Casa dos Contos Eróticos


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Uma boa e inesperada foda!

Um conto erótico de Diabinha Fogosa
Categoria: Grupal
Data: 15/01/2009 15:13:31
Nota 10.00
Assuntos: Grupal

UMA BOA E INESPERADA FODA !

Meu nome é Lúcia, sou cabeleireira (aliás, muito bem sucedida) e estou estabelecida numa das cidades que compõem o ABC paulista, num salão bem montado e com uma clientela muito boa.

Tenho os cabelos curtos, descoloridos, 1,68 m seios grandes e firmes e uma bunda também grande, sendo um pouco gordinha para minha altura, meus olhos são cor de mel.

Nas linhas seguintes, vou justificar porque adotei o nick de Diabinha Fogosa.

Solteira por opção, sou bi sexual mais ativa que passiva e curto sexo não convencional (penetração com as mãos e objetos, consolos gigantes sexo com urina, entre outras variações), muito embora não dispense uma boa trepada, preferencialmente com mais de um parceiro, homens ou mulheres.

Adoro fazer meter com pessoas negras ou mulatas! Um fetiche dos tempos de adolescência.

Meu salão de beleza é unissex e tenho muitos clientes masculinos.

Um desses clientes, que vou chamar de Jairo, um homem forte, mulato, quase negro, peito largo, sorriso cativante e dentes perfeitos é casado com a Renata, também minha cliente. Uma mulher exuberante, alta, morena cor de jambo, seios fartos e firmes, bunda arrebitada e saliente, olhos cor de gasolina (como ela costuma dizer, rsrs), fala mansa olhar penetrante que parece nos devassar a alma.

Certa vez, numa noite de verão extremamente quente, estava atendendo o Jairo enquanto a Renata aguardava para ser atendida. Dado o horário, quase nove da noite, estávamos apenas os três no salão, com a porta trancada primeiro por segurança e depois para que não entrassem mais clientes. Por estar muito quente, usava somente uma saia de tecido fino com uma calcinha pequena e o jaleco padrão do salão, sem sutiã, oferecendo uma visão generosa do início dos meus peitos. O Jairo, através do espelho, não desgrudava os olhos de mim! Eu, por minha vez, percebia que, por baixo da túnica que evita que os cabelos caiam na roupa dos clientes, disfarçadamente, alisava sua rola com uma das mãos! Safada como sou meus mamilos ficaram durinhos e, mesmo na presença de sua esposa, resolvi entrar no jogo e ver o que poderia acontecer. Com o pretexto de buscar uma outra tesoura, fui até um pequeno depósito e escritório, tirei a calcinha, e voltei com o primeiro botão do jaleco aberto, mostrando assim, um pouco mais dos peitos e comecei a esfregar como que casualmente a buceta nos braços dele que estavam apoiados nos braços da cadeira, observando pelo espelho, como quem não quer nada, a reação da Renata.

Jairo já não disfarçava mais as carícias no pau! Eu continuava a me insinuar e a me esfregar nele! Renata, eu via pelo espelho, olhava ora para os meus olhos, ora para o meu corpo se esfregando no seu marido. Acendeu um cigarro, tragou-o demoradamente, soltou a fumaça com um suspiro, mas, não disse nada, continuando apenas a fumar e nos observar. Jairo já apertava com força o pau, eu percebia. Demorei propositalmente mais tempo que o normal para terminar de cortar o cabelo dele. Quando retirei a túnica, e ele se levantou, não fez absolutamente nada para esconder o enorme cacete que fazia volume em suas calças. No lado da cabeça do caralho estava uma pequena mancha molhada...

