Casa dos Contos Eróticos


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Coletanea 5

Autor: Tio Beto
Categoria: Heterossexual
Data: 09/04/2004 08:51:08
Nota -
Assuntos: Heterossexual, Swing
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PELAS ESTRADAS DA VIDA

" Meu plano era chegar até Belém para conhecer um pouco da Amazônia e então ir ao Maranhão para descer toda a costa do Nordeste, visitando suas praias paradisíacas. Porém, mais do que tudo essa viagem era pra mim uma oportunidade de me assumir e quem sabe viver umas aventuras legais e sem preocupação, longe dos meus pais e em lugares onde era um completo desconhecido. Viajei com a desculpa de esfriar a cabeça após o término de um longo namoro com uma garota de quem nunca gostei de verdade mas que serviu de disfarce para a sociedade e por algum tempo até para mim mesmo. Eu sempre soube que era gay mas é muito difícil assumir. Não tenho jeito afeminado e nem gosto de frescuras, mas desde garoto nunca senti muito tesão por garotas. Minha família nunca iria aceitar essa situação e eu sou muito tímido para brigar contra tudo e contra todos e enfrentar o preconceito. Assim, segui fingindo desde os meus 18 anos até os atuais 20. Por isso era fácil entender a minha excitação com a viagem sozinho. Após muitas horas na estrada resolvi parar para tomar banho e encontrar um lugar para comer e dormir. Já era tarde da noite e eu estava no Estado do Tocantins, onde as opções na estrada são poucas, quase todos estabelecimentos que abrigam apenas caminhoneiros. Parei em um posto que apesar de rústico era decente e aparentemente limpo. No local estavam pouco mais de 10 homens, todos motoristas de caminhão ou funcionários da casa. Por um pequena quantia você podia usar os chuveiros. Foi um dos melhores banhos da minha vida, a água gelada caía sobre o meu corpo e levava embora todo meu cansaço e minhas preocupações. Saí da cabine para me enxugar e um senhor que se barbeava após o banho puxou papo. Ele disse ter quase 50 anos, 30 dos quais passou na estrada. Ele me contava como era dura a vida, ficar longe da família, e segundo ele o pior era em cada lugar ter que arrumar alguém diferente para "aliviar" seu tesão. Disse que normalmente pagava uma piranha mas às vezes "comia um viadinho" também. "Eu até prefiro, normalmente as putas não deixam a gente fuder o rabo delas e um cuzinho apertado é mais gostoso que uma buceta!", disse no seu jeito alegre. Aquele papo começou a me deixar de pau duro e me apressei em vestir a bermuda. Olhei melhor para o Jonas (esse era o seu nome) e vi que ele era um tipo interessante. Não aparentava a idade, tinha um rosto marcado pela vida dura mas um sorriso e olhos bem bonitos. Deveria ter por volta de 1,70m e era atarracado, de braços fortes e pele morena. Eu sempre fui muito tímido mas naquela noite me sentia diferente. Perguntei há quanto tempo ele "não dava uma" e ele me contou que a última trepada tinha sido em Goiânia uns dias antes. Falou pegando no pau (já ligeiramente duro) por cima da calça e balançando: "Tô doido para achar uma carne macia pra me agalhasar..." Ele percebeu minhas intenções pelo meu olhar guloso e um clima elétrico ficou no ar. Fui direto ao ponto: "E uma chupetinha você iria gostar?" Nem podia acreditar que eu estava agindo daquele jeito, mas eu sentia um tesão incontrolável. Ele me olhou direto nos olhos, com a cara séria de repente. Meu coração batia descompassadamente. Abrindo o ziper ele sussurrou manhoso: "Vem cá". Ajoelhei na frente dele, que se encostou na parede e empinou o quadril para frente apontando seu mastro na minha direção. Segurei no cacete com as duas mãos e esfreguei a cabeça nos meus lábios, que estavam molhados de saliva. Seu pinto era cheiroso e macio, duro feito uma barra de ferro. Ajudei ele a descer a calça e a cueca e comecei a chupá-lo de leve. Eu esfregava a rola no meu rosto e passava na ponta da minha língua sentindo o gostinho salgado. Ele gemia baixinho. "Chupa, ahhh...", pedia. Eu sentia meu pau latejar apertado pela cueca, com tesão de sentir aquela pica quente nas minhas mãos e ao mesmo tempo com medo de ser apanhado no flagra. Parei de embromação e comecei a mamá-lo com vontade. Primeiro eu o engolia por inteiro e ele fudia minha boca tocando no fundo da minha garganta. Depois eu parava só na cabeça e sugava todos os seus líquidos, que depois de misturar com minha saliva derramava sobre sua pica deixando-a ainda mais gostosa de chupar. Era o pau mais gostoso que eu já tinha provado em toda a minha vida. Na verdade eu era ainda bem inexperiente, pois como não frequentava bares gays tive poucas oportunidades de transar com outros carinhas. Para ser preciso eu só tinha dado a bunda para 3 caras e chupado mais uns 5, contando os troca-trocas da adolescência. Eu chupava em um estado de total abandono, mordiscando a cabeça, lambendo o saco e babando de tesão. Quando ele sentiu que não poderia mais suportar me levantou pelos cabelos. Subi passando a língua por seu abdomên e parei um pouco para lamber e chupar seus mamilos, que responderam ficando rijos. "Agora você vai me dar seu cuzinho", ele informou, me virando de costas para a parede e tirando minha bermuda. Abri bem as pernas e joguei o traseiro para trás, o anelzinho piscando querendo atenção. O Jonas apenas cuspiu na sua mão e lubrificou meu buraquinho. Segurou no pau e ficou passando no meu rego para me deixar mais melado. A sensação era ótima e a cada pincelada eu tentava encaixar sua ferramenta no meu cuzinho ou pelo menos sentir o contato da sua pele. Numa dessas reboladas ele forçou a ponta e meteu me fazendo gemer. Como ele era mais baixo do que eu a posição era ótima para ele me enrabar. Ele não teve dó e foi enfiando até eu sentir seus pentelhos na minha bunda. Me segurando pelos quadris ele me fazia ir e vir sobre sua tora, tirando quase até a cabeça e metendo tudo até o talo. Esse homem sabia fuder um rabinho! Eu sentia seu pau duríssimo me preenchendo e rebolava para sentir sua rigidez. Ele só comandava baixinho: "Mexe essa bundinha gostosa, rebola no meu pau. Isso, assim, vem, tá gostando? Eu tô adorando, esse cuzinho apertadinho, como é quente!" Acho que ele ficou com muito tesão e me agarrou pela cintura, entrelaçando os dois braços na minha barriga e socando sua vara completamente em meu traseiro. Agora ele mexia, rapidinho em movimentos curtos e vigorosos, me fudendo como uma cadelinha. Coloquei seu dedo em minha boca e chupei com força, sentindo que ele estava prestes a explodir. Então, gozou entre gemidos e urros, fazendo a porra escorrer por minhas coxas. Continuou lá, fudendo devagarzinho e curtindo o restinho do seu orgasmo. Eu encostei a cabeça na parede, suando por todos os poros e concentrado nas sensações provocadas pelo movimento do membro atolado no meu traseiro. "E aí Jonas, comeu gostoso?", escutei uma voz atrás de nós. Era um amigo dele, que nos olhava transando enquanto se masturbava. Nem escutamos ele entrar, tão entretidos que estávamos fudendo com paixão. Ele só olhou para o amigo e sorriu, confirmando que realmente tinha comido muito gostoso. Eu pelo menos tinha adorado. O amigo, Carlos, veio se aproximando como quem também queria tirar uma casquinha. Por que não, pensei eu? Eu sentia meu corpo vibrar de tesão e queria mais. Peguei seu pau com a mão e comecei a acariciá-lo de leve. Com a mão esquerda eu fazia um carinho nas bolas enormes. Seu cacete era pequeno mas muito, muito grosso. "Deve ser uma delícia para chupar", pensei alto. De joelhos fui direto ao ponto e engoli aquela jeba, chupando com força, apertando com a língua dentro da boca. Quando fui tirar a mão do seu saco ele protestou: "Não pára não. Puta merda, como você mama gostoso..." Assim, continuei massagenado seus ovos enquanto chupava e lambia toda a extensão do caralho. Em pouco mais de um minuto, senti seu saco ferver e sabia que ele ia gozar. Segurando minha cabeça para me forçar a engolir tudo, derramou sua gala cremosa e quente na minha garganta, gemendo "Ahn, isssh, chupa, engole minha porra, viadinho gostoso...". Os dois saíram e entrei para novo banho, onde bati uma punheta maravilhosa sentindo ainda o gosto de porra na boca. Saí do banheiro e pedi um sanduiche pra comer. Me sentia feliz, mas não ainda realizado. O tesão ainda tomava conta de mim. Eu bebia uma coca quando Carlos me chamou para sentar na mesa com eles. Junto com os dois estava um terceiro caminhoneiro, um gordão barbado, sem camisa. Eu não sabia se eles tinham contado o lance do banheiro até que o cara começou a passar a mão na minha coxa e dizer "Garoto, até que você é bonitinho". Aquela mão enorme e áspera na minha perna despertou meu pau. "E você é bonitão!", respondi apertando seu pau. Era um cacete duro que na hora me deu vontade de provar. Puxei ele para fora do short e deu pra ver que ele tinha proporções admiráveis. Bati uma punhetinha e perguntei "Posso chupar?". Ele afastou a cadeira da mesa e puxou minha cabeça para baixo, me fazendo ajoelhar no meio das suas pernas e abocanhar o seu pauzão. Chupei com estardalhaço, gemendo e fazendo o cara gemer, chamando a atenção de todos no bar. As risadas e os comentários me deixavam mais excitados ainda e eu caprichava mais ainda no boquete. Seu tarugo me sufocava mas eu não me importava, queria engolir a espada e fazê-lo despejar seu creme na minha boca. Chupando e punhetando logo arranquei o gozo dele, que me puxou para cima pelos cabelos e esporrou na minha cara. Eu sentia o líquido espesso escorrendo por minha bochecha e meu queixo e tentava lamber tudo. Suguei seu pau e lambi até deixá-lo limpinho. Levantei debaixo de aplausos. Um grandão se aproximou e tirou minha camiseta. Me pegou pela cintura e me pôs sentado em uma mesa vazia. Deitei para trás enquanto ele arrancava minha bermuda, me ameaçando "Agora vou arrombar seu brioquinho! Não vai sobrar uma prega, bichinha safada!" Levantei as pernas e segurei com os braços, deixando meu buraquinho rosado totalmente exposto. "Então vem e me fode gostoso! Mostra que você é macho e me come com esse pauzão duro", falei enquanto ele passava a mão cheia de manteiga no meu rabo. Ele abaixou as calças e começou a meter, deslizando para dentro de mim. Sentir sua pica entrando me levou aos céus. Ele dava estocadas gostosas, batendo o saco nas minhas nádegas. Era uma delícia, mas faltava algo. Um criolão se aproximou pelo lado e pôs a sua tora na minha boca. Agora eu me sentia completo, um cacete em cada extremidade e livre da minha introversão, dando como uma piranha na frente de todos. O dono do bar cerrou as portas e todos me cercaram. Eu via alguns batendo punheta e outros só apertando o pau. Todos gritavam e estimulavam, fazendo o cara me fuder ainda mais forte. Eu não sentia dor, só prazer. Sua vara entrava e saí, deslizando. A pica preta na minha boca também ia e vinha, me enlouquecendo. Ele gozou primeiro, me deixando engolir seu licor, mas foi seguido de perto pelo que me enrabava, que tirou o pau pra fora e gozou no meu saco e na minha barriga. Nem bem eu levantei e já fui puxado para sentar no colo de um rapaz, que me empalou com seu ferro duro. Apoiei a mão nos joelhos e rebolei gostoso fazendo ele delirar e me xingar de todos os nomes. Chupei mais dois paus enquanto cavalgava aquela ferramenta poderosa. Ele gozou sem tirar e deixou seu pau amolecer dentro de mim, comigo sentado em seu colo e batendo uma punheta que me fez gozar alguns segundos depois. A noite prosseguiu assim, num desvairio coletivo. Ao longo de 3 horas dei para mais de 10 caras e também provei a porra de todos eles. Fui comido de quatro, de franguinho assado, de bruços, de pé e até por duas picas que se alternavam em meu cuzinho. Chupei gulosamente, até o fim, todos os tipos de pau, grossos, compridos, violentos, cheio de veias, negros, macios, rosados, cabeçudos. Fiquei com porra sobre todo meu corpo, nos cabelos, no peito, nas coxas, na barriga, mas principalmente na cara e no rabo. Era o paraíso, me senti livre de todas as amarras que me impediam de aproveitar a vida e queria tirar todo o atraso. Dormi com Jonas em seu caminhão. Estava todo ardido e arrombado, mas no outro dia antes dele ir ainda pude provar seu delicioso pau pela última vez. Sempre serei grato ao meu libertador. Nesse dia não consegui dirigir mais do que 3 horas, pois mal podia ficar sentado. Mas eu sabia que tinha valido a pena. A viagem prometia.

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PELAS ESTRADAS DA VIDA II

" Depois da aventura no posto segui viagem para Belém. Resolvi ligar da estrada para o César, um amigo de infância que agora morava por aquelas bandas. Ele estava casado e tinhamos perdido contato, não nos falávamos há uns 5 anos. Ele ficou surpreso com minha ligação e insistiu para que eu ficasse hospedado em sua casa. No início relutei um pouco mas acabei aceitando. Ele me deu todas as indicações pra chegar a sua casa e disse que sua esposa iria preparar um jantar especial para me receber. Enquanto dirigia fui me lembrando do nosso tempo de infância e adolescência. Ele era um garoto lindo e foi quem comeu meu cuzinho pela primeira vez. Ele era loiro e bastante queimado de sol, pois praticava windsurf, o que deixou o seu corpo magro bem modelado. Éramos vizinhos e sempre brincamos juntos, apesar de ele ser dois anos mais velho do que eu. Tudo aconteceu quando eu tinha doze anos. Ele estava sozinho em casa e me chamou para nadar na sua piscina. Brincávamos de tentar dar caldo um no outro e ele, muito maior e mais forte do que eu, sempre me dominava. Em determinado momento me agarrou por trás e ficou dizendo que ia me comer, que eu tinha uma bundinha gostosinha, esse tipo de sacanagem. Embora lá no fundo eu estivesse achando gostoso sentir seu pau duro me encoxando, fiquei puto e tentei em vão me desvencilhar, me debatendo. Ele me dava caldos, minando minha resistência. Conseguiu abaixar um pouco meu short e agarrou minha bunda, passando a mão no meu reguinho. Protestei muito e ele me soltou, enquanto eu o xingava até a última geração. Um pouco depois fomos para a sauna, onde como de costume começamos a bater punheta. Seu pau já tinha um tamanho considerável e era coberto de pentelhos, enquanto o meu ainda era o de uma criança. Ele perguntou se já estava esporrando e respondi que ainda não. Fiquei curioso para saber o que ele sentia. Ele falou que era muito gostoso e que o pau todo tremia. Me chamou para segurar seu peru e sentir. Motivado pela curiosidade me sentei do lado dele e timidamente peguei no seu cacete. Ele apertou minha mão e começou a movimentar, me fazendo bater uma punhetinha para ele. Fiquei impressionado com o volume, da última vez que o havia visto seu pinto ainda não era daquele tamanho. Depois de algum tempo ele começou a arfar, seu orgasmo se aproximando. "Isso, não pára, presta atenção que eu vou gozar. Uhnn, mexe assim, mais rápido, isso, não pára, não pára, ahhhhhhhhhhh!" Seu pau inchou na minha mão, ele contraiu os músculos da perna e gozou, lançando um jato do outro lado da sauna. Segurou minha mão para eu continuar mexendo e senti sua gala escorrendo pela minha mão. Ele mandou eu provar o gosto mas eu não queria, senti nojo. Ele me disse que era gostoso e chupou um dedo provando sua própria porra. Provei também e achei esquisito, mas não ruim. "Vem cá me fazer uma chupetinha", pediu. Eu protestei um pouco, mas ele insistiu e me convenceu. Segurei seu pau meio mole e lambi do saco até a cabeça, como se fosse um pirulito. Ele espremeu a cabeça fazendo surgir uma gota de porra no buraquinho, que lambi fazendo seu caralho crescer e endurecer novamente. Fiquei chupando a cabecinha um tempo como se estivesse chupando um dedo. Ele começou a movimenar os quadris, me obrigando a engolir toda a sua jeba. Porém, achei desagradável porque me sufocava e parei. Voltamos para a piscina como se nada tivesse acontecido. Na água ele me abraçou por trás e sentou na escada puxando meu corpo para o seu colo. Achei gostoso ele me aquecendo e passando a mão na minha barriga enquanto roçava de leve o pinto duro na minha bundinha. Saímos da piscina e entramos para tomar banho. Depois ficamos deitados na cama só de short vendo umas revistas de mulher pelada e lendo contos eróticos. Ele me contou que já tinha comido duas meninas e que era bom demais. Com o clima de tesão no ar ele pediu: "Deixa eu comer sua bundinha, só uma vezinha, vai?" Eu não queria, falava que iria doer demais, que o pau dele era muito grande. Ele tentou me convencer mostrando um conto onde a mulher relatava como era bom levar na bunda, mas eu continuei relutante. Ele me fez pegar de novo no pau dele enquanto insistia. Dei mais uma chupadinha, mas não queria liberar o rabinho. Até que ele disse que então não ia por dentro, só queria esfregar fora. "Assim eu deixo." Ele pegou um pote de creme no quarto da mãe e lubrificou o pau duro e o meio da minha bunda. Forçou a pontinha dos dedos e eu achei gostoso. Deitei de bruços com a bundinha branca virada pra cima e ele deitou sobre mim, encaixando a piroca no meu rego. A sensação era gostosa e eu curtia sentir seu corpo quente contra o meu e ele gemendo no meu ouvido. Instintivamente eu abria as pernas para sentir ele tocar no meu anel. "Deixa eu por só a cabecinha, vai?" "Tá bom, mas devagar. Se doer você pára!" "Tá, quando você mandar eu paro.", disse baixinho, já forçando a ponta da chapeleta. Eu estava com medo e apertava a rosquinha, ficando muito apertado para ele entrar. "Ai, pára, tá doendo" "Não, só um pouquinho, relaxa pô. Não aperta o cu senão eu não consigo, porra" "Pára, caramba, tá doendo muito." "Então peraí que eu vou passar mais um pouquinho de creme." Ele mergulhou o dedo no pote e melecou todo o meu cú. Era gostoso sentir o creme geladinho e seu dedo circulando meu ânus. Ele foi forçando o dedo até que entrou inteiro, sem machucar muito. "Viu, cara, é só você deixar que entra.", disse enquanto fazia movimentos circulares para relaxar minhas pregas. Depois me mandou ficar de quatro e encaixou a cabecinha, que desta vez entrou com pouco esforço. Doía, mas eu ficava calado, ouvindo ele respirar fundo enquanto fodia meu rabinho. "Viu como não dói? Tá gostando de sentir meu pinto na sua bundinha?" "Tô, pode meter..." Eu não percebi, mas naquele instante eu já sabia que meu negócio era dar a bunda... Ele continuou fudendo até que gozou no meu cú. Quando tirou o pau a porra escorreu pela minha perna e ele ficou espalhando na minha bunda. Só fiquei deitado sentindo aquela mão melada passando pelas minhas nádegas... Quando percebi, enquanto dirigia já estava apertando meu pau lembrando das transas de infância. Depois dessa vez ainda dei pro César mais algumas outras vezes, mas ele nunca contou pra ninguém. Quando cheguei na casa dele fui recebido por sua bela esposa, uma moreninha baixinha de apenas 19 anos, que usava somente um vestidinho de alça que mal cobria suas coxas. O decote dava uma visão de seus peitinhos duros. "Oi, você deve ser o Tavinho. Eu sou a Aninha.", disse com seu jeito expansivo e sorridente e me puxando para um abraço apertado. Me ajudou a levar as coisas pra dentro e me encaminhou para a cozinha, onde estava César. Ele estava lindo: loiro, olhos claros, sem camisas mostrando o abdômen malhado, um deus. Nos abraçamos demoradamente. A noite foi ótima, nos divertimos bastante e demos muita risada. Eu já estava íntimo da Aninha, parecia que nos conhecíamos desde crianças também. Dançamos lambada, ela me abraçava, conversava passando a mão na minha coxa. Lá pela uma da madrugada, embalado pelo calor de Belém e pelos muitos copos de caipirinha, o papo descambou para sexo. Os dois me contavam que se davam muito bem e que o segredo era dar um pouco de liberdade ao outro e também não esconder nunca suas fantasias. Os detalhes picantes de algumas aventuras me deixaram visivelmente excitado, o que procava a risada dos dois. Em determinado momento estava eu de pé, dançando um pagodinho com a mulher do meu amigo, quando ela me falou: "O César me contou as brincadeiras que vocês faziam na sauna quando eram crianças." Inicialmente fiquei um pouco encabulado, mas seguindo a minha proposta de me liberar mais resolvi escancarar: "É? O que você achou?" "Fiquei morrendo de tesão!", disse me olhando nos olhos e depois sorrindo para o marido. "Minha tara é ver ele com outro homem", me declarou ao mesmo tempo em que palmeava meu cacete duro por sobre a calça. Ele se levantou e se aproximou por trás. "Eu estou morrendo de saudades", dei a deixa. César me agarrou por trás encostando seu mastro rijo em minha bunda. Ficamos os 3 dançando assim, eu beijando Aninha na boca enquanto ele me lambia a nuca, me provocando arrepios. Ela abriu meu ziper e puxou meu pinto para fora, que ficou segurando com sua mão macia enquanto dançávamos. Quando a música acabou ela se ajoelhou e tirou minha calça, abocanhando meu cacete. O César me ajudou a tirar a camiseta e também se ajoelhou, caindo de boca no meio das minhas nádegas e lambendo minha rosquinha que piscava a cada linguada. Ela chupava com a boca muito macia e ele me provocava arrepios. Os dois também tiraram a roupa e César se levantou, oferecendo o caralho para a esposa chupar. Ela chupava os dois alternadamente enquanto eu e ele nos entregávamos em um beijo apaixonado. Ele mordia minhas orelhas, lambia meus mamilos, me desorientava. Peguei no seu pau e só então percebi que ele estava bem maior do que nosso tempo de criança, era um pintão maravilhoso, duro, rosado e com o saco coberto pela mata loira. Senti uma vontade louca de provar novamente o seu gosto e me juntei a Aninha em um boquete duplo que o fez delirar. Enquanto eu mamava gulosamente ela brincava com suas bolas na boca. Ás vezes os dois esticavam a língua para lamber toda a extensão da ferramenta e nos encontrávamos em um beijo com a cabecinha no meio do duelo entre nossas línguas. "Vem cá que eu quero meter nesse cuzinho que eu descabacei!", disse me puxando para o seu colo. Ele se sentou em uma cadeira e me posicionou como se estivesse dançando a dança da bundinha: "Põe a mão no joelho, dá uma abaixadinha, vai mexendo gostoso, balançando a bundinha", cantava enquanto me fazia engolir aquela tora grossa. Mostrei para ele o quanto tinha evoluído e fiz o vaivém até sentir seus pentelhos me tocarem a bunda. "Isso, porra, mexe essa bundinha. Vai seu viadinho, vem sentir meu pau duro no seu rabo!" A Aninha batia uma siririca rapidinha e gemia alto me deixando ainda mais excitado. "Era isso que você queria, ver seu macho comendo minha bundinha?! Pois olha bem, ele tem uma pica deliciosa, eu não vou sair daqui nunca mais, vou fazer ele gozar como você nunca fez!" O César caprichava nas bombadas, me fazendo soltar gritinhos a cada enfiada. Sentei no colo dele fazendo ele meter até o talo e fiquei rebolando com ele enfiado. "Puta que o pariu, que cuzinho gostoso! Rebola que eu vou encher teu cú de porra! Ai Tavinho, Tavinho, tesão!" Começamos a mexer juntos, em movimentos curtos e rápidos, e eu senti que ele não poderia aguentar muito tempo. Ele começou a beliscar meus peitinhos ao mesmo tempo em que a Aninha engolia meu caralho com sua boca de veludo. Ela chupava com vontade e continuava massageando seu grelinho. Quando eu subia e descia sobre o ferro do meu loiro eu fudia sem dó a boquinha dela. Ela foi a primeira a gozar, sugando meu pau para abafar os gemidos. Seu corpo todo tremia, era um espetáculo, a mulher gozava como um vulcão. Quando senti a porra quente do meu amigo me inundando o rabo não aguentei e gozei na boca dela. "Ai caralho, que tesão, goza no meu cú, ai, chupa assim, puta que o pariu, vocês são um tesão!" O orgasmo parecia interminável. Por fim, deitamos os três no sofá rindo e curtindo aquela amizade. Fiquei com eles dois dias. Transamos bastante, provei novamente o sabor do licor do cacete do César e acabei fudendo a Aninha pela bucetinha enquanto o marido a comia por trás. Já deixamos combinado que vamos nos encontrar novamente para nova farra, mas eu tinha que partir para novas aventuras, agora eu estava disposto a aproveitar ao máximo o que a vida tem a oferecer.

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PEGOU A VIZINHA NO BANHEIRO

" Tenho 18 anos e esse fato me aconteceu no início deste ano(Janeiro-1998).Vou trocar os nomes por ética e a pessoa com quem mantenho até hoje(14/Jun/1998) relações sexuais é casada. Esse é o meu primeiro relato e nada melhor doque meu primeiro relato na contoseróticos pois sou fã dessa hp e todo dia deixo meu hit lá. Vamos ao assunto. Eu e sempre tive uma atração por uma vizinha que é muito gostosa, daquelas que tem uma bunda bem gostosa um peitinho bem gostosinho e uma buceta giganetesca. Eu sempre a observava seja na piscina de sua casa ou na praia, más sempre disfarçando. No segundo fim de semana do ano, acordei umas sete(7) da manhã e encontrei a minha deusa de biquini na rua sózinha, fui até lá e comecei a conversar com ela e foi aí que descobri que seu marido tinha viajado e só iria voltar umas duas semanas depois. E logo pensei eis o momento esperado só estaria ela e seu filinho de 3 anos em casa. Depois de meia hora comecei a jogar indiretas para irmos para a piscina de sua casa pois lá era mais fácil de dar o bote pq não teria ninguém para nos observar. Fomos para a piscina e em alguns mergulhos aproveitava para dar uma roçada em sua bunda e devez en quando ela esbarrava com a mão no meu pênis. Quando deu meio dia resolvi ir embora pois estava achando que se não tinha rendido nada até ali nada mais iria acontecer. Então foi aí que me empouguei um pouco quando ela me chamou para almoçar com ela e seu filho. Porque ela estava não estava querendo ficar só em casa. Na cozinha dei umas roçadas nela e ela não falava nada umas duas da tarde ela pediu licensa para ir colocar o filho para dormir e ir tomar um banho e eu aproveitei e lhe pedi uma toalha para também tomar banho. Quando saí do banheiro tava o maior silêncio subi para ver oq estava acontecendo procurei-a pelos comodos da casa e não a achei e foi aí que tomei coragem e entrei no seu quarto e quando estava entrando escutei um barulho no banheiro de sua suite então entrei sem fazer barulho e quando olhei dentro do banheiro ela estava sentada no vaso com as pernas toda aberta tocando siririca eu fiquei olhando pela beira da porta, ela tirou um vibrador e começou a enviar na sua buceta, depois de um tempo ela se levantou e pegou um vidro de shampoo ficou de costas para onde eu estava com as mãos apoiadas na parede e começou a introduzir o vidro em sua buceta eu fiquei admirado como que uma mulher poderia aquentar aquele vidro de uns 12cm de diâmetro na buceta, más eu estava super-excitado então entrei no banheiro ela levou o maior susto e falou que não era aquilo que eu estava pensando, pediu para que eu fosse embora pois estava muito envergonhada então eu me aproximei dela e tasquei o maior beijo na loirinha e comecei a passar a mão no seu corpo atá chegar na sua buceta. quando toquei-a na buceta ela deu um gemido alto e começou a gozar na minha mão. Peguei-a no colo e a levei para a cama que ela dormia com o corno. Então ela falou que alí não. Eu mandei-a calar a boca pq quem mandava na bueta dela e na casa naquele dia era eu. Ela ameassou sair eu a segurei dei-lhe um beijo na boca e comecei a descer passando a lingua pelo seu corpo fiquei uns cinco minutos chupando aqueles peitinhos perfeitos que a tanto avia sonhado em lamber, fui descendo com a lingua pela sua barriguinha passei por sua virilha desci pelas suas pernas, ela já estava gemendo, gritando pedindo que a estuprasse com a lingua e quando coloquei a lingua em sua buceta ela soltou uma cachoeira na minha boca, fiquei uns 15 minutos chupando aquela bucetinha gostosa e ela pediu o meu pau para dar uma chupadinha ficamos no 69 até eu encher a sua boca de esperma.Mau terminei de encher a sua boca e nem avia me recuperado e não deixou que meu pau se amolecesse batendo uma punhetinha daquelas dando umas lambidas em minhas bolas, quando o pau estava duro como uma pedra sentou-se e começou a cavalgar, mudamos de posição várias vezes eela ficou de quatro comi a sua buceta de quatro minha posição predileta enchi a sua gruta de porra. Deitamos e 'ficou o maior silêncio el ficou de costas para mim como se estivesse com vergonha do acontecido e eu fiquei observando aquela bunda maravilhosa e depois de alguns minutos eu estava novamente excitado pronto para outra, enconstei-me nela por trás e perguntei em seu ouvidinho pq que ela estava assim e comecei a passar a cabeça do pau em sua bundinha ela ficou calada depois de algun tempo ela separaou um pouco uma perna da outra de modo que pudesse ver, sentir e meter em sua bucetinha, ela virou o rosto e me deu um beijo então comecei a passar a mão em sua bucetinha que comessou a ficar molhadinha. Ela tentou virar se para ficar de frente para mim eu não deixei e a deixei de modo que ficasse com o rosto no colchão e com a bunda virada para cima então posicionei-me em cima dela direcionei meu pau em sua bucetinha e enfiei de uma vez só o que fez ela atingir ao orgasmo e começou a falar palavras desconexas eu enfiava sem dó estocava com força levantei o seu quadril a modo que ficasse de quatro e continuava estocando com força quando olhei para o seu cuzinho, a cada estocada ele dava mua piscadinha como se estivesse pedindo para ser comido. Eu passei a mão em sua bucetinha que estava meladinha e molhei o seu cuzinho enfiei o dedo, depois tirei o pau de sua buceta e fui enfiar no seu cuzinho. Ela falou que não que alí ela era virgem e que nem o marido dela tinha comido aquele botão rosado. Ela ameassou sair, eu a segurei pelos quadris e comecei a enfiar em seu cuzinho até chegar ao fundo quando vi meu pau sumir naquele elo maravilhoso comecei a fazer movimentos tirando e colocando devolta e ela chorando pediu para que não parasse pq estava ficando gostoso, comi o seu cú por um longo tempo e gozei lá dentro enchendo o seu cú de esperma. Continuamos deitados e eu deixei o pau no seu cú para saisse sozinho quando amolecesse e acabei dormindo. Acordei já estava de noite coloquei a minha roupa e estava indo embora quando ela pediu para passar a noite com ela. Eu falei que iria em casa falar com meus pais que iria sair e só voltaria de manha. Depois de umas duas horas retornei a sua casa e ela me disse que já estava indo dormir pensando que eu tinha decidido deixar ela passar a noite sozinha. Más eu falei e cumpro até hoje que não iria deixar ela dormir uma noite sozinha quando seu marido viajasse. E passei a noite toda me deliciando com aquela bucetinha e aquele cuzinho que tinha sido comido pela primeira vez a algumas horas atrás. Não é só isso. No próximo conto contarei como foi que realizei um desejo e curiosidade de como era um cachorro (Dinamarquês) comendo uma buceta.

