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Enraba-me... Enraba-me...

Autor: Pica Miolos
Categoria: Heterossexual
Data: 27/03/2008 06:47:27
Nota 8.57
Assuntos: Heterossexual
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Quando acordei já Beatriz havia saído para o trabalho. Eram oito e meia da manhã!

O céu estava meio nublado e por entre as nuvens, uma vez por outra, o sol aspergia os seus raios quentes, naquele mês frio de Março.

Tomei o pequeno almoço e saí para comprar o jornal e pão.

Passei na pastelaria em frente e tomei um café bem quentinho, que me aqueceu a alma. Senti-me revigorado!

De volta a casa cruzei-me com Susana, a bela e atraente Susana, nossa vizinha e amiga desde que fomos morar naquele apartamento.

Era casada e mãe de duas crianças em idade escolar. Tinha trinta e seis anos, feitos há dois meses. O marido, o Simeão, era engenheiro e estava agora, durante duas semanas no norte do país, acompanhando um trabalho da sua empresa.

Ao cruzar-me com ela trocámos palavras de ocasião e como não quer a coisa, perguntei:

- Então Susana, tens falado como o Simeão? Como estão a correr as coisa lá pelo norte? E quando é que ele volta? Já tens saudadinhas do maridinho...

Falei com uma segunda intenção ao perguntar pelo marido e mais ainda quando referi as saudades. Por certo ela estava a necessitar de um macho! Já haviam passado quase duas semanas e qualquer um sente necessidades. Ainda para mais um mulherão daqueles na força da vida!

Susana olhou-me com um ar triste e pesaroso, e respondeu:

- Falei com ele ontem! Está tudo bem, mas afinal só vai voltar na próxima semana. Vai ficar mais uma semana do que estava previsto. As coisas acabaram por complicar-se!

Embalado pela informação, ataquei de pronto, certo de que se não tentasse nada conseguiria. E tentar aquela presa valia bem o esforço.

- Deixa lá, não te preocupes! Logo, logo o tempo passa e tu vais ter o teu homem de volta! E além disso, para que servem os amigos? Passa lá em casa e conversamos um pouco! Estás sozinha em casa e eu estou de férias... Depois de almoço, espero por ti para beber um café!

Susana anuiu com a cabeça e cada um foi para seu lado.

Eu já antevia a possibilidade de comer aquele pedaço de perdição, embora não tivesse a noção exacta de como isso iria acontecer. Mas estava a sentir um vulcão irromper dentro de mim e imaginava já aquele corpinho quente, macio e esfomeado, nu e entregue, trabalhando na ponta da minha vara e recebendo a força da minha verga, numa foda sem tamanho.

Almocei uns ovos mexidos e uma sopa de legumes, ansioso pela momento em que a campainha iria tocar e através do intercomunicador a voz de Susana haveria de surgir límpida e cintilante.

Fui ao WC e lavei o meu instrumento e as bolas, cujo volume parecia anormalmente grande, preparando-me para receber a visita daquela deusa. A tesão que sentia não se via ainda na vibração do meu caralho, mas fazia sentir-me inquieto e estranhamente incomodado, como se o sémen armazenado tivesse atingido o limite máximo e precisasse descarregá-lo rapidamente.

Finalmente o som suave da campainha fez-se ouvir e, evitando mostrar ansiedade ou pressa, fiz um pequeno compasso de espera até atender.

Abri então o trinco da porta da rua e esperei junto à porta do apartamento que a divina Susana chegasse.

Com um sorriso largo abri e polida e educadamente demos um beijo na face. Susana estava um espanto de tão simples e cheirosa. O seu perfume inebriava, fazendo-me sentir anestesiado.

Encaminhei-a para a sala e fiz a pergunta que era de esperar:

- Queres um cafezinho?

A resposta veio sem novidade e, deixando-a no sofá, perdida em pensamentos que eu não dominava, fui até à cozinha e liguei a máquina expresso. Susana levantou-se de seguida e veio ter comigo, suave nos seus passos de fêmea. Cruzei o meu com o seu olhar e lançando conversa, perguntei:

- Pareces triste! Estás com algum problemas?

Que não, respondeu ela e apesar de tudo, lançou um sorriso bonito, onde adivinhava uma intenção qualquer que eu não conseguia entender.

Breves segundos passaram e as duas chávenas de café ficaram prontas para serem bebidas. Susana pegou na sua e foi na frente em direcção à sala. Eu segui-a, olhando as formas curvilíneas do seu corpo esbelto e maduro. Nem parecia que estava na presença de uma mulher mãe de duas criança.

