Meu amigo me seduziu


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Um conto erótico de Sonia
Categoria: Heterossexual
Data: 26/10/2005 14:12:45
Nota -
Assuntos: Heterossexual

Carlos vi forma com que falava sobre nós, mas gostaria de contar do meu modo e algumas coisas que na ocasião não lhe contei, por medo e ciúmes, obrigado por não revelar o meu segredo.

Carlos e eu éramos muito amigos, conversamos sobre todos os assuntos. Resolvi contar sobre meus problemas, emocionais e sexuais. Era mais sexual do que emocional. Algo que aconteceu na minha infância. Tinha medo toda vez que meus namorados, queriam fazer sexo, a ponto de acabar todos os namoros. Abri com Carlos e ele me falou do seu fetiche de usar calcinhas. Pensei, bicha traveco?, sabia que nada disso era. Achei tudo muito normal. Cara normal, dedicado aos estudos, saia de vez em quando com a galera. Interessante que quando conversávamos, estava sempre de pau duro, dava para notar na calça. Por varias vezes tive a sensação de estar sendo despida e comida, ticava excitada, gostava muito desta sensação. Outras meninas já haviam comentado comigo sobre isso, sentiam o mesmo.

A dai, percebi que algo tinha mudado em mim. Não sei porque, quando ele falou que tinha visto uma calcinha numa loja da cidade, prontamente me ofereci para comprar. Queria que a hora voasse, fui almoçar, não fui direto à loja porque ficaria difícil explicar que tinha comprado algo e ao mesmo tempo levaria ao escritório. Almocei rapidamente, fui à loja e comprei exatamente aquela que havia me dito. Vi o preço, dava para mais duas, comprei.

No escritório percebi que Carlos estava ansioso, eu também, olhamos juntos, escolha uma, disse, escolheu, vou por ela no banheiro. Vestiu, olha to com sua calcinha, veja, sutilmente abriu a calça. Não percebeu, dava para ver uma parte do pênis, a calcinha era pequena. Tirou-a e me deu.

Queria ver as calcinhas dele. Esperamos o fim do dia, não tinha mais ninguém, olhei uma a uma, na sua sala, uma mais bonita que a outra, me excitava em vê-las, Carlos literalmente me despia e comia. Parei e pedi para leva-las em casa. Lá veria com calma e segurança. Deixou, mas levaria minhas calcinhas ele ver.

Fui direto para o quarto, olhando, chega minha irmã Ce, como chamávamos, tinha uns 16 anos naquela época, Carlos conheceu na festa do meu aniversário. Perguntou se tinha comprado aquelas calcinhas. São de Carlos. Carlos é bicha ou traveco?, não dá para acreditar. Nada disso, é normal, e falei o que tinha acontecido durante o dia, comecei a falar do cacete, Ce desconversou e tirou sua roupa e começou a vestir e desfilar. Gostei da idéia, fiz a mesma coisa.

Ce, muito de brincalhona, pegou uma meia, ajeitou-a bem debaixo da calcinha, ficou o máximo, veio por traz de mim e roçou minha bunda, depois de frente. Ficamos molhadinha com enorme tesão, paramos a brincadeira, guardei as calcinhas.

No dia seguinte levei minhas calcinhas para ele ver. Pediu se poderia vesti-las. Depois me disse que tinha gozado muito, trocamos algumas calcinhas. À noite, Ce estava no meu quatro me esperando, para saber como foi o dia. Sabia que queria saber de Carlos, estava de calcinha e sutiã, tinha saído do banho.

Pegou novamente uma meia, colocou sob a calcinha e veio roçar minha bunda. Tirei minha roupa e fiz a mesma coisa com ela, ela se acalmou. Dava para perceber que estava interessada por Carlos. Sempre me perguntava sobre ele, mandou que levasse algumas de suas calcinhas para que Carlos visse, mas dizia não a ela.

Pedi para as peças intimas, foi ao banheiro e tirou a cueca e me deu. Fui também tirei a calcinha e fiz a troca. Ele usou o dia todo a minha calcinha e eu a cueca dele. Pensei que teria a mesma sensação que descrevia quando usava calcinha. Não foi assim.

