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Consulta de Rotina

Autor: Paulo César
Categoria: Heterossexual
Data: 20/05/2006 02:00:06
Nota 9.50
Assuntos: Heterossexual
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(Este conto foi publicado inicialmente emA sala tinha um ambiente acolhedor. Nas paredes reproduções de quadros famosos: um Van Gogh, um Dali e a “Mona Lisa”, de Da Vinci, e várias naturezas mortas e paisagens menores. Um televisor debitava um programa musical, com os notáveis três tenores – Carreras, Pavarotti e Domingo. Dois vasos grandes suportavam duas plantas verdejantes e viçosas. Ao redor da sala, cadeiras almofadadas, sóbrias, mas confortáveis. Ao centro uma mesa baixa e sobre ela uma jarra de loiça com um arranjo floral natural embelezava o espaço e, espalhadas, várias revistas, que os presentes iam folheando na quietude da espera. Por sobre a porta uma coluna de som por onde, de tempos a tempos, surgia uma voz feminina que chamava:

- Sr. João Silveira, dirija-se ao Gabinete 5... D. Maria Inês Santos, dirija-se ao Gabinete 3...

Sílvia chegara à cerca de meia hora. Dirigira-se à recepção, confirmara a consulta e aguardava agora ser chamada. Não estava propriamente doente, embora sentisse bastante cansaço e stresse; de facto, era apenas mais uma consulta de rotina, daquelas que, especialmente as mulheres, fazem de tempos a tempos, para despistagem de problemas, nomeadamente os cancros da mama e do colo do útero. No fundo era a realização do também chamado “check-up”!

Entrara na salinha e sentara-se do lado esquerdo da entrada, de frente para o televisor e acompanhava o concerto dos três tenores com visível agrado. A sala estava silenciosa, apesar do som televisivo e de algumas pessoas trocarem breves impressões entre si, e pouco a pouco foi ficando vazia. O altifalante voltou a soar e uma outra pessoa foi chamada. Sílvia acompanhou a sua saída com o olhar e voltou a concentrar-se no televisor.

O dia começava a escurecer. No Centro Clínico os funcionários, enfermeiros e médicos iam saindo, depois de terminado o seu horário ou as consultas previstas. Sílvia iria ser a última doente do seu médico, o Doutor Miguel Salvador.

Formado em medicina geral e familiar, pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, tinha 45 anos e um porte atlético invejável, que sobressaía no seu metro e oitenta e cinco de altura. Usava um bigode farto, negro, sempre impecavelmente aparado e uns óculos graduados, de aros redondos, que faziam lembrar Lenon. Tinha uma cabeleira volumosa, muito penteada e bem tratada, e apresentava-se sempre muito desportivamente vestido, de jeans e sweatshirt, com um blaser por cima, contrastando com a finura do seu trato e a delicadeza e esmerada educação que patenteava. Era uma pessoa afável, brincalhona e bem disposta, sempre disponível para atender qualquer solicitação, fosse a que horas fosse. Profissionalmente era um médico muito benquisto e com uma reputação de competência acima da média. Era, podia dizer-se, um médico querido dos seus pacientes e a sua carteira de clientes era disso testemunha. Vivia só, numa vivenda pessoal, construída numa zona residencial de luxo nos arredores de Sintra, mantendo ao seu serviço uma empregada velha que o acompanhou desde a casa de seus pais. Não fumava e bebia apenas socialmente. Mantinha-se em forma recorrendo a sessões de ginástica três vezes por semana, num ginásio existente junto a uma das clínicas onde dava consultas. Dava consultas em três locais diferentes, repartindo os seus afazeres médicos pela manh㠖 iniciava as consultas pelas 10h30 – pela tarde e, muitas vezes, pela noite. Era um médico dedicado, realizado profissional e humanamente. Nunca se casara e não tinha filhos, apesar dos seus muitos “affaires”, mantidos ocasionalmente, por curtos períodos. Dizia até, chalaceando sobre o casamento:

- Casar é bom..., quando temos hipótese de nos irmos casando...

e sorria com ar malandro do seu próprio descaramento!

Sílvia estava agora só, na sala ampla, olhando o televisor que passava publicidade. Absorta, nem deu pela aproximação da funcionária da recepção.

- D. Sílvia... – disse a empregada, anunciando a sua presença.

- Ah, desculpe! Diga... – respondeu meio sem graça.

- O doutro Salvador vai atendê-la daqui a pouco, logo que termine a consulta que está a dar. Depois ele virá chamá-la! Eu, entretanto, preciso sair, por isso vim avisá-la, está bem?

- Concerteza... – respondeu Sílvia – Mas... e como é com o pagamento da consulta? Pago ao doutor?

- Não se preocupe... Se ele não quiser receber, depois vem pagar, não há problema. A senhora é doente conhecida e não precisa preocupar-se com esses pormenores. Boa noite!

Sílvia agradeceu e cumprimentou educadamente, mantendo-se ali, frente ao televisor, a aguardar a chamada.

Naquele silêncio, a sonolência veio de manso e Sílvia, para resistir, levantou-se e começou a deambular pela sala deserta, olhando o movimento na rua, onde os candeeiros de iluminação pública já se encontravam acesos. Olhou o relógio: eram dezanove e dez! O tempo estava frio e húmido naquele mês de Fevereiro quase a findar. Sílvia sentiu um leve arrepio, apesar da sala se encontrar aquecida por um aparelho de ar condicionado. Estava impaciente! Não que os afazeres caseiros a chamassem ou os filhos e o marido aguardassem o jantar. Nada disso! Era apenas a longa espera que a estava a deixar nervosa!

