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A mulher do Comandante

Autor: Selva Alves
Categoria: Heterossexual
Data: 03/08/2007 19:16:07
Nota 9.67
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A mulher do Comandante (01)

Ano de 1964, Camissombo, Angola.

O batalhão 528 tinha acabado de chegar à região da Lunda. Esta província maior que a Metrópole, era rica em diamantes e estava na altura hipotecada à Companhia Diamang. A missão do exército português naquela região limitava-se a controlar o tráfego clandestino daquele carbono puro e a reprimir os negros que, para sobreviverem, se dedicavam ao garimpo das pedrinhas de cor transparente. Mas o caso que passo a transcrever é a história de amores proibidos entre um soldado, a quem os camaradas depreciativamente apodaram de sacristão, e a esposa do seu comandante, que é narrada por ele próprio.

-- Eu logo que desembarquei; devido aos conhecimentos de liturgia da missa católica, (cerimónia a que ajudava lá na terra natal), foi indigitado pelo Sr. tenente capelão para ser o seu coadjuvante. Ele me confiou os seus paramentos para dar a lavar e passar a ferro a uma lavadeira negra e também a caixa com os cálices do vinho e das hóstias, assim como duas garrafas de vinho do Porto especial para celebrar a santa missa.

Todos na Companhia de Serviços me conheciam e até as outras unidades onde o capelão dava assistência espiritual. Mas aquele “tacho” de sacristão, embora me safasse das faxinas e de outros serviços também me achincalhava perante os colegas. Aquilo que eu fazia era considerado de “maricas”, bastava que a negra que fazia a lavagem da roupa se me dirigisse para fazer a entrega e já os camaradas me caçoavam:

Então ó “sacrista”, porque não a levas para a sacristia pra te lavar o pescoço? Porra pá, ela é boa que se farta! (Deus serve nozes a quem não tem dentes!) És mesmo maricas, se fosse cá com a gente, ao tempo que aquele “mataco” já tinha sido arrombado!

Aquela discriminação afectava de facto o meu ego e pior ainda, nunca me convidavam para os acompanhar na “ida às pretas”.

Até os oficiais já me tratavam por “sacrista”. Eu não gostava nada daquilo e um dia, talvez levado pela treta do achincalhamento dos camaradas, levei a lavadeira à barraca que servia de sacristia e, depois de beber um copo do vinho da missa pra me dar coragem, ofereci outro à negra e lhe pedi para lhe “trepar”. A lavadeira não estava pelos ajustes e eu tive que lhe dar alguma grana para a convencer a despir-se.

Era de boa carnadura e tinha umas tetas empinadas e rijas como uma virgem. Mandei-a sentar num banco e disse-lhe pra me mamar. Ela abanou a cabeça numa negativa e fazendo-se escandalizada com o meu pedido me invectivou:

-- Sr. Menino, minha mãe me disse que boca é pra comê e cú é pra cagà. Me deu graça o dito da negra e sorrindo pra lhe dar confiança, lhe pedi que se virasse para lhe enfiar por trás. Quando a apanhei a jeito me esfreguei no seu traseiro proeminente e a encostei à pesada mesa da preparação enquanto lhe alisava os peitos altaneiros e duros. Minha haste já no máximo da turgescência se meteu direitinha pela abertura da flor e quando ela já acompanhava o ritmo, eu embalado pelo vaivém, não me contive e apontei à abertura redondinha entre as nádegas arrebitadas e quando ela forçou pra sair fora, eu a prendi de encosto à mesa e fui rude: primeiro a cabeça inchada de tesão e bem lubrificada dos sucos vaginais, conseguiu penetrar no primeiro anel e mesmo com ela esperneando e que não queria, que lhe doía; eu entrei mesmo e, logo aos primeiros movimentos, senti a minha lavadeira acompanhando a embalagem e gemendo:

-- Aiii, menino!... Doeu “maning” mas é gostoso! … Anda mete todo!... É bom!... – Voltei a segurar-lhe as tetas que bailavam no vácuo do nosso ritmo e bombeando com força, atingi o clímax de um orgasmo fabuloso e abundante de semem. Quando ela se virou pra mim com a respiração acelerada, me disse de dedo em riste:

-- Pra próxima quero vaselina, assim é muito duro!... Meu “mataco” é apertado!

A mulher do Comandantedia o Sr. Major Martins, meu comandante, me perguntou:

-- Olha lá ó “sacrista”, tu sabes conduzir, não é verdade?

