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Orgia com os pedreiros II

Um conto erótico de Safado da net
Categoria: Grupal
Data: 20/11/2004 14:33:27
Nota -
Assuntos: Grupal

Orgia com os pedreiros II

Como foi prometido no conto,anterior Sandra me enviou os detalhes da suruba que fizeram com os pedreiros e mais a participação de seus maridos, tudo veio a acontecer alguns meses depois do ocorrido ao conto anterior, vamos aos fatos.

Após o dia que Sandra flagrou nossa putinha Vanessa numa orgia de dar gosto com seus pedreiros Sandra procurou se aproximar da loirinha gostosa e prepotente ( rsss ), com assuntos que ate interessavam as duas Sandra firmou uma amizade já com segundas intenções, e claro que seu alvo era sexo e muito prazer, mas como chegar aos detalhes do que ela havia presenciado sem que Vanessa se sentisse ofendida, sem muitas alternativas Sandra falou de sopetão o que tinha visto naquele dia, claro Vanessa não tinha como negar e esconder sua surpresa, Vanessa começou a chorar pedindo que não contasse o ocorrido porque ela amava muito seu marido, Sandra vendo sua amiga chorando ficou com pena e com este sentimento se colocou a acariciar os cabelos de Vanessa, puxando sua cabeça de encontro ao seu peito, Vanessa sentindo o doce perfume ficou um tanto exitada com os carinhos da amiga, aos poucos Vanessa embriagada com o perfume foi se soltando, e sem que Sandra pudesse reagir deu um beijo sobre o seio, no mesmo instante Sandra ficou arrepiada com o carinho recebido, agora sem forças deixou que Vanessa se aproveitasse de seu corpo, as duas em um bailado sensual foram se acarinhando levando ambas ao êxtase, a cada toque que trocavam ficavam mais exitadas, em poucos minutos elas se encontravam sobre o grosso tapete da sala, se esfregando com seus corpos nus, ao mesmo tempo elas não estavam entendendo o que se passava, elas nunca pensaram num ato de lesbianismo, mas foram se entregando uma a outra agora sem pudor, somente curtindo o prazer que estavam trocando, chegaram ao ponto de fazer um 69 onde ambas gozaram um sem fim, quase desfalecendo. Já recuperadas se olhavam com desejo querendo sentir todo o tesão que elas tinham para se dar, Vanessa convidou sua mais nova amante para um refrescante banho onde elas puderam relaxar e conversar sobre o que acabara de acontecer, suas novas descobertas. Vanessa avançou sobre sua amiga e deu um beijo na boca,demoraram a se separar deste beijo que parecia não ter fim, acharam por bem que deveriam sair do banheira e começaram tudo de novo, agora sobre a cama onde Sandra havia presenciado toda a sacanagem com os pedreiros, Vanessa abrindo uma gaveta pegou de um consolo de tamanho colossal, ficou passando sobre o grelinho já saltado de Sandra, levando a amiga ao êxtase, Sandra não acreditava o que estava acontecendo, Vanessa aos poucos foi introduzindo o consolo na xaninha que ate agora nunca havia recebido nada parecido em tamanho e gorssura, com muita habilidade Vanessa foi virando Sandra de forma que ela ficou de 4 sobre a cama, começou a esfregar o bico do seio no cuzinho da amiga, esta por sua vez já se encontrava muito perto de um orgasmo maluco, algo que nunca havia sentido nem mesmo com o marido, agora Vanessa passava o consolo bem na portinha do cuzinho, Sandra gemia, se contorcia, denunciando seu orgasmo, Vanessa começou a passar a língua no buraquinho deixando ele bem lubrificado, Sandra olhando para sua amante falava que não ia agüentar aquilo no cu, Vanessa falava “para você agüentar isso aqui você tem que querer e implorar para que eu faça seu rabinho”, sem nenhuma pressa Vanessa soube esperar o momento mais adequado, não foi desta vez, mas ela prometeu que este dia haveria de chegar.

Passaram boa parte do dia se amando e planejando uma suruba onde participariam os pedreiros, passado uma semana marcaram um churrasquinho para um fim de semana convidaram os pedreiros mas somente 2 deles puderam comparecer. As duas muito habilmente prepararam tudo sem que seus maridos desconfiassem de nada, Paulo marido de Vanessa e Marcos marido de Sandra, tudo foi marcado para um sábado, onde nos planos delas não teria hora para terminar.

No sábado marcado se reuniram na casa de Vanessa, era 10 da manhã seus algozes chegaram sem nada desconfiar, seus respectivos maridos que haviam ido buscar seus amantes sem nada saber do que estava por acontecer, todos se encaminharam para a churrasqueira onde mais parecia uma sala de inverno com grandes portas de vidro rodeada de cortinas dando uma privacidade total, serviram generosas doses de scotch 12 anos afim de deixar o clima mais alegre. O dia estava quente, do lado de fora uma piscina balançava suas águas convidando a todos para um mergulho, Vanessa perguntou aos seus pedreiros se eles não queria se refrescar, eles alegaram não trazido nenhuma sunga o que Paulo se prontificou a emprestar um caso eles quisessem aproveitar a oportunidade, claro que aceitaram a gentileza, assim Paulo foi buscar as sungas mostrando um local onde poderiam se trocar, em pouco tempo todos estavam prontos para um bom e merecido mergulho. As anfitriãs não deixavam os copos se esvaziarem sempre abastecendo a todos, já com mais de meio litro consumido contavam piadas, estas foram ficando cada vez mais picantes, todos já se encontravam desinibidos a falavam o que vinha na cabeça, Vanessa e Sandra foram se trocar para também poderem aproveitar de um mergulho, vestiram um sumario biquíni que ate seus maridos estranharam a atitude delas, os pedreiros vendo ambas com o corpo molhado ficaram malucos chegando ao ponto de não ter como esconder seus membros já em estado de meia bomba, Paulo ao reparar os volumes exclamou “acho que vocês duas nunca viram algo deste tamanho”, e deu uma gargalhada, Vanessa deu uma discreta piscadinha para os pedreiros e retrucou “nunca vi mesmo, mas se é assim vou querer conferir melhor se é tudo isso que estou vendo se prepare, porque se eu gostar vou também querer experimentar”, Paulo não acreditou que Vanessa fosse mesmo capaz de fazer o que acabara de falar. Por algumas horas o assunto foi esquecido, se puseram a terminar o churrasco onde todos se divertiam.