Dia seguinte pedi que me emprestasse uma calcinha sua, queria ficar o dia todo com ela, aceitou, mas usou o dia todo a minha calcinha. A tarde me devolveu com uns pingos de esperma nela, gostei do que vi, no banheiro cheirei e lambi, troquei de calcinha e devolvi toda molhada. Não fez questão.

Pedi que levasse uma que escolheria para casa e usasse a noite toda, queria no dia seguinte sentir ela quente, o calor do corpo de Carlos. Atendeu todos meus pedidos, trocamos de calcinha, ele usou minha calcinha o dia todo, a tarde conversamos muito, percebi que algo havia acontecido. Realmente. Pediu desculpas e disse que tinha gozado na minha calcinha, e estava com esperma, pedi para não limpar. Todos do escritório tinham ido. Carlos tirou minha calcinha e me devolveu. Foi rapidamente ao banheiro, a calcinha estava borrada, cheirei e lambi tudo, estava tão gostoso, se tivesse coragem teria pedido para gozar na minha boca. Não tive.

Diversas vezes fui assedia por Carlos para mostrarmos um ao outro nossas calcinha. Cedi, combinamos que sábado no escritório seria o dia. Concordamos que não iríamos fazer nada a mais, era virgem e queria ficar assim.

Fomos ao escritório. Toda envergonhada, não tinha coragem de me despir. Carlos com muita paciência foi aos poucos me dando confiança e começamos a nos ver de calcinha, ele com as minhas e eu com as dele. O mastro de Carlos estava duro, ereto, dava para perceber debaixo da calcinha ele pulsar, algumas das minhas calcinhas eram tão pequenas que sobrava tudo pra fora. Estava toda molhada e pedi para parar. Fique com medo.

Em casa não dava para agüentar, o tesão era grande, liguei para Carlos, queria que me guiasse na minha primeira masturbação. Feche os olhos, dizia, tirei a blusa, passei a mão nos seios, toque os bicos, vai descendo a mão sobre o corpo, tire a saia. Ce entrou no quarto, assustei. Ce dava sinal de silencio e continuar, tinha pego a extensão e sabia o que estava acontecendo. Ce tirou a roupa, me acompanhava. Fechei os olhos, dizia, passe a mão na xoxota, fui passando, gozei, continua, ouvia, gozei outra e outra até perder o sentido.

Voltei a ligar para Carlos, dizendo que estava tudo bem o sentido tinha sumido, gozei tanto na sua calcinha, ele disse. Deixa como está, quero ver, vou mostrar sua calcinha como ficou. Não tive coragem de ligar novamente no sábado e no domingo, mesmo porque lá estava Ce.

Segunda chegou, precisava conversar com Carlos sobre essa sensação, olhamos as calcinhas, disse que levaria para lavar. Disse também que tinha perdido muito tempo.

À noite liguei novamente para ele, sabia que não ia estudar. Acho que disse que não ia estudar de propósito. Ele foi para o escritório. Guiava na minha segunda masturbação, Carlos ia falando, seguia a risca, gozei varias vezes. Ele ensinou algo diferente neste dia, tinha segundas intenções. Pediu para passar os dedos na xoxota toda molhada, e colocar o dedo no cuzinho, estranhei, retruquei, ma fazia como pedia. Meu dedo ficou bem lubrificado na xoxota, passei o dedo no cuzinho, lentamente, falava, força devagar, um pouco mais, até não ter resistência. O dedo está todinho dentro disse a ele. Tira e põe o outro dedo. Dói. Calma, vai com um só, tira e põe. Gozei e Carlos também, deu pra notar no telefone.