A todas mulheres que quiserem trocar e-mail e uma boa amizade meu email é [email protected] "

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PAI E FILHO

" Meu nome é Anna Ellisa, tenho 35 anos, sou atraente e um pouco safada, e de tanto ler as experiências dos leitores desta página, decidi relatar uma história que deve ser contada. Tudo começou há alguns anos atrás, quando eu, meu marido e meu filho, nos mudamos para um edificio na Tijuca. Eu já traía meu marido, com o seu expresso consentimento e, desta forma, não me demorei para me envolver com Fernando, vizinho de andar, que também tinha um menino, Júnior. Trepávamos sempre que meu marido saía, ora no meu apartamento (na minha cama de casal), ora no dele. Inúmeras vezes fodíamos no saguão do andar ou no elevador, ocasiões em que eu colocava um vestidinho branco e florido, sem calcinha, e Fernando só tinha o trabalho de levantá-lo para me comer. Meu marido até sabia que aquele era o meu "uniforme", quando eu queria dar uminha mais perigosa. Eu e Fernando gostávamos de ousar e faziamos loucuras, como: ele me comer gostoso na cozinha, com meu marido e meu filho vendo TV na sala, eu gemia abafadamente para que meu filho não ouvisse, ou, treparmos durante horas na casa dele com nossos filhos jogando video-game, a porta trancada, os meninos nos chamando para ver os jogos e nós num delicioso 69, o caralho grosso em minha boca e o rosto dele mergulhdo entre minhas pernas. Naqueles tempos ele adorava foder comigo, mas creio que foi cansando e começou a ter outros casos por aí. Eu morria de raiva e, às vezes, precisava pedir insistentemente para que ele entrasse em mim. Como ele passou a se ausentar muito indo dormir com outras mulheres, passei a cuidar de Júnior, seu filho, esperando de Fernando boas trepadas em troca. O menino, com a mesma idade de meu filho, 7 anos, não conhecera a mãe e adorava receber minha atenção. Mas eis que eu que tinha mais ou menos 26 anos, comecei a me excitar com o filho do gostoso do Fernando. Júnior era muito parecido com o pai, fisicamente, e tinha um piupiuzinho lindo. Me masturbei muito para aquele menino. Eu costumava tomar banho com meu filho, mas com Júnior, o banho demorava duas, três vezes mais. Ele não tinha malícia mas seu pauzinho ficava bem duro quando esfregávamos nossos corpos ensaboados para "limpar melhor", cheguei a me masturbar discretamente debaixo do chuveiro e quando gozei, abracei-o com força e gemi, ele me perguntou se eu estava machucada. Um dia aconteceu algo que me deixou enloquecida: estávamos nus, no banheiro, e eu, sentada no vaso sanitário. O enxugava. Ele começou a olhar para minha xoxotinha e pediu para que eu abrisse as pernas para ele olhar. Quase morri de tesão. Me encharquei toda, fechei os olhos, e abri bem as pernas e ele examinou minha vagina. Todos os meus líquidos lubrificantes escorriam em abundância e aquele cheiro dominou o banheiro. Ao abrir os olhos, quase não acreditei: seu piupiu estava em posição de ataque. Fiz um esforço sobre-humano para não puxá-lo para dentro de mim. Aquela semana implorei ao Fernando que me comesse todos os dias e até ao meu marido eu recorri. Sinceramente, eu achava errado transar com uma criança. Nunca mais tomei banho com ele e parei de foder com Fernando,porém Júlio continuava a frequentar normalmente a nossa casa. Os anos se passaram e há duas semanas aconteceu o que me levou a escrever estas linhas a vocês. Com 35, eu sou muito gostosa pois gosto demais de sexo e por isso cuido do meu corpo. Meu marido não gosta de foder (isso existe). Júnior está agora com uns 18 anos e está um tesão, como Fernando era. O que reviveu a minha vontade, foi vê-lo de sunga em seu apartamento, quando fui apanhar uma roupa que meu filho esquecera lá. Ele estava com uma sunga vermelha que marcava bem o seu pênis de homem completo. Dava para ver a grossura (que é o que mais me excita) e comprimento, e também o volume das bolas. Seu tórax e suas pernas peludas me atraiam. Só que ele não me deu atenção. A grande chance chegou num dia em que ele veio chamar meu filho para fazer sei lá o quê e eu coincidentemente havia acabado de chegar da rua com algumas compras. Não havia ninguém em casa e, por motivos que nào interessam, meu filho e meu marido só chegariam à noite. Falei para ele que foi ótimo ele ter chegado pois eu tinha um presente para ele e mandei que ele fosse vestir uma cueca branca que era para o meu filho, ele foi mas voltou vestido. Mostrei-lhe, então, uma roupinha de dormir que eu havia comprado para mim e que consistia em uma mini blusa e um shortinho, ambos de tecido branco e transparente. Perguntei para ele se ele gostaria de me ver vestida com aquilo. Respondeu prontamente que sim. Eu estava queimada de sol, com a marquinha do biquíni bem pronunciada e vesti aquilo sem nada por baixo: eu estava um tesão e assim, praticamente nua, voltei à sala. Ele me devorou de cima a baixo. Perguntei se estava bonita e ele gaguejou que sim, falei que agora era a vez dele me mostrar se o presente que tinha lhe dado estava bonito, saiu e voltou só de cueca, o pau duro, desesperado, querendo sair dali, querendo minha bucetinha. Eu iria torturá-lo um pouco, antes de me entrgar de vez àquele homem. Obriguei-o a sentar-se à mesa e fui fazer um chá. Ele não tirava os olhos da minha bunda e da minha buceta que podia ser vista tanto pela frente quanto por trás, já que a roupinha era bem larga. Os meus seios (médios, empinandos e com bicos cor-de rosa) podiam ser vistos sem problemas. A situação estava a ponto de me fazer explodir de tesão. Júnior alisava o caralho discretamente, por cima da cueca, tive pena dele. Voltei para mesa com o chá e falei que iria dar para ele tomar, pra que ele se lembrasse que ainda era meu menino. Abri a pernas e sentei em seu colo, de frente para ele, sentindo toda a solidez do seu pau sendo comprimida contra as delicadas dobras róseas da minha xoxota. Isso fez com que aquela parte da minha roupinha ficasse imediatamente úmida, e transparente, molhada de meus sucos vaginais. Apontei com o dedo e mostrei a ele. Júnior não estava mais aguentando, arrancou a xícara de minhas mãos e, me beijando desesperadamente, pegou uma faca na mesa e cortou as laterais da cueca, se despindo dessa forma. Ele afastou o meu shortinho para o lado e eu pude ver, muito rapidamente, o seu pau grosso que me invadiu, como há muito eu desejara. Dessa forma, abraçados e nos beijando, gozamos juntos em poucos segundos. Aquela mangueira não parava de gozar, como é bom sentir um homem esporrando dentro da gente! Um caiu em cima do outro e ficamos um tempinho sentados nesta posição. Ele se levantou, sem sair de dentro de mim, e me carregou para a cama, pude finalmente ficar nua com ele. Sua porra começou a escorrer para fora da minha buceta, ele pegou o lençol e secou um pouco, para cair de boca e me chupar de uma forma que eu nunca havia experimentado em 35 anos de vida. enquanto ele me lambia, chupava, mordia, eu avancei em direção ao seu mastro e finalmente pude sentir aquele tesouro na boca. Chupei o pau, as bolas, mordi o corpo do pau bem devagarinho enquanto ele beijava meu sexo e enfiava a língua inteira dentro dele. Um gozou na boca do outro. Com a boca entupida com esperma, sem forças para mais nada, desfaleci e fiquei babando a porra dele por um bom tempo. Acordei com ele me puxando carinhosamente pelos cabelos, com tudo duro, me dando tapinhas na bundinha queimada de sol e pedindo para que eu ficasse de quatro. Como uma cadelinha atendi ao meu macho prontamente e fiquei esperando novamente para ser comida por aquele garotão. Com uma deliciosa selvageria ele segurava meus quadris, íamos e voltávamos, e ele dizia para mim que eu era uma puta, uma safada gostosa e que iria me comer até cansar. Nesta posição cão-cadela começou a morder minha orelha o que me fez gozar estrondosamente. Se alguém estivesse próximo à porta do apartamento, poderia jurar que eu estava sendo torturada. Foi uma enorme gritaria na hora em que ele gozou. Ainda atracados, nos deitamos, ele por cima de mim. Acreditem: seu membro não amolecia, passou pelo menos duas horas, duro, dentro de mim. Dois dias depois quando tivemos a chance de dormirmos juntos, pude verificar que ele poderia passar a noite inteira dentro de mim. Desde essa primeira vez, temos metido regularmente e Júnior gosta de ousar, como o pai, entretanto, não tem experiência. Hoje, meu marido nos flagrou fudendo em sua cama, veio e me deu um beijo na boca e foi pra rua. Realmente não posso reclamar de marido, filhos e vizinhos. Até a próxima.

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POQUER SURPRESA

" Na realidade, nunca gostei de jogos de baralho, mas minha mulher tem facinação por poquer, não que ela seja uma viciada em jogos, mas se diverte bastante e sempre recebemos casais de amigos nos finais de semana para fazermos uma rodada. Quero esclarecer que temos um casamento muito feliz, sem filhos, e que a Marisa, é uma mulher de uma beleza exotica, tem os cabelos castanhos e cacheados, olhos cor de amendoa, um rosto muito bonito, e um corpo perfeito, tudo no lugar certo. Nossas relações sexuais são sem sombra de dúvidas, excelentes, e desfrutamos de muitos prazeres juntos. O temperamento da Marisa é timido e acatado, embora na cama se revele uma verdadeira "expert" em matéria de sexo. Fui seu primeiro namorado, e o homem que teve o prazer de coloca-la no rol das desvirginadas. Mas, a vida nos oferece surpresas incríveis. Num desses sábados a noite, em que nada tinhamos planejado, fomos surpreendidos pela visita de 1 casal amigo nosso e mais 3 convidados. Feitas as devidas apresentaçoes, começamos a conversar, o casal Fernando e Julia, conhecidos nossos de longa data nos apresentou o trio, Flavio, um homem de seus 30 35 anos, bem apessoado e de conversa agradável, o Roberto, mais jovem, em torno de 23 anos era a sintese do garotão de praia, e com uma conversa de praias, surf, e muita giria, e o terceiro o Milton, um jovem de seus 18 anos. Para incrementar o papo, Marisa foi apanha um litro de whisky e gelo. Fomos bebendo conversando, contando piadas, bebendo mais, e ja na terceira garrafa, a Marisa, inefavel como sempre nos convidou para uma rodadinha de poquer. Eu, como falei antes nao gosto e disse que iria assistir a um filme no video e eles foram entao para a copa, e montaram a mesa. Já estava deitado no meu quarto vendo o inicio do filme quando a Marisa entra e me pergunta onde estao as fichas, eu disse que não sabia, procurou, procurou e terminou não encontrando, e como ja estavamos todos meio altos pela bebida que continuava a correr, resolveram substituir as fichas por caroços de feijao. O tempo passou e as risadas e gritos já estavam me incomodando, mas nada fiz e apenas encostei a porta do quarto. Mas mesmo assim dava para perceber tudo o que estavam conversando, e o tema era sexo... A Júlia se queixando em tom de brincadeira com o Fernando de que ele não estava muito animado ultimamente, etc, risadas.. e mais whisky.. Pensei comigo mesmo a Marisa não está habituada a beber tanto e amanha deve ter uma ressaca violenta. Levantei-me e fui até a cozinha para me servir de mais uma dose e fiquei observando um pouco o jogo. Percebi que o Fernando nao tirava os olhos do decote da minha mulher, que usava um vestidinho solto de algodao, com um decote bastante generoso onde percebia-se claramente que estava sem sutia. Fiqui um pouco acabrunhando, mas nada falei em nome da boa amizade. Olhei para Marisa e percebi que já estava bastante alta, e ria de qualquer comentario. A Júlia desistindo de jogar, pede para usar o nosso quarto de hóspedes para descansar um pouco, entao restaram apenas a Marisa, o Julio, o Flavio, o Roberto e o Milton que já estava bastante embriagado. Voltei para o meu quarto e tentei me concentrar no filme, escutando os fragmentos das conversas. De repente a Marisa fala rindo muito que jogar sem fichas é muito ruim, e que os feijões davam muito trabalho para contar. Então o que voce sugere? pergunta Fernando Sei lá diz Marisa rindo sempre Foi quando o Milton com o cerebro embotado propõe: Por que não apostamos nossas peças de roupas?? Apurei meus ouvidos para escutar o que responderiam, e para minha surpresa, a primeira a concordar com a nova modalidade foi a Marisa. Resmunguei comigo mesmo: isto nao vai terminar bem. Entao começemos!! Falou o Fernando. Fiquei com as antenas ligadas! E me preparei para ir até lá para iniciar uma discussão. Fui até a porta do quarto e notei de relance que a porta do quarto onde a Júlia dormia estava entreaberta. Curioso, fui até a porta e tive uma excitação instantana. A Julia dormia a sono solto e só de calcinhas, meu membro começou a latejar de tesão. Nesse exato momento, ouvi a gritaria na copa: tira tira tira. Fui observar um pouco distante e vi que Marisa tinha perdido a rodada e eles estavam exigindo que ela tirasse o vestido. Rindo sempre, Marisa se levantou e puxou o vestido por cima dos ombros, engoli em seco, e acho que todos eles tambem quando os peitinhos de minha mulher ficaram expostos a tres desconhecidos e ao Fernando. Por incrível que pareça, devo admitir que a situação me aticou mais ainda, e resolvi me sentar onde estava, de onde poderia ver sem praticamente ser visto. O Fernando já tinha perdido a camisa, e o Milton só estava de cuecas, apenas o Roberto permanecia com suas roupas. Vendo minha querida mulher só de calcinha no meio daqueles homens me excitou mais ainda, seus seios balançavam com sensualidade, e percebi que ela estava muito excitada. E foi neste ponto que perdeu mais uma rodada. Tira, tira, tira gritavam. Prontamente a Marisa subiu na mesa e começou uma dança sensual e enfiou os dedos na parte lateral de sua calcinha e lentamente, comecou a se despir por completo. Neste ínterim percebi que o Milton estava com a mao dentro da cueca se masturbando. Enfim, estava feito, minha mulher completamente nua, em cima da mesa da copa dancando para tres machos ávidos, pois os olhares estavam carregados de sexo. Vamos continuar pede Marisa O Fernando, livrando-se do que restava de suas roupas disse: só se voce der um beijinho na ponta de meu caralho. A Marisa olhou em volta, e desceu de onde estava, completamente desvairada e comecou a acariciar o penis de Fernando que estava durissimo. E, ajoelhando-se diante dele, iniciou um boquete que me deixou louco de excitaçao, que comecei a me masturbar. O Milton, levantou e tirou a cueca e pude perceber que tinha um penis pequeno apesar de seus 18 anos. Masturbava-se furiosamente. O Roberto, tirou o penis para fora e entregou aos cuidados da minha mulher que abocanhou os dois. Milton se aproximou dela, e comecou a lamber sua bunda. O cheiro de sexo tomava conta do ar. Julio, mais ousado, deitou a Marisa na mesa e comecou a penetra-la na vagina, enquanto ele com uma das mãos masturbava o Roberto e com a outra, guiou o penis de Milton para sua boca. Com alguns segundos de furiosa chupada o Milton derramou todo o seu esperma na garganta de minha mulher que engoliu tudo. Marisa parecia fora de si, pedia: Me fodam seus merdas, me tratem como uma puta, enfiem essas picas em mim. O roberto ficou por baixo dela e comecou a penetra no seu cuzinho, virgem para mim, e que seria deflorado por outro homem. Quando o Roberto enfiou o membro na íntegra no seu rabinho ela gemeu alto e o Fernando, não perdeu tempo em enfiar o seu na buceta ja ensopada da minha mulher. O Milton parecia que tinha desmaiado apos gozar. Os movimentos foram se intesificando e Marisa começou a urrar de prazer, pedindo para ser tratada como uma vagabunda, o Fernado deu um tapa de leve no seu rosto e ela gemeu mais alto. Percebendo isto, o roberto batia-lhe nos seios enquanto estocava com seu membro o rabo de minha mulher. Fernando comecou a bater no rosto de Marisa com mais força e ela pedia mais!! Gozava feito uma cadela no cio. Roberto, ja sem poder se conter, gozou na bunda de minha esposa, e caiu para o lado sem tirar o membro. Fernando, acelerou os movimentos ate atingir o orgasmo tambem, fora da vagina, inundado o corpo da Marisa de esperma, que o Milton, já desperto, começou a lamber, enquanto segurava o penis de Roberto, retirando da bunda de minha mulher e comecando a chupa-lo. Eu ja me masturbava a algum tempo explodi... Fui para o quarto de hóspedes e me deitei ao lado da Júlia. O que aconteceu depois na copa eu não vi, pois precisei dedicar toda minha atenção à mulherzinha de meu amigo Fernando. Mas o que aconteceu devo narrar em outra oportunidade.

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PINTO AMIGO

" A história que passo a contar é um caso verídico envolvendo minha esposa, uma amigo e eu. Ele teve início numa Sexta Feira Santa, quando minha mulher e sua amiga foram acompanhar a procissão. Arlindo, o marido dessa amiga, e eu permanecemos em casa bebendo e conversando. Como conheço Arlindo desde pequeno, tenho uma conversa muito franca e aberta com ele. Ele sabia de todos os meus problemas, menos de um, que decidi contar para ele naquele dia. Disse ao Arlindo que minha mulher e eu não estávamos nos dando muito bem em nossas relações sexuais e que o problema era meu, pois considerava o meu pinto muito o pequeno.

Arlindo só ficou ouvindo, sem dizer nada. Eu fui além, dizendo a ele que cheguei a perguntar para minha mulher se ela não gostaria de transar com outro homem. Um que tivesse a pica maior que a minha, mais grosso e comprido. Esse trecho da conversa despertou maior interesse do Arlindo, que perguntou apressadamente: "E ela respondeu o quê? " Disse a ele, então, que minha mulher achava isso tudo uma bobagem, que eu estava falando tudo aquilo da boca para fora, pois se ela quisesse mesmo outro homem eu não deixaria. Arlindo se mostrava cada vez mais ansioso e curioso em saber o que eu realmente pensava a respeito disso. Expliquei-lhe que entre minha mulher e eu sempre rolou um papo aberto e que, por isso, não estava falando apenas da boca para fora, como estava supondo. Reafirmei minha disposição de permitir que minha esposa transasse com outro homem, desde que eu o conhecesse bem. "E você j! á tem idéia de quem poderia ser esse homem?....", perguntou Alindo, sem disfarçar o tesão.

Embora nada dissesse, Arlindo já se considerava o escolhido. Pedi a ele que mostrasse seu cacete, pois queria conferir se era maior que o meu. Arlindo ficou meio constrangido, disse que atenderia ao meu desejo, mas pediu desculpas por um motivou que fui entender em seguida: seu pinto parecia uma barra de ferro de tão duro que estava. Ele tirou a pica para fora da cueca e quase não acreditei no que vi. Além de comprido, era tão grosso que fiquei imaginando como uma mulher seria capaz de agüentar aquela ferramenta atolada na boceta. Mas fiquei bastante feliz, porque finalmente sabia que minha esposa teria com quem gozar até ficar totalmente satisfeita e saciada. "Arlindo, se você quiser e puder fazer isso por nós eu ficarei muito grato....", disse que a ele, esclarecendo que antes conversaria com minha mulher para ver se ela toparia uma foda extraconjugal. Mas, como tinha certeza de que ela iria a! ceitar, acertei antecipadamente com o Arlindo que ele poderia aparecer em casa no dia seguinte, ás l0 da noite.

Minha esposa enlouqueceu de tesão quando contei a ela o que havia combinado com o Arlindo. Ela me abraçou, me beijou, não se continha de contentamento, quis até foder comigo naquela noite, mas recomendei que seria melhor guardar as energias para o Arlindo. Fomos dormir e esperar a noite seguinte.

Nesse dia, pela manhã, liguei para o Arlindo e confirmei que estava tudo acertado. Eu e minha esposa cuidamos da arrumação da casa e, principalmente, do quarto. Estávamos muito ansiosos, contamos os minutos para que o dia passasse rapidamente. Quando a noite chegou e se aproximava o horário da chegada dele, disse a minha mulher que iria esperar pelo Arlindo no portão. Mas o que eu queria mesmo era ficar escondido e deixar que ele entrasse sozinho. Minha maior tara, naquele momento, era saber que os dois estariam metendo alucinadamente.

Escondi-me atrás de um carro e esperei a chegada dele. Arlindo entrou pelo portãozinho de casa e bateu à porta. Meu coração disparou quando a porta se abriu e Arlindo foi recebido pela minha esposa, que estava vestida de forma insinuante para a visita do amante. Ele recepcionou-o com um beijinho e o convidou para entrar. Minha mulher ainda lançou uma olhadinha rápida na rua para ver se me localizava e fechou a porta. Decidi permanecer na rua por mais um tempo, antes de voltar para casa. Aproximei-me da porte e vi que os dois estavam na sala. Assim que entrei na sala, passei a ouvir gemidos e sussurros que vinham do quarto. Fiquei excitado, meu cacete já estava durinho. Abri com cuidado a porta, apenas o suficiente para ver a cama em que eles estavam.

A visão que tive foi a mais incrível e excitante. Arlindo e minha mulher estavam nus. Ele, deitado na cama com a máquina gigante de prazer completamente dura, era chupado por minha querida esposa. Ela lambia da cabeça ao saco, engolia todo o caralho e o punhetava com os lábios. Às vezes interrompia a mamada para dizer que ele era gostoso demais, que tinha o maior pinto que já viu na vida e queria ser arrombada por ele. Ao ouvir aquelas palavras, Arlindo colocou minha mulher de quatro e penetrou-lhe a boceta por trás, num só golpe. Minha esposa reagiu com um grito de dor à invasão daquele trabucão. Arlindo no entanto, sabia que ela queria aquilo mesmo e não deu muita atenção para os gritos dela. Ele passou a estocar sua vara grossa e grande até o fundo, fazendo a boceta ficar completamente alargada.

O tesão tomou conta de mim também. Abaixei minha calça e iniciei uma punheta ali mesmo, enquanto os dois trocavam de posição a todo momento. Aquilo era um show se sexo de primeira qualidade. Minha mulher levou ferro de quatro, de frente, de lado, em pé, tudo o que era possível e imaginável. Ao sentir que o gozo de Arlindo se aproximava, minha esposa pediu a ele que soltasse a porra em sua cara.

Arlindo colocou-a sentada na beirada da cama e, em pé, na frente dela, bateu uma punheta enquanto ela chupava a cabeçorra, até que jorraram jatos fortes e contínuos de porra do meu amigo, que irrigaram o corpo tesudo da minha esposa, ela ficou lambuzada nos peitos, na cara, nos cabelos. E, com as mãos e os dedos, ela esparramava a porra na boca, lambendo aquele líquido pastoso com muita vontade e prazer.

O meu gozo também chegou forte. Para não sujar o chão, aparei a porra com as mãos e fui ao banheiro, para um banho relaxante. Vesti minha roupa e, quando saí do banheiro, os dois já estavam conversando na sala. Assim que me viu, minha mulher correu para meus braços e me beijou carinhosamente, dizendo que me amava e estava muito feliz. Cumprimentei o Arlindo e lhe agradeci pela ajuda, dizendo que minha esposa estaria disponível outras vezes. Era só um questão de interesse e oportunidade. Ele deu um sorriso e se comprometeu a atender qualquer pedido meu ou de minha esposa

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PRIMEIRA VEZ

" Já havia tido algumas experiências na adolescência e na juventude, mas não havia tido um relacionamento mais duradouro, muito menos com uma mulher madura .Sendo assim, me considerava aos 21 anos um cara inexperiente sexualmente. Trabalhava a 2 anos numa estatal famosa, num setor em que só tinha marmanjos. Eram oito horas todo dia sem ouvir uma voz feminina .Até que, por motivos de realocação de pessoal, fui mudado para outro setor. Esse fato levou a uma guinada drástica na minha vida. No setor novo a conheci. Já a havia visto na empresa, mas no máximo, só havíamos trocado alguns "bom dia" e "boa tarde" .A chamarei de Dna. Roberta. Mulher de 35 anos, casada, 1.55m,morena, cintura fina, bumbum gordinho e saliente, seios pequenos e duros, pernas grossas de carnes duras, cabelos pretos compridos até a bunda . Ela seria minha chefe nos próximos 5 anos, uma das fazes mais felizes de toda minha vida. No primeiro ano fui me habituando ao novo trabalho. Dna. Roberta sempre muito atenciosa me dava todas as dicas sobre minha nova função e sempre estava a elogiar meu desempenho. Nada demais, nunca levei para "outro lado" pois ela era atenciosa com todos. Fomos ficando amigos, conversávamos muito, mas nada íntimo demais . Até que, um belo dia, Roberta (já a chamava pelo primeiro nome) passou o dia todo tratando a todos seus subordinados, inclusive a mim, de uma maneira muito rude. Na manhã seguinte a mesma coisa. Fui ao almoço com ela, como era de costume. Mas, por sorte, os outros colegas resolveram experimentar outro restaurante. Durante o almoço comentei com Roberta que todos perceberam sua mudança de temperamento. E o papo que se seguiu foi mais ou menos o seguinte: -É que estou "naqueles dias". Sabe como é!!!! - Rindo -Mas nunca te vi assim, mas se não quer se abrir...-Dei de ombros Ela ficou pensativa por um momento, como se estivesse a decidir se se abriria comigo ou não e então: -Você pensa em se casar? -Algum dia talvez, mas não a curto prazo. Porquê? -Meu casamento tá uma merda total. Acho que meu marido anda me traindo e o pior é que não me procura a uns 3 meses. -Não transam a 3 meses? -Não . -Difícil entender que um homem ao lado de uma mulher como você... -Sim...? -Difícil entender que um homem ao lado de uma mulher como você consiga não sentir tesão a toda hora. Ela riu e desconversou. Achei que tivesse sido muito afoito . Mudamos de assunto. Mas, a partir daquele dia uma coisa mudou entre nós. Roberta passou a me tratar com mais delicadeza ainda. Passou a me dar dicas de como me vestir. E passou a me elogiar quando estava bem vestido. Passei a me preocupar mais com minha aparência . Passei a malhar, mas não comentei com ninguém .Logo ela estava elogiando meu corpo e perguntando se eu estava malhando. Ela passou a ser a única e constante protagonista de meus sonhos eróticos. Sonhava que a comia em todos lugares e em todas posições. Passava o tempo todo de trabalho apreciando suas curvas, sua bundinha generosa. Que vontade de comer aquele cuzinho !! Chupar aquela bocetinha !! Passei a me desconcentrar do meu trabalho. Uns oito meses se passaram e ela passou a me fazer mais confidências. Que o marido andava bebendo muito, já havia batido nela uma vez, e nada de sexo. O dia "D" foi mais um daqueles almoços a dois. Já éramos muito amigos, quase íntimos, eu sentia muito tesão por aquele mulheraço, mas era muito tímido e inseguro para me abrir. Acho que ela percebeu e resolveu investir mais pesado. - Você é o único cara na empresa que não sente tesão por mim.. - Está redondamente enganada, é que sou muito tímido. Se eu te contasse os sonhos que já tive com você acho que me chamaria de tarado. - Adoro homens tarados, sacanas. Que tipo de mulher você gosta? - Meu tipo de mulher é você. Sou fascinado por cada detalhe de seu corpo, seu jeito sensual de andar, sentar, falar. Acho melhor pararmos, já estou morrendo de tesão. - Coincidência!! Tô toda molhadinha. - Você só está afim de me provocar ou quer me comer sua potranquinha tesuda!!!! -Não sei de onde veio tanta ousadia e tive medo da resposta dela, mas... - Quero te comer hoje, depois do expediente. Vou te levar prum motel e te fazer gozar como nunca antes em sua vida seu sacaninha sonso, descarado. - Meu pau pulsava sob a calça, nunca estive tão feliz. - Voltamos ao trabalho e sempre que ficávamos a sós eu dava uma roçadinha naquele bumbum tão desejado .Ela rebolava bem devagar, virava e sorria .Em um momento estava escrevendo um relatório e lá vem ela, debruçou-se com os cotovelos sobre minha escrivaninha .Não consegui me concentrar numa palavra do que dizia. Passei a mão naquela bunda gostosa como se fosse minha, dei um beliscão e desci a mão vagarosamente até encontrar sua perna, fui subindo sob a saia até encostar a mão na calcinha .Ela gemeu gostoso, empalmei aquela xoxota quente e úmida e disse baixinho em seu ouvido : - Quero que você goze na minha boca sua safada . - Ela gemeu outra vez e saiu rebolando. Como estava sacana aquela mulher !! - Saímos juntos e entramos no seu carro sem dizer uma palavra .No meio do caminho ela parou o carro e pediu para que eu dirigisse. - Mal comecei a dirigir, ela se atracou no meu pescoço, me beijou na boca e apalpou meu pau. Abriu minha braguilha e liberou meu caralho. Ficou apertando e olhando por um bom tempo e disse que a muito sonhava com esse momento .Apertou, deu uma boa punhetada e depois perguntou, falando baixinho ao meu ouvido:-posso dar um beijinho nesse cacete gostoso? Adivinhe qual minha resposta: Beija meu anjo, beija, chupa, faz o que você quiser, ele é só seu sua descarada.E ela chupava tão gostoso que tive de pedir para que parasse para não gozar em sua boquinha. - Nos recompomos e entramos no motel. Ligamos a tv justamente numa cena em que uma loura era enrabada por um negão. Roberta me disse que adorava dar o cu. Que loucura !!!! Deitei-me ainda vestido e ela foi ao banheiro.Disse que aguardasse pois tinha uma surpresa para mim .E que surpresa, ela voltou super sexy, cinta-liga, espartilho, tudo preto e continuava de saltos altos .Ligou o rádio e escolheu uma música bem lenta. Que putona safada !!! Eu acariciava o caralho e assistia a sua dança sensual e lenta. Subiu na cama desabotoou minha calça e puxou,.Tirei a camisa e ela a minha cueca. Meu pau já doía de tesão .Ela ficou em pé na cama, dançando, minha cabeça entre seus pés. Puxei sua calcinha até a altura dos joelhos ela continuava dançando sensualmente e abaixando às vezes tão próxima a meu rosto que dava pra sentir o cheiro de sua bocetinha,, dava pra ver que estava bem úmida aquela xereca. Não consegui mais me conter e quando ela se abaixou mais uma vez puxei-a pela cintura encaixando sua boceta rosada e cheirosa na minha boca. Ela começou a se esfregar na minha cara. .Estiquei a língua o máximo que pude para penetrar na minha égua e ela rebolava. Seu suco escorria pela minha língua.. Se abaixou e abocanhou meu cacete Já havia sido chupado por uma ex-namorada, mas aquilo é que era boquete. Ela comprimia os lábios na minha glande como uma bocetinha virgem, cuspia no meu pau, punhetava gostoso, dava dentadinhas de leve. DELÍIIICIA!!! Gritei. . Foi um 69 demorado. Repentinamente ela soltou um AH!!! Estremeceu, senti seus lábios vaginais apertando minha língua, parou,, agarrou minhas pernas e deitou-se com a bochecha sobre meu pau ainda duro. Disse que a tempos não dava uma gozada tão gostosa. A tempos se imaginava fodendo comigo. E a um mês planejou aquele dia. E desde então levava aquelas roupas íntimas na bolsa. Falava e esfregava o rosto no meu pau. Virou-se me deu um gostoso beijo na boca. Foi quase uma trepada com as línguas. Enquanto nos beijávamos apertava meu pau e eu com um dedo enfiado na sua xoxota. Ficou de quatro com a cabeça bem abaixada, sem travesseiro, as pernas bem abertas e disse :-Quero que você meta agora, não agüento mais tesudo safado, mete, por favor!!! Fui para traz dela e meti minha língua naquela boceta molhada, ela rebolou gostoso na minha cara e ordenou, quase chorando :-Mete, não agüento mais, mete seu cachorro!!! Pára de me torturar !!! EU QUERO SUA PICA !!!Gritou. Posicionei-me como se fosse meter, mas resolvi torturá-la mais um pouquinho. Esfreguei a glande inchada de meu caralho naquela xoxota inflamada e úmida. Passeava naquele espaço entre o cu e a xoxota, esfregava no cu, descia e esfregava outra vez nos lábios vaginais e no clitóris. Aí ela não agüentou mais e empurrou aquela bundona gostosa pra trás . Fiquei parado, apenas observando sua xoxota engolindo meu caralho. Ela disse para não me preocupar, que podia gozar dentro. Então fui mexendo, num vai-e-vem ritmado. De vez em quando eu parava e pedia :-Rebola minha cavala descarada, rebola minha cachorra safada!!! E ela rebolava, rebolava e eu apreciava meu cacete sendo bem tratado. Ficamos assim uns quinze minutos .Ela gritava, urrava, me xingava de vagabundo, descarado, sacana, veado, tarado. Não consegui mais segurar e anunciei meu gozo .Passei a mexer com mais rapidez, minha virilha batia forte naquela bundona e ela quase não tremia de tão duras suas carnes . Como era tesuda aquela mulher!!! AAAAHHH!!! Gritei e dei uma das gozadas mais violentas de toda minha vida. Ficamos abraçados por alguns minutos e depois fomos ao banho de hidro-massagem.. Na banheira ela lavou minha pica com muito carinho .Pediu para que eu saísse da banheira e sentasse na borda apenas com as pernas dentro d'água. Começou a dar beijinhos na minha rola ainda mole, abocanhou-a toda e ela começou a crescer em sua boquinha quente. Que sensação deliciosa!!!!Abocanhou meu saco e senti sua língua massageando meus ovos deliciosamente, Chupou meu pau como um picolé,Foi realmente sensacional. Quando comecei a gemer alto com aquele boquete gostoso ela parou e perguntou se eu não preferia gozar no seu cuzinho. Nem respondi. Tirei-a da banheira, coloquei-a deitada de bruços e pedi para que ficasse de quatro. Ela segurou meu cacete e eu separei as bochechas carnudas e saborosas que escondiam aquele cuzinho tão desejado .Ela foi empurrando o bumbum para trás vagarosamente e quando a pica entrou toda ela pediu que a chamasse de puta e que mexesse devagar. Que delícia!!! Que cuzinho apertado!!! Que cuzinho guloso minha putinha !! Minha égua !!! Minha potranquinha descarada!!! Rebola na tua rola!!! Esfola esse caralho !!! Esfola "sua" pica sua sacana!!! Rebola no seu cacete sua piranha vagabunda!!! E ela :- Arromba meu cu meu cavalinho !!! Tava precisando tanto de rola !!! Ai, mete, mete.Mete na sua puta seu sacana!!! AAAAiii, que fodão!!! Mais rápido!! Ai, que delícia !!! A mulher começou a gritar!!! A soltar AI's cada vez mais altos .Disse que estava para gozar, pediu que gozássemos juntos, que desse estocadas mais fortes. Foi o que fiz. Que gozada violenta!!! Sincronizada!!! Gozamos juntos. Nossos corpos estremeceram. Senti meus cabelos arrepiarem .Queria guardar aquela sensação para sempre. Depois dessa gozada animalesca tentei tirar do seu cu, mas ela não deixou. Me segurou pela cintura e pediu para que ficasse parado. Êta cuzinho gostoso, suas contrações massageavam meu pau enquanto ele amolecia.. Pedimos um jantar e depois demos mais uma trepadinha. Ela sentou-se sobre mim de frente e ficamos conversando sobre várias coisas e mexendo bem devagar .Ficamos assim um tempão.Ficávamos olhando nossos sexos encaixados.Ficávamos olhando como meu pau saia melado de sua boceta gostosa.Parei e ela aumentou o ritmo, me calvagando enfurecida, gritando, gemendo, me xingando .Eu me concentrei e tentei segurar o gozo o mais que pude, porque ela merecia.Até que gozamos animalescamente mais uma vez. Já era tarde e ela tinha que ir, me deixou em casa. No dia seguinte disse que não teve nenhum problema, pois quando ela chegou em casa seu marido ainda não tinha chegado. Nos tornamos amantes e trepávamos sempre que podíamos. Mas logo que ela se separou do marido ela pediu transferência para outro estado porque ele não a deixava em paz e a família dela também era de lá. Quase fui com ela, mas estava na faculdade e não podia abandonar. Roberta seu nome não é esse, mas a história... Um cheiro. Casei, separei e hoje com 29 anos estou a procura de amizades e ... Se quiser conversar comigo escreva-me, estou muito só no momento.

