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♥Ai sério, meu cuzinho está doendo muito.

Um conto erótico de Moh Lyndinha
Categoria: Heterossexual
Data: 27/11/2008 19:16:19
Última revisão: 22/06/2017 13:17:28
Nota 9.22

DIÁRIO SEXUAL DA MOH 1

Oi galera, navegando pela internet resolvi postar uma das minhas confissões mais íntimas que denominei como:

♥Ai sério, meu cuzinho está doendo muito.

Meu nome é Monique, tinha quinze anos de idade na época e fazia o primeiro ano do ensino médio. Nos finais de semana frequentava piscina, shopping, cinema, festinhas. Curtia tudo que a vida tinha de melhor a me oferecer nessa pacata cidade do interior de Minas Gerais.

Eu mentiria se falasse que era a adolescente quietinha e comportada da igreja, muito pelo contrário, sempre fui chamada de “rebelde” por várias “tias”. Sempre estava errada em tudo. Minhas roupas mostravam muito meu corpo, meu cabelo era grande demais, se cortava era curto demais, se eu pintava meus cabelos, não podia, pois, era muito nova para isso, se eu fazia parte do grupo de dança, pediam a minha mãe que me retirasse, pois segundo elas eu era “sensual demais”, lembrando que eu era apenas uma criança na época. Se eu andasse com o meu amigo, era motivo de chamar meus pais para uma conversa, pois meninas comportadas não andavam com meninos homens, isso era sinal de vulgaridade. Tudo era motivo para uma conversa com minha mãe, e em tudo eu sempre estava errada, mesmo sem a menor intenção de causar ou provocar algo.

Uma adolescente que atraia olhares de homens maduros, principalmente por ter um corpo já quase formado, ser uma garota descolada e bem doidinha. Desde pequena sempre me disseram que eu pensava com idade avançada mas apesar dos boatos e fofocas que rolavam sobre minha pessoa, ainda era virgem, pelo menos na vagina.

Então vamos a essa minha primeira experiencia sexual para que vocês possam me entender.

Nos dias de semana passava bastante tempo na mercearia do meu tio João (irmão mais velho do meu pai). Por ele não ter filho fazia todas minhas vontades. Tio João fazia questão que eu desse um pulinho na mercearia antes de ir para o colégio para pegar dinheiro para o lanche. Odiava dividir meu tio com alguém. Perdi meu pai aos quatro anos de idade e ele sempre foi um paizão para mim. Eu estudava no melhor colégio particular da cidade, o Coração de Jesus, que era pago por ele.

Mas tudo começou a mudar quando meu tio João ficou um tempo afastado da mercearia, ele estava prostrado e quem estava ficando na mercearia era o filho do seu amigo que veio de Campinas interior de São Paulo tentar a vida aqui em Minas Gerais. Seu nome é Jorge, um rapaz de 27 anos bem abençoado, mas também muito abusado, exibido, criador de caso, um cara briguento e implicante que dava encima de todas as meninas da cidade mais que me despertou um interesse muito forte.

Minha mãe confiava muito em mim e me deixava livre mas me aconselhou a evitar ir na mercearia na ausencia do tio João. Eu com meus quinze anos tinha quase 1.69 de altura, 57 quilos, um corpo bem definido com bumbum bem arrebitado, seios médios, pernas torneadas, cabelos preto longos e uma cintura bem fina. Isso chamou a atenção de Jorge que ficava na porta da mercearia esperando eu passar.

Tinha sempre a companhia na volta do colégio do meu primo Victor, filho da irmã de papai, até um pouco antes de chegar na mercearia do Tio João, quando seguiamos caminhos opostos para chegar em nossas casas.

No caminho restante até minha casa estava sempre sozinha e de longe já reparava os olhares do Jorge que me comia com seus olhos gulosos de quer me despir, essa situação deixava minhas pernas bambas parecendo que não iam chegar, um calor lá embaixo na minha calcinha que ficava tão úmida que me assustava achando que meu fluxo menstrual estava vindo fora do dia certo.