Sábado, no escritório, começamos nossa cessão de desfile. Passado algum tempo Carlos não agüentando, pegou-me pelos braços me beijou, estava toda entregue a ele, podia fazer o que queria. Passou a mão no meu corpo. Tocou minha xoxota por cima da calcinha, tava toda molhada. Tiramos nossas calcinhas, sentei no banco que lá estava, pediu para abrir bem as pernas e começou a lamber minha xoxota, passando pelos lábios até os clitóris, gozei, Carlos não parava, não sei quantas vezes gozei. Chupa meu pênis agora, não queria, e querendo pergunte, como? Abre a boca dizia, fique calma, engoli todinho aquele pênis, tocava a garganta, era grande, tinha uns 20 cm. Pare, vou gozar, dizia, fica de costas. De vagar foi roçando meu cuzinho. Fiquei com medo, Carlos dizia calma, to devagar e quero te enrrabar. Colocou a pontinha da vara, doeu um pouco e ele tirou, estava novamente com a pontinha, doía um pouco, dava para agüentar, colocou um pouco mais. Ta todo dentro, está um pouco ardido e gosto. Tirava e punha, dancei um pouco, ficou muito bom, queria mais, dizia a Carlos, não goza, mais, mais forte, enfia tudo, segura para não gozar, continua, não para, não para, continua, gozei, não goze ainda, continua, mais forte, mais. Carlos disse vou gozar, um jato quente e forte lavou todo o intestino, gozei também, tirou a vara. Fui ao banheiro e forcei um pouco, desceu muito esperma.

Cheguei em casa, Ce estava no quarto, o cursinho dela tinha terminado cedo. Perguntou: Sonia o que aconteceu, nunca te vi tão contente assim. Não dava para esconder, e acabei contanto. Ce ficou excitada, tirou o vestido, ficou de calcinha e sutiã, queria todos detalhes. Tirou a calcinha, passou a mão na xoxota do jeito que descrevia, gozou. Pegou uma escova, com cabo redondo, lubrificou na xoxota, colocou-a no cuzinho como lhe falava, gozei, dizia, e continuava, acho que gozou muitas vezes.

Fizemos sexo anal, sábados seguidos. Ce sempre queria detalhes de nossa transa e a cada detalhe se masturbava, mas a um certo ponto parei de contar, estava com ciúmes, Ce estava interessada demais pelo Carlos, ela seria minha concorrente. Estava disposto a não dividir o Carlos com ninguém. Acho que preenchia seu espaço e ele o meu. Depois que comeu meu cuzinho, as colegas me diziam que não o viam mais nos finais de semana. Sabe essas amigas, que gostavam de um bom fuxico. Diziam, não vimos o Carlos este fim de semana, você sabe o que está acontecendo com ele? Ele conversa muito com você. Acho que são os estudos, desconversava.

Carlos sempre me assediava que queria comer minha xoxota, não ida dar a xoxota, queria algo mais.

Arrumei um namorado para fazer ciúmes ao Carlos, no começo me dei mal, depois acabei achando que foi muito bom. Sempre me agarrando e querendo comer a minha xoxota. Não era um cara atencioso, calmo como o Carlos era. Tinha medo.

Disse ao Carlos que neste sábado comeria minha xoxota, antes do meu namorado, querendo que ficasse com ciúmes. Até consegui. Comprou um conjunto vislumbrante, completinho, gastou uma nota preta, era importado. Sabia costurar e algum tempo vinha fazendo uma calcinha, que lhe fosse muito confortável. Diversas vezes dizia, esta calcinha aperta o saco, outras o elástico machuca a cintura, e perguntava, quer, aceitava todas.

Mesmo local, tiramos a roupa. Carlos com a calcinha que fiz, eu com o conjunto. Perguntei, você não usou a calcinha do conjunto antes de eu usar, devolveu com a mesma pergunta. Nenhum de nós tinha usado antes do outro aquelas calcinhas. Completei fiz uma igual pra mim. Beijamos, nos tocamos, as mãos se cruzavam. Quer usar a calcinha esta calcinha? Trocamos as calcinhas, a minha já estava toda molhada, continuamos a nos acariciar. Trocamos as calcinhas, ficou molhada também. A carícia estava gostosa demais. Sentei no banco que estava ali, colocou a calcinha de lado, com a língua sugava tudo o que descia da xoxota, lambia e tocava a língua na cabacinha que pedia vem, vem. Continuava a lamber minha xoxota, dos grandes lábios, aos pequenos até o clitóris, gozei, e pedi para ser penetrada. Calma, dizia, segura, gozei outra vez, ai começou a colocar a ponta do pinto na minha xoxota, senti medo, dor talvez, não sei o que aconteceu que deu pra sentir um gozo meio fraco, mas estava gozando, com paciência e calma, foi colocando aos poucos aquela vara enorme, dura, pulsante. Ta dentro dizia, sentia a pulsada de seu coração dentro da minha xoxota. Fez um leve entra e sai. Senti tocar o colo do útero. Coloca um pouquinho mais e segura. A ponta do pinto tocando o colo do útero era muito bom, que até tinha umas gozadinhas, ele bombou, gostei, mais, mais, ta muito bom dizia, não quero que goze logo, mais, gozei, continuou, mais forte, mais forte, bem forte, entra tudo, toca o colo do útero, bem forte, gozei mais vezes, pedia para segurar, mas dava para ver que ele queria gozar, deixei. Senti todo aquele esperma quente bem no útero, que gozei também. Dei uma pausa, escorria todo o esperma pela minha perna.

