Casa dos Contos Eróticos


Click to Download this video!

Sofia - Paizinho, mete na mamã... mete!

Autor: Paulo César
Categoria: Heterossexual
Data: 26/11/2010 11:31:28
Última revisão: 06/09/2011 07:56:05
Nota 9.33
Ler comentários (4) | Adicionar aos favoritos | Fazer denúncia

Este conto é a continuação de outros já publicados. Se não leu, convém ler, para perceber tudo...

*******************************

Depois de muitas fodas e amassos, beijos de língua e punhetas, lambidelas na coninha de Sofia e mamadas no meu caralho, chegou o dia que eu jamais sonhara que aconteceria.

Hoje mesmo, ao contar este episódio, chego a pensar que estou a delirar e que nada disto aconteceu de verdade. Mas foi tão real que ainda tremo de tesão ao lembrá-lo e mais ainda ao descrevê-lo para todos vocês.

A nossa primeira vez (eu e Sofia somos pai e filha) aconteceu quando ela tinha 18 anos e, depois de desconfiar que algo se passava com ela quanto a sexo, a fui espiar à saída da escola e acabei por a flagrar, em casa, no sofá da sala, mamando um rapaz, seu namorado então, e levando vara bem no fundo da coninha.

O que veio a seguir já o contei anteriormente... Desde então já passou mais de um ano. Sofia está agora com mais anos e já levou umas dúzias largas de fodas do papá, já mamou metros de verga dura, já abriu as pernas para que lhe minetasse o grelo rosado e sumarento, imensas vezes.

Todos os dias nos enroscamos um no outro, nem que seja de fugida num beijo de língua, às escondidas da mãe dela e minha esposa. Quase todas as semanas leva com a tora, bem fundo, e até ordenhar, com a sua vulva sugadora, o leite do seu macho de serviço. Quando possível e apetecível entregamos os nossos corpos nus ou semi-vestidos e atacamo-nos mutuamente em chupadas intensas, quer à vez, quer simultaneamente. Isto é: acontece muito broche, muito minete e também muito 69... É uma verdadeira e permanente tesão e loucura!

Bem, mas o que aconteceu naquele dia foi totalmente inesperado para mim.

Eu tinha acabado de chegar duma viagem de dois dias, em trabalho. Sofia esperava por mim ansiosa e alucinada, com aquele olhar a extravasar desejo e mal me viu correu para mim, lançou-se ao meu pescoço e beijou-me na face, pois a mãe estava a ver-nos, e falou a meia voz junto do meu ouvido:

- Hoje quero levar uma foda, paizinho... Quero fazer um broche nesse pauzão e quero ser lambida! Quero tudo... Por isso trata de por a gaja a dormir para cobrires a tua cadelinha, sem que ela possa aparecer!

Fiquei sem fala, apesar de também eu querer dar-lhe a foda que ela pedia. Só que não esperava ouvir o que ouvi, daquela forma e com aquele rompante.

Beijei minha esposa com um beijo quente de língua e trocámos breves palavras de circunstância os três, até que fui tomar um duche quente. Ao dirigir-me ao quarto para deixar a mala e trocar de roupa, Sofia seguiu-me e voltou à carga:

- Não te esqueças... Hoje tem que ser a sério! Estou a arder de febre... Vou devorar-te esse caralho todo, paizinho...

Quero sentir a grossura e tesão do vergalho bem no fundo da minha boca e cona!

Não me contive e disse:

- Mas Sofia... Como vou fazer isso? Também tenho que foder a tua mãe... Ela já não leva há quatro dias e eu estive fora... Tenho que tratar dela! Claro que eu também te quero montar, filha, mas tem que ser depois dela e quando ela estiver a dormir... E tem que ser uma rapidinha. Amanhã ou depois fodemos então assim, como tu queres! E eu também quero enterrar em ti assim, minha doçura!

- Não... - quase gritou Sofia - Não, caralho... Tem que ser hoje e eu primeiro que ela! Quero ser comida sem dó, foda-se!

Ela já tem pau quando quer e onde quer, desde há muitos anos! Eu quero hoje e mais nada!

Fiquei sem resposta, tal era a insistência e veemência da minha adorada filhota. Meu pau já não cabia no aperto das calças e o volume fez-se notado. Sofia atacou-o com um valente apalpão e um beijo na boca, daqueles que tiram o fôlego até a um morto. O risco era enorme e a nossa insensatez maior ainda...

