uma direta, inapelável e contundente acusação. E verdadeira, ainda por cima.

- “Como assim? Quer dizer, como você...”, comecei, para ser interrompido por ela.

- “Como assim??? O grupo inteiro não fala de outra coisa, lá no restaurante. O fanfarrão do Vinícius já chegou lá contando para todo mundo que havia traçado a gringa aqui no ônibus.”, disse ela, furiosa não sei bem com o quê.

- “É? Quer dizer, foi?”, respondi, me esforçando violentamente para tentar inventar outra estória, o que me parecia uma verdadeira missão impossível.

- “Foi, sim senhor.”, seguiu ela, brava – “E você aqui, espiando eles, seu cara de pau?”

- “Ué... você estava lá na pista, se esfregando no Henrique... O quê você queria que eu fizesse?”, foi o máximo que consegui dizer.

- “Eu estava na pista, justamente porque você não tirava os olhos daquela branquela, ao invés de ficar comigo.”

Bem, ao menos estava parecendo que a bronca dela comigo era por ciúmes da loira, e não parecia que ela desconfiava de nada com a Cris. Ufa, pensei eu. Se era assim, a situação era contornável.

- “Ah, deixa disso, morena...”, falei, apelando – “Não quero brigar com você. Desculpe se banquei o babaca.

- “Bancou mesmo... Aliás todos vocês. Parece que as alemãs são sei-la-o-quê... Vocês ficam iguais cachorrinhos atrás delas.”

- “Que bobagem... É que elas não conhecem ninguém aqui, e o pessoal dá atenção para entrosá-las.. só isso.”

- “Entrosar? Sei bem ‘como’ vocês querem se entrosar com elas... numa suruba, isso sim.”

Ela estava de pé no corredor, e eu fui falando com ela e passando a mão na sua perna, alisando-a. Ela não tirou a minha mão, o que para mim sinalizou que ela também não estava a fim realmente de brigar.

- “Bom... ISSO até que seria uma idéia para se considerar...”, brinquei

Ela me deu um tapa, bem forte aliás, no braço.

- “Seu puto!!! Então vai lá, atrás daquelas loiras aguadas...”, disse se virando para sair.

Era charminho, claro, mas eu fiz minha parte e me levantei indo atrás dela, agarrando-a por trás, no meio do corredor. Puxei o corpo dela de encontro ao meu, encoxando-a, enquanto me enfiava por baixo dos seus cabelos, procurando seu pescoço.

- “É brincadeira, sua tonta... estou só te provocando. Eu quero fazer suruba só com você...”, falei, rindo.

Ela tentava se soltar, mas começou a rir da minha frase.

- “Ah é... isso, vou organizar uma suruba, então... Vou dar para três caras, e você vai ficar só olhando eles me comerem.”

- “Ai não... No mínimo eu tenho que participar também...”, eu falava, provocando-a, enquanto minhas mãos alisavam novamente as suas pernas, levantando sua mini-saia preta.

A coisa começava a ficar boa com ela, enquanto ela seguia brigando de leve comigo, fazendo-se de ofendida.

- “Nada disso... Vou amarrar você numa cadeira, e vou dar para os três de uma vez, na sua frente, seu puto. Você vai ficar ali só olhando, de pau duro... Depois vai atrás da alemãzinha, se quiser...”

A saia dela já estava toda na cintura, e eu encoxava ela, vendo uma minúscula calcinha preta enfiada no seu rabo. Meu pau disparou novamente, louco para terminar o que começara tantas vezes naquela noite. Ela se virou, para me beijar, e uma luz amarela imensa acendeu na minha mente.

Depois de toda a putaria com a Cris, comigo tendo chupado-a tanto tempo, eu não podia beijar a Ana, que imediatamente perceberia. Aliás, não sei como ela não havia ainda percebido o perfume que a xoxota da prima, com certeza havia me impregnado. Agindo rapidamente, eu me ajoelhei em frente a ela, beijando seu ventre enquanto alisava sua bunda.

- “Vem, gostosa... Temos que ser rápidos, antes que chegue alguém.”, e falando isso comecei a beijar sua xaninha, por cima da calcinha.

- “Seu sacana... no ônibus, não.”

Eu ainda ajoelhado em frente a ela levantei a sua perna esquerda e coloquei-a sobre meu ombro direito, me dando acesso à sua xoxota. Puxei o tecido da calcinha para o lado, e beijei seus lábios vaginais. Ela estremeceu, e se segurou agarrando a minha cabeça.

- “Ufffssssss... ai, safado... ahhhh...”, e começou a mexer a cintura, enquanto minha língua brincava com sua bocetinha, e meus dedos alisavam seu grelinho.

Parei de chupá-la um momento, e retirei sua calcinha, aproveitando para deitá-la na poltrana. Ela já ia abaixar a poltrona, quando pediu a calcinha.

- “Me dá aqui... deixa eu esconder na minha bolsa...”, falou ela. Se a calcinha não fosse realmente minúscula, não caberia naquele porta-joias que ela batizou de bolsa.