Recobrado as minhas energias. Deflorada a xoxota. Levantei-me chupei o pinto dele, tinha um pouco de sangue da minha cabacinha rompinda. Em forma, colocou o pinto na minha xoxota, fez vários movimentos frenéticos, e gozei, ele tirou e me enrrabou, meu cuzinho estava molhado, não ofereceu nenhuma resistência, entrou direto. Rebolei para ele, tava muito gostoso, gozei, continua dizia, não para, mais forte, gozei, mais forte, mais ainda, enfia tudo, gozei, não vai parar não, ele já não agüentava mais, gozou, senti aquele calor dentro do meu cuzinho que me fez gozar outra vez. Despedimos. Carlos disse usa camisinha com seu namorado. E cada um foi para sua casa.

A noite resolvi dar pro meu namorado. Fomos a um motel, fiz de acanhada, ele tirou sua roupa e eu as minhas, fomos para a cama. Acariciou-me, não era igual ao Carlos. Conduziu sua vara na xoxota. Vai devagar, sou virgem. Dizendo isso meu namorado ficou meio mole, tipo vou deflorá-la. Continuou, introduziu a ponta da vara, tirou e colocou de novo, aos poucos foi introduzindo, minha cabacinha estava sensível, sangrou um pouco novamente. Começou a bombar com força. Calma, vai devagar, pedia. Continuou, e gozamos juntos.

Passaram-se muitos sábados, de manhã Carlos me comia de forma alucinante sem controle, acho que aquelas sessões com as calcinhas despertava algo em mim selvagem, nunca me preocupei com camisinha com o Carlos, pois preenchia sua vida e ele a minha. E a noite meu namorado de forma recatada, com medo dos meus pais, sempre pedindo para usar camisinha.

Mantive este namoro para ver se Carlos tomava uma atitude. Sempre transei com Carlos sem camisinha, queria ter um filho dele. Com esta gravidez ficaria com Carlos. Tinha outros problemas sexuais que me impediam de engravidar. Forcei a barra, dizendo, vou me casar. Ficou atípico, Carlos tinhas outros planos queria estudar no exterior. Sabia que eu queria formar uma família, precisava fazer um tratamento logo, depois dos trinta que já estava bem próximo, seria difícil engravidar. Disse que gostava muito de mim, mas com os estudos no exterior, não teria com me dar a atenção que eu merecia. A idéia dele sair de uma cidade pequena, e ir para uma universidade no exterior, não me cabia. Não aceitava. Neste sábado foi nossa ultima transa, mas continuamos a nos ver e conversar, trabalhávamos no mesmo local.

Mantive meu namoro, casei. Depois de casada sai do emprego e nunca mais vi ou falei com Carlos. Espero que da mesma forma que ele contou nossa historia e o descobri, ele possa ler esta e saber que gosto muito, mas muito mesmo. Não vou pedir para me ligar. Meu e-mail é @hotmail.com. antes do @ você sabe, é como me chamava carinhosamente.

Meu namorado depois marido, aprendeu alguns truques, e vinha me ensinando, como se eu já não soubesse. Não queria desencoraja-lo, fazia de conta que não sabia, e esperava pacientemente, me ensinar.

Comentários

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EU
26/10/2005 18:37:59
GOZOU DEMAIS PRA MEU GOSTO..KKKKK..É UM LENGA LENGA MESMO, E DAR VONTADE DE CHORAR..KKKKKKKKKKKKK
powerguido
26/10/2005 17:55:00
quase chorei.
powerguido
26/10/2005 17:54:27
que lengalenga do caraio,aguacomaçucar,lerolero do caraio.Pô,parece a novela das 8.

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