-- Sim meu Comandante, eu tenho a carta de condução.

-- Aaah! Eu vi o teu processo, sim, estás habilitado, mas pelo sim e pelo não, vai ter com o sargento Matosa para que te ponha um Willis nas unhas para que eu veja que tal é a tua condução. Assim fiz, e demonstrei ao Sr. Major Martins, que estava apto a conduzir.

Tinham passado duas semanas e o Comandante deslocou-se a Luanda para esperar a esposa que vinha da Metrópole para passar féria naquela terra do cú do mundo. Ainda a estou a imaginar atravessando a parada da unidade para ir ao pré-fabricado que servia de comando. Era uma mulher alta e a elegância do vestir não se coadunava com aquela poeira que seus passos levantavam.

Dona Márcia depressa se tornou conhecida pela simpatia que irradiava; não se coibia de saudar até os soldados, via-se que tinha educação; ao contrário do marido que era uma besta no trato. Claro que se tornou conhecida a hora a que ela ia ao comando e o número de espectadores era proporcional à sua simpatia. Aqueles soldados precisavam de um fetiche para a masturbação solitária, aquela era a única mulher branca dos arredores e eles já estavam saturados de fêmeas africanas.

Um dia o Comandante me chamou ao seu gabinete:

-- V.ª Ex.ª meu Major me dá licença?

-- Entra: Quero que todas as segundas e sextas, prestes um serviço extra. Levarás aqui a Dona Márcia a Portugália logo pela manhã e a trarás de volta ao entardecer. Compreendeste tudo direitinho ó “sacrista”?

-- Sim, meu major, pode ficar descansado.

-- Então amanhã vais levantar o jeep, fazes-lhe uma limpeza e quero que tu também estejas limpo e fardado convenientemente. – Eu estava muito ruborizado devido ao tratamento pelo apodo e ao olhar que a esposa do major me dirigia. Mas foi ela que, notando o meu embaraço, me pôs à vontade:

-- Sr. José, não precisa de estar nervoso, eu estou habituada a ser conduzida por militares, verá que até vai gostar de fazer este serviço, as minhas amigas também são transportadas por soldados.

Assim me tornei, além de sacristão, o condutor da esposa do Sr. Major.

Eram 8 horas de segunda-feira; o Willis brilhava no seu tom de azeitona e a minha FN, arrumadinha atrás do banco do volante, também espelhava o seu azulado de aço.

Dona Márcia vestia uma camiseta branca sem mangas e uma saia de algodão creme, o chapéu de palhinha tinha acoplado na copa, um lenço de pescoço amarelo que, como uma flâmula, esvoaçava ao sabor da brisa.

-- Sr. José, está tudo em ordem pra seguirmos? O Sr. já tomou o pequeno-almoço? – Acenei-lhe que sim e ela deu o toque de avançar:

-- Então vamos e que Deus nos guie! – Eu respondi:

-- Já fiz as minhas orações e pedi a protecção do meu anjo da guarda.

-- Fez muito bem Sr. José, mostra que é um homem de fé.

Portugália ficava a 40 kms de Camissombo, e por aquela picada esburacada e poeirenta demorava sempre uma hora e meia a duas horas. Isto se não houvesse algum azar. Pelo rabo do olho eu ia apreciando a minha companheira que, de quando em vez, se abanava com o leque que levava sobre o regaço. A sua respiração a meio da viagem já era um pouco agitada e seus peitos bem nutridos se empinavam com mais frequência.

Estávamos a pouco mais de 10 kms quando um grupo de jovens africanas com os seios desnudos se cruzou connosco. Dona Márcia logo pediu para parar e, munindo-se da sua

A mulher do Comandante• (03)

Olimpya, logo começou a retratar os peitos das jovens; depois mandou-me seguir enquanto comentava:

-- Quando mostrar estas fotos lá às minhas amigas da Metrópole, elas nem vão acreditar. Você reparou naquela que tinha uma saia vermelha? As suas tetas eram completamente redondas e os bicos pareciam tetinas, dava mesmo vontade de sugá-los!