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PREFERÊNCIA ANAL (Dica)

" O sexo anal ainda é uma trava cultural para muitas mulheres. Aprenda como agir durante uma transa por trás, proporcionando à relação momentos de intenso prazer. O sexo anal é um dos grandes tabus que resistem à sociedade moderna. Apesar de comum entre casais heterossexuais, continua sendo visto como um ato sujo e pervertido, devido a sua ligação intima com os gays. O que muitas pessoas não sabem é que sexo anal era comum na antiguidade. Na Mesopotâmia, por exemplo, era utilizado quando as sacerdotisas desejavam evitar a gravidez, enquanto que em Roma, ele era praticado entre homens como um ritual de iniciação para a vida adulta, pois acreditava-se que o desenvolvimento sexual viria com o sêmen de um homem mais velho. Já com o surgimento das igrejas Católica e Protestante, qualquer forma de sexo que não visasse a reprodução era considerada crime, com penas de morte ou prisão perpétua. Hoje as pesquisas realizadas pelo CEPCoS (Centro de Estudos e Pesquisas em Comportamento e Sexualidade), de São Paulo, mostram que 83% das mulheres já experimentaram sexo anal. Destas, 45% fariam de novo com o objetivo de agradar o parceiro e, apenas, 2% afirmaram ter orgasmos com a prática. Fica claro, então, que as mulheres brasileiras têm mais facilidade em experimentar novas formas de sexo. No entanto, o lado cultural não permite que elas liberem sua sexualidade e explorem o corpo para conhecer seus pontos de prazer. Tecnicamente, tanto o "orgasmo anal" feminino como o masculino podem acontecer. Não acredita? Pois a ciência explica. Fisicamente, o músculo que dá prazer à mulher, ao contrair a vagina, é o mesmo que controla os movimentos do ânus. Nos homens a anatomia segue a mesma regra. Vale ressaltar, que para gozar não é preciso uma penetração completa. A introdução de um dedo ou mesmo uma simples carícia na região podem dar muito tesão, já que as paredes do ânus são ricas em terminações nervosas e não precisam ser intensamente estimuladas para fazer milagres. O importante é deixar de lados todos os preconceitos e aproveitar! A vendedora F.S.P (23), de São Paulo, faz parte do time das mulheres que se excitam e sentem prazer com este tipo de relação. "A minha primeira experiência anal aconteceu há três anos e foi ruim, pois doeu muito apesar de usar vaselina para facilitar. Com o tempo, eu e meu namorado fomos desenvolvendo a técnica, até que aprendi a relaxar e gozar gostoso . Hoje não sinto dor nenhuma e sempre que transo faço sexo anal. Os médicos do CEPCoS afirmam que não existem contra-indicações nem restrições para essa prática, porém, o uso de camisinha é essencial para prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, como a gonorréia, sífilis e AIDS que também, ocorrem na relação convencional. De acordo com os especialistas, a "perda das pregas" e da contração dos músculos do ânus do praticante não passam de mito. O casal deve ficar atento, sim, com higiene. Depois da penetração anal nunca se deve fazer uma vaginal diretamente. Antes, o casal deve trocar a camisinha ou tomar um banho, evitando assim, a condução de bactérias para o interior da vagina. A mesma atenção serve para a boca e os dedos. Certifique-se que as unhas estejam bem curtas e a cutícula uniforme. Caso isto não ocorra, use luvas cirúrgicas ou deixe para outro dia.

É importante lembrar que a decisão de fazer sexo anal deve partir de ambos, pois quanto maior a cumplicidade do casal melhor a transa. Para que a relação não seja traumática, é aconselhável conduzir a relação até o limite de conforto de cada um. Uma das melhores posições para fazer sexo anal é deitar a mulher de costas (frango assado), estabelecendo uma comunicação visual entre o casal. Da mesma forma que ela tem que estar receptiva, o homem deve ficar atento à tensão muscular dela e respeitar seu ritmo. Comece sentindo com o dedo as contrações e distensões do ânus da parceira, pois isso indicara se ela está ou não sentindo prazer. Nessa hora o mais importante é não ter pressa, portanto relaxe e abuse das preliminares. Já no início coloque um lubrificante, espalhando-o delicadamente por toda a região do ânus. É comum que neste momento o homem já esteja tarado para enfiar com tudo, acabando de vez com o tesão da parceira. O ideal é deixar ela louca aos poucos, chupando e acariciando outras partes do corpo, principalmente, o clitóris. Para mulher gozar não é preciso penetrar o pênis inteiro, às vezes, um dedo já pode ser o suficiente para ela chegar ao céu. Quando a mulher já estiver bem excitada você notará que a abertura estará mais dilatada. Se ela deixar, introduza o indicador e você sentirá uma contração (como se quisesse engoli-lo). Para relaxar os músculos dela novamente, pressione por alguns segundos a base inferior e superior do ânus, com a pontinha dos dedos. Depois faça uma massagem em semicírculos, o que aumentará ainda mais a abertura. Se o ânus está "puxando", significa que sua parceira está gostando bastante. Quando o clima já estiver pegando fogo, alterne os movimentos semicirculares com os de dentro para fora. Nunca retire o dedo ou pênis completamente, pois pode criar vácuo e contrair a musculatura que já estava aquecida. Pode-se utilizar dois dedos, lembrando sempre que eles devem estar levemente cruzados. Outra variação é colocar a mulher de quatro, onde a penetração pode ser mais fácil. Comece lambendo e chupando o ânus e vagina devagar. Enfiar a língua só quando ele estiver bem relaxado e pronto para ser dominado. Ao sentir que está sendo acariciada, a mulher começa a perder o medo e se entrega completamente. Evite ficar mudando de posições, como se a parceira fosse uma boneca. Ela precisa se sentir confortável e segura para que a transa seja boa. Depois do orgasmo, tanto a vagina como o ânus se contraem. Para ter um controle maior sobre essa musculatura, comece brincando com um dedo e depois, se quiser, experimente alguns acessórios. Os consolos e as bolinhas tailandesas são uma boa opção. Escolha sempre aqueles que têm base ampla evitando assim, o constrangimento de chegar ao pronto socorro com um objeto alienígena perdido no canal do reto. Nunca utilize também objetos não flexíveis ou pontiagudos, pois eles podem machucar.

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PUTA JÁ NASCE FEITA

" Meu nome é Patricia, Tenho 18 anos. Meu corpo esta completo, baixinha com 1,59, o mata os homens é q sou magrinha mas tenho uma bunda fora do comum, meu quadril é bem grande, umas coxas bem grossas e os seios grandes. Minha mãe vive dizendo "essa minina ta ficando uma puta completa, td dela é grande", Não gostos dessas meninas daki q ficam mentindo so pra dar mais prazer pros homens, eu digo, eu Sou feia de rosto. Alem de td.. eu sou super arretada, só saiu na rua pra arretar os homens, boto uma bermudinha bem apertadinha, expondo meu rabao e uso um top q deixa meu seios balançando, deixa qlquer homem de pau duro! Outro dia, Fui convidada pela minha mãe pra ir num churrasco na casa de uma amiga dela (minha mãe tem 39 Anos e está divorciada do meu pai), qndo soube q ia ter piscina la fui logo tratando de procurar meu bikini de lacinho. Me aprontei tdinha, e depois botei uma bermudinha com uma blusa pra ir. Chegando lá, vi um monte de Gato na piscina, os amigos da amiga da minha mãe sao entre 23 a 35 anos, Só gato! Cheguei com Minha mãe e fui apresentadas pra alguns, mas nem dei confiança. Falaram q eu podia ficar a vontade enquanto estavam preparando o churrasco, entao, Eu vi onde os caras estavam sentados e fiz so de sacanage, fiquei de costa pra eles pra tirar minha roupa pra ir pra piscina, me abaixei pra tirar a bermudinha e ainda arrebitei a Bunda, via os caras irem a loucura, e qndo tirei a blusa e ajeitei um pouco o bikini os caras ficaram armados na hora. Pulei na piscina e fikei nadando, de repente tds estavam na piscina. Começaram a conversar em roda, a Picina era muito pequena eu estava num canto so mergulhando e a roda deles estava perto de mim. Estava so sacando eles me tarando, depois dois deles tinham saido pra comer, minha mãe estava me chamando da borda da piscina e eu no meio dizendo q nao ia, aí nesse momento dei por conta q estava só eu e o Fernando na Picina, fiquei escostada da borda como se estivesse so pensando e ele chegou com um papo bobo falow algumas besteiras e depois perguntou se eu tinha namorado, eu disse q nao, Ele disse assim: Como é q pode uma garota tao gostosa como vc ficar sem namorado?, e depois ele perguntou se eu ficaria com ele, eu respondi q sim e nós nos beijamos. Depois de um tempo nos agarrando ele me convidou pra ir pra um lugar mais calmo la atras... eu tava so sacando ql era a dele.. chegando lá.. Ele me levou la no quarto da empregada da casa mas como era domingo ela nao estava.. Começou me dando uns beijos e depois falow: ia ser otimo se vc fosse como sua mãe. e eu perguntei como assim? Ele disse q minha mãe fode com tds os caras q tavam lá.. q aguentava a pica de todos no rabo.. Meus seios começaram a ficar durinhos.. ele foi me beijando e eu peguei a mao dele e coloquei na minha bunda... Qndo ele percebeu o q eu realmente tava querendo foi descendo beijando meu pescoço e tirou um lado no meu bikini com os dentes, qndo ele viu as minha saltar, redondinha ele deu uma lambida q eu viajeiii depois lambeu o outro lado.. ai disse assim.. ô patricia, vc tem uma bunda muito gostosa e a gente nao vai ter muito tempo, deixa eu comer teu rabo logo?? Eu falei q sim, ele foi pegar alguma coisa nao vi o q.. enquanto ele foi e tirei td o bikini e fikei de 4. ele chegou com pau na mao e um produto la olioso.. ele passou no meu rabo e um pouco na cabeça do pau dele.. Qndo ele tentou enfia eu dei um gritinho.. tinha doído muito.. pensei q ele fosse me rasgar.. mas eu gritando ele nao tirou o pau.. depois de uns 30segundos passou a dor.. e ele foi enfiar o resto... eu comecei a rebolar ele delirava.. ja tinha entrado tdd! ele começou a fuder meu cu e apertava meus seios com as mão.. depois mexia no meu grelo.. Ele Disse q ia gozar.. eu falei pra ele rapido.. no peito.. no peito.. ele tirou o pau do meu cu e eu me sentei.. fiz uma espanhola pra ele e ele esporrou com forçar.. nos limpamos saimos de lá.. e minha mae tava vindo do outro quarto da casa com outros 2 caras... ela tb ja estava fudendo... Fui pra casa e de vez em qndo o fernando Liga pra me comer de novo.. Ele ta só na minha mãe por enquanto...

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PULANDO A CERCA EM FLORIPA

" O fato que vou lhes contar aconteceu comigo no final de 95 quando eu, minha mulher e mais um casal de amigos viajamos para Florianópolis nas férias de fim de ano. Meu nome é Marco, tenho 35, moreno claro,1,72.Minha mulher, Sílvia é uma morena de de 32 e 1,68 de puro tesão. Sou gerente num banco e ela professora universitária. Passamos quase o dia inteiro fora e vínhamos planejando uma viagem para o litoral há algum tempo. Decidimos, então convidar um velho casal de amigos, Carlos e Raquel,ele,37, mais ou menos de mesma altura que eu, moreno, porém bem gordo. Ela, uma gauchinha, mais velha,40, de aproximadamente 1,65,um corpinho de delirar, toda clarinha, pernas grossas, lisinhas, seios fartos e empinados. Combinamos tudo; alugamos uma bela casa em frente à praia e fomos os quatro, cada um em seu carro. Chegamos à noite mortos de cansaço, arrumamos os quartos e fomos fazer compras. Estava calor e Raquel usava um shortinho jeans que arrancava muitos olhares dos homens, inclusive eu,que tentava disfarçar... No dia seguinte fomos à praia...minha mulher, linda como sempre, mas Raquel estava impossível...usava um biquini pequeníssimo, deixando mostrar todo aquele rabão e aquele par de melões parecendo querer sair. Ficava maluco vendo aquele mulherão, às vezes até deixando ela perceber. Aproveitávamos bastante e a temporada ia chegando ao fim ;na penúltima noite bebemos bastante e no dia seguinte dormi até tarde; minha mulher, ao contrário levantou cedo e foi até o mercado comprar roupas. Ficamos os três, eu ainda na cama, nossos amigos na sala, conversando. Ele insistia para que ela o acompanhasse para andar de jet ski, porém disse estar cansada e ficou. Agora éramos só nós dois. Tomei coragem e levantei da cama, lá estava ela, deitada no sofá, de blusinha e shortinho. Conversamos durante uma meia hora e eu sempre jogando olhares e insinuações, ela resistindo...por fim levantou alegando estar cansada e subiu pro quarto. Resolvi partir pro tudo ou nada.Fui atrás e antes de fechar a porta disse que tinha uma coisa pra lhe dizer, aproximei, encostei-a na parede, minhas mãos foram tomando sua cintura, abaixando até suas coxas, ela limitando-se a falar pára, pára...eu já beijava seu pescoço, levantando sua blusinha, abaixando até abocanhar seus seios fartos, ela, então, soltou um longo suspiro, passando a me beijar loucamente. Ia tirando agora seu short, sua calcinha, sentindo seu grelinho molhado. Raquel ia me despindo também. Já estávamos completamente nus quando tomei-a no colo e joguei-a na cama ; fui direto metendo a boca naquela xoxotinha deliciosa, arrancando suspiros da loiraça, que, já bem desinibida, me pedia para por. Peguei-a no tradicional "papai-mamãe" e experimentei aquele mulherão, ia no vaivém chupando-a toda, ela gemendo bastante, me mordendo...tirei,e pedi para ficar de quatro ; novamente penetrei aquele grelinho, agora mais devagar, beijando seu pescocinho, minha mão massageando seu clitóris...eu, quase gozando; tirei novamente e fui beirando seu rabinho, que pedi para experimentar...ela disse que não, que nunca tinha feito, mas fui colocando bem devagarinho, até por tudo naquele buraquinho apertadíssimo ...ela me chamava de safado, chorando de dor enquanto eu tirava o cabaço daquele rabo virgem. Já não aguentava segurar e gozei tudo lá dentro...estávamos exaustos dei-lhe um longo beijo, então, ela me pediu para manter tudo aquilo em segredo e que ficasse tudo por ali ;concordei e fui pro meu quarto. Meia hora depois chegaria seu marido e logo depois minha mulher, que me vendo até aquela hora na cama disse não conhecer ninguém tão preguiçoso como eu. Ah, se ela soubesse... O resto da viagem foi normal e Raquel e eu não tocamos mais no assunto . Continuamos os amigos de sempre e até viajamos outra vez, mais não tive mais a oportunidade de enrabar aquela gauchinha novamente

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PROPOSTA MUITO DECENTE

" Eu coloquei um anuncio na pagina de Correio, dirigido as mulheres lindas e fogosas. Recebi varios email de varios estados e entre eles havia um que me chamou a atenqäo. A mulher dizia ser casada, ter 27 anos, superdotada e insaciavel. Seu marido era fazendeiro e adorava ve-la sendo possuida por outro homem. Dizia também que nao tinha muito tempo para ficar trocando email e que se eu estivesse interessado que entrasse em contato com eles. Assim que recebi o email com o numero do telefone, liguei para eles. Batemos um longo papo e eles me fizeram a proposta de me enviar um cheque que cobrisse as despesas de viagem, ja que eles moravam em Goias, onde eu poderia ficar uma semana na fazenda deles. Assim que recebi o cheque, viajei. Na rodoviaria, um motorista estava me esperando um café. Apos as apresentaçoes, seguimos para a fazenda. Até ai, tudo normal. Logo que chegamos a fazenda, que ficava a menos de 100km do Araguaia, fui ao banheiro para tomar uma ducha. Quando sai, uma crioula me esperava na porta do banheiro. Perguntei pelo casal e ela respondeu que fossemos para o quarto e que ali me explicaria tudo. Ao chegarmos ao quarto, foi logo tirando a roupa e dizendo que eu ia transar com ela ali. Quando vi a sua boceta e um enorme grelo, mais parecendo uma castanha-do-para, fiquei sem entender nada, mas logo ela me tranqiiilizou dizendo que estavamos sendo observados pelo tal casal e que, dependendo do meu desempenho com ela, transaria com eles. E se eu nao conseguisse despertar a tara deles, eu nao os veria mais, voltaria naquele mesmo dia. Sabendo disso, pensei que tinha que agradar aquela crioula pra que ela me dissesse qual era a tara deles, para que eu pudesse transar com aquela gata gostosa. Entao a negra se aproximou de mim e começou a me beijar. Mas era uma negra de 1,78m de altura, de pernas longas e esguias, e eu nunca antes tinha trepado com negra. Ela me ordenou que tirasse a roupa, enquanto rnassageava a sua xoxota. Logo o meu penis ficou täo duro quanto funcionario de prefeitura e o grelao dela também ficou durinho e comegou a escorrer um liquido pelas pernas. Ela passava a lingua no meu pau e dizia que era muito gostoso. Mas ela pegou um penis artificial e introduziu na sua vagina e disse que eu ficasse batendo punheta e andando de um lado para o outro do quarto, enquanto ela ficava olhando. Depois me pediu que eu metesse meu pau em sua boca e que chupasse os seus peitos. Ela comepou a gritar tao alto que eu fiquei apavorado, pois nao sabia o que fazer. Entao ela fez desaparecer totalmente o consolo em sua xoxota e eu comecei a gozar em sua garganta. Em seguida, ela mandou que eu deitasse na cama, cobriu os meus olhos com o travesseiro e, de repente, mandou que eu o tirasse. Entao, eu vi a minha frente um casal: uma mu1her linda, alta, loira, olhos verdes e uma boceta do tamanho da Amazonia. Ela aparentava ter uns 25 anos e o rapaz mais ou menos a mesma idade. Ele tinha mais ou menos 1,80m de altura, era loiro também e tinha um penis que mais parecia uma mandioca descascada de täo branco e fino. A primeira impressäo que tive foi que aqueles dois eram irmaos, pois eram muito parecidos. Ele me perguntou se eu estava bem, respondi que sim, so que nao estava entendendo. Ele me explicou que o casal que tinha ido me esperar na rodoviaria tinha sido pago por ele so para me levar até a fazenda porque caso a transa nao se realizasse, eles nao ficariam conhecidos. Explicou que primeiro eles queriam ver o homem com quem vao transar e; se por acaso ele näo 1hes agradasse, ele nao os ficaria conhecendo Logo ele me ofereceu uma bebida importada e disse que eram do Rio Grande do Sul, da cidade de Canoas, e que estavam a fim de saciar suas taras comigo. Ao dizer isso, pegou no meu pau, beijou-o e disse a Susy que tratasse de mim. Ela, entao, me abraçou e disse que o Silvio era louco por esperma e que eu tinha que ejacular na boca dele, depois de gozarmos juntos. E começou a me chupar lentamente. A negra, entao, disse: "vamos fazer o triangulo do amor?"e pegou o Silvio, deitou-o no carpete e sentou-se em cima do penis dele, enquanto a loira se sentou sobre o rosto dele. As duas chupavam uma a lingua da outra, o Silvio chupa a loira e fodia a negra ao mesmo tempo e nessa situaçao eles ficaram, até que eu nao agiientei mais e coloquei o meu pau entre a boca das duas, que me deram um verdadeiro banho. Quando eu ja estava para gozar, pois era uma gemedeira de todos os lados que estava me deixando louco, a loira pegou no meu pau e puxou o Silvio para que o abocanhasse. Rapidamente inundei sua boca com meu esperma, que ele engoliu todo. Em seguida, coisas surpreendentes e se retirou. Entao, as duas e eu trepavamos até näo podermos mais. No dia seguinte, repetimos tudo e assim todos os dias. No penultimo dia, Silvio me disse que sabia que eu estava a fim de trepar so com a Susy, que ele concordava, mas apenas durante o dia. Entao, Susy e eu ficamos a sos e eu me deliciei com a melhor mina que ja vi, que chamava carinhosamente de "montanha" por seu tamanho descomunal. Na ultima noite, voltamos a fazer o triangulo do amor. Depois, o Silvio mandou as duas sairem e abocanhou meu pau e sugou-o até eu ejacular em sua boca. Continuou com meu pau em sua boca por toda a noite e ao acordar, gozei, pela ultima vez, na boca dele. Eu nunca tinha visto um homem que gostasse de esperma. Todo o esperma de todas as trepadas que dei foi para a boca dele! Mas achei legal e, quando os tres me levaram de volta a rodoviaria na hora da despedida Susy me entregou um cheque que me deixou pasmado pela importincia. Mas Silvio garantiu que nao se tratava de premio e sim pelo custo da proxima viagem minha, que eles ficariam aguardando.

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PRONTA PARA A VISITA

" Sou uma morena, modéstia à parte, muito bonita e muito gostosa e tive a sorte de me casar com um homem maravilhoso que adora que eu fique mostrando meu lindo corpinho para que outros homens fiquem babando. Meu marido sempre me incentivou a usar microsaias, decotes generosos, tanguinhas minúsculas e outras formas de mostrar minhas belas coxas e meu corpinho de violão. Eu nunca me faço de rogada e sempre que posso uso e abuso de minha sensualidade para mostrar meus atributos e envaidecer meu marido que fica louco de tesão toda vez que sou cantada por outros homens. Com o passar do tempo meu marido começou a demonstrar sua fantasia sexual que era de me ver transar com outro homem na frente dele, a princípio fiquei meio chocada com a idéia, porém as provocações dele passaram a criar em mim a mesma fantasia e passei a ver a idéia com outros olhos. Depois de muito tempo aceitei a proposta porém precisávamos achar algum homem de confiança capaz de realizar nossa fantasia com toda discrição, respeito e carinho. Imaginamos a transa com vários homens, amigos de meu marido, conhecidos, garotos de programa e estranhos mas ninguém nos parecia de total confiança e não conseguimos ninguém. Após muito tempo, se mudou para nossa vizinhança um velho amigo do meu marido. Depois de muitas provocações comecei a ver meu vizinho, que passarei a chamar de Silvio, de outra forma. Afinal ele é um rapaz muito bonito, atraente, corpo atlético e, segundo meu marido, sempre teve fama de "comedor". Pensei muito e acabei aceitando a idéia. Ricardo, meu marido, se encarregou de tudo, conversou com o Silvio e marcou um encontro em nosso apartamento para realizarmos nossa fantasia. Chegado o dia tão esperado, coloquei a minha melhor e menor microsaia, uma delicada mini blusa que deixava minha barriguinha à mostra e por baixo apenas uma micro calcinha vermelha, usei o meu melhor perfume e fiz uma maquiagem perfeita, enfim, eu estava simplesmente um tesão de mulher, capaz de deixar qualquer modelo fotográfica com inveja. Fiquei no quarto aguardando os acontecimentos e após alguns minutos o Ricardo entrou e me convidou para ir para a sala enquanto o Silvio estava tomando um banho. Ficamos dançando coladinhos e eu podia sentir o pau de meu marido totalmente duro roçando minhas coxas. Após algum tempo o Silvio entrou na sala e meu marido o convidou para que ele passasse a dançar comigo o que ele prontamente atendeu e o Ricardo saiu da sala e nos deixou sozinhos. Silvio me pegou pela cintura e passamos a dançar uma musica lenta, eu podia sentir seu pau totalmente duro enconstado em minha barriguinha. Ele lentamente começou a acariciar meus cabelos e começou a beijar minha orelha e meu pescoço. Suas mãos começaram a acariciar todo meu corpo, ele passava sua mão em minha cintura, subia até meu seio e descia até encontrar minha barriguinha semi nua. Trocamos o primeiro beijo e pude sentir sua língua ardente roçando o céu de minha boca, confesso que não imaginei que meu vizinho fosse tão gostoso. Entreguei-me totalmente a ele após muitos beijos, comecei a acariciá-lo, abri o ziper de sua calça e pude sentir em minha mão seu pau enorme que mais parecia uma pedra de tão duro. Ele tirou a minha saia e a minha blusa e me deixou somente de calcinha e passou a mamar em meus seios, a beijar minha barriguinha e a acariciar minha bucetinha. Fiz o mesmo com ele, tirei sua calça e camisa e deixei-o somente de cuecas, ele se sentou no sofá e eu me ajoelhei à sua frente e passei a dar pequenas mordidinhas em seu pau por sobre a cueca. Ele já estava gemendo de prazer quando tirei totalmente sua cueca e pude ver aquele pau lindo todinho para mim, ele era lindo, muito maior e mais grosso do que o de meu marido. Meu marido? onde ele está? eu havia até me esquecido dele, mas não importa agora o que tinha que fazer era comer aquele homem lindo que estava à minha frente. Passei a lambeu seu pau lentamente até recebê-lo totalmente em minha boca, meu deus que delícia, nunca havia sentido algo assim antes. Após algumas chupadas gostosas que foram retribuídas por meu lindo vizinho senti que meu marido tocou em minha cintura e enquanto eu chupava aquele pau gostoso ele colocou seu dedo em minha bucetinha totalmente molhada e nos convidou para irmos para a cama. Não pensei duas vezes, peguei o Silvio pela mão e levei-o comigo, eles me deitaram na cama e começaram a me dar um banho de língua, enquanto o Silvio se deliciava com minha bucetinha o Ricardo chupava meus peitinhos e me beijava como louco, gozei em pouco tempo. Tentando retribuir aos meus dois homens pedi para o Silvio deitar-se na cama enquanto o Ricardo ficava nos olhando e se masturbando. Dei um banho de língua no Silvio e sentei em cima de seu pau que lentamente foi sendo engolido pela minha bucetinha totalmente lubrificada. Senti aquele pau grosso e gostoso entrar totalmente dentro de mim e me entreguei a ele em um beijo longo e gostoso. Ele penetrou por muito tempo enquanto o Ricardo aproveitou-se da situação e colocou seu pau na minha boca, que delicia meu Deus, não podia imaginar que fosse tão gostoso. Transamos assim durante muito tempo, ora eu era penetrada pelo Ricardo e chupava o Silvio e vice versa. Depois de já ter gozado sei lá quantas vezes, os dois me colocaram deitadinha na cama e cada um tratou de colocar o seu pau próximo à minha boca e me faziam chupar ora um ora outro. Após algum tempo o Silvio gozou em minha boca com um jato que nunca vi igual, além de inundar minha boquinha ele ainda conseguiu derramar boa parte de seu líquido em meus seios e o Ricardo veio em seguida e fez a mesma coisa, nunca vi tanta porra junta, mas foi uma delícia. Transamos ainda outras vezes naquela noite e hoje, sempre que podemos repetimos a dose. Hoje minha fantasia e de meu marido está realizada porém queremos realizá-la também com outros homens que tenham a mesma discrição e respeito que tem meu lindo vizinho, se você estiver interessado escreva, talvez você também possa fazer parte de nossas fantasias

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PROIBIDO OU ABSURDO?

" Bem Gente, fico até meio sem graça de lhes narrar meu conto, mas parece que este foi um dos lances mais legais de minha vida sexual. Eu sou estudante de engenharia na UFRJ, e como todo bom estudante, taradão na secretária do meu professor, que é uma espécie de chefe, ela nao é lá estas coisas, mas trata-se de uma mulher de mais ou menos 1,65 metros de bumbum arrebitado e com um proeminência na xereca que é de dar inveja, toda vez que ela passa pelos corredores é aquele comentário geral. certo dia, ela me pediu que ajudasse ela no depósito de ferramentas da secretaria, quando disse a ela, estou ja indo te ajudar, juro que sem nenhuma má intenção. ao chegar lá ela estava sem nenhuma das peças de sua roupa somente envolta em uma linda toalha de seda que me deixou louco, era o meu dia, ela me pediu para nao falar nada e entao me foi tirando as minha roupas, a essa altura eu ja estava tao ereto, mas de pau tao duro que quase nao me aguentava. Quando todo despido ela me tange o membro e diz, que pau lindo, sem modéstia alguma eu tenho um piru realmente muito lindo, sao 18 cm de pura travessura, e o leva até seus lábios, que lábios carnudos, ela começa entao a me sugar, dizendo que hoje eu iria morrer de tanto trepar, mal sabia ela que eu sempre sonhei come-la e comecei a fantasiar, ela chupava meu pau como se fosse seu a muitos anos, chupava como um sorvete, isso mesmo ela sorvia meu caralho e eu não mais aguentando, chorei em seu ouvido, eu vou comer seu cu sua puta gostosa, voce vai ver o que é mexer com um futuro engenheiro naval, chupa porque voce nao vai ter nem animo para chupar outro pau na sua vida, triste de mim, nao sabia o que viria .Ela entao me pediu que sentasse num banco que por lá havia, o que fiz com muita alegria .foi somente eu sentar que ela sentou por cima e cavalgava, e eu dizia vai amazonas do arem cavalga no membro de seu alazão, és mesmo uma puta safada, ela gostava disso quanto mais eu falava ela rebolava, safada mesmo, foi aí que eu pedi para meter em seu cu, lindo rabo tem a Tania, rosa, e piscante, dei o meu caralho para que fosse lambusado por ela, e disse se prepara pra tomar no cu, antes que a botasse no cu chegou a filha do meu chefe, dizendo que estava nos olhando e que queria tambem, elogiou meu caralho e o sugou, quase morri . Valéria é dessa menininhas de Icaraí, muito playboizinha, mas um tesao,foi ela quem sofreu, naquele momento eu queria um cu entao, ja que ela chegou, quem tomou no cu foi ela, ela tinha um cuzinho muito apertadinho, mas com ajuda da tania a pica entrou, e sai, como entrava e saia varias vezes, ela gosou varias vezes com meu pau dentro de seu rabo, a Tania lambia seu clitóris enquanto eu botava no seu traseiro, e entao eu explodi meu goso em seu cu maravilhoso, a Tania com ciúmes me fez botar nela, antes fui sorvido pela Lela, ela me limpou todinho, e parei para respirar, quando dei por mim as duas se fodendo que cena linda, meu pau deu por acordado e meti na Tania elas gosavam feito loucas Lela estava irreconhecivel tamanha a desorganizaçao desta putarada.gosei mas umas duas ou tres vezes, contarei em breve o que aconteceu quando a Lela e eu estavamos trepando e chegou seu pai, aliás sempre fodo ou a Tania, ou a Lela ou as duas, somos muito felizes, tambem quem nao é feliz trepando com estas vacas que estao sempre no cio.

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PRIMEIRO PECADO DE ISAÍAS

" Sempre morei em Marabá, interior do Pará, e foi exatamente a alguns quilômetros dali que passei por minha mais excitante aventura. Eu tinha 19 anos, cabelos castanhos até o ombro e um corpo, modéstia à parte, escultural, de deixar os rapazes da vizinhança loucos de tesão.

Numa determinada tarde, resolvi acompanhar meus pai e meu irmão a uma fazenda, onde eles iriam comprar algumas cabeças de gado. Enquanto os dois tratavam de negócios com o fazendeiro, aproveitei para conhecer o local. Depois de me encantar com as belas casas dos peões, dei de cara com o filho caçula do dono da fazenda, um rapaz forte, bonito e com a pele bem queimada de sol. Fiquei um bom tempo observando aquele esplendor de homem musculoso, que não parava de trabalhar um só minuto.

Através da esposa de um dos peões, descobri que seu nome era Isaías e que tinha apenas 20 anos, embora aparentasse um pouco mais. Tentei me aproximar dele, mas percebi que sequer me notava.

Entretanto eu não estava disposta a desistir tão facilmente de minha presa e no dia seguinte voltei á fazenda, pedi a nossos pais que deixassem Isaías me ensinar a montar cavalos e galopamos durante várias horas. Ele parecia cumprir uma mera obrigação, mas já pressupondo este obstáculo, levei escondidas comigo três revistas erótica do meu irmão.

Como o calor era intenso, resolvemos descansar na beirada de um arroio de águas cristalinas. Sentamos debaixo de uma árvore e achei que estava em hora de atacar. Saquei as revistas de dentro da blusa e comecei a mostrar a ele todas aquelas sacanagens. Mas para meu espanto, Isaías afirmou que era crente e praticamente se recusou a apreciar as fotos. Insisti, fiz uma voz dengosa e ele acabou, cedendo, passando a observar a revista com rabo de olho.

A cada fotografia, Isaías ficava assombrado e numa delas em que aparecia um homem chupando a xoxota de duas mulheres ao mesmo tempo, acho que era montagem do fotógrafo. Ele dizia que na sua religião aquilo era proibido, mas, com calma, lhe expliquei que no amor qualquer coisa é permitida. Aproveitei a mistura de espanto e excitação de Isaías, tirei a minha blusa e fui para a água. Chamei-o e com muito receio ele veio, porém sem se despir. Já com os trajes molhados, comecei a acariciar seu belo corpo e imediatamente percebi que seu pau crescia dentro da calça, com uma volúpia arrebatadora. Tirei sua apertada camisa e passei a lamber freneticamente seu peito.

Isaías não falava nada e eu me deliciava com tantos músculos. Depois de beijar-lhe o umbigo, pedi a meu rude peão que desabotoasse o seu jeans e abrisse o zíper. Quando vi aquele trabuco de quase 20 cm, capaz de encher qualquer rabo, passei a massageá-lo incessantemente. Com o objetivo de deixar Isaías à vontade, enquanto eu gemia, contei a ele que em minha cidade já havia namorado um rapaz crente, que fazia de tudo comigo. Na verdade, apenas uma mentira para que ele não ficasse com medo de algum castigo.

Com Isaías mais tranqüilo, ensinei-o a me masturbar. No início, ele me machucou, mas como todo aluno aplicado, aprendeu rapidamente a lição. Fomos para fora d'água, deitamos na grama e comecei a chupar aquele pau gostoso e grosso. Ele tremia e urrava enquanto sua glande praticamente tocava minha garganta. Eu já estava entalada de tanto prazer quando senti jato quente e viscoso, que de tão forte parecia porra de cavalo. Fiquei totalmente lambuzada com aquele leite maravilhoso. Isaías era um verdadeiro garanhão que tinha orgasmos pela primeira vez. Porém, a noite caiu rapidamente e decidimos voltar para a fazenda antes que tudo se tornasse um breu.