Olhei sem disfarçar para aquele volume e, coloquei a pontinha da língua entre os lábios, recolhendo-a rapidamente, fazendo uma carinha de pidona. Jairo me olhava nos olhos. Renata observando tudo, também olhou diretamente para o pinto duro e babado do marido, e, com um sorriso maroto, sentou-se para ser atendida. O clima estava se tornando ainda mais quente... Com a minha esfregação no Jairo, fiz a rola dele babar e, como não sou de ferro, fiquei também com um puta tesão e com a buceta um pouco molhada. Só não estava entendendo as atitudes da Renata. Achei que ela ia ficar no mínimo, de cara fechada...

Renata nessa noite usava uma saia jeans um pouco acima dos joelhos e uma camiseta sem mangas com um decote bem acentuado. Estava também sem sutiã e seus seios grandes pareciam que iam saltar a qualquer hora pra fora da camiseta.

Jairo sentou-se em uma das poltronas de espera, acendeu também um cigarro e, pra surpresa minha, continuou a esfregar o pau por cima da calça sem nenhuma cerimônia, me devorando com os olhos. Renata, pelo espelho, podia ver tudo e continuava com aquele sorriso maroto e enigmático nos lábios. Meu tesão aumentava e minha buceta estava ficando mais molhada!

Quando ia começar a cortar o cabelo da Renata...

- Também quero atendimento personalizado... – ela disparou olhando-me diretamente nos olhos!

- Como assim? Meio que gaguejei...

Ela se levantou e sem parar de me olhar nos olhos, disse com a sua fala mansa, mas de uma segurança impressionante:

- Lúcia, sua filha da puta... Falou isso e me deu uma sonora bofetada na cara!

- Faz tempo que nós morremos de tesão por você, porra! Hoje foi a gota d´água! Estou com a buceta encharcada de ver você se esfregar no meu marido. Olha o estado que ele está!

Surpresa pelas palavras e pela bofetada, olhei para o Jairo. Ele sorria com o caralho pra fora, punhetando de leve, sem tirar os olhos de mim!

Sem mais nem menos, Renata me deu outro tapa na cara e me puxou pelo pescoço me beijando como nunca antes ninguém havia me beijado! Jairo veio por traz, levantou minha saia encaixou aquele monumento de caralho entre as minhas coxas, começou a apertar minhas tetas e beijando minha nuca sussurrava em meus ouvidos:

- Hoje você não nos escapa, cachorra! Vamos te foder gostoso aqui no seu salão! E vai ser agora!

Nunca imaginei que o casamento deles fosse liberal assim. Sempre me trataram com consideração e respeito.

Entreguei-me completamente. Em segundos estávamos todos nus. Renata me colocou sentada na cadeira de cabeleireiro, ajoelhou no chão, pôs minhas pernas para cima, e começou a me chupar! Provocava-me chupando minha virilha chegando até meus grandes lábios e subia em direção ao grelinho sem tocá-lo... Fez isso várias vezes até que praticamente engoliu minha buceta já muito molhada nessa altura! Senti um frenesi no meu corpo e gozei alucinadamente. Jairo só observava sem parar de punhetar a rola dura como pedra!

Após me chupar por vários minutos, Renata se levantou com a cara lambuzada de meus líquidos, bateu-me de novo e com força na cara dizendo:

- Como a sua buceta e gostosa, puta do caralho... Jairo venha provar!

Deu-me outro beijo... Senti o gosto de minha buceta na boca e o tesão aumentou mais ainda!

Jairo ajoelhou-se e me chupou divinamente, enquanto Renata me chupava os seios e bolinava sua buceta. Após alguns minutos deliciosos, Renata gozando nos seus dedos, praticamente gritando fala:

- Mete nela Jairo! Faz essa cadela gemer no seu caralho, porra!

Apesar do tamanho avantajado da pica, entrou de uma vez só, tanto eu estava molhada! Jairo metia de forma ora cadenciada, ora com violência, arrancando de mim, gritos e suspiros! Renata olhava, metia os dedos em sua buceta e parecia em transe! Jairo fodeu com categoria minha buceta por uns quinze minutos. Que virilidade tem aquele homem! Que controle! Enfiava e tirava com maestria! Ora enfiava tudo e ficava alguns segundos como que saboreado aquele momento enquanto mordiscava de leve os bicos dos meus peitos doídos de tão duros! Gozei umas três vezes enquanto ele me fodia! Renata já havia gozado novamente em seus dedos!

