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Minhas travessuras 02, by Kaká.

Um conto erótico de Karlena Lacerda
Categoria: Heterossexual
Data: 24/12/2006 08:55:04
Nota 6.00
Assuntos: Heterossexual

Este é o segundo conto que mando das minhas transas gostosas, me chamo Karlena Lacerda, tenho 20 anos, sou Recifense e moro no Recife, sou noiva, tenho 1,62 de altura, 51 kg bem distribuidos, cabelos loiros e lisos que chegam ate meu bumbum que é grande, empinadinho e bem durinho, coxas grossas e roliças, seios durinhos com mamilos pontiagudos e rosadinhos,labios carnudos com uma boquinha pequena, olhos verdes, minha xaninha é totalmente depilada, sou branquiha porém mantenho sempre um bronze do verão pernambucano e que destaca a marquinha de biquine dos fios-dentais que uso. Fazia alguns meses que eu e meus pais tinhamos nos mudado pra um novo apartamento, meu pai que é advogado de uma grande empresa multinacional, tinha sido promovido a diretor juridico desta empresa e resolveu comprar um apartamento maior para nós três, eu, ele e mamãe, o edificio é na beira-mar de Boa Viagem um bairro nobre daqui de Recife, assim eu poderia ir a praia todas as manhãs bronzear-me como sempre gosto de manter meu lindo corpinho bronzeado, era novata no prédio e não conhecia ninguém, tinhamos uma diarista chamada Josefa, nova tinha seus 25 anos, ela falava muito no interfone, não parava, um dia eu fui beber água e escutei um pouco da conversa dela, era com Vital um zelador Sarará que tinha no prédio, acho que estavam marcando um encontro, meus pais trabalham o dia todo, eu estudo a noite e ao dia saio, vou malhar, clube, etc. Um dia cheguei em casa a tarde e quando fui para a cozinha, escutei uma conversa, era Vital dizendo que estava com o pênis duro e queria que Josefa pegasse pra ver como ele tava doidinho pra transar com ela novamente, eles tinham um caso é o que descobri, ela disse que ali não alguem podia ver e eles perdiriam o emprego, então ele falou, ninguém vai ver, aqui é 01(um) por andar, se alguëm descer as escadas tem que abrir as portas agente escuta e não tem ninguém aí, teus patrões e aquela loirinha tesuda da karlena não tá aí, ou tá? Josefa disse tesudinha é, você acha Dona Karlena tesuda é? seu sarará safado, então resolvi falar pra dizer que tinha chegado e chamei por Josefa, logo ela veio meio assustada, não comentei nada e pronto, quando fui tomar banho, lembrei-me do que ouvi, adoro provocar os homens, principalmente os pobres e humildes, eles desejam garotinhas como eu, porém só sonham e pensam ser algo impossível de se acontecer, resolvi que provocaria aquele zeladorzinho de merda, Josefa trabalha de segunda a sexta, geralmente fico sozinha em casa fins de semana, pois meus pais tem casa na praia de Itamaracá, onde irei contar muitas aventuras minhas que ocorreram lá, chamei Vital pra trocar uma lampada que estava queimada, eu usava uma blusinha que quando eu me abaixava meus peitinhos apareciam e uma sainha bem curtinha com uma tanguinha pretinha totalmente enterrada no meu bumbum, ele chegou, mandei ele entrar, sentou-se na area de serviços e disse pra que ele esperasse, subi uma escadinha e propositalmnte demorei a pegara lampada, fingindo que não encontrava, sei que ele tinha total visão da minha bundinha, disse que não estava encontrando, então falei, Vital segura a escada pra que eu não caia, ele veio e estava coladinho na minha bunda, mais não ousou pegar na minha bunda, falei que tinha achado, ele saiu e desci de costas, entreguei a lampada a ele e mostrei onde era pra ser trocada, vi na sua roupa o volume que estava na sua calça, ele subiu na escada e segurei a escada de um jeitinho que ele viu meus seios, agradeci e ele foi embora, daquele dia em diante, o cara toda vez que me via me cumprimentava e pergutava se eu precisava de algo, que seu eu precisasse era só chamar, outro dia fui a prai num domingo, gosto de ficar em lugares que não encham, pois me deito na areia pra bronzear-me, meu predio tem piscina e sauna, mais só vive cheio de gente, só nas férias que o povo viaja é que tenho sossego, me bronzeava quando Vital chegou perto de mim, taca só de sunga e com o penis duro, ali eramos dois banhistas na praia, me