Ela era uma mulher divorciada, de trinta e oito anos. Casara tarde, há cinco anos atrás, mas o seu casamento fora um fracasso completo e ruíra como um castelo de cartas, num minuto, quando ela, uma tarde, ao regressar a casa mais cedo, com dores menstruais fortíssimas, foi dar de caras com o seu marido na cama com um colega de trabalho, vestindo uma camisa de dormir e umas cuecas fio dental pretas, suas, e oferendo-lhe o cu.

Sílvia não queria acreditar e, na hora, expulsou o marido e o amante, iniciando o divórcio. Foi nessa altura que soube que o seu marido era bissexual, coisa que ela desconhecia ou sequer desconfiava. Era verdade que a sua vida sexual, enquanto casada, nunca fora boa ou mesmo satisfatória, mas nunca lhe passou pela cabeça que uma tal situação viesse a ocorrer.

Antes de casar, Sílvia tivera só três namorados, iniciando a sua vida sexual apenas aos vinte um anos. A sua primeira vez foi um desastre, não por culpa do namorado da altura, que se esforçara bastante para que tudo corresse bem, mas por culpa sua, devido à sua ansiedade e nervosismo, que deitaram tudo a perder. Depois à medida que o tempo foi passando e a experiência foi aumentando, Sílvia conseguiu viver momentos de prazer genuíno e intenso, especialmente com o Tomé, o seu penúltimo namorado, que foi para ela um verdadeiro mestre na arte do sexo. Chatearam-se e terminaram a relação, devido aos ciúmes de Sílvia!

Quando casou com Roberto, Sílvia sentiu a diferença e muitas vezes desejou Tomé, enquanto tentava atingir o orgasmo com o seu marido, o que acontecia com dificuldade e acabava por deixá-la triste e infeliz, embora nunca tenha colocado a questão abertamente.

Naquele fatídico dia, Sílvia mudou radicalmente a sua atitude perante os homens e perante a vida. Passou a viver para si mesma, recusando sucessivas aproximações masculinas, sempre desconfiada do que poderia acontecer de novo. Mas os seus trinta e seis anos da altura não a deixaram mentir. Sílvia era uma mulher atraente e sensual. O sangue circulava-lhe quente nas veias e um exemplar masculino, de corpo musculoso, atraente e belo fazia acender nela, sempre, o fogo da paixão, que ela escondia sob a capa de uma mulher fria e distante, mas que a sua gruta vaginal desmentia sem reservas, pois sempre ficava húmida e esquentada com uma tal imagem. Sonhava mesmo fazer sexo com esses Adónis de ocasião e normalmente o sofá da sala ou a sua cama larga, ao final do dia, quando chegava a casa, testemunhavam as explosões da sua buceta esfomeada, na sequência das cavalgadas manuais furiosas com que se brindava tresloucada. No fim acabava por adormecer satisfeita, até que uma próxima visão perturbadora a levasse de novo à loucura da masturbação.

Os anos foram passando e Sílvia manteve-se firme na sua decisão de não querer ter um homem na sua vida, ainda que ocasionalmente. Todavia a necessidade de satisfação sexual foi exigindo mais e mais e ela teve que dar solução ao problema da única maneira que entendeu aceitável: consultou uma página da internet e adquiriu um vibrador de látex, com vinte centímetros de comprimento e três e meio de diâmetro!

Quando o recebeu em casa, numa caixa discreta, fez uma autêntica orgia individual, mas, ainda assim, a satisfação não foi suficiente. O contacto directo dos seus dedos lambuzados de saliva com a sua xana, a sensação recebida da palpação da sua greta encharcada e escaldante era bem mais gratificante do que aquele insensível caralho de borracha, embora o gosto de se sentir totalmente preenchida fosse inconfessável e a vibração constante daquele falo avantajado lhe provocasse arrepios de gozo. Mas faltava qualquer coisa de mais intenso, de mais sensível, de mais autêntico!

Avançou pois para um nível diferente de busca de satisfação, até ali sempre recusado. Entrou em sites de sexo e passou a visionar, perdida de tesão, todas aquelas fotos de picas enormes adestrando conas peludas ou rapadas ou afundando-se em bocas esganadas e glutonas. Buscava o complemento para as suas manipulações vaginais nas imagens do computador e satisfazia-se contínua e avassaladoramente à medida que elas iam surgindo sob a pressão do clique no rato.

Descobriu depois a possibilidade de visionar filmes porno e iniciou o consumo, no sossego e intimidade do seu quarto, com gulosa luxúria e excitação, dando-se, com o consolo de látex e os dedos ágeis, as fodas que as mulheres dos filmes recebiam dos caralhos duros e vibrantes dos seus consoladores humanos. Com o tempo aprendeu a satisfazer-se por completo, alternando a massagem manual com o uso da pica vibradora, sempre acompanhada de filmes de intensa acção sexual pornográfica.

Recusou sempre sexo anal, embora continuasse a assistir às fitas onde cenas de anal aconteciam. O seu cu permanecia intocado! Não conseguia aceitar que um cu pudesse sentir prazer ao ser invadido por um membro grosso e duro, que entrava arrombando literalmente um buraco super apertado e sem a lubrificação que uma xereca possuía. Mas, se o recusava, não deixava de sentir-se excitada ao perceber o gozo estampado nas faces daquelas que recebiam aqueles mastros arrombadores e ao verificar a ganância e prazer com que aqueles machos estocavam naqueles buracos negros, levando aqueles duros bacamartes a mergulhar até ao nó, desenfreada e selvaticamente.