Ao passar por ele já esperava algum sussurro baixinho no meu ouvido:

__ Sonhei com você essa noite, toda nua, me chamando de amor, me chamando de paixão!

__ Você é mesmo um abusado moço, eu vou contar para o meu tio o que você fala para mim, seu grosso!

Fazia tipo, não demostrando interesse por ele e com isso ele ficava mais e mais interessado. Fazia bem para meu ego deixar o rapaz babando ao me ver passar.

De manhã usava uniforme para ir para o colégio. Saia, blusa e meia três quartos, que deixava os homens ainda mais loucos.

Um dia ao sair do colégio, resolvi entrar na lojinha pois queria saber o que me levava a sentir aquelas coisa estranhas pelo rapaz que tanto me seduzia. Fingi querer comprar açúcar de doce mas logo Jorge me cortou dizendo que eu estava ali por causa dele. Isso me deixou furiosa, mesmo ciente que era a mais pura verdade pois não via a hora de conhecer aquele moço.

A mercearia estava vazia e o açúcar estava na parte de cima da prateleira. Logo, Jorge pegou uma escada e pediu que eu á segurasse, subindo em seguida. Jorge estava com um short largo e pra minha surpresa ele não usava cueca. Isso me deixou ainda mais nervosa quando vi seu saco cabeludo e seu pau todo amostra. Parecia que ele tinha a situação sob controle. Rindo e com olhar de safado me entregou o açúcar perguntando se eu gostei do que tinha visto e pediu para voltar na hora de fechar a mercearia pois queria trocar uma ideia na boa comigo.

Em casa no banheiro aloirando os cabelinhos das coxas e deixando os pentelhinhos da vagina bem aparados vinha nos meus pensamentos a maravilha do cacete que tinha acabado de ver. Não estava mais aquentando o tesão. Minha xoxota umedecia minha calcinha me sentindo uma verdadeira vadia querendo ser devorada ou devorar aquele macho que me causava calafrios.

A noitinha, decidida e Impaciente coloquei uma sainha rodadinha jeans, topinho com decote e sandália rasteira, falei pra minha mãe que ia pegar matéria da prova na casa do meu primo Victor(que era verdade) mas mudei o caminho passando em frente da mercearia que estava a meia porta. Logo ouvi chamar pelo meu nome. Era Jorge que pediu que eu entrasse. Eu fiquei bastante assustada pois assim que entrei ele abaixou a porta sem ao menos falar uma palavra.

Pedi que ele abrisse pois alguém poderia ter visto eu entrar. Um pouco bêbado e com cheiro forte de maconha Jorge me abraçou e logo começou a chupar meu pescoço, insistindo que eu experimentasse uma tal bebida de nome esquisito. Acabei aceitando, queria que ele não me achasse criancinha e sim uma mulher moderna. Eu já tinha experimentado nas festinhas algumas bebidas escondida da minha mãe como licor de Amarula, Absolut Vodka Martini e vinho mas nunca essas cachaças de nomes esquisito.

Apos algumas trocas de olhares Jorge me puxou pelo quadris me deu um beijo de perder o fôlego, levantou minha blusa e tocou meus peitinhos durinhos.

Começou a mordiscar o bico dos meus seios e depois lamber e chupar meus mamilos. Enquanto uma mão me agarrava pela cintura a outra deslizava pelas coxas levantando minha saia. Jorge se deliciava ao sentir minha calcinha toda enfiadinha no meu bumbum bastante suadinho. Após alguns amasso comecei a ficar com medo percebendo que o moço estava perdendo o controle nas carícias. Pedi pra ele parar pelo amor de Deus. Ele sabia o que queria. Sua mão percorria o meu corpo sem pedir licença tocando por dentro da calcinha a xana e os pentelhos aparadinhos tirando de mim gritinhos de tesão. Mesmo bastante nervosa senti um arrepio pelo corpo. Jorge ouvindo minha respiração ofegante sussurrou no meu ouvido:

_ Olha, olha.. a menininha é uma mulherzinha safadinha.

Sorri, confesso que meu ego foi nas alturas. Jorge então se ajoelhou, afastou minha calcinha e ficou lambendo de baixo para cima minha xoxota me deixando com as pernas bambas, o tesão era tanto que acabei urinando na boca dele, fiquei envergonhada mais não pude controlar, em seguida, rindo muito da situação, tirou o cacete de dentro do short molhou com saliva e encaixo entre minhas pernas.