Quando terminámos aquele louco beijo, tomámos fôlego e, entre desvairado e circunspecto, disse:

- Querida... Tu és danada! Como vamos fazer essa loucura que tu queres fazer? Tens alguma ideia?

Claro que tinha... Sofia já tinha pensado numa forma e estava com tudo preparado para que acontecesse sem falhas. Sorriu aquele sorriso descarado e sacana, sentou-se na beira da minha cama e balbuciou:

- Estavas à espera de quê? Que eu fosse parva e que não tivesse pensado em nada? Se eu quero foda e se ela está por aí para nos empatar, há que pô-la KO... Elementar, não?

- Pois... - balbuciei eu já cheio de vontade de saber o que iria acontecer e como.

- Paizinho... um simples comprimido resolve a situação! Um copo de água, um comprimidozinho e pimba... fica a dormir que nem um anjinho. Depois... vai ser uma festa! Festa total e sem penetras para nos empatar a coisa. Que dizes?

Que podia eu dizer se ela estava determinada e eu, perante ela e os seus desejos, era apenas, e sempre, um pai babado, pronto a servir a minha menina e desejoso que ela se servisse de mim para os seus devaneios sexuais? Eu adorava meter nela, ela adorava que eu a comesse... Que fazer senão concordar?

Eram quase quatro da tarde e nas minhas duas cabeças só existiam uma imagem e um desejo:

- A imagem: ver a minha fêmea oficial totalmente esparramada na cama, onde era fodida por mim, grogue do efeito do calmante, dormindo profundamente e por algumas horas, tal fora a dose que a sua filha lhe administrara, sem que ela notasse;

- O desejo: sentir a cadelinha da minha filha a submeter-se ao castigo da pichota de seu pai (eu), com toda a força que pode um caralho duro e cheio de tesão, e derramar nela todo o stock do meu sémen masculino.

Sentia uma tesão louca, não visível ou palpável, mas viva na minha psique. Sofia cirandava inquieta e quando se cruzava comigo fazia beicinho, chupava o dedo lascivamente, piscava o olho desafiante, sorria com aquele ar de menina galdéria.

Lá pelas seis da tarde, quando já começava a escurecer, minha esposa saiu, por alguns minutos, para fazer compras e ficámos só eu e a fêmea gulosa que era Sofia.

De imediato, mal a mãe fechou a porta ao sair, veio ter comigo e com um uma calma e doçura que pedia atenção, falou, olhando-me fixamente nos olhos:

- Paizinho... Ainda bem que ela saiu... Olha! Quando vamos dar-lhe o calmante? Aquilo é forte e faz efeito em trinta minutos. Ela fica a dormir mesmo!

Voltei a sentir uma aflição que me inculpava pelo que estávamos a conjurar. Era ir longe demais, só para satisfazer os instintos sexuais duma pirralha e o desejo proibido dum homem adulto, ainda para mais marido e filha da vítima! Apeteceu-me voltar atrás e anular aquela loucura, mas aquela fêmea era totalmente dominadora da minha vontade. Ela tinha os cordelinhos e manobrava a seu bel prazer!

Depois de refletir uns segundos, respondi, ainda que perguntando:

- Sofia, onde foste arranjar os comprimidos? Aqui em casa não temos medicamentos desses... Vê lá se não vamos meter-nos nalguma bronca!

Ela parecia segura e respondeu:

- Não paizinho... Fica descansado! Não vamos correr riscos nenhuns! Ela dorme e acorda bem! Nem vai ter noção do que se passou! E entretanto nós vamos ficar bem melhores os dois! Só de pensar, até sinto o melzinho escorrer e ensopar as minhas cuequinhas! Que vontade de montar em ti, meu cavalão! Vou te pôr em órbita...

Não descansei e voltei a perguntar:

- Mas onde arranjaste o medicamento?

- Foi uma amiga lá da escola! O pai é médico e tem muitos medicamentos em casa! Pedi que me arranjasse, com a desculpa que vos queria pôr a dormir para trazer um rapaz cá a casa e foder com ele, sem vocês ouvirem nada! Ela topou! Ela também é fresquinha, como eu! Gosta bué de levar na coninha e até já deixou que lhe fossem ao cu... Lá na escola é bem conhecida dos rapazes! Serve de fêmea para todos! Que putinha...

