Barbeiro e Mecânico


Um conto erótico de Neyzinho
Categoria: Homossexual
Data: 04/04/2009 16:50:31
Última revisão: 08/06/2016 16:57:00
Nota 9.00
Assuntos: Homossexual, Gay

Relatarei os ardentes e inesquecíveis acontecimentos sexuais que ocorreram comigo num passado próximo. O primeiro aconteceu com um barbeiro. Sempre gostei de salões de barbeiro de bairro, acho que têm um ambiente sereno e convidativo, com uma atmosfera confortável e aconchegante.

Fui passar uns dias na casa de uns parentes no litoral norte de São Paulo, quando, solitário, estava a caminhar pela cidade, vi um salão de barbeiro, aí me lembrei que precisava fazer um corte, então entrei no salão e o barbeiro, que já passara dos 60 anos, muito simpático e prestativo, fez um gesto oferecendo-me sua cadeira de ofício para eu sentar.

Percebi, entretanto, que ele estava prestes a fechar o salão, pois era início de noite e eu o único freguês. Sorrindo, cumprimentei-o e agradeci a gentileza de me atender. Papo vai, papo vem, notava que o homem estava chegando cada vez mais perto de mim, quase encostando seu pinto no meu braço. Insinuando embaraço, encarei-o com um ar docemente constrangido, ele retribuiu com um sorrisinho sem graça.

Aquela situação acendeu minha excitação e o barbeiro percebeu. Sentia o corpo dele queimar. Meu cacete já estava como um ferro. Por certo eu, inconscientemente, enviava sinais de receptividade a ele. Nem eu retirei o braço, nem ele recuou o corpo. A mensagem subliminar foi por ele entendida e aconteceu o que eu sofregamente esperava: imediatamente o barbeiro começou a esfregar seu bastão no meu braço, que a essa altura já estava petrificado, pulando.

- Desculpa, sabe como é, quem é viúvo, vive sozinho e com a minha idade, é muito difícil encontrar mulher para sair - falou com um ar tristonho.

- Não seja por isso, aliás, tira logo esse negócio pra fora que está arriscado ele morrer sufocado - disse sorrindo, engolindo em seco e iniciando a alisar seu indócil volume.

O homem fechou o salão, apagou a luz e conduziu-me para um quartinho na parte de trás do próprio, o qual servia também como despensa. Sentei na cama que havia lá e ele veio em minha direção baixando a calça e apresentando-me um palpitante e gostoso cacete, mais ou menos 17cm, grossura normal e cabeçudo. Mamei naquela guloseima com avidez. Engoli todo o mastro, beijei-o, chupei-o e passei a língua desde os testículos até a cabeçona.

Tirei minha roupa e surpreendi-me com o barbeiro vindo fazer-me um boquete; mais ainda quando ele me virou e enfiou a língua dentro do meu ardente cu. Uma delícia! Depois o homem colocou-me de quatro, passou um daqueles cremes para cabelo no meu rabo, deu uma três cuspidas nele, ajeitou a graúda cabeça e foi socando a piroca na minha bunda num só movimento, porém devagarzinho.

Eu gemia surda e continuadamente. Não demorou muito, ele urrou, gozando muito no meu cuzinho e desabou em cima de mim, ofegante. Sentia seu caralho latejar nas minhas entranhas quando contraía espasmodicamente as pregas do meu rabinho. Foi demais!

O outro episódio aconteceu quando fui com um amigo consertar o carro dele numa oficina mecânica. Ao chegar lá, fui urinar enquanto meu amigo conversava com o mecânico. No banheiro encontrei outro mecânico que iniciara a mijada. Ele aparentava ter cinquenta e poucos anos. Encostei ao lado dele no urinol coletivo, cumprimentamo-nos, e notei quando ele virou a cabeça e, sem disfarçar, não tirava os olhos do meu pau.

Aquilo me excitou no ato, e meu cacete instantaneamente começou a endurecer. Percebi que ele também se excitara, e vi quando fez uma expressão de admiração ao notar o tamanho que meu caralho alcançara.

- E aí, gostou do que viu? - falei com ar simpático.

- Gostei muito! - respondeu sorrindo.

- O seu também é muito gostoso - ponderei.

Num papo rápido deu-me um cartão da empresa dizendo para eu ligar logo mais no início da noite, acrescentando ser ele que diariamente a fechava, legado de confiança que o patrão depositava nos seus mais de 30 anos de serviço. Assim que escureceu liguei e retornei à oficina. Sozinho, ele acabara de mexer num carro. O mecânico foi logo acariciando seu pau cima do sujo macacão.

Virei de costas para ele, arrebitei a bunda e fiquei rebolando no seu cacete. A seguir, enquanto ele lavava as mãos, eu sacava seu mastro e caía de boca. Ajoelhado, eu mamava freneticamente sob um envolvente aroma resultante do misto dos odores de suor, graxa, óleo, gasolina e sapólio barato. Era bom demais! Ele quis tomar banho, mas eu não deixei, afinal, não poderia me privar daquele sofisticado "parfum de mécanicien".

Na sequencia, levou-me ao escritório que ficava nos fundos da oficina, onde nos beijamos, tiramos nossas roupas e fizemos um sôfrego sessenta e nove (comigo por cima) no sofá que havia no lugar. Nessa posição o mecânico sugou muito meu cacete e meu saco; cheirou, beijou e lambeu meu rego de cima a baixo, e enfiou toda a língua dentro da minha rosquinha. Que delícia! Eu me lambuzava todo sorvendo seu pirulito.

Após isso tomei a iniciativa de ficar de quatro com a bunda bem empinada e bem aberta, oferecendo-lhe meu latejante rabo que implorava de vontade de ser alargado. Ato contínuo, com destreza, o mecânico colocou uma camisinha, deu umas quatro ou cinco fartas cuspidas no meu cu e, com umas dedadas, besuntou-o por dentro e acomodou seu câmbio à porta do meu pulsante anelzinho, então foi enterrando a piroca lentamente, até seu saco bater na minha bunda.

Contraindo o rosto, eu estava sem fôlego, sufocado, gemendo e rebolando.

- Você gosta de tomar no cu, né, sua putinha safada? - murmurou entre dentes.

- A-do-ro! Ai, isso, fode mais o cuzinho do netinho, meu vovozinho gostoso, vai! - balbuciei num fio de voz.

Em dado momento, sem desengatar o cacete do meu cuzinho, colocou os pés no assento do sofá, alternadamente, e jogou seu corpo para cima do meu, passando a me cavalgar e acelerando o ritmo do vaivém. De dor e prazer eu choramingava. Era puro êxtase!

De repente, o homem estremeceu urrando de prazer, despejando um rio de porra quente dentro do meu rabo e desmoronando ao chão, resfolegando e suando muito. Poucos segundos após, masturbando-me como um louco, em golfadas derramei meu ardente esperma em cima do sofá, e caí no chão ao lado do mecânico. Foi decididamente inesquecível! Depois eu o enrabei também.

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