Para minha sorte, no dia seguinte papai resolveu dormir no casarão de visitas da fazenda de Isaías. Na mesma noite marcamos um encontro num curral desocupado e às duas horas da madrugada, pulei a janela do quarto em que dormia - na verdade, que não dormia - e fui para o local do encontro.

Isaías estava lá deitado sobre um colchão velho e enrolado numa toalha. Tirei a calcinha e fiquei com um camisão que uso como vestido. Com paciência, ensinei Isaías como se dá uma chupada gostosa em uma xoxota, e como usar o dedo em um cuzinho. De início, ele quase me mordeu o grelo, mas aos pouquinhos foi dominando a técnica de lamber e chupar. Esta insegurança dele me deixava ainda mais molhada de tesão.

Resolvi então retribuir seu esforço com uma autêntica aula e passei mordiscar-lhe a barriga, o saco e a bunda. Ele urrava como um cavalo doido. Quando finalmente os dois já estavam em ponto de bala, fiquei sobre Isaías e ardentemente fui enfiando em minha fenda aquele mastro enorme. Seu pau era tão grosso que eu, mesmo encharcada, tive de forçar passagem para abocanhar todo o seu falo. E comecei a cavalgar em cima do meu garanhão até atingirmos orgasmos sucessivos. Era bom demais tirar o cabaço daquele homem rústico.

Assim foi até o sol raiar, quando voltamos rapidamente a nossos quartos para que ninguém desconfiasse da aventura.

Chegamos a nos encontrar outras vezes durante dois meses, até que o destino nos separou e eu me casei. Entretanto, jamais vou esquecer do Isaías e de suas palavras quando gozou pela primeira vez: "Lene, isto é pecado=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=

PRIMINHA NA MADRUGADA

" Como costumam todas as ferias eu e meus primos e primas claro costumamos nos reunir em Julho na casa de uma tia no interior, mas como a idade ta chegando e o pessoal ta começando a trabalhar só fui eu da minha casa e duas primas e um primo, a prima com quem tudo aconteceu tem 1,72 de altura, cabelos loiros e olhos verdes alem e claro de seios entre médios e grandes e uma bunda bem redonda lizinha sem nem uma marca e mais ou menos do tamanho da Sheila e vou chama-la de Caroline. Mas tudo começo quando dividimos quem iria dormir aonde, ficou eu e ela na casa da minha tia que e uma mansinha de 4 andares e a irmã dela e o outro primo na casa da vovó. O quarto da mina tia e no 2º andar e nos ficamos no mesmo quarto no 4º andar. Ela sempre me provocava pq sabia que eu babava por ela (quem não babaria) e tínhamos uma conversa muito aberta. Quando foi no Sábado (nós chegamos na Terça ) meu tio e minha tia subiram para dormir e Carol foi tomar banho ficando eu assistindo tv sozinho no 1º andar. Mais ou menos meia hora depois desse ela só de camisola bem transparente ao ponto de eu perceber que ela estava com uma calcinha minúscula. La pelas 00:30 começo e cine prive e estamos nos dois ali sozinhos e o filme começo a ficar quente eu percebia inquietude dela e o tesão se florindo no seu corpo já exalando um cheiro de amor. Mas não passou disso, ate quando acabou o filme, desligamos a tv e subimos conversando sobre o filme. Quando chegamos no quarto tirei a camisa e deitei na minha cama ainda excitado e ela deitou na cama do lado após apagar a luz. Após uns vinte minutos deitados ainda estava acordado e comecei a perceber um leve gemido, olhei para o lado e era ela se masturbando já com uns 3 dedos cravados na buceta. Eu novamente me excitei e fiquei de pau duro mas ainda fingia que dormia, se ela percebeu ou não eu não sei so sei que passados uns dois minutos ela de levantou e veio pro lado da minha cama antes tirando a calcinha. Chegou proximo ao meu peito e se sentou sobre ele com as pernas abertas e veio chegando de vagar pra frente até chagar com aquela coisa maravilhosa sobre minha boca ai não deu mais pra fingir que eu dormia e abocanhei a aquilo que eu jamais tinha desejado na vida, aquela buceta tão linda e cobiçada. Nisso a gente já não se importava com mais nada e seguimos em frente, depois dela gozar na minha boca uma 3 vezes ela chegou pra traz até chegar em cima do meu pau e tirou]lhe pra fora e sem cerimonias levantou o quadril e sentou na minha pica que tem mais ou menos uns 19cm e por ela ser virgem chegou na metade e tentou parar mas como tava muito molhada não deu e eu rasguei ela inteira, ela meio doída não ligou muito e começou a me cavalgar me fazendo gozar umas 2 vezes dentro dela. Ela se levantou e se deitou do meu lado, passados uns dez minutos eu pensei, e hj que eu a aquela bunda dos meus sonhos ou não comio mais. Comecei então a aliza-la a bunda que logo ficou arrepiada, me levantei me encaixando atrás dela como a boca já dentro da sua bunda chupando seu cuzinho lindo e muito gostoso. Após babar bastante aquele cuzinho maravilhoso apontei a cabeça do pau na entrada dele, no 1º momento ela tentou resistir mas logo depois rasgueia novamente tirando assim os dois cabaços dela e fiquei ali bombando uns dez minutos ate que lhe disse que ia gozar então ela num movimento brusco se virou e abocanhou meu pau num maravilhoso boquete ate que eu explodi no maior gozo da minha vida. Após isso tudo ele bebeu toda minha porra e se deitou do meu lado, e sendo assim durmimos ali agarradinhos anoite toda. Quem gostou e gosta desse tipo de conto com parentes irmãs, primas e mães ou mulheres com primos, irmãos ou pais e-mail me [email protected]

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REUNIAO DE FAMILIA

" Tenho uma família bem grande, cheia de tios, tias e primos. Um dos meus tios tem um sitio muito legal, aqui perto de Ribeirão Preto. É lh que todos se reúnem nas festas de casamento, noivado, batizado e aniversários do povo. Nessas festas, eu sempre encontrava todos os meus parentes, revia alguns que não via havia um tempão e outros que gostaria de nem encontrar mais. Nas ultimas vezes, comecei a reparar mais em certos sobrinhos meus, que estavam entrando naquela idade de 18,19 anos. Nessa fase, os garotos começam a aprontar e so pensam em sexo. Havia dois em especial: o Maneco (loirinho, de olhos claros) e o Luiz Paulo (cabelos pretos e pele bem branca). Os dois tinham a mesma idade, 18 anos, e nas ultimas festas estavam sempre juntos. Muita gente da família comentava sobre o jeitinho mais "delicado" do Maneco, mas eu achava que era maldade daquele povo. Depois, reparando bem, acabei desconfiando do porque daqueles dois andarem tão grudados. Fomos convidados para um aniversario de uma de nossas tias. A festança começava no sábado e so ia terminar no domingo. Como a casa era muito grande, tinha espaço suficiente para todo mundo dormir la de um dia para o outro. E o evento começou, com muita comida, bebida, muita dança, e aquele mundaréu de gente. Bebi um pouco, pois queria me soltar, relaxar. Percebi que a garotada tinha exagerado um pouco também e começaram com umas brincadeiras de moleque - um fingia que brigava com o outro, um agarra-agarra. Fixei minha atenção em Luiz Paulo e Maneco. Num determinado momento, alguém me chamou para conversar e me distrai. Quando voltei, ja não vi mais os dois. Era minha oportunidade para descobrir o segredo entre eles. Sai de perto de todo mundo sorrateiramente e fui caminhando pelo terreno do sitio, passando pelo celeiro, pela casa dos caseiros, pêlos estábulos. Vasculhei todos os cantos. Quando ja estava quase desistindo, cheguei ao barracão do milharal, onde eram guardadas as espigas de milho para serem debulhadas mais tarde. Ouvi gemidos vindo de dentro. Achei uma fresta e me pus a espiar. 0 que eu ja previa estava acontecendo. Maneco estava debruçado, as calças no calcanhar, com as mãos apoiadas na parede de bambu, enquanto Luiz Paulo, segurando sua cintura com força, dava boas estocadas em seu rabo. 0 loirinho gemia e apertava a bunda de Luiz Paulo para que ele enfiasse mais fundo. Fiquei de pau duro na hora, pois era uma cena inacreditável. Fiquei olhando pela fresta e coloquei meu pau pra fora e comecei a me masturbar. Em certos momentos, Luiz Paulo dava tapas com força na bunda de Maneco, que ja estava vermelha. Ele dava gritos de dor e prazer ao mesmo tempo. Luiz Paulo foi se movimentando cada vez mais rápido, até que parou, puxou o pau pra fora e ficou com ele parado, enquanto os jatos saiam, acertando até a cabeça de Maneco. Quando acabou de gozar, Maneco continuou na posição. Luiz Paulo pegou dois dedos e enfiou no cu de Maneco, comendo ele com os dedos. - Deixa eu enfiar uns dedos aqui no seu cu, pra ele continuar aberto e largo. Vamos voltar pra festa, beber mais algumas e daqui a pouco a gente volta aqui pra eu te dar outro trato. Cara, parece que quanto mais eu meto em você, mais teu cu vai ficando gostoso. Enquanto Luiz Paulo enfiava os dedos, Maneco foi se masturbando, até que gozou em cima da palha que havia no chão. Quando Luiz Paulo ouviu que Maneco ia gozar, forçou mais fundo os dedos. - Cara, quando você goza, teu cu aperta que é um tesão. Vendo aquela cena, gozei também, afinal, não sou de ferro. Os dois saíram do esconderijo, voltando para a festa. Segui-os a distância. Não podia perde-los de vista, pois tinha planos para a segunda rodada. A festa ja estava minguando, afinal, ja era tarde da noite. Os dois continuaram bebendo e conversando, e quanto mais Luiz Paulo ficava bêbado, mais ficava assanhado, chegando até a passar a mão em Maneco na frente de todos. Em certo momento, olhei para a bermuda de Luiz Paulo e vi que sua ferramenta ja estava em pé de novo. Era a hora. Os dois saíram do local e foram para o milharal de novo. Fui atras e me coloquei no mesmo local de antes. Desta vez, Maneco ajoelhou e começou a chupar Luiz Paulo, enquanto este empurrava sua cabeça até o fundo, fazendo o loirinho engasgar. - Vai priminho, engole essa pica toda... deixa ela bem durona pra entrar no teu cu de novo... Maneco chupava com vontade, afinal, era uma rola e tanto. 0 Achei que ja era hora de entrar naquela festa. Esperei até os dois ficarem bem distraídos e abri a porta da casinha num repente. - Tio!!! Os dois me encararam com os olhos arregalados. Maneco tirou o pau de Luiz Paulo da boca e ficou ajoelhado. Luiz Paulo, meio bêbado, foi para trás, caindo no meio das espigas. - Muito bonito, hein??! Os dois garotöes estavam se divertindo.... - Tio, num vai contar nada pra minha mãe, pelo amor de Deus! - pediu Maneco. - Poxa, tio, foi só dessa vez...tava experimentando... - retrucou Luiz Paulo. - Experimentando, é? Eu vi você antes "experimentando" a bunda do seu primo. - Olhei para os dois com um ar bem sério e sádico. - Eu devia dar uma boa surra em vocês dois... e acho que é isso que vou fazer... A fala era ríspida, mas meu rosto não. Peguei uma das caixas e sentei-me nela. - Você não quer que eu conte pra ninguém, não é, Luiz Paulo? Então vai ter um castigo para eu não contar... Luiz Paulo me olhou com uma cara estranha. - E qual é? - Vai ter que levar umas palmadas... - Qual é tio? Corta essa! - Sua mãe não vai gostar nem um pouco de saber que você costuma "estuprar" seu priminho... Meio ressabiado, Luiz Paulo chegou mais perto. - Ta bom, o que é pra fazer? - Ajoelha aqui do meu lado e se debruça no meu colo. E sem reclamar. Devagar, Luiz Paulo ajoelhou-se e debruçou no meu colo, ficando com a bunda pra cima. Que traseiro tinha! - Abaixa a bermuda. Luiz Paulo bufou e abaixou. - A cueca também! Achei que Luiz Paulo não ia tirar, mas tirou. Não acreditava. Aquela bunda branca, toda coberta de pelinhos pretos, ali, na minha frente. Dei um apertão com força e senti a firmeza. Dei um tapa seco. Luiz Paulo reclamou. Dei um segundo com a mão mais aberta e comecei a bater alternadamente naquela bunda. Foi quando percebi que, por cima da minha coxa, seu pau começava a endurecer. Maneco, em pé, olhava meio sem saber o que fazer. - Maneco, ajoelha aqui do lado e pega no pau dele. Maneco fez o que eu mandava. - Ta duro? - perguntei. - Feito pedra. - Então punheta ele, que nós vamos fazer esse garoto gozar gostoso. Luiz Paulo olhou para mim e deu uma sorriso sacana. Eu havia descoberto o ponto fraco dele. Enquanto Maneco batia punheta, eu dava gostosos tapas na sua bunda. Fui passando a mão para o meio, no rego. Dava tapas entre as nádegas e atolava o dedo na divisão cabeludinha. Aos poucos, fui forçando com o dedo pra dentro, raspando seu cuzinho. Ele deu um tranquinho e começou a gemer baixinho. - Ta gostando, né? Acho que descobri do que você gosta. Ele sorriu, sem responder. - Vamos la, abre bem essa bunda. Com as duas mãos, meu sobrinho afastou bem as nádegas, expondo seu buraquinho peludo. Chupei o dedo da mão e comecei a esfrega-lo, bem molhado, por toda a volta daquele cuzinho. Subia e descia, rodeava, dava alguns cutucoes e sentia seu cu retrair, cada vez mais. Num movimento continuo, fiquei passando o dedo na entrada, bem rápido. 0 anel contraia cada vez mais. - Porra, tio, entala esse dedo no meu rabo que eu não to agiientando mais - pediu Luiz Paulo. Mais do que rapidamente, enfiei de uma so vez o dedo naquele buraco quente. Ele deu um gemido mais forte e apertou meu dedo com seu esfíncter, Fui pondo e tirando, comendo ele com o dedo. Maneco, que olhava excitado, chegou mais perto. Tirei o meu dedo e ele colocou o dele. Ficamos revezando os dedos por um bom tempo. As vezes, enfiávamos os dois juntos. Luiz Paulo gemia forte e suava bastante, levando uns tapas de vez em quando. - Agora levante e bota na bunda do Maneco de novo - ordenei. Luiz Paulo levantou-se do meu colo e novamente foi comer Maneco, na mesma posição de antes. Eu sentei-me no chão, na frente deles. Ao mesmo tempo chupava o pau de Maneco e enfiava o dedo no cu de Luiz Paulo. - Enfia mais, enfia mais - pedia Luiz Paulo, fodendo o primo. Aumentei para dois dedos. As vezes dava tapas ardidos, para ouvi-lo gemer mais. Não demorou muito, quando tentei forçar o terceiro dedo, e Luiz tirou a rola pra fora daquele cu aloirado e gozou litros em cima de mim. Continuei masturbando Maneco, enfiando alguns dedos em seu cu ainda arregaçado. Ele esporrou tanto quanto o outro. Mas sabe como é rapaz nessa idade... Continuavam de pau duro - assim como eu. - Agora quero ver o Maneco comendo você, Luiz Paulo. Meu sobrinho titubeou. - Ah, sei não, tio. - Cala a boca, rapaz! Faz o que eu to te mandando, caralho! Ta na cara que você ta louco pra tomar no cu. Vira ai e fica quieto - falei grosso, dando um tapao na sua bunda ja vermelha. Luiz Paulo ficou sem fala, mudo de tesão. 0 moleque adorava ser dominado. Ele se debruçou na hora. Eu novamente me ajoelhei a sua frente e acompanhei cada centímetro do pau de Maneco (que era pequeno, mas grosso), entrando no cu de Luiz Paulo. 0 moreno gemia e mordia os lábios. - Tó doendo... Ai, que gostoso... Ai, cara, enfia, mete no meu cu, ai! Agora eu chupava Luiz Paulo e enfiava o dedo em Maneco. Fui pondo, um, dois, três, até que tive uma idéia mais do que excitante. Peguei uma espiga de milho nova do chão, tirei toda a palha, cuspi bastante em cima e comecei a enfiar no cu do garoto. Ele gemia e se contorcia como doido. - Que delicia, acaba com esse cu! - gritava Maneco, metendo mais forte no rabo do primo safado. Não pude acreditar quando vi a espiga entrar quase até a metade no rabo de Maneco. Mais algumas estocadas e os três gozamos novamente. 0 loirinho gozou com a espiga quase toda enterrada no cu! Depois disso, nos limpamos, e fomos conversar. Prometemos, um para o outro, que ninguém saberia daquilo. Mas prometemos também, que não seria a única vez. Agora, não vejo a hora de chegar mais uma festinha de fami1ia.

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REMÉDIO NA ACADEMIA - PARTE I (Cathy)

" Depois de viajar por uma semana com meus pais para o Nordeste, voltei com uma vontade quase incontrolável de transar, de ser possuída novamente. As aulas já tinham começado, então a liberdade em casa sumiu e ficou mais difícil arranjar alguma coisa. Mesmo no colégio, a maioria dos meus "amigos" estava esticando as férias na primeira semana, impossibilitando uma aventurazinha na saída. Na sexta-feira, como a aula tinha acabado mais cedo, resolvi passar na academia. Foi bater os olhos naqueles corpos esculturais e sentir um fogo subir de entre as pernas. Eram umas seis e meia. Eu tinha exagerado um pouco na viagem, então fui conversar com um dos professores, Válter, mulatão de 1,80 e tantos e mais de trinta anos. Ele deu uma geral no meu corpo e disse que não havia nada demais, que eu podia fazer os mesmos exercícios de sempre. Pedi sua ajuda para o aquecimento e ele, muito educado, me atendeu prontamente. Ao sentir aqueles braços fortes dando apoio as minhas pernas, imaginei como seria uma aulinha particular. A cada movimento, me fazia de desajeitada e me jogava no seu corpo, ora no tórax enorme, ora me agarrando à cintura malhada. Mas Válter parecia um religioso, continuava pacientemente orientando meu aquecimento. Decidi ser mais direta. Quando Válter pediu que eu esticasse bem uma perna para trás, fingi escorregar e caí... Para não me esborrachar, segurei firme nas coxas do professor e, de leve, rocei meu rosto no volume respeitável sob o short colante. Dei um sorrisinho amarelo e disse que meu joelho doía. Acho que nesse instante ele perdeu o controle. Agitado, pegou minha mão e me conduziu a uma espécie de enfermaria. Depois que entramos, ele encostou a porta e perguntou porque eu estava daquele jeito, pois me conhecia há uns dois anos e sabia que eu não era estabanada. Enrolei-o, dizendo que deviam ter sido as férias, a comida, a falta de atividade. Eu continuava mexendo no joelho, fingindo que estava machucada, arrebitando bastante a bunda quando inclinava para a frente. Vi que debaixo do short de Válter havia vida, e como. Na última provocação, enfiei os dedinhos na bunda para desencravar a calcinha, num movimento beeem lento. Finalmente, Válter se deu conta das minhas intenções e disse: "Quer uma massagem no joelho?" Ele trancou a porta, mandou que eu deitasse na maca e começou a acariciar meu joelho. Logo subiu pelas coxas, chegando à virilha e, provavelmente, sentindo o calor que minha xaninha emanava. Seu rosto se contorcia de tesão e seu pau parecia querer pular do shortinho apertado. Eu apenas mordia os lábios, calada e esperando o passo seguinte. Válter, suando de excitação (e por causa da sala abafada), puxou meu short e me deixou peladinha da cintura para baixo. Ele dizia que eu era gostosa, que tinha provocado demais, que era impossível resistir. Depois, separou minhas pernas e meteu a cabeça entre elas, se lambuzando na minha boceta encharcada. Sua boca passeava, mordiscando meus lábios; sua língua se enfiava na minha vagina louca para ser penetrada, quente e vigorosa. Válter ficou debruçado ali pelo menos uns dez minutos, me deixando nervosa, angustiada. Eu sentia um prazer incrível, mas a necessidade de tomar uma pirocada só crescia. Quando ele levantou a cabeça, metade da sua cara estava melada, do nariz ao queixo. Carregava um sorriso e seus olhos faíscavam, mirando a entrada da minha bocetinha. Eu fechei as pernas e fiz com que ele subisse na maca também. Não havia espaço e os ferros da armação rangiam, parecia que tudo ia desabar. Mesmo assim ele surgiu em cima de mim, atolando sua boca no meu pescoço, chupando e lambendo, enquanto encostava seu tesouro na minha vulva. Sua língua parecia ferver... Válter foi descendo e passou a morder meus peitos, por cima do top. Meus mamilos estavam tão endurecidos e projetados que ele não precisava se esforçar muito para mordiscá-los. Tomada pelo tesão, estiquei o braço, até agarrar o pau escondido, pressionando-o com força. Válter soltou um grunhido e se colocou de cabeça para baixo, metendo o cacete na minha boca. Eu abocanhava aquele colosso por sobre o short mesmo, tentando visualizá-lo na minha mente. E Válter se deliciava novamente na minha entradinha. Eu já havia quase rasgado seu short quando murmurei, em meio a arfadas, que precisava ver aquela ferramenta. Se controlando, Válter desceu da maca e começou a abaixar o short vagarosamente. De repente, saltou um caralho gigante, lustroso na ponta, cheio de veias saltadas...

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REMÉDIO NA ACADEMIA - PARTE II (Cathy)

" Pulei da maca e mandei que sentasse numa cadeira. Ajoelhada, caí de boca no pênis grandioso, tentando engoli-lo inteiro. Pude sentir o gosto do líquido que saía timidamente da cabeça daquela preciosidade. A excitação era tamanha que impedia minha concentração no boquete, uma coisa que adoro. Eu precisava daquela vara pulsante em mim... Apesar do Válter parecer ser certinho, perguntei se tinha camisinha. Ele respondeu que não, mas que no armário devia ter, porque a academia fazia campanhas de prevenção. Rapidamente peguei algumas e, afoita, abri uma delas. Deslizando o plástico, me dei conta da real dimensão do canhão, comprido e grossíssimo. Tirei o top e escalei aquele homem, que se agitava na cadeira. Válter me segurou pela cintura e me puxou violentamente contra seu corpo, atochando o pau de uma vez só dentro de mim. A penetração, porém, foi indolor por causa da lubrificação abundante. Eu comprimia os músculos da vagina, pressionando o cacete de Válter, sentindo-o escorregando, se esfregando nas paredes. À medida que minha boceta secava, as estocadas eram mais lentas e exigiam esforço maior. Percebi que o caralho estava me esfolando por dentro, mas não podia parar, rebolando naquele mastro plastificado. Voltando a si depois de me arregaçar com aquele começo impetuoso, Válter passou a me beijar calorosamente, enfiando a língua fundo na minha boca. Embaixo, me bombava com movimentos regulares, encravando o pau até o fim, me lembrando de como era bom ser arrombada por um membro de respeito. Gozamos juntos, eu de forma prolongada, soltando gritinhos e gemidos, que depois tememos que alguém tivesse escutado. Desmontei do garanhão, que levantou para tirar, com muita dificuldade, a camisinha, apertadíssima nele. Ao ver o cacete reluzente livre, ajoelhei de novo e abocanhei-o sofregamente. Tendo matado as saudades de ter a boceta invadida por um cacetão latejante, me apliquei no boquete. O gosto havia se misturado ao do preservativo, mas o sêmen que se espalhara compensava o que tinha de desagradável. Depois de chupar bem a cabeçorra, passei a lambê-lo por inteiro, da base à pontinha. O saco eu acariava com as mãos, mexendo nas bolas. Ele nem chegou a amolecer. Ficou debilitado por um instante, mas logo começou a endurecer dentro da minha boca, reatingindo sua grossura máxima. Meus lábios apertavam- no e com as mãos na bunda de Válter eu induzia-o a fodê-los devagar. Ficamos vários minutos nos divertindo oralmente, até que Válter disse que precisava me foder de novo. Peguei outra camisinha e segurei seu pênis pela base. Vendo-o totalmente esticado, não agüentei e abocanhei a cabeçorra novamente. Com metade do pau dentro da boca, eu esfregava minha língua na cabeça e no que conseguia alcançar daquele tronco latejante. Saciada, coloquei a camisinha na ponta e comecei a desenrolá-la. Parecia que não ia caber. Válter sentou na cadeira e esperou, mas eu queria variar. Me debrucei na maca, apontei a bundinha para cima e fechei os olhos. A reação foi rapidíssima. Numa fração de segundo, senti a pica protegida forçando meu cuzinho. Desacostumada, eu me assustei com o diâmetro daquela vara e contraí o ânus, praticamente impedindo a penetração. Válter então pôs em prática sua experiência. Delicado, encostou um dedinho na entrada e iniciou movimentos circulares, forçando vagarosamente a entrada. Quando conseguiu me penetrar, tirou o dedo e deu uma bela cusparada na mão. Esfregando a saliva em toda a extensão, meteu o dedo mais uma vez, dessa vez pondo outro em seguida. Ao tentar o terceiro, me fez dar um gritinho abafado nos panos da maca. Válter retirou ambos e voltou à posição original, encostando a pemba no meu traseiro. Nessa tentativa, deixou a gentileza de lado e me arrombou mesmo, enterrando seu caralho em um segundo, até o talo. Eu mordia os panos, apertava o colchãozinho da maca com as mãos e resistia bravamente. Meu cu estava sendo desbravado por um membro colossal. Ele parecia fora de si, metendo sem controle, arrebentando minhas preguinhas, testando a elasticidades dos meus músculos. Seus testículos encostavam na minha vagina, mostrando o quão fundo aquelas estocadas iam. Somente depois de uns cinco minutos de sofrimento comecei a me acostumar e a aproveitar a sensação de preenchimento proporcionada por Válter. Tentei rebolar, mas era impossível. Apenas recebia as pancadas do professor impiedoso... Porém, era uma sensação ótima, um pau latejando no meu rabinho, espremido, pedindo passagem. Era quente, era grosso, era melado. O suor de Válter pingava nas minhas costas, evidenciando o esforço que aquele homem fazia para desbravar meu cuzinho. Gozei descontroladamente. Quando ele disse que também ia gozar, pensei que uma transa daquela exigia um fecho de ouro. Convenci-o a interromper a foda e a me proporcionar um último prazer. Válter despiu o pau e mandou que eu chupasse bem gostoso. Cumpri suas ordens obedientemente, primeiro pousando a cabeça na língua e depois engolindo o máximo que pude. Seu caralho tremia na minha boca, soltando pinguinhos de esperma, que só me animavam a mamar mais e mais. Eu deslizava a língua sobre as veias saltadas, me enrolava nos pentelhos, provocava tremores ao abocanhar um ovinho... Até que Válter me segurou pela cabeça, meteu o cacete fundo, quase impedindo minha respiração e anunciou o gozo. Um jato de porra foi direto na minha garganta, e outros explodiram na minha boca... o pau se libertou a tempo de soltar outros esguichos no meu rosto. Eu buscava cada gota, saboreando o gosto entre salgado e azedo do leite espesso de Válter. Enquanto punhetava-o em busca dos últimos pingos, alguém bateu na porta. Não respondemos e depois saímos na surdina. Válter entrou no vestiário dos professores e eu fui para o feminino, com uma ardência entre as pernas e um gostinho maravilhoso na boca.

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QUE VENHA MINHA CUNHADINHA

" Fato verídico em 1998: Tenho 25 anos, sou casado pela segunda vez, agora com uma garota de 18 anos que inclusive, está grávida de duas menininhas... Há uns três meses (JUNHO), tivemos que mudar para perto da casa da minha sogra, por causa das clínicas serem mais próximas e ficar mais fácil o acompanhamento pré-natal. Minha esposa tem duas irmãs: Patrícia, gêmea com ela e Aline, 18 anos. Eu sempre me dei muito bem com todas elas. Após algumas semanas da mudança, comecei a receber telefonemas anônimos em meu trabalho e até comentava com minha esposa. Depois de um tempo, notei que sempre que eu chegava em casa, minha cunhada mais nova, a Aline, estava lá. Um dia, no meu trabalho, atendi o telefone e era ela. Dizia que estava apaixonada por mim, não aguentava mais e queria me beijar... Fiquei meio abismado, pois eu a via como uma criancinha, apesar dela não ter aparência de 18 anos; tem uns peitinhos pequenos e uma budinha arrebitadinha. É de se dizer: uma verdadeira ninfetinha. Tratei logo de dizer que não era para ela me ligar para falar esse tipo de coisa, pois eu iria conversar com o pai dela. Mas a tentação continuou. Ela me ligava todos os dias e às vezes eu até mandava dizer que não estava e quando eu chegava em casa ela estava lá, no quarto do computador, me provocando. Certa vez ela me ligou e eu tentei intimidá-la para ver se saía fora. Quando ela veio com o papo de beijinho eu falei que se ela estivesse a fim, teria que ser serviço completo, eu não queria ficar de beijinho com ninguém! Intimidei nada, ela falou que topava... A partir daí ficava pensando se eu realmente tinha coragem, onde eu poderia me dar mal, se eu estava perdendo o juízo e etc. Uma tarde de sábado, comecei a assar uma carninha e tomar uma gelada lá em casa e a baguncinha se estendeu até a noite, então foram alguns amigos, amigas, minhas cunhadas e mais algumas meninas para lá para conversar e dançar. Aline só ficava me secando e eu estava já meio tomado. Fui pegar outra cerveja na geladeira e quando percebi já estávamos nos beijando. Passei a mão em seus peitinhos, fui descendo até as coxas até que passei o dedo por baixo de sua calcinha e senti aquela bucetinha novinha, pequenininha, cabeludinha e molhadinha... Meu pau já estava a mil por hora! Me afastei dela, pois alguém poderia ver e então sugeri que ela dormisse lá em casa no quarto do computador, onde tem uma cama de solteiro. Ela topou e quando todos se foram ela disse para meus sogros que iria dormir lá mesmo. Deitei com minha esposa e quando ela já estava dormindo profundamente me levantei bem devagar e fui até o outro quarto. Aline estava deitada me esperando peladinha. Já cheguei de pau duro e sem roupa e na escuridão da madrugada, peguei-a pela nuca e apontei meu pau em sua boca. A menina começou a pagar um boquete com certa inexperiência, mas, uma delícia; não gozei pois, quando bebo, demoro muito a gozar. Deitamos na cama e comecei a lamber sua bucetinha, fazendo-a "gemer sem sentir dor" e então percebi como era pequena. Perguntei se ela era virgem e ela afirmou que sim. Coloquei meu pau na portinha e fui empurrando aos poucos. Ela gemia e sussurava em meu ouvido que estava doendo. E eu respondia: "não era isso que você queria, não ficou no meu pé mais de um mês ...?". Fui enfiando devagar, até que já estava tudo dentro daquela grutinha apertada. Ela gemia, rebolava, me apertava e pedia para foder mais e mais ... Deitei-me de costa e pedi que ela cavalgasse. Quando já estavamos "conectados" novamente e ela mexendo em cima de mim fui surpreendido pela voz de minha esposa me chamando: Maurício... Maurícioe abriu a porta do quarto! "Puta que pariu", pensei. Minha esposa me pegou comendo a irmã mais nova dela. Deixei Aline lá e fui atrás da minha esposa. Ela chorava muito e estava muito nervosa, fiquei até preocupado com as nenês. Convenci minha esposa que era porque eu estava bêbado e porque sua irmã já estava me seduzindo há muito tempo... Ela disse que queria esquecer aquilo, pois jamais queria me perder e não iria contar nada à ninguém. Ufa! Voltei ao quarto da Aline, com o pretexto de que iria falar para ela não me incomodar mais e que sua irmã não contaria o que viu. Aproveitei para dar mais um beijo nela e combinar nosso encontro para o verdadeiro "descabaçamento"... Voltei ao meu quarto e para fazer a média, comecei a comer minha esposa pela buceta e depois que ela gozou, comecei a lamber seu cuzinho e meti a vara. Finalmente gozei e dormi, depois de tanta tesão e tensão... No outro dia minha cunhadinha foi embora e para minha esposa, tudo ficou só naquilo mesmo, só que hoje, quando escrevo esse relato acabei de deixar minha cunhadinha perto da escola dela depois de uma ida ao motel.

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QUE NOITE!

" Meu nome é Marcelo, moro no Rio, tenho 24 anos sou negro tenho um corpo bonito e sou muito bem dotado, a história que vou contar é recente aconteceu em agosto de 98. Não tenho namorada, mas sempre saio com uma amiga, ela é morena clara cabelos na cintura, bonita e muito gostosa, naquele sábado tínhamos que ir em uma festa de uns amigos, e eunào sei porque estava com muito tesão, doido pra transar com ela novamente, ela estava de saia e e camiseta, e durante a festa minha mão ficava alisando suas pernas revelando minhas intenções, elacomeçava a dar bandeira, seus peitinhos já estavam durinhos, querendo furar a camiseta,e eu que estava usando uma calça apertada não estava conseguindo esconder minha excitação...convidei-a pra a gente ir pra um motel, e ela aceitou na hora, entramos no carro e minha mão já foi direto nas suas coxas e subindoacriciando sua bocetinha por cima da calcinha enquanto ela massageava meu pau. Tentamos entrar em dois motéis, mas estavam lotados, resolvemos ir pra uma praia aqui do Rio, estacionei o carro e ela foi logo abrindo minha calça, pegou meu pau e enfiou ele todo na boca, dando lambidas na base até a cabeça, eu já estava quase gozando quando afastei ela e comecei a beijá-la, beijava seu pescoço enquanto minhas mãos acariciavam seus seios por baixo dablusa, fui tirando sua camiseta e cai de boca nos seus peitinhos que já estavam durinhos, minha mão foi subindo pelas suas pernas e tirando a calcinha enquanto eu dava pequenas mordidinhas nos seus peitinhos, minha boca foi descendo, subi sua saia e comecei a beijar sua bocetinha que já estava molhadinha, ela gemia e dava gritinhos empurrando minha cabeça entre suas pernas enquanto minha língua brincava com sua bocetinha. Ela já nào aguentando mais implorou pra ser penetrada, eu fiquei sentado no banco de trás e ela veio por cima, me cavalgando,enquanto ela me cavalgava em movimentos curtos, eu chupava seus peitinhos e mordia sua orelinha, eu já estava alucinado de tesão e ela me pediu pra eu ficar dizendo palavras obscenas no seu ouvido, chamei de vagabunda, safada, tesão, gostosa, e ela gemia e soltava gritinhos de prazer, até que não aguentamos mais e gozamos juntos, levantei minha calça, e ficamos nos beijando por um bom tempo, ela se vestiu e fui levá-la em casa, no caminho fomos ficando excitados de novo e ela tirou sua calcinha, abaixou o banco do carro ficando quase deitada, feichou os olhos e colocou minha mão entre suas pernas, fui até a entrada do seu prédio com os dedos brincando na sua bocetinha, antes de ela ir embora ainda abriu minhas calças e abocanhou meu pau, me chupando até eu gozar, foi uma noite maravilhosa ... As mulheres do Rio e Brasília (as vezes viajo para lá) que quiserem me conhecer ou apenas bater papo, meu e mail é: mailto:[email protected]

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SEXO À EXAUSTÃO !!!