Ufa... Que estória! Quer dizer que a minha filhota tem outras parceiras na coisa!!! Bem, outros tempos... Melhores tempos!

Depois de ouvir o que ouvi, acabei por raciocinar um pouco e, considerando a situação, acabei por decidir que era melhor dar o medicamento no café, depois do jantar, quando a cozinha estivesse arrumada e todos estivéssemos na sala frente ao televisor. Se em meia hora o efeito era total, isso significava que lá pelas nove e meia minha esposa já estaria sem reação ou quase. Teríamos então, eu e Sofia, umas horas para por em dia o nosso pequeno atraso de alguns dias.

Entretanto, apesar de tudo, parecia-me que aquela súbita vontade de Sofia em foder comigo daquele modo, usando aquele estratagema, tinha por trás alguma coisa que eu desconhecia. Algo muito forte que a fez sentir uma tesão descontrolada, ao ponto de quase impor aquela solução.

E porque o pensava e sentia, quis aprofundar a minha suspeita e perguntei, de modo firme e autoritário:

- Filhota, amor... Porque é que ficaste nesse estado de desejo e tesão? Ainda há dois dias demos uma fodinha daquelas nossas, durante a noite. Que se passou para ficares assim tão cheia de vontade de levar uma foda a sério? De quereres pôr a tua mãe a dormir para podermos ficar à vontade?

Sofia fez por desconversar, dando motivos banais, do tipo "estiveste dois dias fora", "tenho saudade de comer esse pau grosso", "apetece-me ser bem fodida" e coisas assim, mas não foi convincente. Insisti!

Depois de alguma luta verbal, lá acabou por falar tudo e então percebi:

- Sabes paizinho... Estive a falar com aquela amiga que é filha do médico. Ela contou-me que costuma foder lá em casa, durante a noite, com os pais em casa, e que para isso usa o calmante para os pôr a dormir. E assim passa noites inteiras a ser comida e a comer, faz bacanais com mais gajos e gajas. Percebes? Então eu pensei: e se usasse o calmante para "anular" a minha mamã? E então inventei que também queria trazer um rapaz cá a casa e... o resto já sabes!

Inquieto, perguntei, com o coração nas mãos:

- Mas essa tua amiga não sabe que tu e eu fodemos, pois não? Que eu te como e tu és a minha fêmea preferida?

Sofia riu-se com gosto e assegurou que não; que nunca iria saber, pois esse era um segredo nosso para sempre.

Descansei, afinal tinha uma filha esperta e inteligente, que sabia bem como movimentar-se e evitar ser descoberta como concubina do próprio pai.

Sentimos a chave rodar na porta. A mãe de Sofia estava de volta e a nossa conversa terminou ali. Estava tudo combinado e a hora H estava cada vez mais próxima. O nervoso miudinho crescia em nós. A tesão era mais que muita e, apesar de tudo, Sofia continuava ladina e descarada, provocando-me cada vez mais, embora de forma discreta e segura.

Decorreu o jantar e por fim a hora da ação chegou.

Levantei-me do sofá onde já estávamos sentados todos e fui ligar a máquina do café, como sempre fazia. Regressei, fazendo tempo para que aquecesse a resistência e a água ficasse no ponto para tirar os cafés. Quando me pareceu que podia preparar as bebidas levantei-me, mas fui interrompido por Sofia:

- Paizinho, senta-te... Hoje eu tiro os cafés! Fica aí com a mamã e namora um pouquinho, mas nada de poucas vergonhas...

Minha esposa sorriu da pilhéria e eu disfarcei o nervosismo mostrando um sorriso forçado, pois sabia o que ia acontecer naquele momento.

Demos um beijo suave e quente e entrelaçámos as mãos, enquanto Sofia se entregava à tarefa de preparar os cafés e a marosca que iria pôr sua mãe a dormir.

Três ou quatro minutos depois os cafés foram servidos, com requinte de malvadez, num tabuleiro bonito. Duas chávenas fumegantes e dois copos de água natural. Sofia sorria, aparentemente sem demonstrar nervosismo. Eu baixei a cabeça e perante o demónio fêmeo esperei que ela oferecesse a chávena certa a minha esposa. De seguida tomei a minha e o copo com água. Já não havia como voltar atrás! O estratagema estava em marcha; restava aguardar mais um pouco e tudo seria consumado como tinha sido arquitetado por Sofia.