Senti seu pau quente deslisando entre minhas coxas suadas e meladas pelo liquido que descia da minha vagina. Achava que ia desmaiar. Jorge levantou uma das minhas pernas e tentou enfiar na xaninha, gritei dizendo ser virgem, Jorge então puxou o pau e ficou somente me encoxando até gozar, encharcando minhas coxas com seu leite grosso. Eu nunca tinha transado no máximo tinha ficado com alguns garotos nas festinhas. Segurado pau, deixado acariciar meu corpo e gozar na mão.

Me limpei com a parte de dentro da saia e depois com papel higiênico que estava no balcão. Jorge abriu a porta e mandou eu sair depressa. Nem olhei para cara dele, corri para casa. Estava tão assustada e um pouco alta devido a bebida que tropecei no degrau da entrada do prédio chamando a atenção do pessoal que estava na portaria.

Logo que entrei em casa dei de cara com minha mãe que tinha acabado de chegar do trabalho, ela reparou meu rosto assustado. Dei uma desculpa que não colou muito e fui tomar banho.

Depois do banho, coloquei a roupa na máquina de lavar e me tranquei no quarto. Nua, liguei o computador e entrei em um desses sites pornô e fiquei imaginando como seria transar com o Jorge. Na cadeira do computador comecei esfregar minha bucetinha para aliviar o tesão. O tesão era tanto que logo veio o orgasmo deixando escapar um gemidinho, minha mãe que passava no corredor perguntou se algo estava errado mas logo falei que era só cólica menstrual.

No dia seguinte ao sair do colégio com aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles devido a tensão pré- menstrual, parecia que ia mesmo ficar menstruada, passei pelo outro lado da calçada da mercearia e vi Jorge no maior amasso com uma mulherzinha que deveria ter uns trinta e pouco anos. Fiquei morta de ciúmes. Minha raiva foi tanta que deu vontade de avançar naquela mulher como se o garoto me pertencesse.

Chegando em casa cheia de raiva fui procurar minha saia para lavar e não á encontrei. Logo depois minha mãe ligou dizendo que tinha que ter uma conversa séria comigo. Não me preocupei, a principio pensei ser algo relacionado ao colégio pois minhas notas não estavam boas.

A Noite ela chegou e foi logo pegando minha saia, e perguntou:

__ Mônique, você anda bebendo e que manchas brancas são essas na sua saia?

__ Cruzes mãe, bebendo??? Sei lá que manchas são essas, acho que derramei alguma coisa nela.

Fiquei vermelha, comecei á gaguejar. Ela sabia que era espermas e as marcas de chupões no pescoço me entregava. Daí acabei contando que foi o Jorge da mercearia que tinha me agarrado a força e me obrigou a beber, fumar e transar. Minha mãe começou a me bater, gritando, perguntava se ele usou camisinha e saiu dizendo que ia conversar com Tio João.

Horas mais tarde ela voltou dizendo que meu Tio prometeu demiti-lo e manda-lo de volta pra Campinas e que ela ia marcar ginecologista pra mim. Falou também que Tio João implorou que ela não desse queixa na policia pois ele era fichado por brigas. Minha mãe mesmo muito nervosa acabou concordando em nome de uma velha amizade entre eles.

Passei a noite sem dormi pensando nas mentiras que falei e ainda imaginando tudo que tinha acontecido. Seu gosto, seu cheiro, seu pau quente me encoxando, seu gozo, não saia da minha cabeça. Estava literalmente apaixonadinha pelo Jorge. Estava decidida a contar a verdade para o Tio João.

No dia seguinte, acordei super excitada com os peitos durinhos, assisti só dois tempos de aula, corri para evitar que o rapaz fosse demitido. Chegando lá notei que o Jorge estava com os olhos vermelho e com uma carinha que dava dó de choro. Tio João pediu para que ele sem presa descarregasse os sacos de carvão do caminhão para calçada do armazém. Eram em torno de 30 sacos. Tio João com a cara fechada me levou para o depósito no fundo da mercearia. Lá tinha algumas caixas de cebola, batata e cereais. Um lugar sombrio com pouca luz e abafado. Tinha um sofá rascado, algumas cadeiras de ferro velhas e uma tanque com a torneira que não parava de pingar.