Conversa vai, conversa vem e não havia maneira de conseguir encaminhar a situação no sentido que eu pretendia.

Até que Susana deu o mote, de forma quase natural. Julgava eu...

- Sabes, Júlio – é esse o meu nome - sinto falta do Simeão! Uma pessoa habitua-se a ter um parceiro na cama e quando ele falta é que percebe como ele é importante. Sabes como é... Talvez seja isso que transpira de mim, quando achas que eu estou com algum problema.

Era o momento certo para lançar o ataque decisivo. E não hesitei!

- Susana, mas há outras formas de atenuar ou resolver o problema. Tu sabes! Aliás, uma mulher como tu, na força da vida, cheia de fogosidade e vigor, não tem que ficar na expectativa do regresso do parceiro. Deve afoitar-se em solucionar a situação, sem tabus!

Susana olhava-me agora com uma expectativa e uma vontade de saber o que eu pretendia, como se não esperasse o que acabar de lhe dizer. Parecia ressaltar do seu semblante uma dúvida, uma interrogação.

Adiantei-me e foi claro e directo. Sem rodeios tomei a decisão que se impunha, sujeitando-me a ser posto em sentido, se essa não fosse a vontade daquela mulher.

- Tu tens aqui um amigo para o que der e vier! Porque hás-de passar necessidade se eu te posso ajudar desinteressadamente? Susana, eu posso e quero ajudar a resolver essa tua angústia e a solucionar esse teu momento difícil. Porquê sofrer em silêncio uma dor que podes partilhar?

A partir dali a Susana que eu conhecia deu lugar a uma Susana nova e ainda melhor. Sem qualquer espécie de pudor ou vergonha, lançou-se ao meu pescoço e começou por dar-me um daqueles beijos que fez com que o meu pau já de si excitado, passasse a um estado de prontidão tal que nada podia impedi-lo de entrar em órbita.

Eu e Susana fundimos os nossos corpos e em breves segundos estávamos nus, sem termos consciência de como havíamos tirado a roupa e quem a tirou a quem. A excitação, a tesão, a ferocidade sexual não nos deixava ajuizar dos nossos actos e quando já nada impedia um ou outro de nada, Susana estava a mamar-me o bacamarte duro e grosso, fazendo-me um broche descontrolado, e eu, lambia-lhe a vulva inchada e alagada do seu néctar, sugando deliciado aquele seu grelo rosado e intumescido.

Quando nos cansámos de tanto mamar o outro, Susana pediu que a fodesse na cona, pedido que para mim era uma ordem, cujo cumprimento não oferecia qualquer dúvida. Inicialmente ela ficou de costas, levantou as pernas, e recebeu a minha vara galhardamente, enquanto urrava desalmadamente, no vai vem desenfreado da cavalgada.

De seguida, veio por cima de mim e cavalgou a seu bel prazer a minha dureza de macho, metendo tudo o que havia para meter naquela esquentada caverna de Ali-Bá-bá, cheia de soro. Era tamanha a tesão que nem sei como consegui aguentar tanto tempo sem me esporrar, socando fundo naquela rata semi-depilada de Susana.

Enquanto lhe espetava o caralho rudemente, pude chupar e lamber as suas tetas durinhas, de tamanho médio, com bicos aureolados dum tom chocolate. Sentia-me dono duma potranca no cio e estocava nela com veemência, sentindo a plenitude da sua caverna sexual.

Exausto de tanto comer aquela carne gostosa, arfando de tesão e luxúria, fi-la desmontar e coloquei-a de quatro, como uma verdadeira mula, ou vaca, ou cadela. Mirei a sua boca carnuda e meti nela a minha verga, para que a abocanhasse e me chupasse com gulodice. Ela resfolegava como bezerra desmamada, enquanto engolia o nervo carnal.

Em seguida, coloquei-a a jeito e apontei o canhão à sua fenda. Susana ordinária e gulosa, instava-me a cavalgá-la sem demora:

- Vem, meu cavalão! Mete em mim essa tua pichota de boi cobridor e arreganha as pregas da minha coninha esfomeada, até que os colhões batam à porta do meu cono. Fode-me, caralho! Fode-me que eu preciso de ser castigada com essa vara gostosona! Arromba-me a pachacha!

Não quis ser desmancha prazeres e quase alucinado de tesão, enterrei tudo o que tinha e ainda toda a minha vontade de cobrir, com força e sem piedade. Ao mesmo tempo que fodia Susana, chama-lhe puta, vadia, putéfia, vagabunda, cadela, fodilhona! E ela urrava, gemia, gritava na ponta do meu cacete e pedia sempre mais.