O tempo a partir dali parecia pesado e lento demais. Constantemente olhava disfarçadamente o relógio e os sinais que pudessem surgir da minha esposa. A inquietação era um fardo, embora a tesão permanecesse viva em mim. Sofia demonstrava uma calma atroz e um prazer inaudito, como se gozasse já o gozo que viria, intenso e demoníaco.

Quando menos esperava minha esposa bocejou forte, dando indícios claros de que iria cair no sono a todo o instante. Ainda lhe fiz um carinho e encostei-a para trás, no sofá, para que ficasse mais confortável. Sofia sorriu feliz!

Daí a dois ou três minutos a situação era definitiva e minha esposa dormia um sono profundo. Para confirmar falei-lhe, chamei-a, abanei-a. Nada! Dormia!

Sofia aproximou-se lesta e com aquele seu ar de putinha disse:

- Paizinho, deita-a no sofá e tapa-a. Vá... Vamos lá tratar da coisa! Ela só vai acordar lá pelas tantas!

Dito e feito! Tapei-a, desliguei a televisão e abraçados um ao outro, eu e minha doce Sofia, fomos até ao meu quarto.

Entrámos, fechamos a porta por dentro e abocanhámos a boca um do outro num beijo de língua demoníaco. A nossa respiração era ofegante, o nosso desejo louco, a nossa libido estava no ponto máximo. Eram 21h48 quando desceu sobre nós todo o frenesim do desejo carnal animalesco e toda a tesão confluiu para o corpo febril de Sofia, a minha filhota, e para o meu, seu fiel e carinhoso pai.

Sem uma palavra, Sofia começou por desabotoar a minha braguilha, abriu o cinto e fez descer as calças até ficarem no chão. Olhou para mim e levou a mão ao volume hirto do meu instrumento de prazer e apalpou com força a dureza do meu membro, fazendo um gesto com a língua, como se provasse o desejo de prazer contido nos seus lábios. De imediato baixou-se sobre os joelhos e de cócoras baixou as minhas cuecas de algodão justas ao corpo, fazendo sobressair o meu inchaço, agarrou no falo entesado e punhetou com leveza e graciosidade o seu mais que tudo. Sem parar levou-o à boca quente e sedutora! Eu delirava, levitava, sentia-me embalado numa tesão que me fazia sentir desejado e desejoso. Sofia mamava agora sem pressa, como se quisesse sentir o sabor de toda aquela massa muscular e aproveitar o prazer que escorria do orifício que encimava a cabeçorra rubra e lustrosa que tanto a cativava.

Lenta mas convictamente a minha adorada filhota foi acelerando a mamada até que, tresloucada e perdida de tesão, me pediu com voz enrouquecida, de olhos vidrados de prazer e desejo:

- Paizinho, fode-me a boca com força. Mete sem dó como se estivesses a foder a minha coninha. Vá... Espeta esse pauzão até aos colhões... Enfia até à minha goela... Quero sentir-me uma galdéria a ser fodida na boca!

Fiz de imediato o que me pediu. Segurei-a na cabeça com força e encarando-a nos olhos, que imploravam ação, dei início a uma forte e bruta foda naquela boca gulosa, sentindo a cada estocada o canal estreito da sua laringe e a sua aflição ao sentir-se sufocada pela grossura da moca que a castigava, como pedira.

Enquanto isso ela grunhia, emitindo sons estranhos de galdéria, e manipulava o seu grelo em busca de um gozo que estava para chegar, sem aviso. Também eu estava prestar a vir-me...

Quando tentava conter a tesão para suster o momento do gozo, perguntei a Sofia, que se contorcia na ponta da minha verga, enquanto dedilhava a coninha encharcada de fluidos vaginais:

- Sofia... o papá vai descarregar na tua boca e vais ter que engolir a nata quentinha toda! Como uma verdadeira putinha que tu és! Como uma rameira sem dono, que avia machos sem olhar a meios! Ui, que tesão que sinto no meu caralho e como tu fodes com essa boquinha de vadia. Tens uma boca quase tão boa como a tua greta! Vá, engole a vara toda, puta do papá... Hummmmm.... Arreganha essa boca! Ahhhhh vou-me esporrar todo... Venho-me, filha... Mama e bebe a leitaça do paizinho, querida... Ooooohhhhhhh!!!!!!!!! Foda-se que vagabunda boa...