" Tenho recebido muitos e-mails, e infelizmente nao tenho como responder todos, pois tenho muito pouco tempo livre ... Mas gostaria de agradecer, e de dizer que os mais excitantes são respondidos primeiro. Recentemente estive em Recife, terra da maior parte dos tarados dessa Internet Brasileira, e claro, conheço umas cinco pessoas de lá, e tenho uma amiga com quem tenho dividido sempre minhas experiências, e que tem feito o mesmo por mim. Eu me encontrei com ela no primeiro dia lá conversamos animadamente a respeito de trivialidades, e no dia seguinte tinhamos uma "festa" armada por ela, que me garantiu que satisfaria até a nós duas. Convidei dois conhecidos da Net também para ir. Era uma chácara não muito afastada da cidade, fui logo após o trabalho com a Sandra, minha amiga, e também com Anderson outro conhecido nosso. Fizemos farra durante umas horas por lá e por volta da meia noite Sandra me arrastou pra um quarto e com o tal Anderson fomos, chegando lá começamos a nos despir rapidamente e em poucos minutos tinha o pau dele em minha boca, chupando gostosamente, Sandra saiu para buscar mais gente e voltou com outros 3 meninos, que nem tinha visto lá ainda. Depois de uns minutos ela tinha sob controle dois deles e outro me chupava os seios (Anderson, já com camisinha começava a penetração) eu estava com muito tesão pois aquela semana toda não tinha feito nada esperando por esse dia, e estava muito ansiosa posso dizer. Mau tinha tempo de ver o que a devassa da Sandra estava fazendo mas olhei quando eu ouvi ela dizendo uns palavrões e sentando sobre uma pica muito grossa ... O pau do cara brilhava denunciando o tesão de minha amiga, ela continuava a masturbar o outro cara ... foi quando senti Anderson acelerar e gemer mais forte e não demorou a gozar, o cara que me chupava os seios e que estava assistindo tudo quase nao deu tempo dele sair de mim para entrar com muita força provocando um grito meu, já que não era dos menores também, pedi para que fosse mais devagar mas rápidamente ele entrava e saia, em pouco tempo o cara que era masturbado por minha amiga despejou toda sua porra sobre meu corpo, sendo seguido pelo que me penetrava, que gozou quantidade enorme de líquido sobre meus seios e barriga. Eu já tinha alcançado três orgasmos ao menos e estava próxima de outro, quando o menino que estava antes entre as pernas de Sandra colocando outra camisinha chegou perto e eu, ainda de costas na cama, guiei sua pica deliciosamente grossa à minha grutinha, pedi que fosse devagar, pois não gosto de nada forte demais ou com muita pressa, ele atendeu e eu sentia aquele pau quente me alargando devagar, era ótimo, sensação que já me fez gozar, quando senti as mãos de Sandra sobre meus seios esfregando-os. Ela por sua vez foi empurrada e de quatro naquela cama tinha agora uma pica a frente enquanto o outro procedia a penetração que pude logo saber que era anal, Sandra gemia muito e ela já havia me contado que gostava muito de sexo anal ... Mas logo eu já não podia mais notar nada ao meu lado pois o dono daquela pica deliciosa me açoitava e me fazia chegar perto de outro orgasmo louco ... Gozei, ele também caindo sobre mim quase sem forças. Sandra recebeu alguns jatos de gozo na face de Anderson e caiu também quando o cara que estava sobre ela deixou seu peso sobre ela. Em pouco tempo quase refeita, fui tomar um banho para me limpar um pouco e descansar daquela foda...Ao entrar no banheiro vi que algumas pessoas que estavam de fora notaram o agito dentro da casa, em minutos quando saí já eram todos da festa semi-nus, deviam ser uns 18 a 19 ao todo, não tive tempo de contar pois antes de poder sequer admirar algo me agarraram e sem poder ver quem era eu fui arrastada para fora da casa e encurralada contra uma parede de meia altura, minha saia levantada e pude sentir somente o bruto colocando um pau muito quente na entrada de minha bucetinha e o primeiro e lento golpe que foi até o fundo, me empurrando as carnes também. Delícia, ele me mantinha com o rosto para frente e nao pude ver quem era até quando senti estremecer o corpo atrás de mim e me virando vi que era Anderson de novo que tirou o pau de mim, tirando a camisinha, e esporrou em minhas pernas ... Antes de terminar de subir as escadas de volta à casa fui segura novamente, de frente dessa vez, por um outro tarado que ainda não tinha visto me dizendo que sabia que eu era uma tarada de marca maior e que ia me mostrar algo. Fomos a um dos quartos, eu quase arrastada, e ele me fez ficar de joelhos e chupar um pouco um pau grosso e de tamanho respeitável que quando duro ainda tive que colocar uma camisinha com a boca, o que provocou risadas no dolo devido a minha falta de habilidade ... Em minutos ele estava entre minhas pernas me chupando e me levando a outro orgasmo. Entrou em mim devagar e estava estocando rapidamente em pouco tempo, me fez gozar uma vez e contiuou esfregando os dedos em meu clítoris e bombando devagar para não gozar, acelerou o ritmo de novo e anunciando que iria gozar me fez gozar também. Eu não tive tempo de levantar e já tinha outro corpo sobre o meu, já não entendia nada, e minha bocetinha estava já dolorida, mas ainda fui castigada por um e mais outr! o ... No fim já não sabia mais quantos haviam transado comigo, não sendo demais, mas devido ao meu estado de excitação tinha gozos mais rápidos o que me desnorteou um pouco ... acordei, ainda grogue as 3:30 e fui ao banheiro zonza, tomei outro banho demorando um pouco. Quando saí notei que quase todos já haviam voltado e achando minha amiga (na, provavelmente, única cama que nao estava molhada de gozo) dormi perto dela, sentindo minha grutinha muito quente ainda. Dia seguinte não conseguia sequer pensar em sexo, e pelo que me lembre uma das únicas vezes que isso me aconteceu, depois Sandra ficou me fazendo gozações, dizendo que finalmente "voce sua putinha tinha achado o suficiente, até você não deu conta de tanto macho". Verdade... Mas foi uma ótima noite, o suficiente para satisfazer até a mais tarada e privada de sexo das mulheres ... Gostaria de receber experiências de outras pessoas, e trocar talvez até conhecer gente por aqui. [email protected]

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SEMANA (NADA) SANTA (Luthi)

" Olá, meu nome é Luciano ( Luthi ), do conto "EU, MINHA NAMORADA E UMA NINFETA", e estou aqui para dividir mais uma de minhas aventuras. Antes porém, queria agradecer os inúmeros e-mails que recebi e dizer que isso foi o que me motivou a escrever este conto, o 2o de uma série. Neste conto só troquei os nomes das garotas, o meu e de meus amigos são reais. Na Semana Santa deste ano eu, três amigos meus e cinco amigas fomos para a praia de Morro Branco. Os amigos eram: Fernando ( o gaiato da turma, sempre contando piadas e animando o ambiente), Cláudio ( foi pra lá por causa de uma briga com a namorada, tava de baixo astral) e o Manuel ( este era o babaca da turma, ninguém agüentava ficar perto dele, foi com a gente de "entrão"); as garotas: Gisele ( um morenaço de olhos verdes, 22 anos, pernas grossas, uma bundinha linda e a mais safadinha de todas ), Suzy ( uma branquinha de aparelhos nos dentes, 1.70m de altura e gostosíssima, era a que queria ser santa mais gostava da putaria tb. ), Shirlei ( irmã da Gisele, 20 anos, ruiva, olhos tb verdes e um tesão de ninfeta, a mais calma ), Mariza ( a ninfetinha da turma, 18 anos e a mais bonita de todas, muito linda de rosto e com um par de seios e pernas que me deixaram louco, além de uma bundinha do tamanho certo, sapeca, daquelas que provoca mais na hora H sai fora ) e, finalmente a Lúcia ( o patinho feio e a mais corta barato de todos, sempre dizendo pra gente se comportar, um pé no saco! ). Nos encontramos, na Quinta-feira pela manhã, na casa do Fernando, onde foram feitas as apresentações, eu ainda não conhecia a Mariza, a Suzy e a Lúcia. Decidimos quem ia com quem já que apenas eu e o Cláudio estávamos de carro e, como não sou bobo, coloquei logo a Mariza para ir comigo na frente, já tava doido pra comer aquela gatinha, que ria sem parar das brincadeiras e me lançava olhares insinuantes... Já no caminho falei que iria passar em uma praia antes de Morro Branco chamada Caponga onde fiquei de me encontrar com uns amigos meus que tinham casa lá. Sabia que iria ter mais umas gatinhas e, quanto mais melhor... Por volta das 4:00hs chegamos em Caponga, encontramos todos na piscina, as meninas de lá ( eram quatro ), já altinhas do whisky c/ água de côco faziam questão de desfilar naqueles biquínis asa delta mostrando seus corpinhos. Após as apresentações fomos convidados pra ficar, as garotas que estavam com a gente colocaram seus biquínis, começamos um joguinho de vôlei na piscina e aproveitei para ficar mais próximo da Mariza, passando minha mão na cintura dela. Numa jogada fomos os dois na bola e o choque foi inevitável, ela escorregou e a ajudei a levantar, nesta hora passei a mão pela sua bundinha e encostei o meu cacete duro nela, ela notou e apenas riu. A partir deste momento decidi ir com tudo, pois se não ficasse com ela tinha tempo de dar em cima das outras. Com o pretexto de buscar mais gelo, convidei minha "Pepetinha" para me acompanhar até a cozinha... Chegando lá sem dizer uma só palavra, estava explicito pelo volume da minha sunga, dei-lhe um beijo daqueles, ela não só consentiu como tb me agarrou, forçando seu púbis contra o meu cacete, ela começou a gemer baixinho a medida que eu ia passando a língua no seu pescoço e ombro. Aquilo me deixou cego de tesão e, sem me importar se alguém ia aparecer, tire-lhe a parte de cima do biquíni deixando aparecer um par de seios maravilhosos, daqueles rosadinhos, com os biquinhos proeminentes e minha boca foi direto em cima deles, quanto mais ela gemia mais eu chupava e ficava louco (fico doido quando sinto o tesão da garota!). Ela disse que ia gozar: "AAAAí... AAAHHHHH... Assim eu vou acabar gozando... Eu nem te conheço direito... AAAAAAHHHHHH...Que delíííííííçia!!!!" Saquei fora o Hércules e ela segurou e começou uma punheta desajeitada. Foi aí que me lembrei que não tinha camisinha à mão. Quando ela estava gozando olhei para a porta e vi a Gisele, de olhos arregalados e com os biquinhos querendo furar o sutiã, fiz um sinal que ela saísse e foi o que ela fez depois de me piscar o olho... Afastei o biquíni pro lado e comecei a acariciar o clitóris da Mariza, a ninfeta endoidou de vez, "AAAAAAAHHHHH.... Enfia o dedinho que eu tô gozando... Vem Gatinho... Enfia o teu pau... Hummmmm... Deixa eu te chupar... Vou gozar... Vou gosaaaaaaaaaarrrrr..." depois de um tempinho me olhou nos olhos e beijou-me ternamente como se estivesse me agradecendo pelo prazer que havia sentido, disse no meu ouvido: "Nunca me senti assim, cuidado comigo... Posso me apaixonar por você!! Quero de novo mas, só se você gozar comigo". Voltamos para a piscina como se nada tivesse acontecido, mas o volume na minha sunga denunciava tudo, meio constrangido aproveitei e fui até o carro para pegar a camisinha. Quando estava fechando o carro senti uma mão no me pau, me virei e tomei um susto quando vi a Gisele tirando o sutiãn e dizendo pra entrar no carro .... continua no próximo conto. Se você é mulher e de Fortaleza pode me escrever, quem sabe podemos trocar experiências eróticas: [email protected]

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SANDUICHE DE FILET

" Ola, eu sou o Roger, 28 anos, moreno claro, 1,77m, 70kg e sou grande apreciador das coisas boas da vida. Apesar de estar namorando com uma garota muito interessante e fogosa, estou sempre pronto para aproveitar as surpresas que a vida nos apronta, principalmente na area sexual. Aí vai uma das experiencias que vivi recentemente, na qual minha namorada nao participou. Seu nome: Jo. E o que eu chamo de "meu numero": uma loirinha de 23 anos, 1,55m de altura, 47 kg moldados por anos de pratica de balé, definindo um par de coxas rolicas e grossas, emolduradas por um bumbum pecaminosamente durinho, arrebitado e saliente. Seus peitinhos sao pequenos, daqueles que cabem na boca e no seu rosto se destaca uma boca carnuda, de labios grossos e sempre pintada de vermelho, prometendo mil loucuras. Um filezinho !! Como sou amigo de seu namorado há muito tempo, tendo inclusive já aprontado algumas farras juntos, sabia através dele que a Jo era uma verdadeira deusa do sexo: insaciável e despudorada, está sempre disposta a uma trepada, nao se importando com local ou situacao. Segundo o Flávio, ela simplesmente o "matava" de tanto prazer, deixando-o exausto após intermináveis sessoes de sexo intenso e selvagem. Sabendo que ele realmente nao era de deixar a peteca cair, podia imaginar o estrago que a putinha da Jo devia fazer entre quatro paredes. É comum viajarmos juntos com outros casais em fins de semana ou feriados, indo para a praia ou algum sítio no interior. Óbvio que nestas ocasioes eu aproveito para liberar meu lado voyeur, observando cada movimento daquele corpinho sempre dentro de roupas sensuais, shortinhos colados revelando micro-calcinhas enterradas naquela bunda gulosa, blusinhas e tops soltos, permitindo vez por outra que eu flagre os biquinhos rosados de seus seios pontudos. Seus biquinis sumários, sempre enterrados e mínimos, me fazem viajar em pensamentos despudorados ... Nos papos com Flávio o meu tesao acumulado por aquela baixinha com corpo de ninfeta só se multiplicava: ele me contava detalhes de como na noite anterior ela o acordou chupando seu pau, depois transaram até ficarem suados e extenuados e que depois de mais de uma hora de trepada ela ainda queria ir para a piscina para transar dentro d´agua. Ou me contava de uma vez em que foram juntos a um sex shop e compraram um vibrador em formato de pinto, todo cabecudo e mal conseguiram chegar em casa para colocá-lo em acao, deixando-a doidinha e toda melada nas preliminares de uma trepada memorável. Estas revelacoes me deixavam alucinado, ficava imaginando aquele corpinho vibrando de tesao e ainda sedento de carinhos, após o Flávio cair extenuado depois destas trepadas. Nas minhas fantasias, ficava imaginando ela se acariciando e batendo uma siririca enquanto meu amigo dormia, satisfazendo-se sozinha na tentativa de apagar aquele fogo interminável. Certo dia eu e ele estávamos falando de fantasias que ainda nao tinhamos realizado e fomos unanimes: transar com 2 garotas ao mesmo tempo. Ele me disse que já havia falado para a Jo sobre isso, mas ela se mostrou um pouco relutante em aceitar a idéia de acariciar um corpo feminino. Ele disse que frequentemente tocava no assunto com ela, tentando cativá-la e quebrar pouco a pouco as barreiras, mas ela parecia nao curtir muito a idéia. Por outro lado, neste papo de transa a tres ela também revelou que gostaria de experimentar dois caras violando seu corpinho despudoradamente, levando a realizar-se como mulher. O tempo foi passando, e sempre que eu encontrava com o Flávio nos perguntávamos se o outro já tinha realizado a fantasia de transar com duas garotas. Em algumas escapadas com transas ocasionais tentávamos jogar a rede para ver se alguma gata curtia a idéia. mas parecia uma unanimidade: todas tinham a mesma fantasia da Jo, ou seja, levar duas varas simultaneamente, mas todas resistiam à idéia de uma transa com mais uma garota. Após vários meses sem que conseguíssemos realizar nossa fantasia, um dia ele me disse que já nao aguentava mais e estava pensando em propor uma troca para a Jo: ele a ajudaria a realizar sua fantasia se ela topasse a transa com mais uma garota. E já emendou me perguntando se eu toparia ser o segundo parceiro da Jo em uma transa a tres. Claro que meu pau imediatamente deu pulos de alegria e eu topei na hora. Combinamos que ele falaria com ela e caso ela topasse, marcaríamos uma viagem de fim de semana para um dos sítios em que costumamos ir. Nao deu outra: no dia seguinte, ele me liga dizendo que ela ficou toda empolgada com a proposta, aceitando no ato e já comecando a perguntar para ele mil coisas sobre mim, se eu era bem dotado, se já tinha participado de um ménage, como gostava de trepar, ... Imediatamente comecamos a fazer os preparativos para o fim de semana, reservando o sítio, combinando o que levaríamos etc. Nesta semana falei várias vezes com Jo por telefone, e já comecávamos a trocar intimidades e falar sacanagens via Embratel: ela me telefonava só de calcinha e soutien, me perguntava o que eu queria fazer com ela, dizia que já estava molhadinha só em imaginar nossa transa e eu dizia para ela se preparar, pois iria descarregar meu tesao acumulado em todos seus buraquinhos, deixando-a anestesiada depois de longas sessoes de sexo madrugada adentro. Mal podíamos esperar pela 6a-feira e nestas conversas invariavelmente ficávamos nos masturbando até atingirmos loucos orgasmos telefonicos. O Flávio estava sabendo e dava a maior forca. Finalmente chegou a tao aguardada 6a-feira e lá fomos nós para o sítio. Como nossos horários nao coincidiram, eles foram à tarde e eu acabei indo sozinho à noite. Lá chegando, procurei pela casa e nao os encontrei. Saí para o jardim e os encontrei dentro da piscina, já me chamando para um gostoso banho em uma noite clara de lua cheia. Rapidamente coloquei um maio, peguei umas latas de cerveja e pulei na piscina. Sem o menos constrangimento, cumprimentei a Jo com um gostoso beijo molhado, já iniciando os papos sobre o grande sonho que estávamos realizando. Eles já foram me contando que assim que chegaram já pularam na piscina, já tendo inclusive feito a sua "estréia". Foi aí que me toquei e percebi que os dois já estavam pelados, o que nao tinha reparado até entao devido à pouca luminosidade. A Jo já foi me abracando por trás, me dando cerveja na boca e rocando seus peitinhos nas minhas costas, me deixando instantaneamente de pau duro. Depois de me servir umas tres vezes a cerveja, a putinha passou a rocar a lata gelada no meu peito, provocando arrepios e me levando rapidamente a um terrível estado de tesao. Como nao sou de ferro, ma virei de frente para ela e já nos atracamos em um delicioso beijo molhado. Ela ainda segurava a lata e seguia me torturando, passando-a nas minhas costas, me deixando alucinado. Com a outra mao, alisava e apertava minha bunda por dentro do maio, já forcando para que eu me livrasse da peca. Resolvendo também sacaneá-la um pouco, peguei a lata e derramei a cerveja gelada nos seus peitinhos, levando-a a gemer com o tesao causado pelo contraste do liquido gelado em seu corpo quente. Ato contínuo, passeia sugar seus seios, enquanto o Flávio resolveu também entrar em acao e se posicionou atrás dela, dando chupadas em seu pescoco e orelhas. O clima estava feito, o final de semana mal tinha comecado e nós já estávamos naquela esfregacao toda. Como nao tínhamos pressa, procuramos uma posicao mais confortável: pusemos Jo sentada na borda da piscina e eu, já louco para provar seu gosto, me posicionei entre suas coxas. Ela agilmente comecou a passar o seu pezinho pelo meu pau, brincando com ele enquanto eu chupava seus peitinhos. O Flávio saiu da piscina e ficou em pé ao lado dela, oferecendo seu cacete ainda semi-ereto para ela chupar. A sapeca nao se contentou em brincar só com um pé: juntou os dois em volta do meu pinto e iniciou uma inusitada punheta, lenta e sensual. Realmente meu amigo tinha razao: sua garota era uma deusa do sexo, todo o seu corpo funcionava como uma máquina de dar e receber prazer, arrepiando-se, contorcendo-se, vibrando e movimentando-se em ritmo cadenciado. Nao aguentando mais os movimentos daqueles pezinhos mimosos, apoiei-os na borda, fazendo-a revelar uma bocetinha de lábios pequenos porém mal escondidos sob uma mata rala e estreitinha de pelos bem aparados. Jo me olhava com a maior carinha de puta enquanto chupava sensualmente o cacete de Flávio, como que implorando por mais carícias. Aproximei meu nariz de sua xoxotinha: seu cheiro era inebriante, me levando a logo colar meus lábios naquela flor aberta e meter a língua o mais fundo que consegui. Ela soltou um longo gemido, denunciando o tesao que se apoderava de seu corpo e logo passou a forcar a xoxotinha no meu rosto. Eu estava disposto a faze-la gozar na minha boca, entao passei a alternar lambidas circulares no seu clitóris e linguadas na xoxota. Ela aumentou o ritmo das chupadas, fazendo o Flávio falar um monte de sacanagens, perguntando se ela estava gostando da minha língua, se já estava pronta para gozar. Ela já se descabelava toda, levando minha mao esquerda até os seus peitinhos e me fazendo apertar os mamilos bem forte. Continuei meus trabalhos até que ela trancou as pernas no meu rosto, soltando um grito seguido de vários gemidos, anunciando seu gozo profundo. Sua respiracao acelerada foi diminuindo e ela comecou a rir, nos agradecendo por ter dado a ela um gozo tao profundo. Como nem eu nem Flávio havíamos gozado, já fomos dando sequencia à sacanagem. Esticamos uma toalha na beira da piscina e o Flávio falou:" Bom, Jo, agora vamos te estreiar pra valer. Vem por cima de mim para eu te comer a xoxota, enquanto voce leva esse ferro na bundinha. Vamos ver como voce se sai como recheio de um sanduiche". Ela já foi deitando por cima dele, deixando aquele monumento exposto para mim. Primeiro ela recebeu o Flávio, ficando os dois parados esperando pela minha invasao. Eu fui me ajeitando, apontei o mastro e fui forcando seu rabinho, que estava apertado pela presenca do Flavio na frente. Depois de duas tentativas, a cabeca deslizou para dentro, ela suspirou fundo e gemeu, pedindo para eu ir devagar. O Flávio falava sacanagens, perguntando se ela estava gostando, se eu já tinha entrado até o fim, se aguentava mais. Eu ia avancando devagar, tirando um pouco e voltando a entrar, cada vez indo um pouco mais fundo. Ela ia gemendo e falando "voces estao me matando, acabando comigo, tirando todas minhas pregas; ai, vem, mete mais, vem mais fundo que eu quero te sentir inteiro dentro de mim ". Eu já tinha enterrado quase tudo, com mais alguns movimentos estava literalmente atolado. Peguei a mao dela e pus no meu pinto para ela sentir que já tinha posto tudo. Ela ficou doidinha: "Ai, gato, ele entrou todo, voces vao me matar ..." e comecou a mexer os quadris, fazendo nós dois entrar e sair. Logo acabamos coordenando os movimentos, enquanto um entrava o outro saía. Esta trepada memorável durou até os tres se acabarem em um orgasmo simultaneo coordenado pela Jo, que gemendo e sibilando nos fez despejar nosso gozo em seus buraquinhos ardentes. A sacanagem rolou solta por todo o fim de semana, e perdemos a conta de quantas vezes gozamos. Claro que quem mais curtiu foi ela, que nao parava de nos agradecer pelos momentos inesquecíveis e já queria reservar o sítio para o fim de semana seguinte. Gatinhas fogosas como a Jo que queiram manter contato comigo, é só escrever. Vou adorar saber suas fantasias e conhecer tuas experiencias. Ah, e se voce quiser, é só eu telefonar para o Flávio e ele também participa, afinal eu devo uma para ele !! [email protected]