- Lúcia, dizia ela, hoje abro mão do pau do meu marido só pra ver essa sua cara de puta gozando no cacete dele! Você gosta de tomar no cu, hein vadia?

Como resposta, pedi ao Jairo para parar, chupei um pouco seu pau e me ajoelhei apoiando o peito no assento da cadeira, passei um pouco de cuspe misturado com meu gozo no rabo e, com as mãos arregacei o cu, oferecendo-me para o abate final!

Renata pegou o pinto do marido, chupou gostoso deixando ele bem salivado e guiou-o para as minhas pregas! De um empurrão, a cabeça entrou e logo Jairo, com a sua competência, meteu todo o resto, deixando só o saco de fora!

- Renata, que cu gostoso tem essa puta! Caralho! Nem largo, nem apertado! Olha como meu pau entra e sai!

Dizia isso e tirava até a cabeça e metia de novo tudo de uma vez! Minhas pernas tremiam! Meu corpo suava em bicas! Sentia os pingos do suor dele caírem nas minhas costas enquanto meu cu era arrombado pelo seu majestoso caralho!

As metidas foram se tornando mais aceleradas e violentas. Sentia que estava chegando a hora. Jairo dizia coisas sem sentidos. Renata bolinava minha buceta juntamente com a sua! Eu estava a ponto de desmaiar de tanto prazer!

¬- Onde vocês querem? Onde vocês querem, arfou o Jairo. Rápido, caralho... Estou quase explodindo...

Renata empurrou o Jairo tirando o pau dele do meu rabo, puxou-me pelos cabelos me virando de frente para a rola dele que parecia ter aumentado de tamanho e latejava em sua mão a poucos centímetros do meu rosto. Ela colou seu rosto junto ao meu e pediu:

- Lava nossas cara de vagabundas e putas que somos, lava. Lava com porra quentinha, agora vai...

Num estertor (já estava me fodendo mais de meia hora sem gozar) jorrou um jato enorme de porra que me atingiu direto na cara e com um urro, continuou expelindo jatos de porra alternando entre minha cara e a cara da Renata. Os jatos foram diminuindo de intensidade até ficar um fiozinho escorrendo da cabeça do cacete.

Com a cara lambuzada, Renata pegou o pau do marido, enfiou ele quase todo na boca e chupou com uma vontade que eu nunca tinha visto. Jairo se contorcia e tentava ficar de pé! Chupou como se disso dependesse sua vida! Em seguida, Pegou-me novamente pelos cabelos, levantou-se um pouco e apertando minhas bochechas, fez com que eu abrisse a boca e cuspiu dentro dela o que conseguiu sugar do pau de Jairo. Engoli tudo e beijei-a demoradamente. Acabamos limpando nossas caras (uma da outra) com a língua e engolindo todo o esperma ejaculado nelas!

Descansamos um pouco, nos vestimos suados e cheirando sexo e porra, pois, não tenho chuveiro no salão, indo embora felizes e saciados.

Em outra ocasião, eu contarei outra foda monumental, desta vez na casa deles, com a participação de uma amiga, a Isadora.

Isadora é uma mulher de 1,75 m, morena, olhos negros, cabelos também negros e curtos, seios médios e bunda um pouco pequena para a sua altura. Isa (como gosta que a chamem) é advogada e trabalha num escritório no centro de São Paulo. Ela também é bi, gosta das mesmas variações do sexo que eu e não tem uma buceta no meio das pernas nem um cu no meio da bunda! O que ela tem são duas fornalhas que quando se acendem, haja pica e foda pra apagar aquele fogaréu!!!

Aguardem!

Beijos

[email protected]

Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
15/01/2009 15:19:03
Que tesão Lúcia me escreva




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