Vim-me e despejei na boca de Sofia toda a esporra até à última gota. Sofia também se veio coçando a rata e sugou todo o meu leite. Urrou quando atingiu o clímax. Ganiu como uma cadela no cio, que acabara de levar com a tora gorda do seu cachorrão.

Levantou-se então e deitando-se na cama chamou por mim, fazendo sinal com o dedo indicador. Fui até junto dela e beijei-a na boca, ainda com o sabor do meu próprio esperma.

De seguida ela escancarou as pernas mostrando a vulva completamente inundada de líquidos vaginais e pediu sem vergonha:

- Lambe-me a cona paizinho! Lambe... Faz minete em mim! Faz-me a maior puta da tua vida! Ui, que língua boa para me mamar a coninha!

Mamei, lambi, esfreguei a cara naqueles lábios vaginais rosados e entumescidos e fui sugando todos os líquidos que emanavam daquela caverna licorosa e febril, até que ela me puxou a cabeça para cima e ordenou com voz ríspida:

- Vem para cima da cama meu touro de cobrição... Vamos, dá-me a moca e faz 69 comigo! Quero mamar nela de novo e quero me vir com uma minetada tua... Que calor que vai na minha cona! Guloso!

Depois daquele louco 69, em que voltei a vir-me e Sofia também, acabámos por cair cansados um sobre o outro e por algum tempo descansámos da loucura daquela mamadas.

Eram já quase vinte e três horas quando Sofia se ergueu e olhando para mim, ainda deitado, me disse, em ar de convite:

- Paizinho, vamos ao que interessa... Quero levar na cona com força agora!

Ato contínuo começou a manusear o meu cacete que em breves segundos ganhou vida e começou a tomar a forma dum belo naco de prazer. Veio sobre mim e pôs-me a greta na boca para que a lubrificasse, o que fiz com dedicado interesse.

De seguida desceu para a zona do meu caralho, que mamou também, preparando-o para a penetração que iria acontecer de imediato.

Subiu então sobre o pau duro e grosso, baixou-se, fletindo os joelhos, guiou a verga para a cavidade vaginal e iniciou a cavalgada que a levaria, em poucos minutos, a novo orgasmo alucinado.

Acabada de gozar colocou-se de quatro sobre os cobertores e ofereceu-se para ser penetrada à canzana, o que fiz, perdido de desejo e dominado pela tesão avassaladora. Enterrei nela sem qualquer preparação ou aviso, com força e até sentir tocar os colhões nos seus lábios vaginais e a cabeça do pau atolar-se na boca do útero. Sofia gritou de dor quando assim a fodi, sem dó, e disse:

- Foda-se, caralhudo... Tem calma meu cobridor, que a cona não foge! Fode-a mas não precisas ser bruto... Mete com força, mas não quero que me fodas o útero! Não te chega a cona da filhota querida?

Ao ouvi-la com aquele palavreado ainda mais tesão senti e continuei a meter fundo e até sentir o caralho todo enterrado nela. Segurava-a pelos quadris e espetava, balanceando o vai-vem como se fosse um touro! Sofia urrava de prazer; eu urrava de tesão...

Tresloucado de tanto foder aquela coninha de menina ordinária, minha filhota amada, falava coisas sem nexo...

-Oh, que conaça boa, que grelão amor! Vou te foder... foder... foder... Ainda te encho a barriga e faço-te um filho, minha potranca! Gulosa do paizinho, minha putinha! Gostas de levar com força... Gostas de sentir o sardão gordo a encher-te a greta! Que vaquinha que me saíste, querida!

Acelerei a espetada até não conseguir suportar mais a explosão que ia crescendo dentro dos meus colhões e se fazia anunciar a cada estocada que lhe dava. Quando já não conseguia aguentar mais, anunciei num estado de total êxtase:

- Vou-me vir, cabra... Vou-te esporrar toda... Ui... HHHHooooooo!!!!! Foda-se minha galderiazinha, que esporradela...

Toma, toma nessa rata gulosa... Bebe... Bebe o leitinho do paizão! Aaaaaahhhhhhh!!!!

Sofia ergueu-se e voltou a cabeça para trás e com os olhos a brilhar de prazer pediu:

- Dá-me pai... Enche a coninha da tua filhota de esporra... Dá, meu alazão caralhudo! Cobre-me, meu cachorro tesudo! Ui... Que esporra quentinha! Aaaahhhh!!!!! Que maravilha de fodão...