Comecei a contar como tudo aconteceu. Que estava morrendo de ciúmes pelo garoto e que da mesma forma que Jorge quis eu deixei, contei que eu não parava de pensar nele e que sempre que passava em frente da mercearia o provocava com olhares. Falei também que eu estava apaixonada pelo Jorge e que rolou uma certa pegação e que apesar de tudo, eu continuava virgem.

Tio João estava estranho não sei bem mas parecia drogado. Me olhou profundamente e disse:

__ Mônique, você sabe o que sua mentira me fez fazer?

__ Desculpa tio...! Eu tinha acabado de ver esse grosso com outra mulher e fiquei com raiva!

__ Sua vagabunda eu bati no rapaz. Você é uma criança malvada que mentiu para sua mãe.

Nesse momento tio João acertou uma bofetada no meu rosto que fiquei zonza sem noção de espaço.

Sem saber o que fazer, nervosa, chorando pedia desculpas mas ele estava fora de si. Tio João me puxou com força sentou-se na cadeira colocou-me no seu colo de bruços e suspendeu minha saia batendo varia vezes na minha bunda. Eu não parava de chorar e gritar mais mesmo assim ele não ligou e continuou me bater com mais força falava bem alto:

__ O que tu dize menina ? Repete porra, vai !

__ Ai, meu Deus ! Deixa eu sair daqui por favor!

__ Fala desgraçada, tu ofende a honra de um homem e quer ir embora? Desembucha!

__ Pára tio, por favor eu falo o que o senhor quiser ! disse nervosa, chorando com a bunda ardendo.

__ Então continua, porra !

__ Não foi culpa dele já falei, eu tava bolada com ele ! Ai tio, deixa eu sair, pelo amor de Deus !

__ Tu se deitou com ele mesmo ? É verdade o que tu falou ? (tio João perguntou passando a palma da mão entre minhas coxas por cima da calcinha tocando minha vagina)

__ Não, já falei... eu menti... chega por favor me deixa ir você não tem o direito de fazer isso! Para tio, está doendo! Para por favor!

Por alguns segundos Tio João parou, respirou fundo e depois de um curto silencio deu mais três batidas fortes com a palma da mão aberta estalando no meu bumbum. Só escutava ele dizendo que a história de anos atrás estava se repedindo.

Depois de tantas palmadas já não sentia o peso da sua mão, sentia somente minha xana molhada sedenta por sexo e o volume do pau duro do meu tio pressionando minha barriga me deixando ainda mais tensa com o que poderia vir a acontecer comigo, confesso que achei que ele ia me matar.

Ele parou de me bater, me puxou pelos cabelos e com o movimento fiquei de joelhos, percebi que seu cacete tinha escapado do short e então ele falou:

__ Isso é pra cobrir o prejuízo, e engole esse choro se não vai ser pior! Chupa e mama gostoso sua vadia! Se não vou te quebrar na porrada!

__ Não por favor tio! Você é meu tio! Isso não!

Eu toda fora do meu estado considerado normal não sabia o que fazer. Tio João não pensou duas vezes. Ainda segurando meus cabelos colocou meu rosto na direção da sua rola grossa e dura. Começou a esfrega-lo na minha cara, enfiou seus dedos na minha boca fazendo eu abrir, mandando chupar seu pau. Apavorada fechei os olhos e chupei com nojo, com choro, babando e engasgando algumas vezes. Estava sem ar, então depois de algum vai e vem ele gozou.

Tio João gemia e se contorcia puxando minha cabeça e comprimindo contra seu pau me fazendo engolir tudo, cada gota daquela porra melada e nojenta, pedindo para abrir mais e mais a boca. Eu estava com tanto nojo que fiz ânsia de vomito.

Pela primeira vez senti o gosto de um leitinho quente com cheiro forte direto goela abaixo, sendo obrigada a engolir aquela porra nojenta.