Sílvia habituara-se à sua solidão e vivia como uma normal mulher vive, mas sem contactos masculinos, tratando de si, por si mesma, em todas as vertentes da sua vida.

De repente ouviu uma porta abrir-se e a voz do doutor Salvador surgiu, suave e simpática, encaminhando a sua paciente em direcção à porta de saída, onde cumprimentou delicadamente, despedindo-se. Sílvia sentara-se e aguardava o aparecimento do médico para dirigir-se ao gabinete, o que aconteceu de seguida.

- D. Sílvia... – disse o clínico abrindo os braços e preparando-se para beijá-la, como sempre fazia com todas as clientes – Peço desculpa da demora! Hoje o dia foi duro! Vamos, por favor!

- Não tem que desculpar-se, doutor – ripostou – A vida é uma luta...

Seguindo o braço do médico, que apontava a porta ao fundo do corredor, avançou na sua frente em direcção ao gabinete sobriamente decorado e sentou-se na cadeira confortável que se encontrava frente à mesa de trabalho. O médico sentou-se de seguida, fechando a porta.

Ao acompanhar Sílvia naqueles poucos metros de corredor teve oportunidade de ver a mulher que ela era, nas formas que se adivinhavam sobre a roupa. Tinha um corpo clássico de mulher madura, com todos os contornos claramente definidos, sobressaindo notoriamente umas ancas redondas, firmes, e um traseiro saliente, suportado numas pernas atleticamente constituídas, de coxas grossas, excitantemente cobertas por umas meias de renda, pretas, que despertavam a lugubricidade intensa de um voyeur. Vestia um fato que lhe dava um toque muito sexy, num tom verde cinza, com a saia um nadinha acima do joelho e o casaco, abotoado, que deixava adivinhar os seios fartos, tapados por uma camiseta rosa velho e encaixados num soutien branco, que lhes realçavam as formas e acrescentavam sensualidade. Os dois botões desabotoados da camiseta deixavam ver o sulco entre mamas, desencadeando imagens virtuais de desejo. O cabelo bem penteado numa permanente clássica, e pintado em madeixas, fazia realçar um rosto muito bonito, suave e cândido, onde os olhos azuis refulgiam, como faróis apontados à descoberta, e os lábios finos, pintados com um baton suave, davam o toque final.

Ao sentar-se Sílvia cruzou a perna levando a que a saia, com o movimento, subisse até meio da coxa, deixando visível a perna grossa, quase até à antecâmara da sua zona pélvica. O médico, habituado a ver mulheres nuas, não deixou de olhar aquela pose com gulodice e desejo, sentindo o seu cacete endurecer por dentro das calças, no aconchego dos seus boxeres. Sílvia permaneceu impassível e fria, embora sorrindo naquela amabilidade social própria de pessoas de bem. Depois de tomar algumas breves notas na ficha pessoal da paciente, o médico voltou-se para Sílvia e, encarando-a nos olhos, perguntou:

- Então, D. Sílvia, qual é o motivo desta sua visita ao médico?

Sílvia manteve o olhar e respondeu de pronto:

- Doutor, venho apenas para uma consulta de rotina. Não me sinto doente... Ando cansada, stressada, mas isso é normal. Queria, sim, repetir os testes de despistagem de cancro da mama e do colo do útero e fazer análises e outros exames de rotina.

- Muito bem... – retrucou o médico – quer pois fazer um check-up... Vamos lá então iniciar o exame. Dispa-se D. Sílvia!

Sílvia já sabia que ia ser assim e já estava familiarizada com o médico, por isso não hesitou e iniciou a tarefa, tirando o casaco, a saia, a camiseta e as meias, ficando apenas com as cuecas e o soutien.

Enquanto a paciente se despia, o médico olhava maravilhado aquela operação de autêntico streap tease que ia desnudando aquele corpo fantástico, mostrando aquela pele sedosa e macia. Era uma visão sublime e espectacular! Que mulherão! Seu membro crescia sem parar e o volume era visível na zona da sua braguilha.

Depois de finalizar, Sílvia disse:

- Já está doutor... Quer que me deite na marquesa?

Embasbacado o médico, respondeu balbuciando:

- Não... Ainda não! Vamos primeiro fazer a auscultação cardiopolmunar.

Aproximou-se então da paciente e pediu que se sentasse num banco que se encontrava junto à marquesa, passando a examiná-la no peito e nas costas, enquanto lhe pedia que inspirasse fundo e expirasse e ia colocando o estetoscópio em vários pontos do seu corpo. A cada movimento de inspiração e expiração os seios redondos de Sílvia subiam e desciam, provocando no médico uma vontade louca de amassá-los e chupá-los sem controlo, ali e agora. O toque daquela pele macia provocavam nele uma excitação arrasadora e o seu pau parecia querer pular das calças, rebentando o ziper. Disfarçada, mas deliberadamente, enquanto ia movimentado o estetoscópio, o médico encostou a sua zona púbica em Sílvia que sentiu claramente a pressão e o volume daquele falo a roçar o seu corpo nu, levando-a a olhar de soslaio a grossa ferramenta. Ficou atónita e excitada ao ver tamanho monumento ali mesmo, junto de si, quase ao alcance de sua boca, mas, seguramente, ao alcance de suas mãos. O seu coração entrou em aceleração, a sua excitação explodiu na hora e as suas faces incendiaram-se de um fogo intenso, inundando-lhe o rosto dum rubor diabólico.