-- Sim Dona Márcia, os seios eram mesmo duros e as outras também eram jeitosas, via-se que ainda não tinham parido, porque depois de amamentarem os filhos, os peitos descaem e ficam sem graça. – Ela olhou para mim e comentou com um sorriso:

-- Já vi que o José frequenta muito as “putas”, não é assim que lhes chamam? – Eu corei com a alusão e ela reparando no meu rubor, acrescentou:

-- Ora Sr. José, esteja à vontade, isso é normal, vocês são homens e não têm cá as namoradas! Nós lá em Portugal chegamos a comentar essas necessidades dos nossos militares. Claro que as chefias deviam de reparar nisso como uma obrigação e além de fornecerem preventivos para as doenças venéreas, também as putas vistoriadas deviam acompanhar as unidades militares. Mas enfim, é assunto tabu, fecham-se todos em copas, é a lei do “desenrasca”!

Chegamos a Portugália era quase hora de almoço e Dona Márcia me deu uma senha para eu comer na cantina dos milicianos. Me entretive a ver as negras no mercado e a contemplar uma ou outra branca que entrava no clube para uma bebida ou jogar canasta. Na hora do chá aquilo animou-se mais e eu tive o prazer de despir com os olhos as damas que entravam, e a imaginar aqueles corpos lindos ocultos sob as roupas brancas que a cada movimento me mostravam os contornos das suas carnes mimosas.

Eram já 18 horas quando um grupo de senhoras, onde vinha Dona Márcia, parou na saída do clube. Três delas eram loiras e lindas, as outras duas eram já quarentonas; mas para um carente como eu, não eram de deitar fora. Todas falavam em inglês e soltavam gargalhadas. Pelos gestos, a conversa devia ser “picante”, pois todas olhavam para os lados antes de falarem.

A meio do caminho apareceu um vulto na picada, eu travei a fundo e Dona Márcia, soltando um grito, se agarrou a mim. Já recuperado da surpresa, eu a sosseguei:

-- Não há problema, era uma pacaça, já fugiu para o mato. – Voltei a colocar a arma atrás do banco e perguntei com ar preocupado:

-- A Sra. está bem?

-- Sim José, mas olhe que me não controlei e fiz xixi; preciso de mudar de cuecas mas tenho medo de ir ali aos arbustos. – Ri-me do seu embaraço e a pus à vontade:

-- Não seja por mim Dona Márcia, eu viro a cara! – Passei-lhe o seu saco de mão, ela desceu à picada e eu, pelo rabo do olho, me fixei naquelas curvas de metade das nádegas quando ela levantou a saia para vestir as cuecas lavadas; eu tive que virar-me para que ela não reparasse no chumaço provocado pela excitação venérea que a vista de suas coxas bronzeadas e do meio traseiro, me tinha provocado. Ela subiu de novo para o jeep e coisa estranha, deixou a saia subida acima dos joelhos e perguntou-me:

-- O José nunca se viu numa situação destas, não é verdade? – Eu sorri com o lado humorístico da pergunta e contei-lhe:

-- Ora, ora! Lá na terra quando é a ceifa do milho, também acontece às vezes as mulheres não terem um local reservado para fazerem xixi e nos pedem pra olhar para o lado e claro, sempre há um mais descarado que… -- Ela soltou uma gargalhada e pediu-me:

-- Ó José, ainda não é tarde, pare aí um bocado e conte-me essas coisas de safadeza lá da sua terra. Sempre é verdade o que dizem acerca das desfolhadas: que além dos beijos pelo “milho rei” também há mais qualquer coisa, e até as casadas gostam de entrar?

A mulher do ComandanteBem Dona Márcia, isso é um pouco verdade, mas para mim, é duro de contar, não sei se consigo, eu tenho vergonha. Sabe, não estou habituado, a Senhora é gente fina, é esposa do meu Comandante e!... – Ela voltou a rir e, pondo-me uma mão sobre o peito, perguntou:

-- Ó José, você não tem calor com essa camisa apertada no pescoço e essa gravata que quase o estrangula?

-- Bem, calor tenho, mas o Sr. Major mandou e eu tenho que obedecer!

-- Bem, o meu marido mandou, mas agora não está aqui e mando eu; com licença! – Suas mãos desabotoaram-me o colarinho, tiraram-me a gravata e começou a abrir mais botões até a cintura. Depois de me pôr à vontade desafiou:

-- Ande lá José, comece a contar essas malandrices das desfolhadas, mas quero todos os pormenores, aah?