A capacidade das mulheres de carregarem aqueles trecos por onde vão, sempre me assombrou. De qualquer maneira, foi providencial a preocupação dela, evitando bandeiras desnecessárias, e eu voltei a chupar a sua boceta. Ela levantou ambas as pernas, como em um frango assado, e eu chupava sua xoxota, percorrendo toda sua extensão com minha língua, e depois enfiando-a dentro dela, o máximo que eu podia.

Ela gemia e rebolava na minha cara, e eu comecei a me dedicar ao seu grelinho. Prendi-o com os lábios, enquanto meus dedos brincavam com sua xoxota. Em seguida comecei a rodeá-lo com a língua, e depois a bombardeá-lo com a ponta da língua, como se fosse um pequeno badalo. Ela agarrou a minha cabeça, passou a gemer mais alto, e arqueando as costas gozou na minha boca, deliciosamente.

Eu não podia deixar que ela chupasse o meu pau, por mais vontade que eu tivesse de visitar novamente aquela boquinha de ouro, pela mesma razão que não podia beijá-la, então aproveitando o momento do orgasmo dela, abri micha calça e comecei a pincelar meu pau sobre a xoxota dela.

Ela se arrepiou toda, ainda sensível, e eu aproveitei o momento e comecei a penetrá-la, lentamente. Após tê-la chupado, e portanto encoberto as provas da aventura recente, nada mais me impedia, e comecei a beijá-la.

Ela guiava meu corpo para dentro dela, gentilmente, com as mãos na minha cintura. Meu pau estava duríssimo, e clamava por ação, mas sabendo que ela ainda estava sensível, eu procurava me mexer lentamente, pondo e tirando o pau um pouco de cada vez.

Meu tesão logo foi crescendo novamente, e voltou o problema de não gozar no ônibus. Até que agora me parecia uma boa idéia ter a Cris ali do lado para apertar novamente meu pau, mas não creio que isso fosse ocorrer...

- “Hummm, tesão... estou louco para gozar com você, mas aqui não vai rolar... Acho que é melhor voltarmos para o restaurante.”, disse eu, meio a contra-gosto.

A Ana virou-se para o lado, para onde estava a micro-nano-mini-bolsa dela, e para minha total surpresa sacou de lá uma camisinha... Não preciso nem explicar qual foi a minha surpresa, e na hora nem me ocorreu ou preocupou o porque dela carregar uma camisinha para o jantar, já que de manhã ela havia transado comigo sem se preocupar com isso, mas naquele momento a tal camisinha me parecia mais salvadora do que uma garrafa de água para um viajante perdido no deserto.

Peguei a camisinha dela, coloquei no meu pau (enquianto obviamente ela enfiava a embalagem vazia na tal bolsa-mágica) e me senti o mais feliz dos homens.

- “Vem, gata... fica de quatro para mim...”, falei, animado.

- “Epa...”, reclamou ela – “Você não vai comer minha bunda aqui, assim, na pressa...”

- “Não, boba... só que encoxar esse rabo gostoso... vem, dá essa boceta tesuda, dá.”

Ela virou de bruços na poltrona, empinando a bunda. Eu afastei as pernas dela, e entrei na sua boceta. Comecei a meter nela, com o tesão rapidamente crescendo. Meu corpo batia em suas nádegas, com o ímpeto acumulado das fodas interrompidas, e meu pau sumia em sua boceta molhada. Ela gemia com a trepada, agora em ritmo furioso.

Senti o tesão represado crescer e explodir dentro de mim, vertendo, caudaloso, para a salvadora camisinha. Se a Cris havia lembrado que eu sempre ejaculava muito quando transávamos, dessa vez eu devo ter gozado um rio dentro da camisinha.

Minhas pernas tremiam, e eu socava o pau o mais para dentro possível dela, afundando-a na poltrona. Finalmente deitei sobre suas costas, recuperando a respiração aos poucos.

- “Cacete, Marcos... tudo isso foi tesão de ver seu amigo comer a alemã, é?”, disse ela, meio espantada com meu ímpeto.

- “Para com isso, besta... esse corpinho carioca é que mexe comigo.”

- “Sei não, hein...”, disse ela, saindo de baixo de mim. – “De qualquer jeito, ainda estou brava, e acho que vou mesmo organizar aquela suruba.”, falou, me provovando.

- “O pior é que depois dessa gozada, acho que vou ficar só na cadeira, mesmo...”, brinquei.

- “Azar o seu... “, ela me provocou, mostrando a bunda para mim, enquanto ia para a frente do ônibus. – “Vem, vamos sair daqui, que daqui a pouco o povo vai chegar.”

Sai do ônibus direto para o banheiro do restaurante, para tentar me recompor, além de dar fim à camisinha, e encontrei o Vinícius ali.

- “Velho, você não sabe o que rolou hoje...”, disse, em tom urgente.

- “Não, não faço nem idéia... conta ai.”, respondi, mas na verdade tentando prever o que o último dia de viagem ainda reservaria de surpresa.

Comentários

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22/12/2017 21:47:23
Muito bom, com certeza. No entanto não dá prá não notar uma certa irresponsabilidade do narrador em comer a bundinha de uma, sem camisinha e, em seguida, a bucetinha de outra. Deveria ter contornado o problema não? No mais, muito bom, como todos os demais que li até agora.
19/07/2011 21:54:48
Como sempre, muito bom o conto!




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