Entre coxas sua buceta distendia-se e contraia-se num fulgor de lubrificação repentina, as suas mãos humedeceram numa transpiração anormal e as sua pernas tremiam numa ansiedade carnal há muito reprimida. Visões demoníacas perpassaram perante os seus olhos faiscantes de luxúria, enquanto aquelas mãos suaves e quentes iam percorrendo delicada e serenamente todos os pedaços, agora escaldantes, do seu tronco.

Como podia ser? Sílvia queria recusar aquelas sensações, afastar aquele grito endemoninhado que lhe assaltava o corpo e a mente, lançar mão de uma calma e bom senso que se habituara a ter e a usar, mas naquele momento nada resultava e o seu corpo apenas queria vibrar mais e mais. Enquanto a seu lado aquele homem lhe ia esquadrinhando o corpo nu, as suas entranhas incendiavam-se nas labaredas daquela visão colossal. O desejo trepava avassalador e começava a ser difícil esconder a sua ansiedade. O médico continuava ali, pedindo-lhe que inspirasse fundo, retivesse o ar e expirasse, e ia percorrendo cada milímetro da sua pele com sabedoria e profissionalismo. O seu poste continuava perigosamente próximo e visivelmente latejante, em movimentos incontroláveis e involuntários, que espalhavam o pânico nas entranhas de Sílvia. Eram momentos terríficos, aqueles, que pareciam intermináveis e arrepiantes.

Entretanto o médico terminara a auscultação e sentou-se na sua cadeira de costas altas tomando notas. Sílvia permanecia calada, em brasa, resfolegando por dentro, envolta numa ansiedade sem contornos definidos, sentindo que a sua racha se afogava no doce mel da sua tesão incontida. Alarmou-se ao perceber que o médico iria observá-la e descobrir aqueles líquidos vaginais inundando a sua caverna secreta. Tremeu dos pés à cabeça e sorriu, um sorriso quase inocente, quando o clínico levantou a cabeça e lhe ordenou:

- Vamos, D. Sílvia, agora tire o soutien. Vou fazer a apalpação do seu peito para ver se encontro algum caroço. Diga-me, tem feito a auto-apalpação como lhe ensinei?

Ela estava completamente perdida nos seus pensamentos lúbricos e só respondeu decorridos breves segundos.

- Concerteza, doutor... Sim... Claro! Sim, sim, tenho feito o auto-exame e não detectei nada de anormal. Mas o senhor é que é o médico, não é?

Disse esta última frase com a entoação de quem, mais do que afirmar, pede.

O médico deu-se conta do rubor nas faces bonitas da sua paciente e ouviu a sua resposta com um sentimento misto de médico e de predador, prestes a dar o salto na direcção da presa. Sílvia tirou o soutien ansiosamente, saboreando ao mesmo tempo uma sensação de sacanagem, há muito adormecida, e um estranho pudor, como se quisesse, a um tempo, mostrar e esconder as suas tetas famintas, redondas como duas mangas, macias como dois pêssegos e grandes como duas meloas.

Extasiado o médico mirou-os de longe, enquanto se dirigia para a sua paciente pronto para tomar nas mãos os peitos e, com sabedoria e dedicação, palpar toda aquela carne macia, de bicos espetados, orlados por um disco negro que os tornava ainda mais apetecíveis e sensuais.

Foi por trás de Sílvia e encostou-se nas suas costas. Ao mesmo tempo colocou as mãos sobre um dos peitos e iniciou o exame manual. Ela estremeceu e vibrou, sentindo a pressão vigorosa do membro viril nas costas e a macieza e suavidade daquelas mãos sábias nas suas tetas entumecidas e carentes. O clínico apercebeu-se dessa vibração interior no corpo de Sílvia e manteve a pressão, passando ao exame mamário com todo o requinte e cuidado que a sua própria excitação permitiam.

- D. Sílvia, levante o braço esquerdo – pediu o médico debruçado sobre a paciente.

Silvia obedeceu, sentindo os dedos do médico pressionarem os vários pontos do peito esquerdo em busca de alterações ou saliências.

- Agora o braço direito, por favor – ordenou o clínico.

E de novo Sílvia cumpriu o pedido languida e relaxadamente, sorvendo o gozo inaudito daquela palpação, recebida como carícia no seu seio direito. O médico sentia-se desfalecer na fogueira abrasadora daquele contacto feminino que ia muito para além da relação profissional. Ardentemente desejava poder passar à acção, mas temia uma reacção negativa que podia tornar-se catastrófica para a sua reputação. Estava só, no seu gabinete médico, com uma paciente e a ousadia podia levá-lo à barra do tribunal, envolvido num escândalo de assédio sexual e isso ele não queria de maneira nenhuma. Mas por outro lado, aquele corpo maduro parecia tão disponível, tão carente, tão entregue e rendido nas suas mãos!!! Ou seria a sua mente e a sua paixão a levá-lo longe demais?

Afastou os pensamentos e dirigiu-se de novo à mesa de trabalho onde voltou a registar apontamentos, enquanto Sílvia se recompunha do choque sentido e vivido no contacto com o corpo vibrante do seu médico assistente.

Ao mesmo tempo os olhos de ambos encontraram-se fixamente! A troca de vibrações visuais foi intensa! O reflexo foi sentido por cada um, directamente nos seus sexos ululantes de paixão. Remexendo na ficha da paciente, o doutor Salvador questionou então:

- D. Sílvia, a senhora tem trinta e sete anos, não é?

