A primeira vez foi inesquecível.


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Um conto erótico de Yuzo
Categoria: Heterossexual
Data: 09/01/2011 00:59:06
Última revisão: 24/08/2014 08:33:03
Nota 9.81

Nos aproximamos daquela casa mal falada. De dia, uma pocilga. Onde junto com outros moleques, fomos várias vezes, na esperança de espiar alguma coisa. Ver um homem comendo uma mulher. Até que fomos surpreendidos pela cafetina e acabamos levando um corridão.

Desta vez não. Estávamos no horario nobre, nos aproximando pela porta da frente. A varanda ornada com lâmpadas coloridas. No bolso, parte do meu primeiro salario de ¨office boy¨. E na frente o Neno, também menor, um pouco mais velho e que já frequentava a casa.

Meu pai era o vice-prefeito da cidade. Com certeza, muita gente nos conhecia. Minha familia era tremendamente moralista e assim, essa aventura era furtiva. Não estava frio, mas mesmo assim, ergui a gola do casaco, ocultando um pouco o rosto.

Ao entrar na sala, estufei o peito, tentando aparentar mais idade. Tudo era novidade. Desde a casa de tolerância e maior das façanhas: a primeira vez que iria comer uma mulher! Eu ainda não acreditava que isso estava para acontecer.

O pau não amolecia, pulsando ansioso. Quem seria a mulher? Qual a sensação de tocar seu corpo nu? Pegar nos peitos dela, apalpar a bunda, passear a mão pelas coxas e meter. Nossa, eu estava prestes a meter numa boceta!

A mão direita que tocara tantas punhetas estava inquieta, escondida no bolso da calça. E através do forro, chegou no pênis, inchado de tesão. Na cabeça, além da inquietação, o medo de não conseguir.

Uma mulata veio em nossa direção. Pegou em nossas mãos e nos conduziu até um sofá velho e puído. No ar, a fumaça de cigarros deixava o ambiente mais sufocante. Como o expediente mal começara, éramos os unicos clientes, com seis mulheres circulando pelo salão. Neno já se atracou logo com uma loira.

A mulata que estava comigo, perguntou meu nome e ensinou o seu: Larissa. Com certeza falso, nome de guerra. Pouco importa. Ofereceu bebidas que recusei, temendo não poder arcar com a conta. E acabamos indo para o quarto.

Larissa se despiu totalmente, ante meu olhar assustado e desejoso. Não era bonita, seios caídos. Já com certa idade, talvez mais de quarenta, ainda tentando competir com as mais jovens que dia a dia, ingressam no mercado do sexo. Mas, para mim, naquela hora, era a mulher mais gostosa do mundo.

Como já havia sido a professorinha, a irmã mais velha e até a mãe, sentimento que Freud chamou de complexo de Édipo, mas, qual homem não as desejou nessa fase? Conflitos entre incesto e tesão. A descoberta de que o proibido é quase sempre o mais gostoso. Quem não cheirou calcinha usada em banheiro?

Alguns anos antes, meu grupo de moleques se reunia debaixo das arquibancadas do ginasio de esportes, para ver revistinhas de mulher pelada, se masturbar e até fumar. Nosso herói era o Toni, dois anos mais velho, que já tinha comido mulheres, até mesmo dona Marta, a encarregada do posto de saúde. Suas histórias causava comoção entre nós, todos virgens.

Até que Toni pegou gonorréia. Pelo nome não devia ser coisa boa. Ao pesquisar, fui flagrado pela mamãe. Que me fez tirar o bilau para fora, para examiná-lo. O contato de sua mão macia, pegando e apertando, provocou uma violenta ereção. Ela só se acalmou quando contei a história do meu amigo infausto, que até chorava de dor ao urinar.

Não sei se foi impressão minha, mas, ao sentir meu pau duro em suas mãos, fez mamãe demorar mais do que o normal para um exame. Como meu pai estava viajando, naquela noite dormi com ela. Pela janela entrava a tênue claridade do luar.

A barra da camisola tinha subido, expondo a calcinha branca, que deixava sua bunda mais sensual ainda. Toquei em suas nádegas de leve, sentindo o calor e a maciez da pele, branca e lisa que cobria as carnes opulentas. Com os hormônios agitados, tudo que via ali, não era a genitora e sim, o traseiro de uma mulher gostosa.

Com cuidado para não despertá-la, abaixei a cueca e encaixei minha rola no meio das suas coxas, ajeitando na posição de conchinha. E fiquei me esfregando nela. Senti que o gozo estava vindo. Com medo de esporrear, me afastei.

Demorei para pegar no sono. A vontade de transar me corroia. Acho que sonhei que estava com meu pau dentro da boceta da minha mãe. Acordei todo melado e minha primeira transa poderia ter sido aquela.

E agora, estava eu, com uma profissional do sexo. Não seria melhor, se fosse alguém da familia? Ah, ilógicas convenções sociais! Larissa tirou a saia e a blusa. Eu ali parado, sem desgrudar o olhar do seu corpo, vendo-a tirar a calcinha.

Ela me ajudou a tirar as roupas, pegou a camisinha e cobriu meu cacete, duro e prestes a explodir. Sem mesmo tirar o sutiã, me puxou até a cama. Deitada de costas, passou algum lubrificante na xoxota. Abriu as pernas e me puxou para cima dela.

A sensação tantas vezes imaginada estava acontecendo de verdade. Eu estava pelado, sobre uma mulher pelada e de pernas abertas, com o buraco quente chamando a penetração! Tentei enfiar e a cabeça escorregou pelos lábios vaginais lubrificados.