Eu comecei a medo a contar a tradição dos beijos a quem encontra uma espiga vermelha, mas ela, logo atalhou:

-- Não, não José! Eu quero ouvir uma aventura com uma mulher casada. – Eu fiquei varado, o rosto corado como uma papoila, mas Dona Márcia insistiu pondo-me os dedos no rosto e levou-me a narrar:

-- Bem, na última desfolhada a mulher do Arlindo começou a dar-me sorte e não tirava os olhos de mim. Quando a vi levantar-se para ir ao lugar “ recatado” eu a segui e bem, já sabe, aconteceu: quando lhe vi as pernas ao léu não me segurei e apertei-a em meus braços, a beijei e lhe apalpei as tetas. Como o local era errado pra ir mais além, ela teve medo e não deixou. Ainda tentei que ela me fizesse

-- Um momento José, você não conseguiu fazer sexo com ela e tentou o quê? explique-se homem!

-- Sim, mas não foi porque não tivesse vontade, foi porque

-- Bem José, acalme-se, só aqui estamos os dois, um homem e uma mulher. Vamos lá a ver o que você não conseguiu da mulher do Arlindo. – Eu voltei a olhar para Dona Márcia e ia tentar explicar, mas ela atalhou:

-- Ainda não compreendeu José? Faça de conta que eu sou a esposa do Arlindo. – Ela se encostou a mim e a saia subiu mais um palmo acima dos joelhos; pegou em minha mão, a colocou sobre os seios, e insistiu:

-- Será que tenho de o ensinar? Ande José, tire as minhas tetas para fora.

Meu Deus, eu não estava a sonhar! Quando meus dedos tocaram aquela carne branca e suave, a agitação era tal que todo eu tremia. Foi necessário que Dona Márcia me ajudasse a desnudar as suas mamas e me incitar:

-- Anda José beija-mos, chupa-me os bicos! Anda, excita-me José!... – Aqueles seios de suave e cetinosa pele me atarantaram ao princípio. Me fascinaram, minha língua se passeou sobre eles em carícias húmidas e ela continuava o incitamento:

-- Anda José, chupa-me!... Suga-me os bicos querido!... Quero sentir a tua boca saboreando esse orvalho que há tanto tempo não é colhido!... – Senti seus dedos em minha cara forçando para seu rosto. Nossos lábios se encontraram, sua boca era quente e macia, senti o fervor de sua língua me penetrando e enrolando na minha. Suas mãos também não paravam, minha braguilha já estava aberta e a haste tumefacta vibrava entre seus dedos que a acariciavam com a leveza de uma pluma. Sua mão deslizou sobre aquele troço de carne duro e inchado de desejo. Me dobrei sobre aquele banco incómodo e aproximei a boca dos seus joelhos; arregacei mais sua saia e comecei a beijar os músculos internos de suas coxas, mas quando ia a subir para sua corola ela se desviou e me avisou:

A mulher do ComandanteAí não querido, hoje não, está suja do xixi; espera por sexta-feira e eu te satisfarei. Agora só a podes tocar com os dedos, anda masturba-me; faz-me sentir o teu desejo de mim! – Meus dedos penetraram sua vagina, estava húmida do orvalho da excitação e entre as carnes tenras e cálidas encontrei o tal botãozinho dos amores, estava inchado e vibrante, afaguei-o com a polpa dos dedos e prendi-o por momentos entre o polegar e o indicador como se o quisesse reter para contemplar. Continuei a afagá-lo e usufruir o seu tacto erecto e escorregadio quando senti a contracção de suas coxas me aprisionado a mão e o grito soou na noite africana como se fora o queixume de um antílope perseguido:

Ooooh!... Que bom querido!... Ooooh!... Dá-me o teu sexo, quero fazê-lo explodir de gozo!... – Com as tetas bailando no vácuo, ela se debruçou sobre mim, deixou que seus mamilos roçagassem a glande do pénis e me provocou a sensação mais ansiosa de quantas volúpias já tinha gozado com a minha Rosa, lá na terra. Não me contive e segurei com as duas mãos os avantajados seios enquanto sua boca beijava a cabeça do pénis eriçado de tesão. Quando começou a saborear meu sexo como se fosse um ice cream, eu senti as raízes dos cabelos se eriçarem e as pontas dos dedos dos pés vibrarem. Era a festa dos sentidos no seu auge afrodisíaco. Não me contive, aquelas carícias húmidas num ritmo de lento vaivém me faziam enlouquecer de volúpia venérea. Ela parou por momentos só para me dizer:

-- Vou fazer-te vir, não tenhas problemas de te correr em minha boca, eu gosto! – Voltou a absorver a haste com seus lábios e logo que meu sexo sentiu a quentura húmida daquele ninho cómodo e suave, explodiu como um vulcão e vomitou em sucessivas convulsões toda a lava acumulada por 16 meses sem o carinho de uma branca. Foi a primeira vez que uma mulher me engoliu o pénis, foi bom, foi a minha aurora do prazer oral!