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SEDUÇÃO E DOMÍNIO

" Quem durante a vida, de uma forma ou de outra, não cometeu algum pecado? De grandes pecados a pequenos deslizes a verdade é que todos nós de uma forma ou de outra vivemos em pecado. Dentro desta realidade, passo a narrar a vocês nas linhas abaixo o maior de meus pecados, que na verdade não é um só pecado, mais vários, que vão se multiplicando a cada nova ação e a cada dia me da mais prazer" Sou casado há vários anos, um casamento feliz em todos os sentidos, eu e minha esposa sempre nos entendemos muito bem, e sempre fui uma pessoa caseira, recatada e muito discreta, do tipo da pessoa que mora a muito tempo num local e nem conhece o vizinho do lado. Tudo começou a mudar quando conheci Débora, uma moça muito bonita de 20 anos, cabelos pretos, lisos e longos, rosto angelical, seios médios, nem magra, nem gorda, na medida, recém-casada, evangélica, tímida e meiga e para completar descobri que havia se mudado para um apartamento que ficava dois andares abaixo do meu, moro no 6o. andar. Desde que a vi, quando subimos juntos o elevador, não a tirei mais da cabeça, era incrivel como aquela mulher mexeu comigo, e nós nem fomos apresentados, foi só de ve-la, para depois aos poucos e com muito jeito ir conseguindo informações sobre ela e sua vida. Soube por exemplo, que ela e o marido moravam sós no apartamento, ainda não tinham filhos, eram muito reservados, não tinham amizade com quase ninguém no prédio. Fiquei imaginando uma maneira de me aproximar dos dois, de fazer amizade, ganhar a confiança, essas coisas. Por também ser muito caladão e na minha, comecei a achar que o caminho até uma possivel aproximação seria longo. Até que o destino começou a me ajudar. Um dia, eu estava chegando do trabalho, hávia estacionado o carro na minha vaga na garagem e me dirigia ao elevador, quando notei uma mulher que saia do carro e estava toda enrolada para segurar vários pacotes de supermercado, me aproximo com o intuito de ajudar e para minha surpresa e satisfação era Débora, que toda desajeitada, tentava fechar o carro e equilibrar os pacotes, me aproximei e pergutei se poderia ajuda-la, ela se virou para mim e com um sorriso agradeceu. Peguei dois pacotes e nos dirigimos para o elevador, entramos e sem trocarmos uma só palavra Débora apertou o botão para o quarto andar. Rapidamente chegamos e então nos dirigimos para a porta do seu apê. Ela abriu a porta, pediu que eu entrasse e que colocasse os pacotes em cima da mesa da sala. Logo depois ela se aproximou de mim e com um sorriso se apresentou me estendendo sua mão macia, eu também me apresentei lhe dizendo que me chamo Breno, e que sou seu vizinho do 6o. andar. Ela muito gentil e agradecida, perguntou se não aceitaria um cafezinho que ela tinha feito antes de ir ao supermercado, eu prontamente aceitei e ela me convidou para sentar no sofá da sala enquanto ela iria até a cozinha buscar o café. Enquanto tomavamos o café com uns biscoitinhos, começamos a conversar, foi então que ela me disse que estava morando a pouco no prédio, que era casada a pouco mais de dois anos, que seu marido era missionário e estudava para se tornar pastor, que resolveram não ter filhos por enquanto e essas coisas. Eu por minha vez, também falei de algumas coisas sobre minha vida, e disse que ela deveria conhecer minha esposa, pois apesar de já morarmos a mais de 5 anos no prédio, tinhamos pouquissimas amizades, e que ela e o esposo seriam muito bem vindos lá em casa, ela agradeceu e também se disse solitária com o marido, aproveitei para convida-los a almoçar no domingo lá em casa, ela ficou de combinar com o marido e dar uma resposta, dei então o número do meu telefone e do apartamento caso ela quisesse dar a resposta pessoalmente ou mesmo fazer uma visita. Nos despedimos. Depois deste contato é que não tirava mais Débora da cabeça mesmo, sonhava com ela, pensava nela quando estava só, quando não estava também, no trabalho, em casa, enfim, aquela mulher estava se tornando uma obsessão. Passou-se o domingo e ela não deu sinal de vida, para mim foi uma decepção, procurei não demonstrar para não levantar suspeitas em minha mulher. Passados uns dois dias, resolvi criar coragem e ir até o apartamento de Débora. Lá chegando ainda exitei em tocar a campainha, afinal o que eu diria, nós mal nos conheciamos. Resolvi ariscar. Passados alguns segundos, Débora surgiu, linda como sempre, com uma saia abaixo do joelho, com sempre usava e uma blusa muito discreta que nada deixava a mostra, quando me viu, entre espantada e ansiosa, perguntou se não queria entrar. Entrei rapidamente e fui logo perguntando porque ela não fora almoçar em minha casa, ela disse que havia falado ao marido, porém ele não quis ir, alegando que não iria na casa de uma pessoa que ele nem conhecia, muito menos para almoçar, ela pediu que não eu ficasse chateado, que o marido era assim mesmo, arredio, de poucas palavras e muito compenetrado, na missão de se tornar pastor, eu disse a ela que não tinha problema, que eu entendia, mas disse também que independente de qualquer coisa, se ela quisesse poderia ir a minha casa, conhecer minha esposa, que eu tinha certeza que as duas se dariam bem, ela agradeceu e disse que na primeira aportunidade iria sim, pois estava mesmo precisando ter contato com outras pessoas, que não fossem unicamente da igreja que frequentava com o marido. Aproveitou para me oferecer um outro café com biscoitos, o que aceitei prontamente, afinal era uma oportunidade a mais para nos conhecermos melhor e conversarmos mais sobre nós e de estar perto daquela belesura. Conversamos muito e sobre vários assuntos, inclusive religião, aproveitei para dizer a ela que sou católico não praticante, que não me ligo em igreja e acredito em Deus sem precisar viver numa igreja, ela me disse que era crente desde pequena, que os país já o eram, que ela conheceu o marido na igreja, que se apaixonou e que a familia fez muito gosto na união, entre namoro e casamento foram quatro anos, ele fôra seu primeiro e único namorado, disse que teve como não poderia deixar de ser uma educação rigida, dentro dos preceitos religiosos, que o marido sempre a respeitou. Fiquei até espantado, com a forma que ela se abria para mim, quer dizer de repente ela estava me falando sobre coisas que talvez só fosse falar quando nós já nos conhecessemos a muito tempo, exatamente pelo fato de ser uma pessoa muito recatada. Aproveitei o embalo para perguntar se ela nunca havia pensado em ser diferente, quer dizer se quando solteira, ela não pesanva em ter uma vida mais animada, indo a festas, conhecer outras pessoa, estas coisas da juventude. Ela me disse que não, pois desde cedo ela só havia conhecido este modo de vida, e que gostava que fosse assim, sempre dedicada a familia e a religião, e agora ao marido também, principalmente pelo fato dele querer ser pastor, o que exigia por parte dela uma dedicação bem maior. Saí da casa da Débora com uma certeza, eu teria que mostrar a ela outras coisas da vida, só não sabia ainda como faria isto. Teria que mostrar a ela que havia um outro lado da moeda e fiquei maquinando uma forma de conquistar aquela mulher que tanto me fascinava. Cheguei em casa cansado por mais um dia de trabalho e ao abrir a porta uma surpresa, Débora e minha esposa conversavam animadamente na sala, me aproximei e minha esposa me disse: "Olhaí Breno, finalmente conheci a Débora, ela criou coragem e resolveu me fazer uma visita." . Olhei para Débora, que sorria animadamente e me senti feliz pela aproximação e por ela ter vindo expontaneamente até minha casa. Ficamos os três conversando animadamente por um bom tempo, até que Débora olhando para o relógio disse que precisava ir pois seu marido estava pra chegar e não gostaria que ele não a encontrasse em casa. Nos despedimos. Porém Débora prometera que na primeira oportunidade viria novamente bater papo com minha mulher. Passaram-se alguns dias e nada de eu avistar a Débora, então mais uma vez resolvi agir, antes de ir para o trabalho, resolvi passar pelo seu apartamento para saber se estava tudo bem, toquei a campainha e ela apareceu. Perguntei se tava tudo bem, já que ela havia sumido, ela disse que sim, e perguntou se não queria entrar um pouco, agradeci e me sentei no sofá, ela disse que o marido havia viajado a três dias, para uma missão evangélica em outro estado e que só voltaria daqui a uma semana, e ela preferiu não sair, indo apenas a igreja e a casa da sogra vez por outra. Disse a ela que ela poderia ir lá em casa a qualquer hora, para não ficar tão solitária que isto não era bom, e que eu e minha esposa, estariamos sempre a disposição para um bom papo. Ela sorriu, agradeceu e como das outras vezes perguntou se não aceitaria um cafezinho, eu aceitei. Ela foi até a cozinha e logo em seguida voltou dizendo que iria demorar só um pouquinho pois ela iria fazer um novo e voltou a cozinha. Imediatamente, comecei a sentir um desejo louco por aquela mulher, algo estranho e gostoso, afinal estavamos os dois a sós, não haveria perigo do marido aparecer e minha esposa achava que eu estaria no trabalho, porém me lembrei de um detalhe: o carro na garagem. Quando minha esposa saisse para o trabalho fatalmente veria meu carro estacionado. Imediatamente me dirigi a porta da cozinha e falei para Débora que iria dar uma saida mais já voltava, ela não deve ter entendido nada, mas de qualquer forma disse que pelo menos quando eu voltasse o café estaria pronto. Mais do que depressa, desci pelas escadas, peguei o carro na garagem e fui até um estacionamento que fica a duas quadras da minha casa. Lá deixei o carro e voltei a pé para o prédio onde moro, entrei e o porteiro não me viu, subi rapidamente as escadas e estava de novo na porta de Débora, ela abriu a porta e espantada disse: "Nossa, parece que você estava correndo? ", apenas sorri e entrei. Ela fechou a porta e se dirigindo para a cozinha disse que já voltava. Eu imediatamente fui até a porta e fechei de chave, tirando a chave e colocando sobre a mesa, em seguida me dirigi para a cozinha, onde encontrei Débora de costas entertida no fogão. Sem dizer uma palavra, fui me chegando até ficar a um passo de suas costas. Respirei fundo, criei coragem e então ataquei. Dei um passo a frente e me encostei em suas costas, imediatamente passe as mão em volta de seu corpo e a abracei por trás, ao mesmo tempo minha boca alcançava seu pescoço que passei a beijar. Ela, entre assustada e incrédula, fez um movimento brusco tentando se soltar e se afastar de mim, e com desespero na voz, me perguntava o que era aquilo, se eu estava doido, que aquilo era um absurdo, que ela iria gritar por socorro. Eu como que tomado por uma força estranha, não me abalava e com mais coragem ainda, tendo ela presa por um dos meus braços e permanecendo de costas para mim, comecei com a outra mão a rasgar sua blusa, arrebentando com os botões e deixando-a pouco a pouco desnuda. Ela continuava brigando, deu um grito, imediatamente tapei sua boca com a mão, ela se debatia. Eu sem falar uma palavra mais com uma incrivel determinação arranque-lhe o sutien, fazendo com que os conchetes se arrebentassem e seus lindo seus ficassem livres, ela instintivamente colocou os braços sobre os peitos, eu agora ensandecido, desci uma mão por suas coxas, chegando a sua buceta que agarrei por cima da saia, ela se desesperou mais ainda tentando agora se disvencilhar com mais força. De nada adiantava seu esforço, porque eu muito mais forte do que ela a mantinha sob o meu domínio tampando sua boca com uma das mãos, apertando-a contra meu corpo com o braço e com a outra mão esfregava já com certa força sua xoxota, e minha boca, chupava sua nuca e seu pescoço por entre seus longos cabelos. De repente de-lhe uma mordida no pecoço, ela reagiu tirando as mão do peito e tentando acertar minha cabeça, eu então subi a mão que estava entre suas pernas para seus seios que passei a acariciar, ela continuava desesperada, tentando se disvencilhar do meu corpo de qualquer maneira. Meu pinto já durissimo, acariciava sua bunda sem pudor. Foi quando minha mão que acariciava seus peitinhos atingiu o biquinho de um dos seis e resolvi apeta-lo com força ao mesmo tempo em que minha boca malhava sua nuca e seu pescocinho, foi o suficiente para ela soltar um suspiro profundo. Apertei com mais força e um gemido quase me fez gozar alí mesmo de tão delicioso. Senti que a estava dominando e que sua força começava a se esvair, para não perder o pique, puxei sua boca para perto da minha e beijei seus lábios que agora permaneciam cerrados, dei então um novo aperto no biquinho e ela suspirou de novo, enquanto minha boca colava na dela e minha lingua a invadia vitoriosa, no mesmo momento minha mão agora livre de sua boca correu para o meio de suas pernas, que ela num último relance de resistencia tentou fechar, dificultando minha ação. Desci então a mão por baixo de sua saia e fui subindo até seu monte de vênus, que comecei a acariciar sobre a calcinha, enquanto o dedo medio fugia para entre suas pernas a procura da paraíso. Notei logo que sua gruta já estava encharcada e comecei um vai e vem com meu dedo ainda sobre a calcinha, com a outra mão acariciava os dois seios quase ao mesmo tempo, e minha boca continuava a beija-la, no que seguramente foi o beijo mais longo que já dei na vida, ela já sem reação correspondia ao beijo ao mesmo tempo que discratamente começava a acompanhar o vai e vem do meu dedo com os quadris enquanto eu esfregava mais e mais o pau na sua bunda. Neste ritmo, sua respiração foi ficando cada vez mais ofegante, entrecortada por gemidos e dali a pouco ela gozou de uma forma animalesca, selvagem, jogando seu corpo de encontro ao meu que quase cai com a força que ela fez. A seguei com força para que não caisse. Peguei-a nos braços e a levei para o quarto, sem que ela esboçasse reação. A deitei na cama, tirei a camisa, a calça, a cueca e as meias, sempre olhando fixamente para ela, que deitada de olhos semi-cerrados, continuava sem reação. Subi na cama e levantei sua saia, deixando sua calcinha branca a mostra, pude então ver seu monte de vênus ainda sob a calcinha, era lindo, bem pentelhudo, abri suas pernas ao máximo e aproximei minha boca de suas coxas, ela tentou fechar as pernas, mas com as mãos as mantive escancaradas, lambi suas coxas completamente, dando mordidinhas nas partes internas, fui subindo até chegar na xoxota, que passei a lamber por cima da calcinha, morder, chupar, engolir com minha boca, ela ficou inquieta num primeiro momento, mas logo estava gemendo baixinho, eu continuava como doido, explorando aquela xoxota maravilhosa ainda por cima da calcinha que já estava toda ensopada tanto por minha saliva quanto por seus sucos, ela começou a puxar minha cabeça com a mão, como que querendo que todo o meu rosto entrasse na sua buceta, arranquei sua calcinha com minha boca, puxando por suas pernas até tirar por seus pés, aproveitei para chupar seus dedos da perna, e fui subindo pelo tornozelo, coxas e voltei novamente a sua mata, e como era cabeluda, agora livre a calcinha passei a explora-la com mais sofreguidão, levantei suas pernas ao máximo, deixando na posição de frango assado, completamente exposta, e chupei mais e mais sua buceta alternando com descidas até seus ânus que passou a ser explorado por minha boca, com a maior das intimidades. Nestas alturas a temperatura naquela cama já estava nos 50 graus. Débora, completamente dominada, se entregava mais e mais, se contorcendo, gemendo e quase gritando de prazer, meu pau estava tão duro que parecia que as veias iriam saltar para fora. Me detive então no seu grelo, que estava super inchado e vermelho e praticamente o engolia entre chupadas e mordidas, não aguentando mais o tesão Débora explodiu num gozo maravilhoso, gemendo alto e falando palavras desconexas e se arreganhando inteira a minha sanha de macho, que continuava impassivel a chupa-la, fazendo-a desmaiar entre espamos e espamos de gozo. Tranquilamente enxuguei meu rosto com o lençol e me deitei ao lado de Débora, que começava a se recuperar, assim que abriu os olhos a beijei, enquanto a beijava pousei sua mão sobre o meu pau, ela tirou a mão e parou de me beijar, ficou me olhando com cara de incrédula, eu sem perda de tempo coloquei de novo sua mão em volta do meu pau e comecei a fazer um vai e vem com a mão dela, ela continuava a me olhar, então resolvi atacar outra vez. Me ajoelhei com a rola dura perto do seu rosto e disse: "Faltou eu gozer meu amor. Bota esta boquinha aqui na minha rola e me chupa bem gostoso." Ela tentou argumentar que nunca havia feito aquilo, que não sabia como fazer e que não queria, era pecado e estas babozeiras todas, eu sem me abalar aproximei ainda mais o meu ferro de sua boqueinha, peguei sua cabeça com as duas mãos, encostei a cabecinha do meu pau em seus lábios e disse bem sério: "Abre a boca cadela e chupa o meu pau como se fosse o mais gostoso dos sorvetes, lambe ele todinho, chupa as bolas e depois enterra ele nessa tua boca que eu quero fuder ela bem gostoso, agora faz isto bem rápido porque eu já estou perdendo a paciencia com você sua puta.", e puxei a sua cabeça mais ainda enterrando seu rosto nos meus pentelhos, ela bem devagar passou a ponta da lingua bem de eleve nas minhas bolas, eu forçando mais ainda sua cabeça, depois passou a lingua pelo corpo do meu pau e foi subindo até a glande, onde passou a pontinha da lingua, voltando e dando lambidas até o chegar ao saco. Eu ordei: "Chupa as bolas, piranha! ". Ela obedeceu, chupando uma e depois a outra, subiu de novo entre lambidas até a glande e então encostou os lábios na cabecinha da minha rola dando um leve beijinho. Eu então dono da situação dei nova ordem: "Bota todinho na boca, minha escrava. ". Mais uma vez Débora não reagiu, apenas abriu a boquinha o suficiente para ir engolindo a cabeça da minha rola que foi pouco a pouco sendo devorada por sua boquinha sedenta. Comecei a apertar sua cabeça e a puxa-la fazendo com que ela ficasse indo e vindo ao meu comando, num vai e vem delicioso, Débora no inicio estranhou um pouco, mas aos poucos foi se acostumando com aquela nova forma -para ela- de invasão. Fiquei um tempão naquela massagem gostosa, de vez em quando esticava as mãos e apertava os peitinhos da minha amante, que gemia entrecortado pela rola implacável. Depois de um bom tempo nesta gostosura, resolvi acelerar os movimentos e passei a entrar e sair daquela boquinha cada vez mais rápido até que não aguentado mais comecei a gozar em jatos fortes, que saiam em profusão, Débora tentou tirar a boca mas eu não deixei apertando sua cabeça contra a minha rola com mais força e disse arfante: "Engole minha puta, engole o gozo do teu macho, deixa a minha rola bem limpinha até a última gota em quero na sua garganta." Débora então sem saída e até para se livrar mais rápido começou a engolir meu semem, até o fim. Nào aguentando mais desabei exausto ao seu lado. Ela largou o meu pau e também se deitou cansada. Dei um tempo e me aproximei outra vez do seu rosto, dando-lhe um beijo na face. Ela como que tivesse acordando de um sono profundo perguntou: "O que está acontecendo? " Eu imediatamente respondi: "Você ainda não sabe? " e continuei: "Pois eu vou lhe dizer, você está sendo possuída, dominada e escravizada por um macho que a partir de hoje vai fazer tudo com você e cada vez com mais intensidade, você se tornou a partir de hoje minha puta, minha fêmea, minha escrava, que vai ser submissa a mim enquanto eu quiser." Enquanto falava estas coisas percebi meu pau dando sinal de vida e Débora ficando ruborizada e os bicos dos peitinhos ficando durinhos. Então continuei: "Você descobriu a partir de hoje algo novo e nunca mais você vai se livrar deste tesão, minha cadela, onde você estiver vai ficar molhadinha quando se lembrar das loucuras que ainda vamos fazer, vais ser minha puta em todos os sentidos, em todas as posições e de todas as formas possíveis." Enquanto falava, passei a sugar os seis do meu amor que ficaram inchados de tanto tesão, minha mão correu seu corpo parando na xoxota que mais uma vez passei a dedilhar, só que desta vez com vários dedos, e continuava com o falatorio, num tom de voz mais baixo: "E não adianta você querer fugir desta sua nova realidade, porque vou lhe viciar em todos os sentidos do sexo, e você fará tudo como o seu amo mandar, ouviu minha escrava? " E mordia seu biquinho eriçado e ela gemia. E perguntava outra vez: "Você não ouviu cadela, responda a seu mestre, dono e senhor, quando ele perguntar? " E já gozando completamente entregue, Débora entre gemidos disse: "Entendi meu feitor, eu sou sua, totalmente sua, me possua, que eu serei sua escrava para sempre. " E gozou abundantemente. Eu já não aguentando mais abri as pernas de minha amada me posicionei entre elas, coloquei a cabeça da rola na porta de sua xoxota totalmente entregue e fui enfiando até o fim de uma vez, quando senti seus pentelhos no meu, passei minha mão em volta de sua nuca e dirigi sua boca para minha e a beijei loucamente iniciando um delirante vai e vem, ela enlaçou as pernas nas minhas costas e se entregou totalmente, ficamos nos esfregando em indas e vindas intermináveis e até que um bom tempo depois gozei, gozei e gozei até urrar, urrei e logo em seguida ela também não resistiu e gozou me mordendo o pescoço com a vontade de uma louca. Depois veio a paz e o silencio na cama, durante longos minutos ficamos inpassiveis nos recuperando, daquela que foi sem dúvida a melhor trepada da minha vida, passado este tempo, voltamos a nos encarar. Ela sorriu e me disse: "Sou tua. Você é o homem que realmente me fez sentir mulher, tudo aquilo que você me disse é verdade. Agora tenho certeza que vou me viciar e vou querer sempre e cada vez mais loucamente, e quer saber, vou passar por cima de tudo, princípios, religião, fidelidade, mas jamais irei abrir mão de ter você perto de mim, você será o meu homem sempre." . Nos beijamos, aquelas palavras só me fizeram ficar com mais tesão e apesar de tudo eu queria te-la logo por completo para que meu domínio fosse total e irrefutável, então recomecei as caricias que agora ela aceitou e também participou massageando a minha rola com tesão. Num gesto brusco a virei de bruços, levantei seus longos cabelos e passei a lamber, beijar e chupar sua nuca, seus ombros, seus costas e fui descendo até chegar ao meu objetivo maior, suas nádegas, que passei a morder e dar tapinhas, Débora imediatamente começou a gemer ofegante, abri sua nádegas e lambi, beijei e chupei seu ânus, Débora em transe começou a rebolar na minha cara, enquanto eu colocava ela de quatro. Enfei o dedo indicador no cuzinho de minha amada que começou a piscar, enquanto chupava suas nádegas como louco, Débora não parava de rebolar, então enfiei um segundo dedo, ela gemeu mais alto ainda, comecei a ir e vir com meus dedos bem fundos em seu cú, enquanto cobria o seu corpo com o meu e começava a chupar sua nuca, Débora já rebola desesperada, então resolvi que era o momento. Tirei meus dedos de seu cuzinho, me posicionei bem atrás de sua bunda, mirei a cabeça da rola para seu cuzinho piscante e fui forçando bem devargar, para doer pouco. A cabeça foi entrando lentamente, quando chegava no meio eu voltava e depois repetia para que meu amor se acostumasse bem com a minha chapeleta. Aproveitava para dar uns tapinhas nas nádegas de minha puta, ela gemia. Empurrei mais um pouco e a cabeça entrou. Ela gemeu mais alto. Resolvi enfiar o resto de uma vez, e foi o que fiz, enterrando, até sentir os meus pentelhos encostarem naquela bunda deliciosa, Débora, fungava e ufava. Desci a mão para o meio de sua xoxota molhada e comecei a massagear seu grelinho, a outra foi direto para os peitinhos da minha pirainha, minha boca tomou conta de sua costa, nuca, ombros e pescoço e minha pica começou um potente vai e vem, que fiz questão durasse o máximo possivel. Débora, depois de uns momentos levando no cú, voltou a rebolar e jogar a bunda mais e mais para mim, eu a tendo completamente dominada, massageava cada vez com mais força seu grelo, seus peitos e mordia de deixar marcas, a nuca e as costas. Nesse ritmo chegamos ao extremo do extremo do gozo não aguentando mais ambos nos derretemos em um orgamo louco, inebriante, total. Gozei até a alma naquela bunda e minha Debi, gritou como uma cadela no cio até o último momento de sua lucidez. Os dois caimos quase desmaidos, sem forças, sem escrúpulos. Continuamos nossas vidas de casados e de pessoas discretas, como se nada tivesse acontecido, continuo meu casamento feliz, com minha esposa perfeita que nada desconfia, e Débora continua devotada ao marido, evangélica ferrenha e recatada aos preceitos. Isto para todo mundo, porém quando estamos a sós nos transformamos ela passa a ser minha escrava, submissa, amante disposta a tudo para agradar ao macho e eu sou seu amo, senhor e feitor, que a submeto aos meus caprichos, a domino e a possuo da forma e na hora que quero. Jamais pensamos em mudar nossas vidas pois somos muito felizes assim, e pretendemos continuar por muito tempo, pois isto é só o começo.

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SALADA DE FRUTAS BOCETON A LA CUZETTE AVEC PIRROCA(por Safadinha)

" Sábado, uma agradável manhã de verão em São Paulo. O sol mostrava seu esplendor, uma luz dourada que abençoava e acariciava a cidade, além de absorver a água da tempestade que despejou toda a ira dos céus na tarde do dia anterior. Levantei-me cedo para ir à academia. Corpo são, mente sã. Cumprimentava o sol, admirava o que a natureza nos dá de melhor, enquanto degustava o café da manhã no jardim de inverno; suco de laranja, cream cracker, queijo de minas e leite gelado. Feliz estava. Vida é a palavra. Começo a ler as notícias de ontem estampadas no jornal do dia, deixado ainda de madrugada em minha porta. Greve, inflação, assaltos, mortes, injustiças. Muita tristeza, muita tragédia. Desisto. Não quero tirar o sorriso que trago em face. Termino a primeira refeição, faço a minha higiene, pego a sacola da academia e vou malhar este corpo que Deus me deu o qual tento cuidar muito bem. Lembra de mim? 1.70m, loira, 60kg muito bem distribuídos, seios 44 e uma bunda gostosa num corpo sem estrias e celulites. O professor, talvez de mal com a vida - esta vida que é boa para uns, cruel para outros -, castigava a turma com uma aula extremamente pesada, puxada, deixando muitos com os músculos doloridos, mesmo àqueles acostumados aos exercícios. A aula parecia não ter mais fim e faltando 15 minutos para terminar, saí e fui tomar uma ducha. Que delícia sentir a água batendo no meu corpo. Suavemente passava o sabonete Dove em todas as partes e dobras, bem devagar, na pele aveludada, macia. Fechei os olhos e imaginava mãos masculinas me apalpando, procurando, vasculhando para descobrir as regiões ocultas cujo contato estimula a excitação. Estava sozinha no banheiro, levantei uma das pernas e passei a massagear o clitóris, balançando um pouco os quadris, dançando conforme os movimentos que dava na minha boceta, totalmente depilada, lisinha. Que sensação gostosa. Quando já pensava em introduzir os dedos nela, o banheiro foi invadido pelas mulheres. A aula havia terminado. Parei a masturbação, terminei o banho, enrolei-me na toalha para me secar, enquanto algumas entraram nos chuveiros. Corpos lindos, outros nem tanto. Estou muito satisfeita com o meu e nunca pensei mudar absolutamente nada. Já vestida, um vestidinho de viscose amarelo, minha cor favorita, calcinha cor da pele, não cobrindo totalmente a bundinha, penteava os cabelos compridos e pensei em andar por algum shopping antes de voltar para casa. Ao sair da academia, ao abrir a porta do carro, um rapaz de uma beleza incomum aproximou-se de mim. "- Safira. Seu nome é Safira?" Olhei-o atentamente. Parecia familiar, mas não conseguia lembrar-me daquele deus grego. "- Não lembra de mim? Paulo, o cdf do colégio. Estudamos na mesma sala!" Não podia acreditar. Era Paulo, o garoto mais esquisito da sala, e a lembrança que tinha dele era de um menino alto, muito magro, feio pelas espinhas no rosto e os horríveis óculos fundo de garrafa e agora estava um GAAATTO, musculoso, corpo perfeito e, com certeza, deixava as mulheres com torcicolo. Abraçamo-nos. Entendo quando dizem que o patinho feio transformou-se num maravilhoso cisne. Paulo foi um patinho feio. Que coincidência depois de alguns anos estávamos freqüentando a mesma academia na capital paulista. Contou-me que cursou Engenharia Civil e ocupava o cargo de Diretor de uma conceituada empresa na Av. Paulista e se o mundo não é pequeno, mais uma coincidência: éramos vizinhos, na mesma rua, há mais de um ano. Sem perceber, ficamos 40 minutos na calçada da academia. Sugeriu que saíssemos dali. Como a minha intenção era ir ao shopping, o convidei para me acompanhar. E assim foi. Ele num reluzente Audi preto e eu no meu lindo e maravilhoso "fode K". Emparelhamos os nossos xodós e entramos no shopping. Olhamos vitrines, conversamos. Com sua memória de elefante fazia-me rir de todos os bons e maus momentos que aconteceram conosco na escola. Sempre na dele, deixava de ir ao recreio para ir à biblioteca e estudar. Criticado por alguns, debochado por outros, era um menino calado e arrisco a dizer que inseguro. Quem pensaria que aquele Paulo era o mesmo garoto que estava à minha frente. Que homem, que voz, que tórax! Deixou escapar que sempre teve uma queda por mim e não se aproximava por timidez, por eu estar sempre cercada por garotos boas-pintas, segundo ele. Correndo o tempo, lembro que olhava muito para mim e sempre que precisava de alguma ajuda, em qualquer matéria, era a ele quem eu recorria. Pensa até hoje que foi a sua ajuda que me levou às boas notas em Matemática. Se soubesse o que o professor e eu fazíamos nas aulas de reforço... As famosas pedrinhas de gelo em todos os meus orifícios (contoO papo foi ficando mais quente, queríamos saber se tínhamos alguém e nossos pescoços mentiram dizendo "não". Insatisfeitos, mais uma mentira e de nossas bocas cada um deu um "não" como resposta. Ele livre, eu também. Na verdade, ele tinha uma namorada e eu o meu par. Paulo teve que despedir-se a contragosto havia um compromisso. Trocamos os nossos telefones, trabalho e residência, e ficamos de marcar alguma coisa, um jantar, uma boite. Nos comunicávamos por telefone quase que diariamente e tentávamos marcar um almoço. Os compromissos de ambos eram tantos que um dos dois sugeria para deixar o encontro para outra ocasião. Apesar de não ter um horário fixo para ir à academia, era impossível encontrá-lo e sábado era um dia perfeito para os dois. E finalmente nos encontramos depois de uma semana. Lado a lado, na mesma sala de ginástica, transpirávamos juntos. Os grandes espelhos, a barra, as roupas molhadas de suor coladas ao corpo e certos exercícios faziam que prestássemos mais atenção um ao outro, sexualmente falando. Convidou-me para ir à sua casa e fomos após a ducha na academia. Uma cobertura maravilhosa, finamente decorada, com uma pequena piscina. Para um homem solteiro era uma mansão. Não posso reclamar do meu apartamento, também espaçoso, mas o de Paulo era espetacular. Estávamos em um dos três ambientes da sala, a de TV e som. Sentada no sofá e Paulo em uma poltrona. Música suave. Ao cruzar as pernas, o vestido subia ainda mais.. Paulo ofereceu-me um suco. Aceitei. Ao voltar da cozinha, sentou-se ao meu lado. Era suco de abacaxi, uma delícia. "- Gosta de frutas, Safira?" Sou tarada por frutas. Adoro todas as frutas, sem exceção. Maça, pêra, banana, caju, pêssego, manga, morango... Tenho tesão quando como uma manga porque lambuzo-me todinha, o suco escorrendo pela boca que vai caindo pelo queixo, passando a língua em volta da boca, os dedinhos todos melecados e os chupo um a um. Com o pêssego, sinto o mesmo quando está macio e com bastante caldo. Adoro ficar com o caroço na boca e chupá-lo como uma bala. As frutas além de fazerem bem à saúde, algumas são afrodisíacas e quem está lendo este conto deve saber quais. Quem já não comeu morangos e tomou uma taça de champanhe? Abrir um figo ao meio, de frente ao seu parceiro, com certeza o deixará louco de tesão. Mal contava a Paulo como gostava de comer uma manga e roubou-me um beijo e não ofereci qualquer resistência. Acariciava e beijava o ombro que acabara de descobrir, mergulhando no decote, puxando lentamente o zíper. Fiquei apenas de sutiã e calcinha. Murmurava palavras doces no meu ouvido. Não fazia o mesmo com ele, mas mordiscava o lóbulo e com a língua subia ao longo de toda a sua orelha como se quisesse desenhar algo. Com movimentos circulares enfiava a língua no orifício. Paulo estava embebriado. Nossos corpos estremeceram. Desnudou apenas um dos meus seios deixando o outro prudentemente escondido no sutiã. Com sopros roçava os lábios no meu pescoço suave depois passava a língua com doçura até alcançar o queixo. Levantava os meus cabelos e acariciava a minha nuca. As suas carícias causavam-me tanto efeito que ávida e feliz já me oferecia inteira permitindo que me provasse por inteiro. Começou a cuidar da calcinha. Puxou-a na parte traseira, à altura do rego da bunda, para cima, a fim de esfregar o meu sexo. Acariciava-me a boceta através do fino pedaço de tecido, excitando o clitóris fazendo-o aparecer e desaparecer sob o pano. O Mr. M do sexo. Sem se preocupar com a calcinha, enfiava os dedos na boceta, sempre em movimento de vaivém. Estava molhada. Paulo retirou a minha calcinha delicadamente, fazendo-a deslizar ao longo das pernas e depois a levou até o rosto. Cheirou a calcinha, beijou, sorriu. O meu cheiro é muito bom o que me torna única e inesquecível. Não demorou para tirar as roupas dele. Estávamos deliciosamente nus. Fomos à varanda, fechada por vasos de plantas, algumas pareciam árvores, e prontos para nos entregarmos ao prazer. Abriu a geladeira, ao lado da piscina, e tirou uma louça em cristal, belíssima, e dentro havia uma gostosa salada de frutas. Também pegou algumas frutas como uvas e morangos, caldas diversas, chantilly e sorvetes de vários sabores. Estava doida para pertencer a ele, amá-lo, por um dia que fosse. Abriu um champanhe, sentou-se e me chamou para nos roçarmos um pouco apreciando a bebida. Fiz melhor, o deitei por completo e derramei um pouco de champanhe no umbigo e o bebi com o esmero de uma gata lambendo um pires de leite, renovando a experiência enquanto tinha sede. Paulo vibrou. Ao terminar, pediu-me para deitar e levantar a bunda. Colocou duas almofadas por baixo e derramou champanhe sobre o clitóris, os lábios e dentro da boceta. Estremeci. Levantei-me e pedi para deitar-se novamente. Deslizava um cacho de uvas sobre o seu corpo fazendo cócegas em seus mamilos e no pau. Foi assim também com os morangos. Depois introduzia a fruta escolhida na minha boca e pedia para vir buscá-la. Foi um jogo de língua e se apressava em lamber as gotas que me corriam pelo pescoço para desaparecer entre os seios. Arrepiávamo-nos. Beijos, carícias sem fim. Tirou-me para dançar, agarrados, embalados na música gostosa e lenta, me fez sentir e apreciar todo o ardor do seu membro, cuja ereção não deixou qualquer dúvida quanto à natureza do seu tesão. Paulo brincava com o pau esfregando a ponta nas minhas coxas e fui me deitando e ele o guiando para os meus mamilos, na cavidade do umbigo, no clitóris. O pau estava quente e as gotas do líquido umedeciam levemente aquela pele sensível e Paulo o colocou na minha boca. Com o pau do meu amante, passei um pouco de sorvete de flocos, chantily e farofa de biscoitos. O seu sexo estava todo coberto e comecei a lambê-lo até o desaparecimento completo em minha boca gulosa. Passamos a um 69. Paulo examinava, admirava a minha boceta. Louca para sentir a sua língua, pedi que me penetrasse com ela. Começou a acariciar suavemente com o nariz, os lábios, de baixo para cima e de cima para baixo. Lambia a boceta, com a língua toda. O calor de Paulo provocava uma sensação inteiramente deliciosa. Bastante umedecida, passou a ocupar-se mais de perto com o clitóris. Inicialmente pequenos toques com a língua, depois com mais demora e força. Gemia, me remexia, suspirava. Paulo continuava a lamber a minha bocetinha e esfregava o meu clitóris ardente. Não agüentava mais. Ninguém me havia chupado como ele, tão deliciosamente ao ponto de perder os sentidos. Paulo tirou uma banana do cacho, ainda não tão maduro o que a deixava irresistivelmente dura. Deitada ainda à beira da piscina e sem descascá-la, passou pelos meus mamilos, descendo ao umbigo, passando pela boceta, escorregando até o cuzinho e enfiou o cabinho da banana. Pensei que fosse introduzir a fruta no buraquinho quando, novamente, foi passando a banana pelo meu corpo, delicadamente. Retirou a casca e a introduziu na boceta fazendo movimento de vaivém, variando a velocidade e a pressão. Deixou a banana enterrada. Pegou uma outra, passou mel de abelha em toda a extensão para um contato mais suave, mais quente, mais sensual e foi enfiando no meu cuzinho. Passou a comer a banana que estava na boceta, saboreando cada pedaço. Ao pegar o último pedacinho e sussurrou: "Vou te foder!". Foi introduzindo o pau na minha bocetinha e em pouco tempo chegamos ao orgasmo. A fruta enterrada no cuzinho, ele a tirou, descascou e comemos juntos. Paulo usou a salada de frutas cobrindo as pontas dos meus seios e a entrada da bocetinha. Passava a língua para lamber a calda gelada que escorregava pelos meus seios e boceta e degustava cada pedacinho de fruta estrategicamente depositado em meu corpo. Fiquei de quatro. Mergulhou o pau na salada de frutas e enfiou na minha boceta de novo. Nossa loucura chegou ao ponto de pegarmos todas as guloseimas em cima da mesa para cobrir nossos corpos. Lambuzados, nos saboreamos e fodemos em várias posições. Estávamos excitados e fizemos também sexo anal. "Me fode mais fundo, mais rápido", gritava para Paulo. Ele atendeu. "Ah... Mais... Mais fundo... Dê-me toda a tua porra, me encha com o teu leite". Estava adorando sentir a pica comprida, forte, dura, entrando e saindo do meu cuzinho todo lambuzado de calda de chocolate, chantily, os sorvetes, etc, etc. Aumentamos a velocidade dos movimentos e por fim o meu cdf teve o orgasmo de alta intensidade. Ainda ficamos um bom tempo nos alisando. Tomamos um banho com a mangueira que servia para molhar as plantas e entramos na piscina e lá ficamos por horas, nos admirando, nos amando de novo. Infelizmente, Deus o levou meses depois, um trágico acidente quando ia para o litoral, e outro homem como ele jamais irei encontrar. Excelente pessoa, excelente amigo, excelente amante. Paulo sabia como foder uma mulher. =o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=

O FILHO DO CARTOLA ... É LINDO E UMA BELA SURPRESA.

Sou do nordeste mulher casada e realizada, com 31 anos, exerço a função publica com prazer e com uma vida social boa, discreta mas muito excitante, e com tudo isto posso dizer, que VIVO FELIZ.