- Não – corrigiu ela – não, doutor, tenho trinta e oito... – e sorria candidamente.

- Ah, sim, trinta e oito... E é casada? Tem filhos? – quis saber.

- Pois... – fez por responder Sílvia, meio constrangida e como que antevendo até onde é que aquelas perguntas iam levar.

- Bem... Esteja à vontade! A intenção é avaliar se a sua condição poderá sofrer pelo facto de ter engravidado e manter actividade sexual regular, percebe?

Era uma desculpa, pois a ficha identificava claramente o estado e a situação familiar da paciente. A intenção era bem outra e a pergunta fora feita com um objectivo claro: levar Sílvia a abrir o jogo quanto à sua vida sexual. O predador preparava o golpe e a aposta era forte e visava a vitória. Sílvia ouviu a explicação, mas não a aceitou como genuína. Ainda assim acedeu e entrou no jogo baixo do médico, disposta a travar aquele combate e a vencer também.

- Claro, doutor, eu compreendi! Não é isso! É que eu sou divorciada e não tenho filhos.

- Muito bem... – continuou o clinico apostando tudo – E quanto a relações sexuais. Tem mantido actividade sexual regular, apesar de divorciada?

O acanhamento assolou Sílvia que se via entre a espada e a parede, sem saber o que dizer. Negar, abria o caminho a um ataque cerrado por parte daquele macho que já demonstrara a força do seu nervo masculino. Confirmar, facilitava o avanço pois o médico perceberia que, apesar de tudo, havia profunda carência naquela secreta reentrância feminina.

Optou pela verdade, como se estivesse perante o padre, de joelhos, em confissão.

- Bem, doutor... Na verdade, tenho mantido actividade sexual, mas pela prática da masturbação!

Ao ouvir uma tal confissão o clínico sorriu interiormente, convencido de que afinal valera a pena a incursão arriscada que fizera. A sua paciente precisava dele e ele estava disposto a curá-la ou pelo menos a dar-lhe um primeiro tratamento, a sério.

Sorriu descarada e maliciosamente e Sílvia leu correctamente os sinais daquele sorriso, cedendo interiormente ao desejo que sentia e dispondo-se a facilitar as investidas que aquele macho pudesse vir a fazer. Era mulher, estava louca de paixão e queria sentir de novo um membro vibrátil dentro de si.

O médico levantou-se então e dirigiu-se a ela. Tomou-lhe uma mão, levantou-a daquele banco e levou-a, meiga e simpaticamente, até à marquesa, ordenando-lhe:

- Vamos então deitar na marquesa!

Sílvia subiu o degrau de apoio, deitou-se de costas, apoiou a cabeça na almofada e aguardou, ainda com as cuecas vestidas, as indicações do médico. Este, entretanto, calçava umas luvas finíssimas de látex e puxando a lâmpada de apoio, apontou o foco de luz à zona pélvica e pediu:

- D. Sílvia, dispa a cuequinha, por favor!

Sílvia estremeceu! Chegara o momento! Adivinhava o desfecho que aquele exame vaginal iria ter! Pressentia-o e desejava-o mais do que nunca, desde há cinco anos!

O doutor Salvador ali estava expectante frente ao corpo nu daquela mulher, aguardando que aquela cueca minúscula deslizasse pelas suas coxas firmes e torneadas até deixarem visível aquele triângulo peludo que orlava a boca daquele inferno do desejo.

Sílvia arqueou o corpo, firmando os pés na estrutura da marquesa, segurou a cueca branca de lado, em cada um dos quadris, e num movimento suave e cheio de intenção, desceu o corpo, levantou as pernas e tirou as cuecas, mostrando despudoradamente o anel do seu cu, redondo e inviolado, e a sua xaninha rosada, licorosa e brilhante, encimada por um clitóris saliente e um triângulo de pintelhos aparados com mestria. A orla dos grandes lábios e as pregas polposas da sua rata estavam totalmente barbeadas, mostrando toda aquela carne macia pronta para receber um membro e engoli-lo por inteiro, sem objecções ou reticências.

Latejante o membro do clínico pulsava freneticamente e os eus olhos vidrados penetravam aquela vulva assombrosa, querendo possuí-la, sem demora. Sílvia tremia no gozo daquela observação maliciosa, desejando ardentemente sentir o seu médico manusear a sua buceta faminta, alagada e escaldante, exposta e liberta.

Os segundos pareciam intermináveis! Finalmente o médico avançou! Aproximou mais o projector, pegou uma e outra perna de Sílvia que elevou e colocou nos suportes próprios da marquesa, deixando totalmente abertas as suas coxas e visível a sua vagina, e iniciou o exame. O toque inicial na zona pélvica levou Sílvia ao extase, mas conseguiu dominar o ímpeto de um gemido que aflorou aos seus lábios. Acto contínuo, o médico afastou os grandes lábios iniciando a suave introdução dum dedo na xaninha. Sílvia não resistiu e gemeu de prazer, um prazer profundo e bom, que lhe provocava ondas vibrantes por todo o corpo e retesavam os nervos, levando a fechar a vulva instintivamente. O doutor Salvador ouviu o gemido intenso e sentiu a pressão do diafragma da vulva que tinha entre mãos. Com a calma possível, dado o seu quase descontrolo emocional, pediu:

- D. Sílvia, relaxe e não retese os nervos da vagina! Vá lá, é um exame e nada mais!