Quando já nada mais havia para comer naquela cona, e enquanto continuava bombando nela o meu duro caralho, levei um dedo à sua coninha completamente alagada e lubrifiquei-o abundantemente. De seguida entrei no seu cu exposto e apertado, friccionando-o doce e laboriosamente, para que pudesse sentir o prazer duma penetração dupla.

Susana continuou balançando, gingando, oferecendo-me a cona gulosa enquanto eu lhe adestrava o tubo anal. Apenas resfolegava de prazer! Apenas pedia que a entubasse mais e mais.

Quando entendi que era o momento de lhe dar a estocada final, tirei o caralho totalmente ensopado da coninha escancarada e, sem aviso ou sem pedir licença, apontei ao seu buraquinho inexplorado e segurando-a pelos ombros para que a estocada fosse mais firme e directa, falei para a fêmea escrava que me servia:

- Susana, querida, agora vou arrombar-te o cu todo! Vou-te fornicar a bundinha e encher o teu canal de leite pastoso e quente. Vais satisfazer a fome que sentias em todos os teus buracos, para que saibas, de uma vez por todas, que sou teu amigo... de verdade! Queres levar no cu, vagabunda? Queres ser enrabada, galdéria?

Susana apenas grunhiu e gemeu fundo, voltando para mim a face vermelha do esforço da foda que havia recebido.

Sem mais aquelas, tomei as ancas macias da fêmea e ajeitei-a de modo a ficar no ponto. Segurei o pau duro e grosso, pulsante e ansioso por invadir aquele cu virgem, e encostei-o na entrada do acesso secreto, firmando-o com vontade.

Nesse momento Susana gritou, desvairada, alucinada, tresloucada de tesão e luxuria. Implorava que a possuísse, que lhe cravasse a vara sem dó, que a tornasse puta com todas as letras.

- Vai cachorro, arrebenta o meu cu! Dá-me com esse chicote em brasa e abre a porta do meu rabinho. Esfola-me o anus, cabrão! Quero ser montada como uma égua! Monta cavalo, monta!

Não me contive e sem mais ataquei a presa. Segurei-lhe pelos ombros e espetei duma vez só aquele cu que chamava pelo meu caralho. Susana gritou de dor! Uma dor imensa e gutural! Eu senti o prazer vibrante de ter aberto aquela portinha gostosa. Quando já todo estava dentro dela, parei por breves segundos para que Susana pudesse acomodar convenientemente toda a minha vara. Logo depois dei início ao vaivém, inicialmente suave e depois mais acelerado, até que a dor desse lugar ao prazer. Susana já gemia sentindo o recto invadido pelo meu salpicão.

Eu estava prestes a explodir e cada vez com maior ímpeto fazia Susana engolir por trás todo o meu caralho.

De repente, a fêmea urrou perdida num êxtase demoníaco:

- Enraba-me... Enraba-me... Estoura a tua esporra no meu cu, cavalo!

Não me contive e enquanto ela gritava e pedia, enchi o seu cu de leitinho quente. Susana tinha igualmente explodido num orgasmo de ordinária.

Acabámos por adormecer e algum tempo depois Susana acordou e apressadamente saiu para recolher os filhos na escola. Foi toda lambuzada dos nossos leites e nem sequer se lavou.

Daí para cá, sempre que precisamos um do outro arranjamos maneira de nos ajudarmos, como bons amigos que somos!

Na minha cabeça continua vivo aquele grito urgente, que eu satisfiz com todo o gosto e que continuo a satisfazer sempre que posso:

- Enraba-me... Enraba-me...

Comentários

27/03/2008 15:21:56
Caro treinadorsex as expressões que referes têm o seguinte significado: Galdéria = ordinária, puta, vagabunda e outros equiparados; Pachacha = buceta, cona, conicha, rata e o que te apetecer chamar aquela caverna do prazer; salpicão = é um tipo de chouriço, logo quer dizer caralho, pau, cacete, bacamarte... Espero que de futuro continues a esclarecer as tuas dúvidas, sinal de que lês os meus contos. Um abraço!
27/03/2008 12:33:23
Muito bom o conto!!! Nota 9. Se quiseres, poderás analisar os meus também. Aguardo os comentários. Abração à todos.
27/03/2008 11:10:16
Beleza de relato. Mas com utilizou portugues nativo de portugal, fiquei curioso com o significado de algunas palavras, embora tenha entendido o sentido: Galdéria pachacha Salpicão email para resposta [email protected]
27/03/2008 10:20:26
Otimo conto, prende e da tesão
27/03/2008 09:29:49
Muito bem escrito. Começam a aparecer bons contistas de Portugal neste site... Nota 10!

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