Tenho as minhas loucuras pelo mundo do sexo, erotismo e emoção, desenvolvidas e praticadas com o meu maridão que me tem dado momentos excitantes e muito intimos, vivo num belo apartamento, onde as plantas e as cores do local onde vivo são a verdadeira harmonia criada pelo meu homem, das quais eu desfruto todas as horas de cada dia. Ele é professor universitário e vive nem sempre por aqui em outras vezes, está pelo interior. O meu comandante tem um filho que é muito querido 16 anos André, que frequenta naturalmente o nosso apartamento, somos vizinhos, belo corpo, jovem e com um "clik" para me olhar e me tocar que foi demonstrado ao longo do tempo da nossa relação, algo que um dia poderia acontecer... Foi crescendo, foi frequentando a nossa casa e com um ótima relação com o meu maridão. Um dia estava em casa e ele teclando no pc da casa. Me chamou e me sentou no seu colo para ver um joguinho e lá estive tranquila e gostosa no colo dele e ele todo feliz - se notava no olhar, me dando dicas e as mãos dele deslizando nas minhas coxas e subindo a cada momento para as mamas e eu sentindo um arrepio pelo corpo todo devido à surpresa. Que queria o nosso André de mim, que estava a pensar ele, sei lá me sentia muito bem e me deixei estar, virei-me para ele abri as pernas e dei umas caricias para retribuir aquele carinho dele e dava para sentir o pau dele na sunga e eu cada vez mais louca naquele momento, saltei do lugar e fui á vida sonhando e pensando. Um dia estava a dormir sossegadamente e o meu marido dormindo comigo levantou-se e foi a sala buscar o André para vir para nossa beira dormir e eu sonhando o que poderia acontecer depois daquela brincadeira... parece que o meu homem adivinhava o lance...Deitamos, fechamos a luz, e passado um tempinho senti as maos do André deslizando no meu corpo e o meu homem dormindo descansado e eu muito excitada virei-me para o garoto e começei a dar saída ao meu tesão e loucura. Abraçei-o e dei muitos beijos no corpo e passei a minha boca pelo pau dele... que beleza que textura dava para notar que estava bem desenvolvido e que queria entrar em jogo, não fosse ele goleiro e dos bons lá na escolinha do futebol. Tiramos a roupa e ele saltou para cima de mim e senti finalmente o tamanho do pau, que lindo e ele procurando penetrar no meu jardim florido e depois de varios beijos dele nas minhas mamas atacou com vigor e penetrou. Tinha jeito, sabia o que estava a fazer e o leite correu de repente na minha coninha louca. Com este presente...fodemos durante o tempo todo, enquanto o patrão da casa dormia descansado e se calhar feliz pelo que estavamos a fazer...De um momento para outro ele me disse, vou gosar pela primeira vez na tua coninha, queres? - Claro meu lindinho, dá a tua nega o teu leite virgem e muito gostoso vai dá... Ele soltou uma cachoeira de leite tanto e muito gostoso, descansamos e dormimos tranquilamente, foi uma noite muito muito excitante..., quando acordámos contei ao meu maridao o que se tinha passado e ele num gesto espontâneo e sincero nos abraçou e deu um beijo a cada um, saltou da cama foi ao banheiro e aproveitamos para dar uma abraço um no outro de muito felicidade. que belo afilhado tinha eu.... Passado uns tempos o André telefonou-me que estava com saudades de mim e se podia vir até ao apartamento, pensei, será que ele vem finalmente dar beber ou beber ao meu pito ...vamos ver. Estava muito excitada... Ele chegou com um sorriso nos labios me abraçou ainda na sala encostada a parede eu passei as mãos nas costas, deslizando até o bumbum depois fomos para o quarto do pc . Eu deitei-me na cama, ele pos musica, eu chamei-o para a minha beira ficamos a conversar eu fazendo mimos nele, depois fomos para o nosso ninho onde continuou a conversinha ludica e o aliciamento, caricias por cima das roupas e bem aconchegados depois ele tira a minha roupa e eu tiro a camisola dele, salta para cima de mim e fica a beijar-me e roçando o pau lindo na minha cona que latejava e cheia de leite, é uma sensação louca, no meio das minhas pernas, tiro a roupa dele e vejo aquele belo exemplar de vara negra com a cabeçote vermelho alta, imponente, linda!!! iressistivel !!! Louca para entrar na gruta e eu ñ resisto caí em cima da vara dele com as pernas para a cabeça dele ele ficou a admirar a cona enquanto eu xupava a vara ele deslizava os dedos e tb ñ resistiu e chupou o pito como principiante, mas já muito gostoso, depois me vira põe-me de 4 ( gatas) pensava eu, vou levar com aquela vara gostosa de imediato! mero engano ele ficou a deslizar o cabeçote na gruta só depois é que ele meteu tudinho eu estremeci ele gingava e metia tudo mesmo, senti o cabeçote dele nas entranhas da minha gruta que loucura quando ouço... "vou gozar" e eu digo a olhar para tua foto que esta lá a sorrir para nós, anda queridinho, goza para mim e senti o leite a jorrar virgem denso e em kilos, tirou fora e foi deitando sobre no meu corpo que BELO quadro... Eu sentia tu a veres e o meu pensamento voava até à tua beira meu querido Antônio Alberto. Como a vida é bela e muito excitante e harmoniosa. Mariana

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CUNHADA SAFADA

Meu nome nao interessa, mas as pessoas me chamam de Mê. Eu tinha 24 anos quando o que eu vou contar aconteceu. Eu tenho 1,60m de altura e peso 52 kg, olhos azuis e cabelo loiro, cumprido. Um corpinho muito ajeitado e na maioria das vezes muito timida. Morava em SP com a minha irmã e meu cunhado. Meu cunhado é um cara muito simpático e atraente, sempre me tratou com muito carinho e nunca "avançou o sinal". Eu que sempre fui assediada pelos meus amigos achava todo aquele respeito pertubador e estava convencida que ele fazia forças prá resistir (cá entre nós, sou muito mais gostosa que a minha irmã). Um dia saí do banho e fui pro meu quarto me trocar. Notei pelo espelho do armario que alguem me observava pelo buraco da fechadura. Eu estava de costas para a porta e peladinha. Só podia ser o meu cunhado que estava prá chegar em casa há qq momento. Liguei o som e comecei a passar creme no corpo inteiro. Afastei as pernas e expus o meu cuzinho e xaninha bem na direção da porta. Virei de frente prá porta e comecei a dançar da forma mais sensual possível, morrendo de tesão por estar sendo observada "secretamente" pelo meu cunhadinho gostoso. A minha buceta estava completamente encharcada de tanto tesão. Encostei no armário e comecei a tocar uma siririca de frente para a porta, tomando o cuidado de não olhar diretamente para o buraco da fechadura. Percebia que o meu voyeur continuava ali. Quando estava quase gozando decidi olhar fixamente pro buraco da fechadura e aí notei que a sombra desapareceu rapidamente. Imaginei que o meu cunhado estava morrendo de tesão e imaginando se eu sabia que ele estava ali. Troquei de roupa e fui prá sala, onde encontrei-o assistindo tv quase ofegante. Perguntei como havia sido o dia dele e comentei que havia tomado um banho delicioso. Ele comentou que a minha irmã chegaria tarde e que éramos só os dois prá jantar e sugeriu que pedissemos algo por telefone. Eu sugeri que ele fosse tomar um banho primeiro. Assim que ele entrou no banheiro, despi-me por inteiro e pensei "'e hoje ou nunca". Entrei no banheiro e abri a porta do box. Meu cunhadinho arregalou os olhos e pediu prá eu sair. Eu disse que percebi que ele me olhava pelo buraco da fechadura e sabia que ele estava morrendo de tesão. Ele estendeu a mão e me puxou prá dentro. Fiquei de joelhos e imediatamente botei aquele cacete duríssimo na boca. Mamei até ele gozar na minha bouquinha, o que deve ter demorado uns 60 segundos, tamanho o tesão do meu cunhado durante a sessão preliminar. Ele então ficou de joelhos, coloquei uma das minhas pernas sobre o ombro dele e ele chupou a minha xaninha durante uns 10 minutos. Foi a melhor chupetinha da minha vida, tinha a impressao que ele estava me comendo com a lingua. Saimos do chuveiro e fomos pra minha cama onde continuamos um 69 até ele ficar de pau duro novamente. Ele disse que queria comecar pelo meu cuzinho e depois de lubrificar o seu pau com a minha vaselina, enterrou a sua pica no meu rabinho, de vagarinho, com muita classe, ele enfiou o pau inteiro. Eu até perdi a voz e só pedia prá ele não parar. Gozei feito uma louca. Ele me virou de frente prá ele e veio por cima, dessa vez botou na minha xoxotinha melada, e meteu sem parar até gozar pela segunda vez. Eu gozei inumeras vezes, como nunca havia gozado antes. Acabamos adormecendo e fomos acordados pela campainha, era a delivery do nosso jantar. Minha irmã chegou em seguida e foi a nossa sorte o entregador ter chegado um pouco antes. Depois desse dia repetimos a dose várias vezes. Como a minha irmã sai cedo para o trabalho, diversas vezes fui acordada pelo meu cunhado chupando a minha buceta. Passei a dormir pelada prá facilitar a surpresa. Uma outra noite fui até o quarto deles e enquanto a minha irmã dormia fiz um boquete no meu cunhado até ele gozar. Ele não se conforma com a minha audácia, mas quando o assunto é sexo eu gosto mesmo do que é proibido. Hoje moramos a milhares de quilometros de distancia e ainda sonho com aquela trepada com o meu cunhado. Eu estou casada mas o meu marido nunca me comeu como o meu cunhado e espero logo poder repetir a dose.

Mê, a cunhada safada

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SONHO OU ESTUPRO.

" Meu sonho era ter uma transa simulando um estupro. Eu pedia muito ao meu noivo, mas ele sempre recusava, mas um dia ..Certa tarde, como todas as outras eu estava vendo um filme na sala que passava na TV, ele chegou com cara de furioso, estava com algum problema, eu nem arrisque perguntar o porque.. Ele estava completamente fora de si e quando me viu, me chamou de puta, vadia e se sentou no meu lado no sofá. Eu estranhei e fiquei olhando pra ele, nem deu tempo de falar nada ele me pegou pelos braços e me levou pro quarto, me trancou lá e foi buscar uma corda, brutalmente ele me amarrou na cama, braços e pernas de uma forma que se eu me mexesse, machucaria. rasgou minha roupa e lascou um beijo, eu tentei afasta-lo com a cabeça mas era impossível pois ele era muito forte. Eu fechava a boca mas ele enfiava a língua com tudo. Eu estava odiando aquilo pois nunca havia beijado de uma forma tão bruta eu xinguei muito. Não parava de dizer para ele parar, que não estava afim de fazer hoje. Ele ouvindo isso se revoltou e me deu um tapa no meu rosto, fiquei meio estonteada e nem percebi que ele já estava completamente nu . Eu não sentia prazer.. Ele se levantou na cama e colocou seu pau perto da minha boca, eu já imaginava o que ele queria mas resisti, ele abriu minha boca e c colocou todo seu pau ele estava querendo comer minha boca ficou tirando e colocando seu pau rápido sentado em cima de mim eu não pensava em ter prazer só pensava em sair daquela enrascada. Tentei morder mas conforme eu mordia, ele soltava gemidos de prazer então fiquei totalmente imóvel e mesmo assim ele gozou soltando muita porra na minha boca. Cuspi o quanto deu e ele não satisfeito, deu um tapa na minha buceta ardeu muito, começou a chupar com força, enfiando a língua, eu não pude proibir porque ele havia amarrado minhas pernas uma de cada lado da cama, ficando totalmente escancarada. Comecei a me contorcer ate que ele conseguiu me fazer soltar um gemido de prazer, acho que gozei um pouco, ele começou a rir alto enquanto se masturbava. Seu pau estava duro e ele se deitou em cima de mim, colocando seu pau na entrada da minha buceta molhadinha. Ele sorriu e eu implorei quase chorando para q não fizesse nada comigo pois tinha desistido do sonho. Ele riu muito .e sem dó colocou seu pau na entradinha e enfiou aquela tora de uns 20cm sem dó na minha buceta chorei muito senti prazer e soltei alguns gemidos ele gostou e começou a fazer movimentos fortes e rápidos ele estava completamente fora de si. Não parava gozou muito dentro de mim mas mesmo assim não parava de se mexer eu não agüentava mais de tanto prazer e gozei Ele começou a dizer palavras grosseiras vendo que havia gozado melando todo seu pau. Ele viu secreção escorrendo nas minhas pernas e rapidamente levou a língua ate minha perna e lambeu tudo, mordeu minhas pernas, mordeu com força meus seios, na hora senti muita dor e não parava de gritar para parar ele ria muito e tirou as cordas. me senti aliviada pensando que havia terminado mas ele começou a lamber meu cuzinho eu não sei o que senti na hora, era medo misturado com prazer, ele me deixou de quatro, apontou seu pau pro meu cu e segurou minha barriga por trás. começou a roçar aquele pau duro ainda no meu cu forçou a entrada e chorei muito de dor, ele regaçou meu cu com uma estocada até o fundo, senti suas bolas tocando minha bunda e chorei muito ardia muito, sangrou. Depois disso eu desmaiei e acordei na minha cama, limpinha e com dores no cu . Ele havia escrito um bilhete dizendo que se alguém tomasse conhecimento do ocorrido, eu seria estuprada pelos amigos dele. Ele só apareceu no outro dia, agindo como se nada tivesse ocorrido, eu como que continuando o sonho nunca falei sobre o assunto....

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SHOW DE REGGAE

" Outro dia, fui a um grande show de reggae e encontrei a gatinha que os homens pedem ao papai do céu. Toda inteirinha, perfeita. Ar de menina e corpo de mulher. Nos encontramos no bar enquanto bebíamos alguma coisa para refrescar. Chamava-se Tais. Descobri porque o nome estava bordado num boné que ela estava usando. Ai, tudo ficou mais fácil. 'Laís, como a tela esta grande, aceita um gole da minha cerveja. Ela nem se tocou do nome no boné e ficou curiosa para saber de onde a conhecia. 'Ah, vejo você sempre pela faculdade', chutei da pequena mea, fazendo um gol certeiro. Ainda enrolei um pouco a conversa, acertando bolas na trave e outra no travessão, até convida-la para dançar. Como dançava a gostosa. Só ficava imaginando aquela cobrinha dançando no meu cacete! Tinha que continuar tocando meu plano para tudo dar certo. Voltamos ao bar e bebemos mais, descontraindo mais o papo. Sentia que ela já estava ficando meio altinha mas, como não sou chegado a torturas, resolvi que a levaria para casa. Se não rolasse nada, tudo bem. Não faltaria outra oportunidade. Coloquei Laís no carro e perguntei onde morava. 0 detalhe é que, no caminho, pediu que a levasse num lugar mais arejado: 'Preciso respirar melhor.' Segui para um lugar descampado, onde podíamos relaxar a vontade. Quando notei que ela estava bem melhor, resolvi abraça-la. Longe do show, o clima era bem mais frio ali. Laís correspondeu ao abraço e, logo em seguida, trocamos um beijo delicioso. A hist6ria ficou mais gostosa quando sentiu a pressão do meu pau no corpinho dela. 0 Zezinho - é assim que chamo meu pinto - estava doidinho para entrar na dança, ou melhor, na xoxota apertadinha de Laís. Ela adivinhou o lance e alisou o pau pôr cima da calça jeans. Com a mesma mão, foi abrindo a bragui1ha até coloca-lo inteiro para fora. 0 Zezinho nunca foi tão lambido. Queria gozar mas não estava a fim de melar a festa 1ogo de cara. Levantei Laís e passei a beijar os bicos daqueles peitos de pêra. Ela dava uns gritinhos provocantes e foi, entre um deles, que disse que era virgem. 'Mas não para; estou adorando.' Minha cabeça deu um no e tratei de avaliar as possibilidades para não deixar o Zezinho no ora-veja. Foi ela que desfez as duvidas. 'Eu só dou pôr trás.' 0 alivio foi instantâneo, como um gole de cerveja no deserto. Dei um sorriso maroto e tirei a camiseta favorita do Zezinho do bolso: 'Então, não vamos perder tempo, benzinho.' Vê-la abaixando as calças foi um momento mágico, poético mesmo. Nunca tinha visto uma cintura tão certinha. Ao luar, os pelinhos ganhavam um brilho especial. E, quando ela virou a bundinha, ai que suplicio! Eu e o Zezinho quase desmaiamos de emoção. Roça daqui, roça dali, comecei a preparar o ambiente. Com as mãos na cintura dela, comandava os traba1hos. Antes do mergulho, resolvi dar umas lambidinhas la na portinha dos fundos e umas mordidinhas nas janelas durinhas daquela bunda monumental. 'Estou toda molhadinha, isso é muito bom! Ai, o Zezinho foi entrando no banquete como o convidado especial. Ele estava mais duro do que nas vezes que em que entregava 1eite na casa de Patrícia, minha namoradinha de fé. 0 homem parecia que ia implodir. Tive que ir com cuidado, em respeito a ele e aquele buraquinho macio. Laís gemia baixinho, apoiada no banco do carro, nem ligando para o frio. Queria era pau dentro; dentro e fora: Está maravilhoso. Que caralho duro! Não tira dai, continua metendo... Qual é o seu nome mesmo? 'Zezinho', respondi. 'Zezinho, minha Laís do cuzinho de ouro.' A ralação durou uns bons 25 minutos. Minhas pernas queriam desistir da posição incomoda mas, mais acima, o guerreiro não pensava em fugir da luta. Ainda mais que a gata, as vezes, dava umas apertadas nele com o músculo que eram do caralho. Quando gozei, ela já devia estar na terceira onda de prazer. 0 gozo escorria pelas coxas, lambuzando o selinho da virgem. A comida foi tão boa que, ao sair, Laís me fez uma promessa: 'Você vai ser o primeiro a comer minha xoxota.' Claro que fiquei agradecido mas, como todos os meus colegas de sexo, sou ansioso quando o assunto é mulher... 'Quando vai ser isso, gatinha?' Ela me olhou bem nos olhos, abriu um sorriso e mandou na lata: 'Agora.' Dito isto, a mulherzinha tomou o comando da operação. Sentou no banco do carro, tirou a camiseta do Zezinho e passou a limpa-lo com a língua, no maior carinho do mundo. Diante de tanta atenção, ele retribuiu rápido, enrijecendo os músculos, pronto para vestir outra camisinha. Deitada no banco, com as pernas bem abertas, Laís tinha um brilho especial nos olhos. Laís era mais que mulher. Aquela pe1icula que trazia na xoxota não significava mais nada. E, enquanto eu filosofava, Zezinho mandava pau, indo e vindo, querendo entrar na portinha fechada durante tanto tempo. Laís trincava os dentes e abraçava as minhas costas tremendo todinha. Os peitinhos estavam tão durinhos que, ao roçarem no meu corpo, me enchiam de tesão. Quando a porta se abriu, Zezinho entrou com bo1a e tudo. Se o Zagallo visse, ele já estaria com o passaporte carimbado para Paris. Aliás, carimbar é a especialidade dele. Nem preciso dizer que Laís ficou apaixonada. 0 jeito foi escalar Zezinho para visitar Láis quando o tesão dela aperta, e ele está muito satisfeito."

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SEXO PROIBIDO.

" Eu tinha 21 anos de idade e já possuía uma boa experiência sexual... Minha mãe tinha 37a. e era uma morena muito bonita, com um corpo maravilhoso e perfeito para a sua idade: seios médios, cintura fina sem nenhuma barriga, uma bunda grande, arrebitada e linda, e umas pernas grossas que me deixavam tarado! Eu sempre batia punheta pensando nela... imaginava muitas situaçôes fictícias em que eu estava comendo a buceta dela, o cu dela, ela chupando meu pau, eu chupando a buceta dela... Mas nunca havia acontecido nada de real até então. Eu conhecia o corpo dela, porque sempre que tinha uma oportunidade eu espiava ela sem ser visto, e uma vez aconteceu até de eu vê-la nua, deitada de costas na cama, e fazendo uma siririca... Desse dia em diante meu tesão pela minha mãe aumentou muito! E aí, um belo dia, aconteceu uma coisa que eu jamais esperava que acontecesse... Minha mãe tinha que fazer uma viagem para S.Paulo (SP) onde ficaria mais ou menos 1 semana hospedada na casa de uma tia, irmã dela. Nessa altura eu já trabalhava, mas estava de férias, então minha mãe me convidou para ir junto com ela. Pegamos um ônibus-leito que saía à noite e chegava pela manhã em S.Paulo. O ônibus estava praticamente vazio e os nossos lugares (um ao lado do outro) ficavam bem atrás onde não havia ninguém. Fazia um pouco de frio e nós nos acomodamos cobrindo-nos parcialmente com os cobertores, assim que o ônibus entrou na rodovia e as luzes internas foram apagadas. Não demorou muito eu notei que minha mãe se encostava em mim de uma forma suspeita... passou mais um tempo e paramos de conversar para dormir... Eu resolvi fingir que estava dormindo para ver o que ia acontecer... Não demorou muito ela me chamou pelo nome e eu não respondi para fingir que estava dormindo... Imediatamente eu senti que ela tocava bem de leve no meu pau. Quando ela percebeu que meu pau estava duro, aí que ela se entusiasmou mesmo e me disse: eu sei que você está fingindo, tira o pau pra fora que eu quero bater uma punheta pra você! Daí eu fiz a vontade dela e também fiz uma siririca para ela naquela buceta que eu tanto cobiçava. Fiz tudo o que dava pra fazer alí naquela situação: passava a mão nas pernas dela, na buceta, nos seios, chupava os seios dela... Ficamos boa parte da noite fazendo isso até que pegamos no sono mesmo de verdade... Quando acordamos o ônibus estava chegando já na rodoviária de S.Paulo. Ao descermos do ônibus, eu disse pra minha mãe: "vamos para um hotel aqui no centro e depois vamos para a casa da tia"... Ela concordou na hora... Pegamos então um taxi e mandei tocar para um hotel barato. Pegamos um quarto para casal, e ao chegar no quarto, assim que tranquei a porta, minha mãe começou a me beijar na boca e a dizer que estava doida de vontade de dar pra mim e já fazia tempo que ela tinha essa vontade. Ouvindo isso meu pau que já estava duro desde o momento de pegamos o táxi (só de imaginar o que iria acontecer!) ficou mais duro ainda... Fiquei louco de tesão... tirei toda a roupa dela, deixando nua, tirei minha roupa e levei ela pra cama... comecei chupando a buceta dela e ela me disse que queria chupar meu pau... ficamos assim num 69 bem demorado... daí eu fiz ela ficar deitada de costas, abri bem as pernas dela e meti meu cacete inteirinho na buceta da minha mãe... Ela gemia de tesão a cada estocada mais forte que eu dava... segurei para não gozar esperando que ela gozasse... e ela gozou acho que umas três vezes com o meu pau bem duro dentro da buceta dela. Depois eu fiz ela deitar de bruços e meti no cu dela... entrou meio apertado mas estava mais fácil porque até o cu dela estava molhado e meu pau também, pois eu tinha tirado ele da buceta dela naquele momento. Fiquei dando estocadas com meu pau no cu dela e ela se mexendo com a bunda pra baixo e pra cima... Gozei gostoso no cu dela e ela gozou outra vez também... Ficamos assim fazendo sexo por umas três horas. Daí nos dirigimos à casa da tia, e minha mãe disse para a irmã dela que tínhamos ido primeiro ver uns negócios antes de chegar na sua casa.

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SEXO PAGO ( Xande )

" Sou uma pessoa de muita sorte, tenho uma vida que muitos desejariam ter, sou filho único de grande Empresário, por isso sempre tive o que quis, mas não pense que ser rico é tão legal como parece. Um exemplo disso são as namoradas que arrumo, quase todas se interessam pelo meu dinheiro e não por mim, e não pense que sou feio, pois todos me acham muito bonito, o problema é o meu dinheiro. Dificilmente consigo arrumar pessoas sinceras, por isso comecei a cultivar um vício, o sexo pago. Sempre tive relacionamentos com prostitutas, a minha primeira vez foi com uma, acho que por isso comecei a gostar de fazer sexo com mulheres experientes. Bom mas para ter relacionamentos com prostitutas sempre tem que haver muito cuidado, por isso antes de ter qualquer relacionamento com uma prostitutas eu primeiro a levavas para fazer um exame completo para saber se eu poderia ou não ter um relacionamento tranqüilo. Na maioria das vezes eu contratava uma acompanhante por uma semana ou até um mês, isso ia depender dela me agradar ou não. Eu sempre as tratava muito bem, sempre com educação e delicadeza ( pois é assim que todas as mulheres devem ser tratadas), e por causa disso eu mantia uma amizade com as acompanhantes, no final do programa nós sempre virávamos amigos, cheguei até a arrumar emprego na empresa do meu pai pra muitas delas, e um exemplo disso vc's verão agora na história que passarei a relatar. Dentre as muitas acompanhantes que conheço uma se destacou, ela foi a primeira com quem sai, Paula foi a mulher mais doce que conheci. Quando a conheci ela tinha dezoito anos, tinha acabado de tirar o segundo grau e tinha começado a se prostituir para pagar a faculdade. Desde a primeira noite juntos passei a admira-la, por isso resolvi ajuda-la .Primeiro consegui ajuda-la a comprar o seu tão sonhado AP. depois arrumei um emprego pra ela como secretária na empresa do meu pai, e ajudei com as mensalidades da faculdade. Hoje Paula tem 23 anos, é formada em administração e trabalha em uma grande empresa, ganhando um salário invejável, e ninguém que a vê pode imaginar que um dia ela foi garota de programa. Mas mesmo depois de tanto tempo nós nunca nos afastamos, e esse final de semana passamos junto numa das fazendas do meu pai no interior de minas. Deixa em dizer pra vc's como é a Paula, loira 1,70m - com um corpo muito bem dividido, um corpo escultural, seios grandes, bunda perfeita grande e empinada- redondinha uma loucura, labios carnudos e um olhar enlouquecente, Paula é totalmente sexy, ela se parece com aquelas americanas de filmes pôrnos. Paula me ligou na sexta feira a noite e me disse tinha uma coleguinha para me apresentar, marcamos de sair a noite para nos vermos. A noite chegou e lá fui eu encontrar Paula e sua amiguinha, chegando no lugar marcado encontrei Paula sentada ao lado de uma japonesinha maravilhosa, uma japonesinha muito apetitosa, Paula me apresentou Yoko. Já na apresentação a surpresa ao invés do tradicional três beijinhos, Yoko me deu um longo beijo de língua, daqueles de deixar sem fôlego. E nesse clima ficamos a noite toda, fomos a vários lugares, dançamos zuamos, fizemos de tudo, mas lá pelas três da manha convidei Paula e Yoko para irmos para o sítio do meu pai no interior de minas as duas aceitaram. Passamos na casa das duas para pegar roupas, etc. E partimos pra fazenda. Na viagem Paula e Yoko foram no banco de trás do carro e pelo retrovisor pude ir me deliciando com a brincadeira das duas gatas. Como nós estávamos num ômega as duas tiveram bastante espaço para brincar. As duas começaram se beijando foram se alisando se chupando e eu só olhando já com o pinto quase pulando pra fora da calça, as duas foram tirando suas roupas até ficarem só de calcinhas, Yoko começou a mamar os grandes seios de Paula, enquanto ela se contorcia de prazer, era a boca nos seios e o dedo na buceta, Paula gemia auto e se contorcia cada vez mais. Aquilo foi me deixando muito louco até que não agüentei esperar chegar até a fazenda pra entrar na festa encostei o carro na estrada e passei para o banco de trás, Paula achou perigoso ficarmos parados em auto estrada então ela passou e levar o carro me deixando a vontade pra me deliciar com Yoko. Yoko novamente me deu um longo beijo e me deitou no banco e veio por cima de mim, Yoko tinha um perfume gostoso aliás era seu cheiro maravilhoso, ela relava buceta contra meu pau me deixando cada vez mais louco, ela ficou assim por algum tempo só me beijando e me excitando, até que ela começou a abrir minha camisa, abriu e começou a chupar meu peito, chupava e arranhava de leve, ela foi descendo sua boca até desabotoar minha calça, ela tirou minha calça me deixando apenas de cueca, e por cima da cueca ela dava beijos no meu pau, lambia a cabeça dela isso por cima da cueca, depois ela me perguntou se eu queria gozar agora ou dava pra esperar chegar na fazenda, foi ai que pensei comigo hoje terei que dar conta de duas mulheres por isso era melhor relaxar, se não eu não agüentaria jogar no segundo tempo. Disse pra Yoko que não ia gozar agora mas que assim que chegassemos eu queria gozar em sua boca, Yoko riu e disse que não só na boca mas no cú na buceta e ainda teria que gozar sobre os seus seios, e disse que já que você não vai gozar agora que tal me fazer gozar. Não esperei ela dizer duas vezes e comecei a chupar sua linda buceta primeiro por cima da calcinha depois tirei sua deliciosa calcinha e pude ver que sua buceta era raspada em baixo e só cultivava uns cabelinhos bem em cima, era uma buceta diferente e sexy, eu a mamei por quase uma hora sem parar ela gozou umas três vezes em minha boca e eu não parava, fiz Yoko suar e pedir que eu parace pois ela não agüentava mais. Depois de tela chupado ela me disse já mole em meu braço que iria me devolver todo carinho, e me deu mais beijos, e fomos na sacanagem ali atrás até chegarmos na fazenda. Chegamos na fazenda Já era umas seis e meia da manhã, estávamos todos exaustos da viagem e da noite pois como já disse tínhamos feito a festa. Como o cansaço era muito forte resolvemos dormir afinal de contas teríamos o final de semana todo pela frente. Como já é de se imaginar dormimos os três juntos numa mesma cama, eu dormi no meu daquelas duas gatas, e as duas estavam com seus minúsculos e sexy babydoll, não sei como agüentei, mas dormimos Paula me abraçou por trás e Yoko virou sua bundinha na minha frente e eu a abracei por trás, foi uma noite maravilhosa cercadas por duas deusas. Dormimos até as duas horas da tarde, Paula foi a primeira a acordar em seguida Yoko e por fim eu. Levantamos e fomos tomar um banho os três juntos, primeiro abrimos o chuveiro e deixamos a água cair, ficamos nos alisando até cada um conhecer melhor o corpo do outro. Depois de estarmos bem molhados e excitados, resolvi ensaboar o corpo de minhas duas gatas, peguei a bucha e ordenei que as duas ficassem de costas pra mim. Comecei pelas costas de Paula ensaboei devagar toda sua parte traseira, que delicia ver o sabão escorrer pelo meio da bunda, depois foi a vez de Yoko, ensaboei bem aquele rabinho, limpei todo buraquinho que mais tarde eu sujaria com porra. Quando terminei de ensaboa-las, elas me retribuíram me lavando, quando eu senti quatro mãos alisando meu corpo eu fiquei completamente louco. Com meu corpo lavadinho as duas gatas começaram as duas ao mesmo tempo a beijar meu pau, eram duas línguas se encontrando se lambendo e meu pau duro ali no meio. Paula dava mordiscadas na cabeça do meu pau e logo em seguida engolia em sua boca quase todo e chupava forte como se quisesse suga-lo, já Yoko dava apenas carinhosas lambidinhas em todo meu pau. Eu já me contorcia todo de tanto prazer quando Paula levantou me deu um abraço e um longo beijo. Yoko se ajoelhou atrás de Paula e colocou meu pau entre as pernas de Paula, e nessa posição ela podia ao mesmo tempo lamber a cabeça do meu pau e o cuzinho de Paula. Yoko lambia com muito intusiasmo, eu não suportei muito tempo e logo avisei que iria gozar, Paula então se ajoelhou ao lado de Yoko e encostaram as duas bocas uma na outra e pediram pra mim gozar na boca das duas. Paula e Yoko mantiveram sua línguas pra fora pedindo porra quente, foi o que lhes dei, gozei muito na boca de duas gatas, as duas lamberam tudo e não deixaram sobrar nada, limparam tudo. Saí do banheiro e deixei as duas lá, brincando um pouco. Tinha que olhar se o almoço estava pronto coisas desse tipo. Almoçamos e saímos para dar um passeio pela fazenda, Paula e Yoko, usavam roupas ousadas fazendo todos os peões da fazenda parar para o que estavam fazendo apenas para adimira-las, as duas gostavam de ser comida pelos olhos, quanto mais eles olhavam mais elas se insinuavam. Ficamos a tarde toda ali passeando e conhecendo a fazenda. Era verão e o dia estava muito quente, resolvemos então tormar um banho de cachoeira. Os três. A cachoeira não ficava muito longe da fazenda e por isso logo chegamos. Ficava por entre um mata num local meio deserto. As duas aproveitaram para tomar banho nuas. O que elas não imaginavam era que por de traz das árvores estavam vários peões se masturbando, por velas assim nuas em pelos. Eu como não sou bobo pude perceber que estávamos sendo observados, mas também tinha certeza de que nenhum deles tentaria alguma gracinha pois sabiam que se tratava do filho do patrão. Aquilo me excitava, e logo comecei a bolinar a Paula, encostei ela numa pedra e comecei a comer sua linda boceta, Yoko continuava nadando, aproveitando a água que estava um delicia. Dava fortes estocadas na boceta de Paula, e ela forçava sua bunda contra mim. Yoko veio participar também, me abraçou por traz encostando os cabelinho molhados de sua bucetinha na minha bunda, e seus lindos seios se esfregavam na minhas costas, aquilo me fazia ficar mais excitado ainda. Meti na Paula até não agüentar mais, quando não resisti gozei como um loco na sua boceta. Paula me agradeceu com um delicioso beijo. Ficamos ali por mais algumas horas, até que a noite veio chegando e resolvemos ir embora. Em casa depois de tomarmos novamente banho juntos, resolvemos dar início novamente as nossas brincadeiras. Dessa vez Paula trouxe para nos acompanhar todo um material erótico, tinha pênis de borracha e vibradores, tambem se não fosse desse jeito eu não conseguiria dar conta das duas gatas, que são insaciáveis. Dessa vez comi a buceta de Yoko, enquanto Paula se deliciava com um vibrador. Yoko ficou por cima de mim, ela cavalgava meu pinto com total maestria. Ela sabia mesmo dar prazer a um homem. Rebolava como um louca, mexia de várias formas, me fazendo enlouquecer de tesão. Ela me beijava a boca meus peitos e minha orelha. Metia com vontade. Depois de cansarmos da posição resolvi trocar. Dessa vez deitei Yoko e levantei suas pernas e enfiei meu pinto completamente em sua boceta, essa posição é excelente, desse jeito posso enfiar todo meu pau em sua buceta. Quando senti não ia mais agüentar tirei meu pau de sua buceta, e gozei sobre seus seios como ela havia me pedido no dia anterior. Paula nos vez o favor de nos limpar, lambendo toda porra jogada no peito de Yoko e limpando o pouco que sobrou no meu pinto. Peguei um vibrador e comecei novamente a introduzi-lo na boceta de Yoko, Paula sentou sobre sua boca fazendo Yoko chupar sua buceta. Eu resolvi fazer Yoko gozar pra valer e peguei um pênis de borracha, enquanto o vibrador estava na buceta eu lhe enfiava o pau no cú. Ela se contorcia toda, berrava como uma louca, e eu aumentava cada vez mais a velocidade das estocadas em seu anus. Ela gozou tanto que escorreu na cama. Até que ela não agüentou mais e pediu pra paramos. Paramos um pouco e ficamos algum tempo calados, esperando um pouco para nos reanimarmos. Mas logo retomamos ao sexo, dessa vez foi a vez de Paula ser a vitima. So que desta vez Yoko e que cuidou do vibrador e do pênis de borracha, eu coloquei meu pau na boca de Paula, para chupar. Assim fizemos com que Paula, também gozasse como nunca. Eu gozei na cara de Paula que lambeu toda a porra acompanhada por Yoko, que não a deixou sozinha. As duas são realmente demais, loucas por sexo. Também são experientes no que fazem, e fazem de tudo, nada assusta as duas, e durante todo final de semana fizemos altas loucuras, sempre dando muito prazer um ao outro. Tive várias outras aventuras com a Paula e a Yoko, mas isso eu conto em uma próxima vez. Aguardem pois vou contar pra vc's o dia em que levei uma gata para todos os peões transarem com ela.

OBS: Sexo é muito bom, mas temos que tomar cuidado, por isso se cuidem, nunca transem sem camisinha, nunca.