Tio João secou minhas lagrimas com a mão e logo depois mandou que eu lavasse o rosto e esperasse ali mesmo.

Quando pensei que tudo tinha terminado ele falou que ia chamar o Jorge para se resolver comigo. Eu ainda estava me recompondo quando Jorge entrou.

Tio João falou baixinho com ele por alguns minutos, mas escutei o final quando ele disse assim:

__ Olha bem rapaz, não vai me arrumar mais problemas, se entendam. Só não quero que você tire o selinho do pacotinho da menina, pois a mãe dela precisa saber que ela mentiu e que ainda é cabaço.

Em seguida tio João se retirou. Me senti uma cadela no cio pronta para ser devorada por um cão feroz.

Jorge me olhou profundamente dos pés a cabeça e sem perder tempo foi logo tirando o short. Pude ver seu cacete duro bem maior do que eu imaginava, era como um ferro em brasas pronto para marcar minha vida para sempre.

Seu corpo pingava suor e estava completamente sujo de carvão exalando um odor forte que me deixou ainda com mais tesão. Meu corpo implorava pelo dele. Jorge me puxou bruscamente pela cintura, arrancou minha saia, abriu minha blusa do colégio soltando alguns botões e logo meu seios pularam pra fora do sutiã.

Jorge jogou seu corpo sobre o meu no sofá me dando um beijo ardente. O tesão era tanto que nem me preocupei se estava com gosto de esperma na boca. Estava decidida a me entregar totalmente para esse macho. Queria senti-lo dentro de mim, queria me entregar, queria ama-lo, queria me tornar mulher dele.

Jorge colocou-me de quatro no sofá. Afastando minha calcinha com os dedos começou a me lamber, mordendo meu bumbum, chupando e passando a pontinha da língua no meu cuzinho e na raxa em brasa, arrancando gritos e gemidos de prazer. Tive vários orgasmo na boca dele. Comecei a chupá-lo...! Seu pau era bem maior do que o outro que eu tinha acabado de mamar. Lambi a cabecinha, saboreando o líquido que já escorria daquela cabeça vermelha. Passei a língua, coloquei só a cabecinha na boca e chupei. Delícia. Ouvi-lo gemer me deu mais tesão ainda. Lambi toda a extensão do seu pau, e então fui engolindo aos poucos seu mastro até não suportar mais a profundidade dentro da minha garganta que me deixava esgasgada e vazia com que uma enorme baba escorece da minha boca descendo até suas bolas. Jorge falava coisas ao mesmo tempo que me apertava pelos cabelos me forçando a encolir por completo seu penis.

__ Pede! Pede gritando sua vadia ou eu saio daqui e te deixo na mão! Pede rola pra eu ouvi! você tanto procurou, agora achou!

Disse me dando tapinhas no meu rosto.

__ Por favor me come! Por favor! Eu preciso, me faz gozar. Mete por favor que não estou mais aguentando!! METE! Te quero seu maluco!

__ Vira de bruços cachorra que vai levar pirocada nesse rabo! (Jorge falou arrancando com força minha calcinha e arrebentando meu sutiã)

Então me coloquei de costas para ele e me curvei sobre o sofá, fiquei esperando que viesse me foder. Jorge bateu na minha bundinha e disse:

__ Que bundinha gostosa toda marcada das palmadas do velho João!

Me desesperei quando percebi que ele queria comer minha bundinha.

__ Ai não! Pode ser na xaninha Jorge, quero me entregar para você!

__ Relaxa, relaxa... eu só quero alguém pra trepar, eu quero teu rabo safada!

__ Por favor, come a bucetinha gato!

__ Que xaninha rosadinha, mas não posso porra prometi ao velho Joaão!

O jeito foi relaxar, deixar ser dominada, fechar os olhos e empinar a bundinha pra ele penetrar.

Jorge começou a beijar e a morder meu bumbum. Logo em seguida senti sua língua lambendo e babando minha vagina e seus dedos navegando no meu cu arrebentando minhas pregas uma a uma. Gemi reclamando de dor.