Caí exausto e fui presenteado com uma mamada rápida no meu caralho já flácido. O meu caralho estava tão sensível que a mamada não me soube bem! Fiquei meio constrangido com a boca quente de Sofia no meu membro.

Descansámos durante algum tempo, abraçados, esporrados os dois, transpirados, exaustos, mas satisfeitos e felizes.

A minha filhota estava mais bonita que nunca e entre pernas escorria um fio de sémen do seu progenitor, que agora era seu amante. A sua pele parecia mais macia e sedosa que nunca. O seu monte de vénus, depilado, deixava adivinhar uma gruta bem quente e doce, que acabara de ser usada pelo meu caralho, até ao sufoco e à explosão.

Abracei-a com carinho e muito amor! Ela enroscou-se mais em mim e ofereceu a boca, que beijei doce e apaixonadamente. Trocámos olhares e sorrimos cúmplices. Acabava de consumar-se, entre nós, uma das mais loucas aventuras sexuais que vivemos. Estávamos felizes e isso transparecia dos nossos semblantes.

Depois de descansarmos, levantei-me e dirigi-me ao WC para urinar. Sofia levantou-se e veio atrás de mim. O WC ficava no corredor, ao lado da sala onde se encontrava a minha mulher, mergulhada num sono profundo. Sofia ia pendurada no meu braço, como uma namorada ou esposa. Emana dela uma luz diferente; irradiava felicidade!

Entrei na sala e junto da sanita preparei-me para despejar o liquido acumulado na minha bexiga. Sofia olhava a cena como se quisesse verificar como é que faziam os homens para mijar.

Acabei e saí para verificar o estado de minha esposa, que continuava na mesma posição, sobre o sofá da sala. Sofia já se encontrava lá olhando a mãe completamente submetida ao poder do calmante que lhe fora dado misturado no café. Olhava e refletia para si mesmo. Parecia estranha!

Aproximei-me dela e perguntei:

- Que se passa querida? Tão absorta e silenciosa, a olhar a mamã... Remorsos?

Sofia sorriu, alterando completamente o semblante, e disse, envolvendo-me num abraço de frente para mim, olhos nos olhos:

- Paizinho... Quero que faças uma coisa agora! Uma coisa que me está a apetecer...

- O quê? - perguntei eu sem ter noção do que poderia ser.

- Paizinho, mete na mamã, mete! Quero te ver a meter nela... Na cona e no cu dela! Vá, leva-a para a cama e põe-te nela... Quero assistir! Quero ver como a espetas e como ela reage ao seu fodida e enrabada!

O que aconteceu a seguir jamais me poderia passar pela cabeça! Nunca! Mas aconteceu... Sofia continuava a somar vitórias! E muitas fodas...

25.Nov.2010

Comentários

04/08/2011 15:06:13
Ótimo conto!
09/01/2011 00:53:15
FOI MTO LEGAL SEU CONTO GOSTEI...
26/11/2010 17:48:48
Esse conto foi muito longo e absurdo e nogento!!
26/11/2010 12:24:05
Nada mau, só que deves de saber que se um conto se tornar excessivamente longo, pode desprender o interesse do leitor em relação a ele. mas fora isso está bom, aguardo a continuação, do que essa diabinha ainda te vai obrigar a fazer.

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.