Apertei a camisa, ajustei a gravata, Ajudei Dona Márcia a prender o soutien e seguimos para o quartel onde entreguei sã e salva, a esposa ao meu Comandante.

Aguardei todos aqueles dias com a ansiedade de um jovem que provou carne branca de primeira e aspirava a saborear mais, na sexta-feira que demorava tanto em chegar!

O afã do desejo, aquela ansiedade que fazia com que até as tarefas rotineiras se tornassem estranhas, me desassossegava de tal modo que até me enganei no toque a “santos” na celebração da missa e o capelão teve que beber o vinho da cerimónia mais aguado porque eu, para vencer a angústia da espera fiz uma sortida ao gargalo da garrafa do licor da consagração.

Finalmente a sexta-feira chegou e com ela a minha alegria de a voltar a ter.

Dona Márcia vestia uma blusa de cambraia quase transparente e umas jeans brancas tão ajustadas que até o contorno dos músculos eram visíveis. Suas nádegas altaneiras de tão ajustadas ao tecido provocariam uma erecção num monge.

Quando a meio do caminho eu levei uma mão ao seu joelho, ela pôs a sua sobre a minha para evitar a carícia e pronunciou com meiguice:

-- Querido, não te excites agora; tenho uma surpresa para ti em Portugália e desejo-te em forma!

Quando chegamos, ela ao contrário da primeira vez; mandou que eu esperasse no jeep e entrou no clube. Não demorou 20 minutos e saiu novamente; explicou que tinha pedido a chave de casa a uma amiga.

Era uma moradia térrea, ajardinada a toda a volta e a relva estava bem tratada. Entramos e logo no hall ela abraçou-me e murmurou-me:

-- Hoje meu querido vou ensinar-te os segredos do sexo para que não esqueças jamais que o amor sensual é uma ave que voa muito alto e nem sempre é Eros quem comanda. É

A mulher do Comandantenecessária uma boa dose de arte e o romantismo é a essência. Que tal começarmos por um duche para refrescar os corpos e as ideias?

Embora em África, aquela vivenda estava bem apetrechada e o chuveiro tinha uma boa pressão. Eu me desnudei rápido e Dona Márcia me contemplou e comentou:

-- Sim tens um lindo físico, mas não esqueças que quando te despires na frente de uma mulher o deves fazer com classe, com a dose de exibicionismo necessária para que uma fêmea alegre o seu olhar. São os olhos que transmitem ao cérebro a ideia das formas e aquilo que mais nos excita no nosso ou no corpo do partner.

Embora já quarentona, Dona Márcia mantinha um corpo esbelto e a sua pele tinha o mimo de uma jovem. Os seios ainda não descaíam e os róseos mamilos eram espetados, pareciam dois pavios cuja chama apetecia apagar entre a polpa do dedos. Ela pediu para a ensaboar nas costas e meu sexo por reflexo, ao sentir sua quentura se encostou ao rego entre as nádegas. Ela sentiu o punção da libidinosa roçadela, virou a cabeça para trás e avisou com um sorriso:

-- Meu querido, tem cautela com esse bastão, a entrada nessa garagem está interdita. Já experimentei e gostei mas é um pouco doloroso, sou muito apertada e hoje quero manter a inviolabilidade do ânus. Anda! -- Caminhou até a cama onde se sentou e explicou:

-- Esta é uma das melhores poses para satisfazer uma mulher, queres experimentar? – Como eu olhasse para ela sem compreender, a Sra. me perguntou:

-- Nunca fizeste sexo oral meu querido? – Abanei a cabeça em sentido negativo e a mestra explicou:

-- Ajoelha-te e acaricia aquilo que mais gostes no meu corpo e depois, muito lentamente, vais beijando entre as coxas até chegares à flor. – Eu obedeci às suas instruções: segurei ambos os peitos com as duas mãos e inventei caminhos húmidos em toda a sua circunferência. Deslizei meus lábios até os biquinhos espevitados e ouvi:

