Casa dos Contos Eróticos


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DUAS VIRGENS PARA UM PAPA-ANJO

Um conto erótico de Ado Feitosa
Categoria: Heterossexual
Data: 03/01/2005 07:59:36
Nota 0.00
Assuntos: Heterossexual

Meu nome é Ado, sou branco de cabelos encaracolados castanho-escuros, tenho 1,70m de altura e tenho uma pica normal, mas muito bem limpinha com a cabeça rosada e exposta e este fato que estou narrando aconteceu quando eu tinha 19 anos (hoje tenho 33) e estava no final do 2º período da faculdade, foi quando comecei a namorar com a Fê, uma garotinha de 15 anos que fazia um curo técnico no mesmo prédio da minha faculdade. Bom, ela tinha uma irmã de 16 anos que chamaremos de Méri que estudava na mesma sala dela e era mais sacaninha do que ela em matéria de sexo. A minha garota tinha os cabelos castanho-claros e um corpinho de ninfeta que deixava qualquer um boquiaberto e tb tinha cara de menininha de zona sul do Rio, pois estava sempre bem bronzeada devida ter casa região dos lagos, apesar de ser bem inocente e ter a mente bem suburbana. Sua irmã sem mentira nenhuma, era a cara desta Sabrina do BBB e já tinha corpo de mulherão só que tinha os peitinhos bem pequenos e apetitosos feitos os das Sabrina antes de colocar silicones e era desejada até pelos professores da faculdade que sempre rondavam nos corredores do prédio desta escola. Um dia conversando com a Fê sobre brincadeiras de descobertas infantis como: médico, papai e mamãe e etc., ela me confessou que na casa de praia da avó, quando tinha ainda uns 10 anos e sua irmã 11 anos, que haviam brincado de papai e mamãe com um primo próximo que ela não quis me dizer quem era e que ela tinha beijado na boca e segurado no pinto do garoto mas que não tinha sido penetrada pelo primo por ser muito novinha mas sua irmã sim, além de chupar os peitinhos dela. Aproveitando a deixa, num certo dia quando estávamos de saída, eu da faculdade e elas do curso técnico, puxei assunto sobre sexo na infância e elas se soltaram e confirmaram a tal experiência e eu então disse para elas que às melhores brincadeiras de criança são justamente quando se chega na adolescência e repete tudo que tinha feito na infância, só que a sensação seria muito mais gostosa porque o corpo já estava mais desenvolvido e que já teria o começo das verdadeiras sensações do prazer, dito isso, eu às convidei para brincar de papai e mamãe comigo para elas constatarem a veracidade do que eu havia dito. Sua irmã ficou toda animada e ansiosa, mas minha namorada não gostou muito da idéia alegando que não queria dividir o namorado com ninguém muito menos com irmã que sempre namorava os garotos mais bonitos a deixando chupar os dedos, e que ela tb se amarrava muito de mim, blá blá blá e coisa e tal. Então eu falei para ela que não iria me dividir com sua irmã, pois se tratava só de brincadeiras "inocentes" e não de sentimentos de amor e que amor eu só dedicaria a ela. Ela ficou pensativa, Méri deu uma força na idéia e Fê, finalmente acabou concordando e logo marcamos um dia para matar-mos aulas e realizar-mos esta tal brincadeira que eu tanto exaltava. No dia combinado, passei na farmácia e comprei várias camisinhas e tentei comprar vaselina, e o vendedor me recomendou o KY-gel por causa de a camisinha ser derivada do petróleo e ser estragada pela vaselina, no que comprei mesmo sem conhecer sua eficácia. No dia combinado, fui de carro para a escola o que não era meu costume, de onde elas me esperavam na porta e de lá partimos, depois de convencê-las de ir-mos para um motelzinho barato na beira da estrada Rio - Petrópolis, já que eu era estudante e vivia de mesadas e não tinha muito dinheiro no bolso para esbanjar. Paramos no Bar do Alemão e pedi para minha gatinha, por ser menorzinha, que se escondesse no porta mala do carro para não dar bandeira na entrada do motel, pois Méri tinha cara de maior de maior de idade e despertaria menos suspeita no atendente. Escolhi uma suite com piscina e entramos na maior ansiedade. Fechei a porta da garagem e sentia o nervosismo de todos inclusive o meu, meu pau formigava de tão duro,minhas pernas quicavam e minhas mãos suavam frio pois se tratava de duas gatas alucinantes e com certeza não teria outras chances daquela. Lá dentro, brinquei com elas para descontrair e comecei, aos poucos, à tirar minhas roupas ficando apenas de cueca com o circo armado, ela me olhavam nervosas mas excitadas e logo elas também tiraram suas próprias roupas ficando as duas só de calcinha e soutian e entraram para debaixo do lençol. Eu tb entrei por baixo e fui lambendo os dedinhos dos pés de Méri e acariciando as lindas coxas