cumprimentou, como sempre uso micro-biquines totalmente enterrados na minha bundinha, os seios só cobrem muito mal meus mamilos e a xaninha que é totalmente depilada fica nua quando molho meus biquines pois arranco os forros internos, puxava papo, perguntou se eu estava só e se poderia fazer companhia ali a mim, disse que sim, não tinha problema afinal ele era tão prestativo, conversa vai, conversa vem, eu me levanto e vou me molhar no chuveirão, volto e estou praticamente nua, deito de frente pra ele e sei que minha xoxotiha está totalmente exposta, estou de oculos escuro, passo bronzeador nas pernas, na barriga, braços e seios, ele tenta esconder a excitaço mais é inevitável, fico um bom tempo assim e ele vai dar um mergulho, senta na cadeira, peço um refrigerante e me levanto, fico de 04(quatro) na frente dele arrumando a canga no chão e deito-me com o bumbum novamente pra cima, aí eu o provoco, Vital passa protetor em mim, sempre funciona, ele passa nas costas, pernas e pergunta se está bom, disse que sim, odeio homens sem iniciativa, fui embora depois de alguns minutos. Outro fim de semana fico sozinha, Vital está tirando as férias do vigilante noturno, desço com um micro-shortinho que deixa meu bumbum todo a mostra e um topzinho, entro na guarita para pegar correspondências, o espaço é apertado, o interfone toca e ele entra para atender é inevitavel não roçar na minha bunda, sinto seu membro duro na minha bunda e meus mamilos ficam logo durinhos, aqui em casa tem TV por assinatura, estou mal intencionanda, ligo pra portaria, peço a Vital que suba pois outra lampada queimou, eu que tinha guardado a queimada e mudei, já estava de camisolinha e deixei num canal de filmes pornograficos na TV por assinatura, ele chegou e me olhou de cima pra baixo quando me viu vestida daquele jeito, perguntei se haveria problamas de ele estar ali, aquela hora, ele disse que não pois tava na hora da ronda no condominio e que desligara o intercomunicador pois assim não seria localizado tão cedo pelo porteiro, disse que iria pegar a lampada, ele viu o que passava na televisão e nada comentou, subi na escadinha e fiz a mesma cena da outra vez, ele automaticamente já foi segurando a escada, senti sua respiração ofegante nas minhas coxas, no meu bumbum, usava uma tanguinha branquinha fio-dental, abri um pouco as pernas e sei que ele tinha uma visão maravilhosa de minha xoxotinha molhadinha a essa altura, então ele deu um beijinho na minha bunda e foi alisando minhas coxas, fiquei doida de tesão e desci a escada direto pros braços dele, foi me levando pra sala e como um animal foi me beijando, eu retribuia os beijos, ele foi tirando a roupa dele, como que aquele momento fosse o ultimo da vida dele, um sonho, logo estava completamente nú, tirou minha camisolinha e deliciou-se nos meus seios, chupava com violência chegando a fazer barulho, tamanha era a verocidade de suas chupadas, arrancou minha tanguinha e chupava minha xoxotinha que estava ensopada, que lingua gostosa, me invadia inteira, eu gemia como uma cabritinha no cio e ele sabia chupar, morder e lamber um grelinho, chupava meu cuzinho, que tesão gostoso, então de uma vez só socou seu penis duro na minha xoxota, deveria ter uns 20 cm era grosso, entrava e saía, saía e entrava, ele socava com força, como um lobo pegando uma cabritina fragil e inocente, mordia meus seios, minha barriga, meus labios, deu um tapa na minha cara, começou a me xingar, adoro isso, eu pedia mais, pedia pra que ele me batesse, ele gozou dentro de mim inudando minha xoxotinha de porra, me pos de 04(quatro) e de vez socou no meu cuzinho, gritei, me debati, ele tirou e socou novamente de vez, sua bolas batiam na minha bunda, ele dava tapas fortes nas minhas nadegas e puxava meu cabelo, me chamava de putinha, patricinha putinha, riquinha puta, me fodia como que com raiva e arronbava meu cuzinho, meteu, meteu, meteu, então tirou de uma vez do meu cü e pois na minha boca, me fazendo chupar sua pica e gozou na minha boca, me fazendo beber toda sua porra grossa e quente. Ficamos trasando algumas vezes mais, até que ele engravidou uma empregada e fugiu, desde mais nùnca mais nos encontramos.

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