Ela bem queria sentir que era só um exame e nada mais, mas não conseguia. Aquelas mãos eram autênticos demónios do desejo, tentações vivas que a arrastavam para o limbo da perdição carnal. Não! Não conseguia e, definitivamente, também não queria.

O médico explorou demoradamente aquela gruta, fulminada pela ardência da excitação, em busca de anomalias ou problemas, mas só encontrou uma febre que crescia a cada toque e uma polpa liquefeita que quase jorrava das paredes incandescentes daquele canal do prazer. Por fim, possuído de uma turvação visual que provocava espasmos sucessivos no seu duro mastro, envolto no odor que subia daquela fêmea e debaixo de uma punção sexual a raiar os limites da sua resistência, o clínico levantou a cabeça e encarando a sua paciente nos olhos raiados de excitação, falou, visivelmente excitado e claramente aturdido por aquela visão do paraíso ali mesmo frente aos seus olhos, ao alcance da sua boca, na ponta dos seus dedos hábeis e experientes:

- Minha senhora, não me parece que tenha qualquer problema. Ainda assim, deixe que lhe pergunte: Tem notado algum corrimento vaginal, as cuecas humedecidas e manchadas de uma cor acastanhada? Tem sentido fogosidade na zona pélvica ou comichão ou ardor na entrada da vagina?

Sílvia estava atónita! Que pretendia o doutor Salvador com aquelas perguntas? Dizer-lhe, por palavras subliminares, o que vira ao examiná-la? Aquele fogo de paixão, desejo e excitação que vivera ao ser tocada pelas suas mãos de mestre, ou testar a sua resistência levando-a à loucura definitiva?

Ficou calada como se não tivesse escutado. O médico voltou à carga, agora postado ali ao lado da sua cabeça, o bacamarte ao nível dos seus olhos e da sua boca, o inchaço descomunal e latejante e ela exposta, nua, dominada.

- D. Sílvia, ouviu a minha pergunta? Tem sentido ou não os sintomas que referi?

A excitação era demasiada, a ardência sentida entre as coxas, no seu cono desnudo e exposto, fazia-a sentir-se de rastos. A sua boca salivava como um animal no cio, sedenta daquele tronco que se movia imparável perante os seus olhos perdidos. Não podia resistir mais! Respondeu:

- Não doutor, não tenho sentido esses sintomas, mas estou com uma vontade animalesca de ser fodida por si!

O médico olhou-a incrédulo pela frontalidade da declaração. A presa cedera e o predador finalmente iria, quando estava quase a sucumbir, levar a melhor. Não olhou para mais nada e no segundo imediato estava de calças e boxeres ao fundo das pernas. Sua ferramenta saltou, como que impulsionada por mola, e varejou grossa, dura e roliça na frente dos olhos raiados de tusa de Sílvia.

De imediato Sílvia, ainda deitada, lançou a mão aquele mastro e punheteou-o uma, duas, três vezes, como que a amansá-lo, engolindo-o de seguida por inteiro e iniciando um broche quase maquiavélico, tal era a intensidade da mamada.

Salvador arquejava forte, dando a sua rola aquela boca esfaimada, metendo fundo e sentindo a besta tocar no diafragma da garganta da sua paciente, que arqueava as ancas, meneava os quadris e resfolegava pendurada do seu cacetão lustroso. Sem dó, estocava forte, cadenciado, em contínuo, dando fodas sucessivas naqueles dentes brancos, naqueles lábios carnudos, naquela boca devoradora.

À medida que se satisfazia na boca de Sílvia, suas bolas pareciam crescer, entrando em ebulição e estando prestes a derramar aquele leite pastoso e agridoce, de cheiro intenso. A cavalgada deixou-o completamente transpirado, escorrendo por todos os poros, e num ápice percebeu que ia vir-se e gritou esbaforido:

- Vou-te dar o meu leite, puta! Vou-te encher a boca de mel e satisfazer a tua fome de pichota! Mama, vaca, mama! Engole a esporra do teu doutor, esfomeada do caralho!

E veio-se! Veio-se muito! Veio-se em golfadas, em jactos, em torrente! A lava jorrava da sua teta cavalar como que projectada por um tiro!

Sílvia sugou toda aquela teta, deleitando-se com o gel que lhe inundava a boca e escorria garganta abaixo alimentando-lhe as entranhas. Saboreou gostosa e desvairadamente aquele iogurte natural suculento, lambendo-se e lambendo a cabecinha, onde um fio de nata continuava a escorrer.

Agarrava ainda aquele naco de carne, cujo prepúcio recolhido deixava ver a corola brilhante, como se fora um cogumelo, com um saco negro, dependurado e baloiçante, coberto de pintelhos negros, suportando duas bolas esdrúxulas, como duas ameixas maduras. Sentia-se uma mulher renovada! Tinha a buceta completamente inundada, tal como a boca. Na boca o sabor a macho; na cona o odor a fêmea!

Salvador libertou-se da mão de Sílvia e sem dizer nada dirigiu-se ao fundo da marquesa, do lado dos pés. Aí chegado recolocou as pernas dela em cada um dos estribos. Tinha a verga pendurada e semi rija, o corpo transpirado e os olhos vidrados de tesão e prazer.

De pernas levantadas e com a greta disponível e sequiosa, Sílvia aguardava a sequência da acção, sem saber muito bem o que a esperava, mas sentindo que iria receber o macho nas suas entranhas. Foi então que Salvador se lhe dirigiu em termos ordinários, que ela adorou e lhe provocaram uma excitação acrescida.