da Fê, arrancando suspiros das duas,; Fui beijando e subindo em direção a xoxotinha da Méri e puxei sua calcinha para baixo me dando a visão mais linda de minha vida; Dei-lhe várias lingüadas no clitóris e no cuzinho que ela chegou a assustar a Fê quando chegava ao gôzo com seus gritos, que a Fê veio me indagar se eu há estava machucando no que foi respondida com um sonóro nãããããoooooo seguidos de risos pela irmã. Passei para Fê e fiz o mesmo trajeto que tinha feito na Méri, arrancando suavemente também a sua calcinha e dedicando mais tempo com a pequena vagina da Fê de poucos pêlos castanhos-claros e acabei introduzindo um dedo em seu cuzinho apertado e ficando um bom tempo no entra e sai com este dedo e apreciando as diversas faces que a Fê fazia, indo ao delírio com o prazer nunca antes conhecido, constatei a virgindade e brinquei um bom tempo com a lingua na pequena fenda de seu cabacinho, depois beijei-lhe a bôca com ternura dando-lhe um tremendo de um abraço apertado e aproveitando soltei seu soutian e caí de bôca naqueles peitinhos rosados de ninfeta virgem. Nisso Méri retirava o próprio soutian, mostrando os lindos seios, dos tipos que eu adoro, pequenos e duros com biquinhos ínfimos rosados, e logo veio com as mãos em direção a minha cueca no que foi retirando com minha ajuda até sair totalmente pelos pés e agarrou meu pau arregaçando a cabeça para fora que nesta hora brilhava de tão excitado que estava. Pedí a Méri que me chupasse o cacete e ela falou que tinha nojo mas insistí e ela acabou cedendo e sem jeito, beijou a cabecinha, deu umas lambidas e enfiou tudo na bôca me arranhando a glande com os dentes me causando protestos de dor mas logo logo já pegava o jeito me dando muito prazer. Me deitei de costa naquela cama redonda e pedi a Fê que botasse a xoxotinha em minha bôca enquanto sua irmã se deliciava com a minha vara e eu cutucava a xoxota da Méri com o dedo médio da mão esquerda, com o braço passando por baixo de sua bunda lisa e gostosa. Gozamos os três quase juntinhos, a Fê na minha bôca e eu na bôca de Méri que cuspiu tudo no chão, e Méri no meu dedo, gerando uma comoção nacional, pois aquilo era novidade para todos nós e o gosto do gôzo da Fê era algo que só quem já provou o gôzo de uma ninfeta linda, maravilhosa e virgem, sabe o sabor que causa; na bôca, na alma, no pau e no coração. Depois desse enlace triangular, fomos os três para a piscina nos refrescar e curtir um clima de onde rolou um papo bem animado sobre tudo o que estava acontecendo de novidade e de tesão alcançado que até então nunca haviam sentido. Repare que até então, eu não tinha penetrado nas meninas, só tínhamos ficado nos amaços e chupações. Papo-vai papo-vem, eu perguntei para elas se não queriam aprender mais algumas coisas em relação a sexo, lhes expliquei sobre doenças e gravidez, do motivo do uso da camisinha e do prazer que tínhamos acabados de sentir. A Méri falou com carinha de puta no cio: - Porque não. E a Fê me indagou: - Mais gostoso ? Então, claaaroooo que eu quero,! Ficamos de sacanagens, com sarrações e com um passando a mão no outro por de baixo d'água e nisso fomos nos excitando de novo e quando já estávamos que era puro tesão, saímos da piscina e tomamos juntos uma ducha quente, onde todos passavam sabonetes em todos. Meu pau parecia que ía estourar de tão duro e todo ensaboado, abraçava elas por trás, meu pau escorregava entre as coxas delas enquanto eu apertava suas têtas e deslizava a outra mão em suas periquitas, eu estava no céu e elas tmbém, minhas gatinhas estavam todas escorregadias no que facilitava a entrada dos meus dedos em seus orifícios divinais, o tesão estava a mil, encostei meu pau na rosca da Fê e fui empurrando bem devagarzinho, enquanto ía sussurrando besteiras e enfiando a língua no seu ouvido a deixando toda meloza e desprotegida, quando a cabeça passou toda, ela entrou em transe e começou a forçar o corpo para traz fazendo entrar todo o resto do meu pau e eu mordia o lóbulo de sua orelha e acariciava os bicos duros de sua linda tetinha, fico de pau duro e dormente só de lembrar, estava realmente no céu. Méri passava a mão pelo meu corpo encostando os peitinhos nas minhas costas me acariciando de um jeito nunca antes imaginado me dando um tratamento de monarca, me fazendo crer que era o homem mais desejado da terra. Fê começou a gozar gritando mais Adinho, vai meu amor, mais rápido, continua que estou sentindo você. Gozei também e fiquei com as pernas bambas, nos enxugamos e voltamos para a cama exaustos, liguei a TV num filme pornô para recuperar às forças, na tela tinha um cara super avantajado na pele de professor que