O dia estava por terminar quando Vanessa falou “ Bom Paulo, você pensa que eu havia me esquecido é? Pois agora eu vou conferir o tamanho da ferramenta deste homem, e vou cumprir o que eu havia dito hoje pela manhã”, Vanessa se aproximou do pedreiro e com a maior cara de pau foi alisando o membro do rapaz por sobre a sunga, de imediato aquela astrovenga foi tomando tamanho e grossura e não para mais de crescer, ela se fez de admirada deu uma olhada para o marido e falou “Acho que você tem toda razão, é mesmo muito grande”, deu um sorriso e continuou “ Bom você duvidou agora vai ter que agüentar, porque sem ver já estou gostando, e pode se conformar hoje vc vai ser corno “, foi baixando a sunga deixando a astrovenga toda de fora, o rapaz estava tão teso que chegava a brilhar o cassete todo, num só golpe Vanessa abocanhou o que pode, dando inicio a uma gulosa que dava gosto de ver, Paulo tentou interferir, mas tudo aquilo estava mexendo com ele, deixando Paulo com muito tesão. Vanessa olhou para o marido como que pedindo que fosse adiante, visivelmente notava-se que ela estava adorando chupar um pau grande, sua mão desceu o corpo alisando sua pele arrepiada e se alojou sobre a boceta, afastou parte do biquíni para o lado e agora fazendo frenéticos movimentos sobre seu grelinho, em poucos instantes seu suco escorria para fora descendo pelas coxas bem torneadas, todos assistiam a tudo, Sandra chegou no ouvido do marido e falou “ Isso eu não posso perder amor, te amo muito, mas eu quero experimentar desta pica”, Sandra se aproximou dos dois e se colocou a dividir aquela astrovenga com Vanessa, as duas chupavam a pica do rapaz, cada uma de um lado, uma alisava o saco enquanto a outra mamava na cabeçorra, era algo alucinante, em poucos minutos todos já se encontravam nús agora tendo todos como cúmplices um do outro. Paulo fechou as portas e as cortinas afim de dar maior privacidade ao que ocorria naquele recinto, já se espalhavam sobre os vários sofás, 4 machos dividindo 2 fêmias no cio, os machos entraram em sincronia proporcionando o máximo de prazer aquelas duas fêmias sedentas por sexo.

Vanessa começou uma cavalgada sobre o pedreiro, aos poucos foi arriando seu corpo procurando alojar aquele poste dentro do seu interior, seu corpo tremia num sobe e desce lento, aquela pica estufava a boceta de Vanessa, em pouco tempo seus movimentos estavam mais rápidos num sobe e desce desenfreado, seus gemidos não escondiam o prazer que o pedreiro estava lhe proporcionando, com um sorriso ela chamou seu marido para que ela pudesse retribuir tudo que estava sentindo, começou a sugar seu marido com uma cara das mais putinhas que podia dar a ele, tudo era puro prazer, Paulo não se contendo chamou o outro pedreiro para ocupar seu lugar, assim com a geba livre foi se acomodar logo em seu cuzinho e exclamou “ Bom meu amor, hoje não tem escapatória, vou comer seu cu de puta que é “ mandou o pedreiro segurar ela junto a seu peito fazendo com que Vanessa ficasse com seu rabo todo exposto, Vanessa já estava em delírios e pediu ao marido “ Vem meu macho, hoje meu cu é todo seu, pode arrombar, quero gozar feito puta que sou, vem meu macho, come ele todo, mete esta pica dentro de mim”, Paulo pegou de um creme e pediu para Sandra untar o rabinho da amiga, assim Sandra fez, foi metendo 1 dedo, depois 2, e logo em seguida 3 dedos dentro de Vanessa, Paulo já estava com sue pau devidamente lubrificado, juntou Vanessa pelas ancas e foi acomodando todo seu pau dentro dela, Vanessa aos poucos se acostumou com uma dupla penetração, agora mais relaxada Vanessa gozava sem parar, encheram ela de leite em todos seus buraquinhos, Vanessa literalmente estava a mercê dos 3 tarados, Sandra estava numa foda sem fim com seu marido, esperando a vez dela sentir aquele poste dentro dela.

Mas isso é outra estória que logo vai ser divulgada aqui.

Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
joana tarada
09/06/2005 16:31:39
foi muito gostoso gozar com esta historia
21/11/2004 05:51:16
Inverteu a protagonista do primeiro conto. Vacilo!




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