- Sabes o que te vai acontecer agora, minha safada ordinária? Vais ser comida nessa tua bucetona esganada e cheia de sumos quentes. Vou rebentar-te o cabaço de novo, com o meu martelo de cobrição. Há quanto tempo não engoles um pepino rubro nessa tua cona? Diz, vá, diz?! Há quantos anos, minha putinha boazona? Tu querias era ser fodida, não era, cabra, e vieste ao médico para lhe ofereceres a rata. Vaca do caralho!!!

Sílvia gemia, ululava, contorcia-se na marquesa ao ser xingada com aquelas ordinarices, com aqueles palavrões, com aqueles termos que a nomearam puta, vaca, galdéria, ordinária, cabra... e lhe falavam de levar foda, comer caralho, engolir cacete!

- Não comias carne aos empurrões, mas metias o consolozinho de borracha, não era putéfia? Consolavas-te com a mão e vinhas-te a ver filmes pornográficos, a ver as outras a engolir grossas sardas na boca, na cona e na peida! Diz lá que não era, diz... E sonhavas ser montada como uma verdadeira cadela no cio! Agora vais tirar a cona de miséria, minha vadia! Vou-te entubar toda, mas antes... abre a xana com as tuas mãos, vagabunda! Abre... Já!

Sílvia contorcia-se invadida por arrepios de prazer e de imediato levou as mãos à xaninha e afastou os grandes lábios, deixando totalmente aberta aquela sua gruta escorregadia e sumarenta. Salvador segurava no seu grosso ferramental e batia uma punheta com desmesurado vigor. Já de cacete duro dirigiu-se à marquesa, deslocou o degrau para o fundo, subiu e apontou o jegue à greta rosada que se lhe oferecia.

À primeira investida Sílvia gritou, trespassada por uma dor aguda! Salvador xingou-a sem olhar a palavras:

- Grita, puta, grita que me dás tesão e assim ainda espeto mais fundo até te rebentar a conaça!

À segunda e seguintes, à medida que a dor se transformava em prazer, Sílvia sossegou e passou a gemer e a implorar por mais, com mais força. Era agora a sua vez de destratar o seu cavaleiro:

- Vá, cabrão, fode-me a racha rapada! Enterra-me esse varapau na xereca! Soca com força, cavalo! Fode, boi! Fode, fode, fode, caralho! Ó que delícia de queca que me dás, doutorzinho!

Sem aviso, Salvador sacou o cacete fora, deixando Sílvia num sufoco, desesperada de perder aquele grosso tronco. Mas de imediato lançou-se ao grelo com a sua língua, minetando aquela xana escaldante de forma acelerada e ininterrupta. O prazer era sublime e Sílvia uivava como cadela no cio, enquanto era lambida na sua gruta e no seu clitóris. Ao mesmo tempo o médico esganava o seu pinto socando-o numa punheta enfurecida, a que Sílvia assistia deleitada, meio erguida na marquesa, suportando o corpo nos cotovelos.

De novo sem aviso, o médico deixou de lamber e voltou à carga, espetando o sardão gordo naquela gruta totalmente dilacerada e inundada de líquidos pegajosos.

Sílvia entrou em extase! Aquela rola grossa devassava toda a sua intimidade, desagregava a sua decisão de ser autónoma, metralhava com tiros à queima roupa a sua carapaça de mulher fria e distante e fazia-a sentir-se uma verdadeira cadela dando para um cão de fila dominador, sem hipótese de salvação ou recuo! Estava a ser fodida como nunca o fora antes! As bordas da sua cona pareciam arder, tal era a veemência do ataque que estava a sofrer. A sua vulva arregaçava-se totalmente para deixar penetrar aquele canhão e permitir a aproximação do nó que antecedia as bolas do seu matulão montador. Sentia a mata de pelos púbicos roçar a sua auréola raspada e isso tornava-a total e absolutamente escrava daquelas sensações explosivas, vulcânicas, libertinas.

Salvador fodia-a como só Tomé a fodera, haviam sete anos! Montava como só uma besta monta outra besta! Estocava vertiginoso e forte, como qualquer cão fazia com a cadela que se prontificava a receber o seu estoque. De repente sentiu um calafrio medonho pela espinha acima e grunhiu:

- Fode-me, animal! Fode-me a caverna toda, touro, que eu vou esporrar-me nessa tua verga. Castiga-me com a tua sunga e esporra-te na minha gruta! Vai, vem-te comigo! Inunda-me com o teu iogurte quentinho!

Salvador espetou mais forte e mais fundo e Sílvia estremeceu espasmodicamente, em convulsões de prazer alucinado e infindável. Ao mesmo tempo o clínico uivou como lobo chamando a alcateia, exaurido na avalancha de esporra que ejaculava da sua broca de carne. Fundiram-se um no outro como alucinados, expelindo a sua lava na lava do outro e rugiram feito feras electrizadas no momento do extase.

- Toma, cabra, toma nessa greta o meu nervo em chamas! Ruge mula e engole o meu elixir da vida. Toma, toma fundo sua puta vagabunda. Venho-me no teu cono! Vveennhhoo-mmee!!!! Aaaahhhhh!!!!