Mordi a mochila já esperando ganhar madeirada com os olhos cheios de lágrimas. Ele beijou minhas costas alisou meu cabelo e tirou os dois dedos do meu cuzinho. Deu algumas cuspada no buraquinho, mandou que eu abrisse um pouco as pernas e segurasse a bundinha afastando minhas nádegas com as mãos, ajeitou seu pau na portinha do anel me puxou pela cintura e disse:

__ Não vai doer nada e logo você vai gostar. Vou comer muito esse cu e depois de hoje, você vai implorar para eu meter sempre nessa bundinha, nesse rabão gostoso.

O cheiro forte de suor e aquele pau rasgando as minhas pregas uma por uma abrindo minha ruela fazia meu corpo estremece.

__ Ai, sério ta doendo muito ... Como posso me sentir bem assim?

__ Chora novinha! Não queria ganhar madeirada? Sei que você não aguenta reagir!

Aquelas estocadas que eu sentia cada vez mais fortes me fazia gemer alto. Cheia de dor implorei com a xana molhada e piscando ardendo de tesão.

__ Por favor mete devagar só a cabecinha, eu gozo na sua vara! Quero gozar! Quero me tornar mulher com você!

Jorge não me escutou e meteu tudo dentro. Fui ao delírio. Suas coxas roçavam com força nas minhas me fazendo gritar igual a uma vadia.

__ Toma cachorra, agora você não vai mais ficar sem pica aqui na cidade não. Vai virar minha cadela de luxo... putinha safada!

Com suas palavras senti mais tesão e bastante alterada comecei pedir pra meter tudo:

__ Vai, vai.. soca tudo no meu cuzinho! Implorei gemendo.

__Toma vai! Isso, mexe e rebola esse bumbum lindo, minha novinha safada! Fazia tempo que não comia um rabo tão gostoso de uma ninfeta! Ahhh que delicia!

A situação me fez gozar. Estava de bruços com a cabeça apoiada na mochila olhando pra trás e vendo meu amor pesando seu corpo sobre meu, todo sério me comendo feito um animal, me chamando de cadela e vadia, esfregando a palma de sua mão na minha vagina em chamas. Derepente veio subindo um calorzão, senti todos os meus músculos pulsando lá embaixo.

Eu gemia a cada bombada que Jorge dava. Logo fechei os olhos e mordi a mochila gozando. O grito chegou na garganta. GOZEI gostoso! Gemi, gozei gravando as unhas nas pernas dele no momento que ele socava com mais força.

Toda molhada e ainda recebendo pênis no meu cu inocente, passei a esperar pela invasão de porra por parte do meu macho.

__ Goza pra mim, goza safada! vou soltar porra dentro desse cuzinho gostoso, você deixa delicia?

Perguntou já falando agressivamente, pronto pra esporrar dentro de mim.

__ Pode soltar amor, esse seu leitinho quentinho no meu cuzinho!

__ AHH...! uh...! Tô gozando nesse cu gostoso safada. Como você é perfeita... nunca meti tão gostoso!

Senti despejar seu liquido quente e grosso bem no fundinho do meu cu, e assim que Jorge tirou o pau, senti o leite escorrer.

Ficamos quietinhos relaxando alguns minutos esperando meu cuzinho fechar. O buraco estava tão aberto que eu fiquei assustada e chorava muito.

Jorge me beijou algumas vezes, ele não parava de admirar meu bumbum ao mesmo tempo que limpava seu pau com meu sutiã. Enquanto isso tio João costurava os botões da minha blusa falando alto com nós dois que nem mesmo as pessoas mais próximas poderiam saber do que aconteceu. Mesmo sabendo que tinha acabado de ser estuprada guardei segredo. Não aquentava mais ouvir a voz dele. Coloquei meu sutiã sujo na mochila, procurei minha calcinha mas não a encontrei. Com olhares atento dos dois, vesti o uniforme do colégio e sai sem falar uma palavra.

Fui para casa completamente descompensada, me sentindo suja por dentro e por fora, cheirando a sexo, descabelada, com o uniforme do colégio todo amarrotado e para piorar sem calcinha e sutiã que me fazia sentir completamente nua.