saboreava tres alunas loiras de seu colégio interno, elas ficaram assistindo aquilo com muita atenção e comentaram que a história daquele filme parecia com a nossa, só que eu não era professor. Aquilo me trouxe novas forças, coloquei a camisinha explicando para elas como se fazia e partí para cima de Méri pensando encontrar o caminho já aberto pelo tal primo das antigas bricadeiras mas quando apontei a pistola na entrada, ví que estava muito estreita e resolví conferir com os meus olhos, e o que ví, me deixou perplexo pois Méri também era virgem e pelo jeito seu primo só roçou em sua pombinha, não tendo cumprimento suficiente para consumar o ato e romper o selinho desta ninfa ingenua deixando esta "árdua tarefa" para mim. Passei KY nos lábios e na chapeleta e voltei para cima de Méri e a penetrei com maestria, fazendo Méri se derreter toda em minha pica sedenta e bem lentamente cadenciei a trepada,dei-lhe uma surra de pau até ouvir de sua bôca que estava gozando, sussurrando: Adinho, não para de bombar. Enfia tuda na minha bucetinha. Enfia esse pau todo em mim, me come toda. Urrou, gemeu gostoso e pediu mais, jurando fazer sempre e na hora que eu quisesse, me chamou de gostosinho de taradinho, de safadinho . Fê que a tudo assistia me deu outro beijo molhado de sufocar e pediu a vez. Fui antes ao banheiro, arranquei a camisinha e joguei no cesto, dando uma aciada com sabonete na criança, urinei, me limpei e voltei pra junto delas na cama, meu ferro tava todo avermelhado, estava assado mas estava feliz; Pedi a Fê pra me chupar um pouquinho, ela falou que não sabia fazer mas eu expliquei e ela começou beijando a cabecinha e passando de leve a língua em volta, de cima a baixo, por toda extensão do bicho, fiz um cafuné gostoso nela, fui ficando excitado, puxei-a dei-lhe um chupão naquela bôca carnuda e agasalhei minha tora com outra camisinha, lambusei com KY e parti para consumar a Fê, penetrei nela e esta foi a foda mais duída e mais demorada da minha vida, mas também, a mais gratificante, pois nunca ví uma cara mais realizada do que a cara da Fê nas tres gozadas simultâneas que ela teve antes da minha dolorosa ejaculação. Depois fizemos sauna, outra ducha e chupei muito aqueles quatro peitinhos antes de nos arrumar para voltar. Logo após,pedi pelo telefone a conta, paguei e as deixei num bairro próximo do delas para não dá na pinta. Num outro dia em que a Fê faltou por motivo de doença, eu tracei a Méri por completo já que na primeira vez, faltava força e tempo para comer aquele cuzinho de princesa que tanto eu desejava e ela ficou viciada em dar o cú, como gemia gostoso. Meu namoro com a Fê durou cinco anos e nestes cinco anos eu sempre comia ás duas, às vêzes juntas, às vêzes separadas, e sem frescuras, elas ficaram viciadas em trepar mas como o tempo deteriora tudo, nosso romance foi esfriando, outras pessoas foram surgindo e o ciúme aumentando e infelizmente tudo acabou e nunca mais às ví. Soube há pouco tempo que já estavam casadas e espero até que sejam felízes, pois nunca mais tive parceiras como elas e a lembrança continua viva até hoje. Eu com certeza amei às duas ao mesmo tempo de verdade! E se fosse permitido eu teria casado com as duas. Ninfetas de 12 a 18 ou até um pouco mais velha, mas com tudo no lugar que queiram se corresponder e aprender como se goza ou como se fazer na primeira vez para não sofrer ou descobrir sobre seu corpo e aonde se encontra o ponto G ou algo mais e diferente sobre sexo na adolescência, me escreva que estarei sempre, à disposição.

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Comentários

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Gess
02/02/2006 10:30:59
gostei do conto tambem ja estive nesta situaçao depois vos contarei
bao né
26/01/2006 04:05:44
curti pra cacette
kelv
05/10/2005 19:10:20
Gostei do conto, mas o meu é melhor, e aconteceu mesmo, qualquer dia eu conto pra vcs.
kelv
05/10/2005 19:10:18
Gostei do conto, mas o meu é melhor, e aconteceu mesmo, qualquer dia eu conto pra vcs.
FRUFRU
17/07/2005 20:48:31
ESSE NEGOCIO DE OLHAR PRA A VAGINA DA MULHER DIZER SE ELA É VIRGEM OU NAUM É FURADA NAUM DA PRA SABER SO DE OLHAR ....ISSO NAUM TEM LOGICA
FRUFRU
17/07/2005 20:47:30
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17/07/2005 20:45:56
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Thia
10/01/2005 16:06:28
sei nao, tenho minhas duvidas sobre esse conto, mais parece ser verdade!!! e outra: fiquei muito exitado, to aqui no trabalho de pau duro quase batendo uma ponheta!!
fernanda
03/01/2005 17:22:11
gostei e queria ser a meri do conto!




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