- Ó não... Ó que foda... Oooohhhh... Toma, boi cavalo, cão sarnento! Toma a minha nata viscosa... Besunta a tua alavanca e espeta-me mais, até ao fundo, até me matares de tesão! Oooohhhh!!!! Estou a vir-me! Cona... vem-te! Coninha... Oooohhhh!!!! Mete, mete, cavalga...

A lava alastrava pelos seus sexos aplacados e flácidos agora, mas todavia quentes, todavia capazes de novas orgias. Sílvia gemia na marquesa, com uma perna içada e outra caída ao acaso. Salvador abandonara-se na cadeira almofadada dos clientes e resfolegava aceleradamente, procurando normalizar a respiração.

A noite caíra já há muito e o silêncio no Centro Clínico apenas era interrompido pelo som vindo do televisor, que continuava ligado e passava agora uma série humorística. Decorridos alguns minutos de descanso o telefone tocou. Salvador levantou-se meio cambaleante e foi atender. Era a sua velha empregada que “queria saber se o menino demorava a chegar”. Que não, que ia já, meia hora no máximo, respondeu. Sílvia levantou-se bela no seu corpo escorreito, prazenteiro e sensual. Os olhos brilhavam intensamente, como nunca. As curvas do seu corpo pareciam agora mais delineadas, mais firmes. Vestiu o soutien e a blusa e procurou as cuecas que haviam desaparecido naquela batalha corporal. Vestiu-as e vestiu também a saia do fato e de seguida o casaco. Pegou nas meias e guardou-as na malinha de mão. Sentou-se na cadeira e encarou o médico, ainda nu, indagando:

- Doutor, que me diz? Tenho algum problema ou está tudo bem?

O clínico sorriu, num misto de seriedade e malícia, olhando-a fixamente nos olhos.

- Sílvia – tratava-a por tu – estás óptima, mas vamos fazer uma série de análises, uma mamografia e o “papanicolau” para não ficarem dúvidas. Está bem assim?

- Sim, claro – respondeu Sílvia sorrindo também. – Então já posso ir embora? – perguntou sarcástica.

- Já concerteza... – respondeu ele levantando-se e mostrando a sua vara flácida, mas suficientemente grossa e comprida para que Sílvia a olhasse com gula.

Natural e majestosa, Sílvia dirigiu-se-lhe, tomou-a na mão e meteu-a na sua boca ainda impregnada dos seus sucos. Chupou-a docemente uma, duas, três, várias vezes e saiu do gabinete, lambendo os lábios e olhando o médico de forma ordinária, como uma puta que deixa o cliente após a foda.

O médico começou a preparar-se para sair, vestindo-se. Sílvia voltou atrás e da porta perguntou:

- Doutor, quanto lhe devo da consulta?

Salvador, muito sério, assumindo o seu papel de profissional, respondeu:

- Digamos que esta foi uma consulta exploratória gratuita! A próxima pagará, por certo. – e sorria malandro, enquanto ela correspondia com um sorriso maroto e saía dizendo:

- Obrigado! Até à próxima... doutorzinho!

A porta da rua bateu, fechando-se nas costas de Sílvia. O médico acabara de vestir as calças, quando o telefone voltou a tocar. Fez de conta que não era nada, mas a insistência irritou-o e viu-se obrigado a atender.

- Estou, Centro Clínico, fala o doutor Miguel Salvador, faz favor!

Do outro lado fez-se um silêncio com ruídos de fundo, com sons de carros que passavam, pessoas que iam falando de passagem. Uma voz surgiu então e disse segura de si, num tom melodioso, cheia de vida e sedução:

- Doutor, a próxima consulta vai ter que ser ao domicílio e eu faço questão de pagar tudinho com... a minha cona! Aceita?

Desligou sem esperar pela resposta. Salvador sentiu um calafrio subir-lhe pela coluna acima enquanto vestia a camisa, adivinhando o festim que o esperava numa próxima consulta... domiciliária!

Sílvia caminhava pela rua sentindo o ar frio da noite e roçando as coxas com luxúria, fazendo por sentir a geleia do seu médico lambuzar-lhe todo o sexo. Sentia o cheiro acre da sua própria vagina subir por dentro da roupa e inundar-lhe a cavidade nasal, atordoando-a ainda de muita tesão. As cuecas estavam impregnadas de leite masculino, misturado com a sua própria escorrência e iria guardá-las assim, como trofeu daquele dia memorável. Meteu a chave à porta de casa e entrou. Descalçou-se e sentou-se na sala emocionada e cheia de alegria. Estava cansada e deitou-se ao comprido no sofá. Adormeceu!

Acordou no dia seguinte esfomeada e em desalinho eram sete e meia. Tirou as cuecas, que continuavam húmidas, e guardou-as numa caixinha guarda jóias, tal como estavam. Passou a mão pela buceta e esfregou o seu clitóris dolorido, lambendo as sobras daquela cavalgada inolvidável. Tomou banho, vestiu-se, maquilhou-se e saiu para trabalhar.

Era um novo dia, na sua nova vida! Sílvia sabia-o e sentiu-se renovada, enquanto pensava consigo mesmo nos acontecimentos do dia anterior.

Comentários

01/12/2011 15:49:07
Nota dez.... para variar...
01/08/2009 21:27:14
BOM SEU CONTO FOI BEM CONTADO GRANDE, MAIS MUITO BOM SRSRRSRSRSRRSRRSRSRSRRSRS. A QUERO SABER DA CONSULTA DOMICILIAR EM. KKKKKKK.
18/11/2008 11:09:46
Bem conseguido ao ponto de fazer qualquer mortal sentir-se bem disposto sexualmente.

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