-- Agora chupa essas tetinas como se sugasses mel. – Beijei-lhe o umbigo e, sempre com suas delicadas mãos sobre a minha cabeça, foi descendendo até o monte-de-vénus onde brinquei por momentos com aqueles negros e bastos cabelos. Afastei mais as suas coxas lindas e com os dedos e os lábios, abri novas veredas húmidas entre os músculos interiores. Quando o odor a mar me penetrou as narinas, não foram mais necessárias as lições de Dona Márcia. Abri as pétalas de sua flor já bem orvalhada, beijei seu interior, lambi o néctar de sua corola vaginal e quando ela me suplicou gemendo, que lhe afagasse o clítoris, eu obedeci e chupei deliciado aquele ponto “Y”. Fiz com que ela soltasse gritinhos de prazer e arfasse de incontido desejo:

-- Sim querido!... Aiiii!...Tu matas-me de gozo!... Ooooh! – Suas coxas se contraíram e minha boca foi inundada por aquele suco que sabia a tomate fresco.

Nunca tinha visto gemer assim a minha Rosa. Ela era mais comedida no seu orgasmo, ou seria antes uma frígida? Teria que a ensinar!...

Dona Márcia já me esperava deitada no leito e de joelhos levantados:

-- Anda querido, é a tua vez de gozares, cavalga-me e penetra-me; sacia a tua fome de mim. – Excitado como um burro em cio, não esperei por incitamento. Desbocado e inebriado de lascívia, entrei em suas carnes macias e cálidas e saciei a minha ânsia dela, mulher de classe e fêmea carente. Uni minha boca à sua e, desesperado de tesão, mordi seus lábios carnudos e tão necessitados de carícias. Ela, meneando as ancas com arte vinha sempre ao meu encontro no ritmo envolvente da dança do sexo. Quando eu me enterrava em si e esboçava novo aconchego, já seu ventre me esperava. Sentia em meu rosto o seu arfar e os cicios que ficavam pendurados em sua garganta:

A mulher do ComandanteOooh!... Querido!... Enterra todo!... Aiii! Me venho!... Oooh!... Me acompanha!... – Não deixei que ela entrasse na modorra que acompanha o orgasmo que soltou suas águas felizes. Com alguma rudeza a virei de costas para mim, lhe levantei as ancas e voltei a feri-la com a ânsia de um orgasmo que sentia iminente. Segurei suas tetas que bailavam no compasso do nosso vaivém enlouquecido que ela, de dentes fincados na almofada, estimulava e pedia:

--Anda José, não pares! Quero desfazer-me num orgasmo contigo. – Sentindo não poder controlar-me mais, gritei desvairado:

-- Agora! Agora puta querida!... Vem-te comigo Márcia!... Aiii! Puta, não me… -- senti os jactos de semem quente e vivo ornamentando aquela rapsódia de gozo venéreo.

Perdemo-nos por momentos na modorra que nos transportou aos páramos da volúpia e unidos no mesmo amplexo voltamos a estar em Eros quando me senti novamente intumescer dentro dela.

Já se anunciava o crepúsculo quando nos levantamos para tomar duche. Saciados já estavam os corpos quando, com surpresa minha, ao passar-lhe o gel do banho, senti meu pénis se erguer ao contacto com os proeminentes glúteos do seu traseiro. De nada valeram os seus protestos, a encurralei a um canto e com os dedos pingando gel os introduzi em seu ânus. Encostando a glande turgente e inchada na redonda abertura só dei conta do seu pedido:

-- Por favor José, entra devagar! Aiii! Bruto que me fazes doer, oooh! Já está!... é bom, anda, faz-me vir querido!... – Senti-a dobrar-se mais e meneando as ancas no ritmo de mais uma dança orgíaca de prazer venéreo. Nossos gritos assustaram a dona da casa que tinha chegado e foi ver o que se passava na sua casa de banho. Contemplando-me com os olhos gulosos, virou-se para Dona Márcia e, lambendo os lábios pediu:

-- Dás-me uma boleia querida? Tens um lindo macho!

-- Hoje não amiga, ele está estourado, cavalgou a toda a brida, quiçá na próxima segunda-feira, uma ménage a troi!...

Por: Aníbal Alves, em:

Comentários

kkb
30/04/2012 08:33:12
Gostei, muito bom
05/08/2007 13:12:07
muito bem engendrado e bem escrito
05/08/2007 06:41:00
Um conto à medida de um bom leitor
03/08/2007 19:29:57
Parabens. conto excitante e delicioso. Fica u mgostinho de quero mais sempre.

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