Experiente, ela pegou na minha pica e direcionou para o lugar desejado. A ponta do cacete deslizou fácil naquela gruta macia. A sensação era indescritível. Estava com o pau dentro de uma boceta! O coração batia acelerado, sentindo meu cacete envolto pelas carnes íntimas da mulher.

Desajeitado, meti de forma alucinada e rapidamente, gozei. Gozei e gozei como louco. Foi a mais forte e intensa ejaculada da vida. Pensei que fosse desmaiar de tanto prazer. Tudo ali embaixo era calor e umidade. Enfraquecido, senti todo o corpo relaxar, caindo sobre ela, mole como um invertebrado.

Bem diferente da punheta. Sem aquela sensação frustrante depois do gozo. Embaixo de mim um corpo vivo, morno, de mulher que acabara de receber a minha porra em seu ventre. De pele macia, retribuindo o meu calor. É, de todas as coisas boas da vida, aquilo era, sem sombra de dúvidas, a melhor!

Ao voltar ao salão, Larissa gritou: ¨-Trinta e quatro!¨. Foi aplaudida e cumprimentada pelas outras. Eu tinha sido o trigésimo-quarto ex-virgem a ser iniciado por ela.

O problema foi o burburinho causado. Eu encolhido e morrendo de vergonha. Todos no salão se viraram para a entrada da corredor, que dava para os quartos, bem onde nós estávamos.

Foi quando gelei, as pernas bambearam ao ver nada mais nada menos quem: meu pai! Sim, ele mesmo, em campanha política. Sentado num sofá, junto com uma das meninas e me fuzilando com o olhar! Afinal, putas também votam...

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Comentários

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17/01/2019 06:38:24
DENTRE MAIS DE CENTO E CINQUENTA MIL CONTOS, ESTE ESTÁ ENTRE OS 150 MAIS COMENTADOS DO SITE, COM 81 VOTOS. Bem escrito, merece a nota máxima.
01/11/2018 11:20:54
Por menor que sejam as recordações, ínfimas no hoje presente é um momento único perpetuado em nossa alma a primeira vez, não só na perda da virgindade – Um troféu de orgulho egocêntrico como a delinear o futuro nosso já passado agora. Não menos importante o papel da Larissa, quais outras a outros, que, pessoal, foi Vera, uma mulher de seus quase quarenta anos, uma bunda farta, seios grandes. Por incrível que possa ser aos meus vinte e um anos. A notação subliminar da gonorreia, o terror nosso de cada dia, digamos facilmente curado com antibióticos, não como a AIDS, o pavor da nova geração. Digamos que após a cura, o doente da gonorreia tornava-se herói. Entretanto, serviu para um fetiche de ter as mãos da mãe manipulando o pênis, despertando algo pecaminoso no jovem. Há de sermos culpados por isso? Claro que não. Quanto a deitar-se com a mãe, ela de camisola, só esse trecho valeu a nota máxima ao conto. Como sempre alego aos amigos, serei eterno pobre porque em toda minha vida o meu vício é a mulher, nunca o dinheiro. Essa passagem tem tudo que é excitante.
30/08/2018 14:13:50
sensacional
26/08/2018 02:33:28
Excelente! Muito bom!
23/07/2018 23:16:09
Parabéns, nota dez...
11/02/2018 10:01:01
Gostei do conto, de saber como foi a tua primeira vez. Muito interessante. Poderia ter sido comigo, né? RsrSrs... Pra te deixar animadinho te dei um 10. Valeu? Beijaaauuummm*-*
01/12/2017 01:02:33
a primeira vez e algo realmente inusitado delicia de conto amigo nota dez
15/01/2017 23:42:38
Muito bom este relato. Ficou um ar de veracidade. Deu para sentir que ansiedade pela primeira vez é igual tanto nos homens como nas mulheres. Narrativa tesuda, erótica...carregada. Fica aqui meu comentário e nota. Sem dúvida dez. Bjs babados.
14/01/2017 23:20:44
Parabéns, muito bom!
11/01/2017 19:02:28
Legal! Escreveu com perfeição. Na minha primeira vez, tive que pagar uma biscatinha tbem.
04/05/2016 20:21:22
BOM PRA DANAR ESTE CONTO. QUANDO SE É VIRGEM, O UNICO TREM BOM QUE INTERESSA É FURUNFAR, ALÉM DE PUNHETAR AMÓITA. HAJA FOIRGO!
04/03/2016 08:55:36
Se para a mulher, a primeira vez é preocupante, para o homem é angustiante. De qualquer modo, sempre inesquecível. Apesar de comum a iniciação por uma prostituta, a qualidade da escrita compensa.
27/02/2016 11:19:36
Muito massa essa primeira vez. A minha tbem foi com uma puta. Eu e dois piás fizemos uma vaquinha. Ela deu pra três pelo preço de um. Kkk.
27/02/2016 07:02:57
Não tenho muito por comentar .tu mereces a nota máxima 10 mestre
03/02/2016 07:25:13
Muito bom, gostei.
11/01/2016 16:39:29
Além de inesquecível, é complicado. Mas foi bom.
05/12/2015 15:06:31
Toda primeira vez é inesquecível, mesmo que com uma mulher da vida. Quando se é piá, os bagos chegam a doer de tanta porra e vontade de meter. O relato foi bom. Abs.
10/11/2015 12:02:36
EXCELENTE.
12/10/2015 13:26:45
Muito massa. Valeu!
11/09/2015 08:36:23
Delicia de conto, excitante e maravilhoso como todos que você escreve. Matou minha curiosidade sobre a tua primeira vez. Só faltou nos contar sobre como foi o ¨depois¨ com o pai e se ele foi reeleito. Beijos.




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