Fiquei constrangida ao passar pela portaria do meu prédio e ser observada pelos porteiros que pareciam saber o que tinha acontecido. Fiz um lanche, tomei uma banho deixando a ducha d'água fria bater com força no meu corpo arranhado, roxo e com meu bumbum ardido e arrombado. Vesti somente uma camisola curta de seda no meu corpo nu dolorido e com vergonha fui dormi sem ver minha mãe chegar do trabalho.

Dia seguinte fui normalmente pro colégio, fiquei um bom tempo sem poder sentar sem sentir alguma dor e para piorar tinha ficado menstruada e estava com o cuzinho todo assada!, mas não me arrependo de ter experimentado a sensação de ter uma rola socando meu cuzinho virgem. Figuei alguns dias de castigo pela mentira e no fim, tudo foi esclarecido e terminou bem.

Depois desse dia voltei a transar com o Jorge outras três vezes, sempre fazendo sexo oral e anal. Em pé, de quatro, de ladinho e de bruços no sofá ou em cima dos sacos de açucar, feijão, arroz e farinha do depósito, mas sempre com a permissão do Tio joão que tinha vergonha, medo e culpa de um dia esse segredo ser revelado. Ele só pedia pelo amor de deus para não comer a bucetinha e não arrumar mais problema pra ele.

Ainda não sei o que acontece comigo mas sempre que o Jorge faz sexo oral em mim, passando a lingua na minha bucetinha, meu tesão é tanto que acabo fazendo xixi na cara dele me deixando constrangida.

Com o fim do ano letivo minha mãe ganhou promoção na empresa em que trabalha e mudamos para o Rio de Janeiro. Nas férias odiava visitar o tio João, fiquei com nojo dele, preferia ficar no Rio de Janeiro mesmo com muita vontade de trepar com o Jorge.

Depois dessa experiencia comecei a me moldar, admito que deu certo. Em pouco tempo tudo foi se virando ao meu favor. Mudei minha forma de falar, de andar, as roupas que usava e que favoreciam meu corpo foram trocadas por modelos mais soltinhos que não marcavam tanto, a cor do meu batom e esmalte não era mais em tons fortes, e vejam só, de uma menina “rebelde”, fui crescendo como uma linda mulher segundo a visão de todos. Aos poucos quem convivia comigo, me amava pela minha simpatia e não pelo meu jeito sexy.

FIM

Aí galera, espero que tenham se divertido, não deixem de votar e comentar!

BEIJOS

Moh Lyndinha ♥

Comentários

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02/01/2017 10:19:31
bati uma punheta gostosa sentindo vc..me add mil.
24/10/2013 16:38:46
nota 10
24/10/2013 16:38:20
nossa eu ia odiar esse tio
18/10/2013 18:03:08
linda... tesuda...gostosagozei de encher litros
08/10/2010 00:01:21
Muito bom, continua...
01/10/2009 10:45:10
psicoanal
24/09/2009 10:59:32
me add quero falar com vc mo
02/09/2009 16:36:30
nota dez
30/05/2009 21:54:22
Bom gostosa!!!!
26/03/2009 18:56:32
Fiquei excitada lendo esse conto, super excitada.
22/03/2009 07:49:02
tomo no cu guria e levo linguada tbém. GOSTEI!
21/03/2009 17:07:36
07/03/2009 14:13:35
se ele naum come outro come. bem safadinha vc!
07/03/2009 14:00:51
como é bom fuder um cuzinho
28/02/2009 07:20:39
minha primeira vez foi mais ou menos assim,mto mto bom seu conto menina,continua escrevendo para o nosso prazer
27/02/2009 22:07:47
Oiêeee ... mto bom o seu conto. bjocas
14/02/2009 15:08:12
nossa foi muito bom ver seu relato... se tiver uma brexinha eu estou aki pronto pra ti sentir tambem... me deixa te sentir tambem...
10/02/2009 08:29:33
gostei do seu conto, nota 10
10/02/2009 06:47:02
adorei,muito muito bom
09/02/2009 17:56:15
mto excitante soh q o cara foi mto mané pois não comeu sua bocetinha




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