Online porn video at mobile phone


conto erotico gay branco dominador gosta de maltratar viado pretocontovporno com fotos reletos de chifresmae ttansando com filho i a irma vendominha mae e a travestis contosXVídeos padrasto força menina chupa lhe ofendidoContosSexo anal gays x novinhosquadrinhos eróticos o verdureiro safadouma mulher mulheres peladas o que uma pessoa mulher pelada que tava na escola e os Mulekes do filme para ela Só que eu quero ver como se mata beijo elaomen a molese a mulher tirando o pau br afora ela nao aguenta pornoAliviando os funcionarios contos eróticoscontos arronbaram meu cuzinho de menininha virgemmuito beijo na boca pegada forte caricias e tapas em video porno com muita tara exitantemorena.so.delingere.doida.pra.fudecontos enfiada no cudei rivotril pra minha esposa e comi o cu dela contosconto gay ele se revoltou e tomou todasmulher casada em ogia corninho tirando fotos ela com dois pal en fiadonoBrincando com as primas novinhas, tirei o cabacinho delascontos eróticos com minha irmanzinhaflaguei a filhinha do caseiro fazendo coisa errada e chantagiei ela contosfamilia favela pinto de borrachaestupro esposa contos eroticoscontos recentes de mulheres que descobriram que o marido queria ser corno e ainda gosta de um fio terraPeitao bicudo sendo chupado ebucetinha molhando search sexoconto corno confidenteamiga tô aqui sentado comendo aquela saidinha que o baile não chegou amigaxvideos fudenu ir critanto fode meu porra com amigo to meu maridotransei com minha visinha casada no quintal delaxvideos erick dotadao o'irmão da ijrejaXvideo so chupetas molhada da prudentinacomi minha cadelanovinho parudo enfio no rabo da irma cavala divorciada contoskade o meu tio sabe como eu gosto de fazer amor pornodoidoestuprando lesbica japa e torturando com pedaço de pau no cu apertadovideo de padrasto tentando resistir a enteada rebolando no colo delerubiaebeto.comunidades.net/cavalasquero ver empregada de marquinha nos peitinho duro lavando roupa no pornodoidoO doce nas suas veias (Capitulo 10) Autor Vamp19fudeu a cunhada madura gostosa cherando droga no quarto delaO filme corno manso de verdade existir pornoMulhedoida.pra.goza.cpm.pau.nocucontos eroticos meninas de quinze anos transando com cachorro com calcinha vermelha com lacinhos pretoa cinquentona gritava não ia aguentarvideos porno varias duas amigas cagando juntas fala meu fiointiada esbugalha o olhos com pau grande no cupinto na bucetado novinho enfiando so a pontinha depois com força depois uma bela chupada na cabeca do pintoeu quero ver o sexo entre lésbicas sadomasoquismo com lactofilia ela outras mulheres mamando nela e amamentando três mulheres chupando peitoconto erótico pomba gira contos emprestei minha irma por cem reais pra um taradoconto erotico com o senhor ditaoContos eroticos mamae gulosa mamando no pauzao do filho e dos amigos dele e depois fode com todos eles juntos em uma orgia na sala de casa.xvideoszuandoXVídeos pornô brasileiro sogra ameaçando genro para transar com ele filha escuta todos os diaspadrasto covarde dano o pau pra sua entiada de nove anos chuparDepois que fui p macumba virei lesbica contosqual a função de um corno manso assumidocontos erotico minha mae insistiu eu fazer nudismoxvideosmeninascom tesaobaixar video Foi socorrida e agradece com Foda pornôcaseiro homem sai e o jardineiro come cu da mulhersexo entre garotos de menor video caseirogeyconto com foto deesposacunhada louca pra sentir rola grande pega cunhado de pau duro e nao resisteutimu vídeos d mulher famosa fudeno e gosandofudendo uma putaconto eroticovocê vai aguenta minha pica inteira vadiaporno nao percebi mas ela pegou no meu pauConto erótic de Novinhas com dogficou entalada levou pica porno frrehistória real irmão bem dotado seduza irmãzinhabuctao tod c gazandconto herotico minha namorada e meu paiContos casal achou um comedor topa tudotitia batendo punheta sobrinho rola cabeçudaconto erótico levando injeçãodemorou mas minha esposa aceitou e aproveitoumulheres casadas safadas se exibindo de sainha curta sem calcinha pro encanador ele ñ resiste fode a putameu gay de onze aninhos adora a minha rola contos eroticoseu só fudia a buceta da minha irmã com camisinha minha irmã ela entrou no meu quarto ela disse pra mim você agora vai fuder minha buceta sem camisinha eu tomei anticopcional conto eróticoMullheres gosando igual homem espirando ver de graçasunjando o forrò do motel de merda xvideogarotos tesudos chupando frentistaprica cavalavidepporno com quatriplo aos gritoxvideo chapeuzinho Vermelha no bosquequero ver a racha da xana por cima do choque por cima de shortinhocontos eroticos'brincando de esconde esconde virei putinha dos meus amigos'xvideos so12aninhosconto crente bundeiramachos da periferia marentos na punhetanovinhas.abrir.buzentahomem cherando a caliçnha e fudendo pornodoidomae gostosa de minisaia lavano roupa filho debainho da saiamundobicha.historia de matuto brasileirofundeno nadadoraguris metendomeu marido perdeu aposta e eu paguei com a buceta pornopadrasto com o pauzao jigante e cabecudo botano a enteada pra chuparcontos boquete pagamento