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SEXO ORAL NA VOLTA DO TRABALHO (molhadinha I)

" Sou VICIADA nessa home page...todos os dias quando chego cansadinha do trabalho eu enquanto leio os contos eu sento com uma perninha apoiada no braço da cadeira e fico mexendo no meu grelinho, sentindo ele inchar na minha mão até que eu goze...Sempre esperei um dia que tivesse uma boa história para contar, uma história que fosse realmente verdadeira e recheada de detalhes. Assim, outras pessoas poderiam desfrutar do prazer que eu sinto quando leio algum conto realmente bem escrito. Bom, meu dia chegou e eu voltei para casa feliz da vida e querendo muito dividir essa deliciosa aventura com vocês. O meu trabalho oferece Vans para nos levar em casa, posso assim deixar o carro em casa e aproveitar a companhia dos meus amigos de trabalho ao invés de me preocupar com engarrafamentos. Na última quinta feira eu entrei na van e um rapaz (que eu nunca tinha encontrado) sentou no banco da frente...todos desceram. Ficamos eu, o rapaz e o motorista...Não sei o que aconteceu, eu tinha uma vontade enorme de tocar uma siririca bem gostosa, minha xaninha pulsava e quando eu vi eu estava com a mão entre as minhas pernas, por debaixo da saia (rasguei minha meia calça na altura da calcinha) e com meu blazer por cima... Comecei a sentir meus dedos percorrerem toda a minha xaninha...as pare'des dos lábios, vermelhinas e molhadinhas, meu grelinho que me deixa cheia de tezão quando encosto nele...e minha grutinha apertadinha e gostosa...A van parou do lado de um ônibus e eu tirei a mão da xaninha para que ninguém visse...O rapaz da frente que estava com a mão no encosto de cabeça da poltrona virou para mim e somente olhou ( depois ele diria que sentira cheiro da minha xana)...teria ficado só no olhar se eu não tivesse tido um impulso louco e incontrolável de pegar a mão dele e chupar seu dedo do meio...que tezão, sentir uma pele que não é minha na boca me estimulou. Ele ainda assustado mas já cheio de tezão, pulou para o banco de trás... Minha boca foi direto para os seus lábios carnudos e gostosos e minha lingua se mexia dentro de sua boca com um tezão que nunca senti, mordidinhas no pescoço, no lábio e senti sua lingua no minha orelha me arrepiando toda...Minha mão sentiu todo o volume que me aguardava, comecei (ainda por cima da calça) a fazer movimentos bem lentos de vai e vem...as suas mãos por debaixo da minha blusa, sentiam meus seios, quentes, pontudos e gostosos, senti ele mamando cada um dos meus seios com carinho alternados com tezão...sentia sua lingua fazendo movimentos de sucção no meu biquinho, enquanto sua mão preparava o outro biquinho pra receber sua boca, derepente ele mordia meu bico e puxava com ele entre os dentes... Só de lembrar começo a sentir-me molhadinha e não resisto e coloco o dedinho em movimentos circulares no meu grelinho..sinto uma dormencia gostosa....ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh Voltando, comecei a arrastar meus lábios molhados pelo torax dele e mordi seu biquinho com carinho...enquanto minhas mãos abriam o zipper da sua calça....as mãos dele agiam rápido...logo, logo senti sua mão mexendo na minha xaninha, eram três dedos no grelinho mexendo...depois um dedo dele entrou na minha grutinha enquanto eu punhetava ele já com a cueca abaixada, mexia devagar e derepente acelerava e passava meu polegar na cabecinha ...ele ia a loucura...então ele abaixou no chão da van, minha saia já estava na cintura e arrancou minha meia e minha calcinha, pôs no bolso do casaco e falou "essa eu levo pra casa"...ajoelhado ele começou a passar a lingua quente na virilha, onde fica o elastico da calcinha...eu tava entregue a ele...ele mordiscou minha xaninha e sem abrir ela com as mãos como "eles" fazem, enfiou a lingua até alcançar o grelinho...e ficou ali com as duas mãos nos meus seios, mexendo, apertando, brincando com os biquinhos enquanto eu punhetava ele com os pés...a sua linguinha mexia tão gostoso que ia lá do iniciozinho até a entrada da grutinha...eu mexia meus quadris como se ele estivesse me penetrando...e estava...derepente ele colocou enfiou um dedinho dentro da minha xaninha e começou a lambuzar o dedo da outra mão no meu tezão, ele simplismente enfiou o dedo no meu cuzinho e coordenava os dedos nos meus buraquinhos e a lingua no meu grelo...Senti que ele havia enlouquecido de tezão, quando ele começou a morder meu grelo...chupava como quem toma refrigerante no canudinho...com força. Gozei! Tremia meu corpo todo...minhas pernas tremiam....e eu mordia minha mão para não gritar... Outro beijo delicioso na boca e eu estava perto da minha casa...terminei de punhetar ele com a boca...enfiava seu pau quente, gostoso, e grossinho dentro da minha boca escorregando pela lingua e o céu da boca, na volta trancava o pau dele entre meus dentes bem levinho e chegava até a cabecinha onde brincava com minha lingua...quando senti que ele gozaria, ao invés de aumentar o ritmo eu diminui e ele ficou louco..quando estava se acostumando com a velocidade da minha punhetinha eu acelerei e ele gozou tão forte que até eu me assustei... O motorista chegou na porta da minha casa e deu desci da van ainda com as pernas bambas e uma vontade enorme de sentir um caralho invadir minha bucetinha...cumprimentei os porteiros, entrei no elevador. Eu e meu vizinho gostoso doescrevam-me... [email protected]

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SEXO NO CAFÉ DA MANHÃ

" Deise não conseguia se concentrar no trabalho na cozinha. As lembranças da tarde junto com Pedro não saiam de sua cabeça. Apenas ele aliviava o inferno que era viver naquela casa com a megera D. Ana, onde morava desde que tinha vindo do interior com apenas 18 anos. Ele fazia serviços de jardinagem na casa. Ela antigamente o observava trabalhando, mas ficavam apenas no flerte distante. A troca de olhares foi se tornando mais intensa, até o dia em que se encontraram na casa de ferramentas no fundo do quintal. Ela havia levado uma limonada para ele, e depois de trocarem apenas algumas palavras o clima de sensualidade que os envolvia finalmente se concretizou em um beijo ardente. Ele respeitou a pouca idade e a inexperiência dela, 18 anos, mas explorou completa e gentilmente todo seu corpo. Ele a tocou, lambeu, beijou e chupou em lugares que ela jamais imaginou que pudessem ser tão sensíveis. Seu pensamento voou enquanto ela lembrava de sua primeira vez. Em sua mente surgiam lembranças da língua ágil de Pedro entre suas pernas, e ela podia sentir os lábios de sua buceta pulsarem de desejo. Desde a primeira vez algumas semanas antes, eles se arriscaram várias vezes em encontros furtivos durante a noite. Ele passava a noite em seu quarto, e quando o sono chegava, era o feliz adormecer embalado pela exaustão sexual. O seu medo é que fossem descobertos por D. Ana. Ela era muito grossa e mandona, e frequentemente falava sem demonstrar respeito pelos empregados. Deise, a mais novinha, já tinha sido várias vezes humilhada na frente de visitas e de outros funcionários da casa. Ela não conseguia entender como Pedro não sentia pela coroa a mesma raiva que ela. O barulho do sininho ressoou na cozinha, interrompendo os pensamentos de Deise. A coroa parecia saber quando ela estava feliz, envolvida em suas lembranças e sem querer ser interrompida! Ela olhou o relógio e perdeu a respiração, ela estava mais de 20 minutos atrasada com o café da manhã da patroa! As torradas já estavam quase esfriando! Desesperada, ela colocou tudo na bandeja e subiu correndo. Certamente levaria uma grande bronca pelo atraso... A porta do quarto estava fechada, como sempre. Deise bateu, e de trás da porta veio o latido da mulher: "Entre!" Ela esperava encontrar a patroa ainda deitada em sua grande cama cercada de travesseiros. Ao invés disso, D. Ana estava de pé, no centro do quarto, mãos na cintura e pernas ligeiramente afastadas. Sua altura tornava a figura ainda mais ameaçadora. Ela vestia apenas um robie, que deixava à mostra os seus seios grandes, firmes e brancos. E o mais estranho, tinha preso por um cinto ao quadril um pinto de borracha enorme, muito maior do que aquele que a menina conhecia. A expressão calma da mulher assustava a empregada. Ela masturbava a ferramenta como se fizesse parte de seu corpo. A palma de sua mão deslizava para cima e para baixo lentamente, cada movimento mais firme que o anterior. A garota engoliu em seco. - Desculpe por estar tão atrasada, madame. Me perdoe. D. Ana apenas deu um sorriso de canto de boca, dizendo: "Eu não perdôo maus serviçais. Nunca." Uma longa e lenta punheta no consolo parecia enfatizar sua frase. "Mas eu garanto que eles nunca esqueçam suas falhas". Deise tremeu. A patroa continuou: "Você gosta de homens, não é, meu bem? Um cacete duro e grande?" As lágrimas escorriam dos olhos assustados da jovem. Ela, confusa, confirmou com um pequeno movimento da cabeça. "Mas você é muito jovem, não é? Eu diria uns 18 anos". Ela confirmou novamente. "E você já sentiu um caralho duro enterrado em seu traseiro?" A bandeja, que ela ainda segurava, tremia. "Põe essa bandeja na mesa, sua menina estúpida!! E vem aqui e chupa meu pau." O grosso consolo tinha um leve gosto de borracha, ao qual ela logo se acostumou. Ela se engasgava quando D. Ana a forçava a engolir tudo. Deise podia sentir o aroma quente e acre que emanava do meio das pernas de sua senhora. Ela nunca havia cheirado outra mulher e ficou pensando se sua buceta também cheirava assim. Sua divagação foi abruptamente interrompida quando a coroa agarrou seus cabelos e puxando sua cabeça para trás, falou em tom ameaçador: "Agora vamos ver se seu cuzinho é tão suave quanto sua boca. Tire sua calcinha e fique de joelhos". Chorando, a menina obedecia às ordens. Tão logo seu delicioso traseiro se posicionou na direção da mulher ela enfiou um dedo na bucetinha quente e iniciou vigorosos movimentos de entra-e-sai. Aquilo rapidamente a excitou. "Ah! Sua xoxotinha já está molhada! Você realmente gosta de um cacete, né?!" A observação da patroa era inegavelmente verdadeira... D. Ana deslizava rapidamente o dedo em vai-e-vem na grutinha lubrificada, fodendo ela com a mão enquanto massageava o clítoris intumescido. Deise gemia. - Ah, vagabunda! Eu sabia que você iria gostar, sua piranhazinha! Espere só até meu cacete arrombar seu cuzinho, aí você vai ver. Ela enfiava quatro dedos na fenda da menina, cobrindo-os com o viscoso e perfumado suco de sua jovem vagina. O aroma de sexo dominava o ambiente. Deise sentiu um líquido sendo derramado no meio de sua bunda. Não se atreveu a olhar, mas já imaginou o que a aguardava. Amigas suas já haviam lhe dito que dar a bunda era horrível e doloroso. Certamente a intenção de sua patroa era puní-la fodendo-a pelo cú. Ela estava tão assustada que não conseguia nem chorar. Sentia tanto tesão com os dedos de D. Ana na sua buceta que era difícil imaginar que uma experiência horrível viria a seguir. Os dedos deixaram sua rachinha melada e foram enterrados em seu anelzinho, um após o outro, até três dedos a alargarem a cada estocada. Ela se perguntava se os líquidos de sua buceta haviam tornado tão suave a penetração em seu buraquinho virgem, até que se deu conta de que a coroa deveria ter passado alguma coisa na mão, pois ela sentia alguma parecida com manteiga em seu traseiro. Deise escutava seus próprios gemidos. A sensação da penetração e dos dedos da madame a tocando por dentro embaralhavam seu cérebro. Ela não deveria estar gostando disso, dizia para si mesma. O que Pedro diria se a visse assim curtindo ser penetrada por outra mulher, sua patroa?! Se a intenção de D. Ana era puní-la, esta humilhação deveria ser asquerosa. Mas, inconscientemente, ela balançava seu traseiro em sincronia com o dedo habilidoso da coroa entrando e saindo de dentro dela. Deise sentia como se tivesse um pistão pulsando em seu cuzinho. E como era gostoso! Ela se espantava por estar gostando disto ainda mais do que sentir os dedos de D. Ana em sua buceta. Os movimentos com o dedo pararam abruptamente e Deise sentiu um vazio em sua bunda, e quis protestar. De repente sentiu sua bunda sendo alargada. O consolo de borracha invadia violentamente seu buraquinho vazio e faminto, fazendo-a gritar de dor. - Toma, sua puta! Toma meu caralho! Deise queria desmaiar de dor, mas o medo a manteve firme. A tora tinha penetrado apenas metade. Nem a abundante quantidade de lubrificante podia aliviar o tamanho daquele cacete monstruoso que a arrombava. D. Ana agarrou seus quadris com força e enfiou o gigante ainda mais fundo. Ela estava sendo rasgada ao meio? Gritou mais uma vez, quase cega de dor. Quando ela não conseguia mais suportar a intensidade da dor provocada por aquele pauzão de borracha, seu corpo entrou em um estado de dormência. Ela era uma completa mistura de um turbilhão de sensações que pareciam sem origem ou destino. E então, no exato momento em que ela ia sucumbir à dor, seu anelzinho relaxou e aceitou a enorme grossura e o comprimento anormal do seu invasor. O resto de seu corpo atingiu um estado de sublime prazer quando a ferramenta seguia caminho adentro pelo seu ânus. D. Ana bombava enfiando o cacete mais fundo a cada estocada. O corpo de Deise começou a tremer como se atingido por milhares de descargas orgásmicas. Com um apetite que surgiu em algum lugar bem no seu âmago, seu cuzinho arrrombado engoliu vorazmente a pica dura. Ela nunca se sentira tão faminta por qualquer outra coisa em toda sua vida. - O Pedro já fez isso com você, benzinho? - D. Ana perguntou enquanto metia. - Não! Não! - Deise respondeu perdendo o ar, incapaz de parar de jogar seu rabo de encontro ao consolo. - Bem, então ele vai fazer agora. Vem cá Pedro, vem foder o cuzinho da sua queridinha. Deise entrou em parafuso. Pedro estava lá? D. Ana tirou o pau de sua bunda enquanto ela olhava agitada para todos os cantos do quarto. - Fode o cuzinho dela como você tem feito comigo todos estes anos! Ele se posicionou atrás da garota, que ainda estava de quatro na beirada da cama, e começou a massagear sua bundinha morna. "Você vai gostar, você vai ver." Possuída pelo ciúmes de saber que Pedro trepava com a patroa, ela protestou: "Ela já fez comigo! Por que você está aqui?!" D. Ana ria histericamente. "O que foi meu docinho? Ficou chateada em saber que eu estava melhor assessorada do que você?!" A coroa puxou a menina pelo cabelo e falou: "Você parece não acreditar, garotinha. Então você vai olhar enquanto ele fode meu cú. Daí você vai entender porque uma menininha como você nunca iria satisfazer um homem desse. Senta lá perto do armário e presta atenção!" Deise sentia sua bucetinha incrivelmente úmida e estava surpresa com seu desapontamento por não poder participar. O pau duro de Pedro a deixava com muito tesão, ela não queria olhar, ela queria dar pra ele. No entanto, ela sentou no chão conforme ordenada. D. Ana tirou o robie e ficou de quatro, apontando traseiro bem para o alto. Olhando fixamente para Deise, ela lambeu seu indicador e enfiou de uma só estocada em seu cuzinho. Ela deslizava o dedo em vai-e-vem como havia feito com a menina minutos antes. Pedro se aproximou por trás com o pau duro como pedra. A garota então observou Pedro, o seu Pedro, metendo com facilidade sua pica deliciosa no rabo de sua patroa. Eles bombavam um ao outro como dois animais, gritando de tesão, preenchendo o quarto com o odor pungente de sexo. O caralho do rapaz parecia para Deise maior do que ela lembrava. Ele não prestava a menor atenção nela enquanto fodia sem dó o traseiro a sua frente, agarrando com uma das mãos o quadril enquanto com a outra apertava as tetas que balançavam. D. Ana também estava completamente compenetrada. Ela jogava sua bunda para trás, levando todo seu peso contra o dele a cada metida que dava. Os sons que emergiam de sua garganta não pareciam emanar de uma fonte humana. Enquanto seu cú faminto devorava o mastro do jardineiro, sua mão massageava furiosamente seu grelo. O corpo da mulher parecia percorrido por ondas de gozo, intensificado pela siririca que ela própria batia. Ela então pegou o consolo sobre a cama e socou em sua buceta molhada. Seus olhos viravam quando ela alternava as metidas na buceta com o do cacete em seu rabo. O coração de Deise disparou ao imaginar como deveria ser delicioso ser fodida pelos dois buracos. Tendo experimentado o êxtase do sexo anal, pensar no prazer reforçado por um grande pau em sua buceta era inacreditavelmente excitante. Olhando a patroa fudendo com seu namorado e massageando seu próprio grelo, a menina começou a se tocar também. Ela sentou com as pernas bem abertas e puxou a saia para cima. Sua vulva pingando de tesão, enquanto seus dedos faziam movimentos circulares no clítoris melado. Quando D. Ana gemia em seu terceiro orgasmo, Deise silenciosamente tremia gozando também. Pedro viu ela gozar e passou a língua sobre os lábios, dando a entender que gostaria de estar chupando a sua rachinha. Em resposta, ela começou a beliscar seus mamilos e puxá-los. A preocupação de D. Ana com seu próprio prazer permitia que essa troca passase desapercebida. Finalmente, o orgasomo de Pedro veio também. Seu corpo ficou teso e ele atirou sua carga de porra no buraco fervente da patroa. Eles dois gritaram em uníssono, e então desmontaram na cama. Deise se recompôs lentamente e levantou-se para vestir sua calcinha. D. Ana virou a cabeça em sua direção e perguntou: "A que horas o café deve ser servido, Deise?" "Oito horas, madame" "Exato. Você viu o que acontece quando se atrasa." A empregada deixou o quarto, tentando decidir se havia recebido realmente uma punição.

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SWING COM A NAMORADINHA TÍMIDA

" Eu estava namorando a pouquíssimo tempo com uma mistura de garota com menina, 20 anos, seu nome era Vanessa e tinha um dos mais belos par de coxas que eu já havia visto em minha vida, um motivou que ajudou muito a iniciar um compromisso firme. O sexo já era uma constante, porém não saia do clássico papai-mamãe, o que me deixava meio frustrado sexualmente por não conseguir algo mais ousado daquele avião que havia pousado em meu campo de pouso até que modesto. Em todos os nossos encontros amorosos, a maioria em motéis, eu aumentava o grau de sacanagem, de vez em quando enfiando um pouquinho um dedo no cuzinho dela, outras vezes variando as posições, mas nada que deixasse completamente saciado meu voraz apetite sexual e que ela aceitasse de imediato. Contudo, num feliz dia, saimos eu, ela e um casal de amigos que já nos acompanhava em vários encontros. Marcos e Flávia eram muito extrovertidos e sempre nos relatavam suas novas aventuras na cama, o que me deixava uma mistura de inveja e Tesão.Depois de umas doses de licor de amarula a mais num bar que sempre frequentávamos, as meninas resolveram que não queriam mais ficar no bar e que só nos restava ir a um motel. Marcos advertiu que estávamos em apenas um carro, mas todos na empolgação nem ligaram e decidimos em unanimidade ir juntos já que não tinhamos nenhum segredo quanto a isso. Chegando ao local ficamos em dois quartos vizinhos começando cada um com seu respectivo parceiro em seus devidos quartos. Vanessa, já não tão desinibida, para minha surpresa já foi abaixando minha calça e mordendo meu membro por cima da cueca. Eu esperando o que ia acontecer na primeira vez em que eu a via bebendo aguardava. Ela foi tirando a blusa e eu, parado, esperando sua iniciatia. Na sequência foi tirando o que restava de sua roupa ao mesmo tempo em que ia mamando em mim, coisa que ela nunca tinha sequer cogitado fazer. Do outro quarto já podíamos ouvir os gemidos de Flávia o que me deixava cada segundo mais excitado. Não resistindo mais, falei para Vanessa chamar os dois para vir ao nosso quarto, ela disse que mesmo tendo bebido não teria toda essa coragem e que eu estava estrapolando. Resolvi ligar mesmo assim com certa resistência de Vanessa e fiz o convite aos dois que mesmo surpresos gostaram da idéia. Ela ficou nervosa e colocando de volta a roupa disse que não ia fazer nada mais, que estava com medo e com muita vergonha. Enquanto eu ia tentando acalma-la, batem na porta os dois. Eu imediatamente abri. Marcos me chamou para conversarrnos, Flávia foi entrando enquanto ele perguntava se iríamos trocar os casais sem problemas. A idéia exercitava minha imaginação e eu dei resposta afirmativa dizendo que não haviam regras para o que podia acontecer. Quando entramos no quarto estavam as duas safadinhas peladinhas se roçando e jogando licor de amarula sobrre os seios e se lambendo inteirinhas. Nunca senti meu membro tão duro. Marcos foi pegando Vanessa nos braço levando-a para a hidromassagem e deixando eu e Flávia de frente um para o outro. Não perdendo um minuto subi na cama de joelhos e fui saboreando o licour que vazava do biquinho do seio dela, cada sugada gerava novos gemidos que iam aumentando. Em seguida peguei a garrafa do licour e fui derramando pela minha barriga ordenando que ela bebesse tudo o que vazava pelo meu pênis, o que a deixou mais empolgada. Resolvemos dar um tempo e ir ao banheiro ver como estava a hidromassagem, me deparei com uma cena inesperada, Vanessa estava completamente sentada sobre o membro de Marcos que já gozava pela terceira vez consecutiva. Eles nos convidaram para entrar na banheira que por sinal era grande e cabia folgadamente os quatro. Entrei primeiro e Flávia se posicionou para sentar com as pernas bem abertas sobre meu minha vela acesa. Começamos um movimento frenético que só parou quando inundei sua gruta com uma imensa quantidade de porra. Em seguida ordenei que ficasse de quatro e num único movimento entrei sem pedir licença naquele cuzinho piscando para mim e disse ao namorado dela que is retribuir na namorada dele tudo o que havia judiado da minha, e nas primeiras 3 estocadas ela chorou de dor mas dizendo para não parar e pedia para o namorado penetra-la pela frente. Vanessa, já completamente desinibida, olhava tudo excitada e se masturbava como quem pedia para ser a próxima. Flávia, Marcos e eu gozamos várias vezes seguidas juntos até que ela disse não aguentar mais e pediu para ficar no lugar de Vanessa e ver a sacanagem que íamos fazer com ela. Eu ainda em ponto de bala peguei-a e disse em seu ouvido que sabia que ela se fazia de santa mas que na verdade era uma puta barata e que nós íamos sangrar seu cuzinho que já se recuperava das envestidas de Marcos. Posicionei-a e como com Flávia, e de uma só vez entrei nela arrebentando todas as preguinhas que sobrarm naquele buraquinho quente e apertado. Marcos por sua vez do mesmo modo investiu na outra cavidade enquanto ordenava a Flávia que posicionasse o cuzinho para ser lambido por minha namorada. Marcos mordia os seios de Vanessa a ponto de arranca-lhe gemidos de dor e só paramos quando nossos corpos não se aguentavam mais naquela posição e a potranquinha pedia arrego. Deitamos os quatro na cama de casal ainda aproveitando as trocas para umas sacanagens finais e terminamos a noite com a promessa de que haveriam várias iguais no futuro.

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SWING À PAULISTA

" Foi através do forum de contos eróticos que consegui convercer minha mulher a ser uma swinger. Nós liamos as narrativas deste site e depois eu comentava o meu interesse em praticar com ela todas as experiencias ali reveladas. Mas minha mulher tinha receios e achava tudo isso muito perigoso, além de lhe faltar coragem: provavelmente em virtude de seus rígidos principios morais e religiosos. Principalmente so morais, pois em nossa cidade a boca maldita não perdoa as pessoas mais liberadas. Após mais ou menos um ano de insistência, ela me disse que sentia desejos de ser penetrada por outro homem. Neste dia nós estávamos na cama e eu, naquele exato momento, a estava penetrando com um vibrador. Falei então que ia ser muito sensual vê-la transando com outro homem, se possivel um bem-dotado. Enfim ela topou levar a idéia adiante. Evidentemente que fez algumas restrições, e a principal era de que a transa só aconteceria em local bem afastado de nossa cidade. Foi então que passei a ler mais detidamente os anuncios do correio erótico, na esperança de selecionar algum que preenchesse a nossa espectativa. Achei um anuncio de um casal. Pensei que minha esposa não aceitaria, devido a proximidade à nossa cidade. Mas mesmo assim fiz um rascunho de uma carta ao casal e mostrei-o a minha mulher. Fiquei surpreso e contente quando me disse: "Pode mandar que topo". Após duas cartas e alguns telefonemas, decorridos uns treze dias desde o primeiro contato, fomos ao encontro do casal, na cidade deles. Vimo-nos em um bar, estrategicamente afastado do centro da cidade vizinha. Depois das apresentações, sentamo-nos para alguns drinques. Batemos um papo onde tudo foi falado sem meias palavras. Cada um de nós deixou claro aos outros suas opinões e gostos. Principalmente no tema sexo nos entendemos muito bem. Concordamos que iriamos terminar o papo no motel. Eles faziam um par bonito. Ela era do tipo mignon, corpo proporcional, sexy, ele era do tipo atlético e parecia um homem bastante viril. E nós também não ficavamos para trás em se tratando de boa aparencia. Rumamos no carro deles para o motel, que não ficava longe do lugar onde estavamos. Quando chegamos lá, com os freios de nossa moralidade soltos pelos drinques, deixamos que as mulheres tomassem a iniciativa dos jogos. Na enorme suite que alugamos, assistimos, excitantemente, às duas se despirem um à outra. Era um espetáculo para mim inédito que elas iam se desnudando, mostrando para nós seus corpos sedutores. Com toda a tranquilidade, elas iniciaram carícias mútuas. De repente estavam entre beijos e abraços, completamente nuas. Foi então que nós, os homens, começamos a nos livrar das roupas. Roberto também já estava excitado, e exibia um membro de uns 22cm. O meu, mais modesto, 18 cm, já apontava sua glande para o teto. Roberto, então meteu-se entre as duas mulheres e foi logo agarrando a minha. Quando o vi beijando-a ardentemente, com sue membro entre as coxas, estaquei. Senti um misto de culpa e de prazer. Mas eles não estavam nem ai. Roberto foi logo enfiando seu membro em minha mulher, que gemia feito louca. Eu ainda estava estupefato com que via, não conseguia nem sair do lugar. A mulher de Roberto começou a chupar os seios de minha esposa, beijando-a em seguida. Senti que Rossana, minha mulher, gozava, se alucinava de uma maneira nunca vista. O seu prazer era tanto que perdera todo o seu controle: gritava, pedia que ele continuasse metendo nela. Os três estavam envolvidos em uma transa louca. Roberto, então em dado momento rolou com ela na cama, fazendo com que minha mulher ficasse por cima, cavalgando-o. Via o prazer que minha mulher sentia, ela subia e descia seu corpo sobre o dele numa velocidade louca. Seus olhos lacrimejavam e ela gemia naturalmente. Levantando-se Suzy, mulher do Roberto, veio em minha direção e me puxou para a cama. Minha mulher olhou-me de lado, vi seu rosto transtornado de prazer, os dentes trincados. Sem que eu fizesse qualquer coisa, Suzy, começou a me chupar, fazendo com que o meu membro- semifácido- enrijecesse logo, logo. Assim que o sentiu no ponto,puxou-me para si fez com que a penetrasse. Fui metendo aos poucos, meu membro ia se aprofundando, desaparecendo. O meu prazer veio num crescendo. As expressões de gozo no rosto de minha parceira me incentivaram a agilizar meus movimentos de vaivém. Ela, uma gueixa, gozou logo. Mais estocadas e um novo orgasmo. A mulher me fazia enlouquecer de tesão. Faziamos uma barulhada dos diabos no motel, tamanho era nosso prazer. Comecei a gozar, não conseguindo descrever com precisão o meu êxtase, tamanha a sua intensidade. Fiquei assustado com o que acontecia entre Roberto e minha mulher: ela estava de quatro, na cama prestes a ser penetrada em sua bundinha, coisa que jamais permitiu que eu fizesse. Embora com um pouco de raiva, não fiz nada, também nem poderia, pois Suzy já voltava a me chupar. Enquanto a mulher me abocanhava, eu via minha mulher ser penetrada pelo Roberto. Ele sem dó nem piedade, enfiava aquele mastro descumunal no buraquinho virgem da minha mulher. Ela gritava de verdade, mordia as mãos, gemia e o cara não estava nem aí, ia metendo. Assustei-me quando percebi que ele estava todo dentro dela. Resolvi copiar Roberto, fiz com que sua esposa ficasse a beira da cama. Suas nádegas se abriram generosamente para mim. Meti.Enfiei a glande de uma só vez. A mulher se afastou um pouco, sufocou o grito. Segurei-a pela cintura e enfiei com força. Enquanto isso minha mulher e Roberto gozavam freneticamente. Acelerei meus movimento e comecei a sentir a proximidade do gozo. Suzy delirava. Foi então que também gozamos. Como já era tarde e tínhamos de retornar à nossa cidade, nos despedimos. O casal ficou de nos ligar para um segundo encontro. ". Nélson -SP.

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SURUBA NA ILHA DO MEL

" Desta história que passo a narrar fui apenas coadjuvante e espectador. Há uns oito anos atrás fiz uma viagem com um amigo de faculdade para a paradisíaca Ilha do Mel, no Paraná. Passamos o feriado em um camping cheio de gatinhas e uma rapaziada jovem. Logo todo mundo se entrosou e fizemos muitas amizades maneiras. Porém nem eu nem meu colega conseguimos nos arrumar, pois o número de homens neste lugar é sempre maior que o de meninas. No domingo praticamente todo mundo foi embora, mas nós resolvemos ficar e curtir um pouco mais a Ilha. O camping ficou quase vazio, com apenas 4 barracas, contando com a nossa. Duas eram ocupadas por um grupo de 7 universitários italianos que estavam viajando pela América do Sul. A outra era de duas garotas que estudavam educação física em Londrina. A mais bonitinha delas tinha passado todo o feriado com um dos italianos. A outra, que se chamava Sandra, era meio feiosa, grandona. Talvez quando tinha seus 18 anos pode ter sido uma bela de uma "raimunda", pois tinha um bundão, mas naquele tempo já estava meio "passada". Os seios eram fartos, o que deu para conferir de perto pois no dia em que a Ilha estava vazia ela fez topless, provavelmente pra chamar a atenção de um dos outros gringos. Ela não era do tipo de perder tempo, tinha dado pra dois caras no feriado. O segundo deles inclusive nos contou depois tudo em detalhes, dizendo que ela praticamente implorou para ele enrabá-la de quatro. No fim da tarde ficamos todo o grupo em roda ouvindo meu amigo tocar violão e depois ficamos batendo papo, bebendo e escutando música gravada. Falávamos um pouco em "portunhol", mas a maior parte do tempo nos entendíamos melhor em inglês. A Sandra não entendia nada de inglês, então quando falavam com ela eu e meu amigo que traduzíamos. Logo a outra garota e o namorado italiano se mandaram pra barraca. Estávamos ouvindo uma fita minha tinha gravado uns sambas. Inventamos pra Sandra que eles estavam pedindo pra ela dançar. Ela ficou fazendo um doce, mas depois aceitou e pra minha surpresa arrebentou, fazendo jus à fama de sensualidade da mulher brasileira. Rebolando, com a ponta do indicador na boca, ela se abaixava até ficar agachada, e subia novamente entre assobios e uivos de todos. Percebi que ela adorava se sentir gostosa e desejada. Depois disso um italiano fez um elogio qualquer e o meu amigo já disparou que ele tinha achado ela um tesão. Eles falavam as coisas mais inocentes e gente pervertia tudo, dizendo que o cara falou que tinha ficado de pau duro, que o outro tava louco pra transar com ela, que a bunda dela era linda. Ela só ria, e os caras não entendiam nada. Aí fizemos o contrário, falamos pra eles que ela havia prometido dançar de novo peladinha se todos eles ficassem só de cuecas, que ela queria ver se eles ficavam excitados. Um dos caras ficou meio de lado na porta da sua barraca e não entrou na brincadeira. Os outros fizeram a maior algazarra, e acabamos convencendo-a que eles queriam vê-la dançar sem roupa. Ela por fim tirou o short e ficou dançando de biquíni, enterrado no traseiro. Incentivada por todos tirou a parte de cima e ficou lá com os peitões balançando ao ritmo da música. Ela estava superexcitada, assim como os caras. Dava pra notar que ela estava se sentindo o máximo, desejada. Ainda mais porque dos 5 que estavam na sacanagem, 3 eram realmente bonitos. Um deles tinha um pau que pelo calção já chamava atenção pelo volume. Era pra ele que ela concentrava o espetáculo. Virou de costas e rebolando se aproximou até sentir o ferro lhe encostando na bunda. Foi agarrada pela cintura e quando o cara alcançou os seios ela só fechou os olhinhos e suspirou. Eu e meu amigo só dávamos risada, a gringada estava alucinada! Depois de desvencilhar deste ela voltou para o meio da roda e sensualmente tirou a parte de baixo, ficando completamente nua! Se aproximou de um grandão de olhos azuis e foi fazendo aquele passo de mulata se agachando na frente do cara, que não agüentou e arrancou o pinto pra fora se masturbando a centímetros da cara dela. Ela não resistiu e caiu de boca, chupando como um picolé. O joelho do cara até dobrou. Depois de alguns segundos ela passou pro próximo, desceu o calção dele e pagou outro boquete. Pela cara dele ela era bem entendida na arte. Todo mundo aplaudia e fazia a maior zona, dando gritos de incentivo. Todos os cinco a cercaram e ela ajoelhou no meio da roda, alternando chupadas em todos aqueles caralhos. Pegava um em cada mão e punha na boca, tentando engolir os dois ao mesmo tempo. Às vezes chupava um e batia uma punheta pra outros dois. Os outros ficavam bolinando-a, apertando seus peitos, enfiando a mão na sua buceta, beijando seu pescoço, passando o pau na cara dela, faziam de tudo. Eu, meu amigo e o outro italiano que tinha saído de lado, um magrinho com cara de criança, ficamos só olhando. Quando a menina sentiu que aquele cara do pau maior estava ficando bastante excitado, ela começou a sugá-lo no maior frenesi. Segurava a cacete com a mão, massageando-o enquanto chupava o saco. Em seguida subia com a língua por toda a extensão até a ponta, onde dava umas lambidas, engolia só a cabecinha e ficava sugando, ela sabia tudo!! Um cara se deitou por baixo dela e começou a chupar sua buceta, fazendo com que ela acelerasse os movimentos de entra-e-sai do pau em sua boca. O cara não agüentou aquilo e esporrou na boca dela, que tentava acomodar aquela tora em espasmos. Foi seguido por um ao lado que se masturbava e na hora de gozar aproximou o caralho do rosto dela, lançando um jato espesso bem na bochecha e outro no queixo. Ela não deixou barato, chupou o cara sorvendo as últimas gotas de porra. Outros dois assumiram a posição e deram as picas pra ela chupar. O último se ajeitou atrás dela e começou a enfiar o pau melado direto no rabo, tudo isso sem camisinha. Ela dava gritinhos enquanto a pica italiana ia abrindo caminho em seu rabinho. Seus gemidos só eram abafados quando um dos paus a sua frente era enterrado em sua garganta. Ela era segurada pela cabeça, e forçada a não parar de chupar, mesmo com o outro fodendo com vontade seu cuzinho. Ela jogava a bunda para trás a cada estocada, fazendo aquela ferramenta branca entrar até as bolas encostarem em sua buceta. Um dos caras ejaculou rapidamente em sua boca, e com apenas um em cada extremidade ela pode prosseguir com mais facilidade até atingir junto com os dois seu orgasmo, anunciado entre berros: "Ahhhh! Enfia bem fundo! Ai que tesão!!! Me come seu sacana, me faz gozar, não pára!!" O cara gozou lá dentro, e o sêmen escorria pela sua coxa. Mal ela terminou, o cara do cacetão a puxou para uns colchonetes que ele havia espalhado no chão. Ele se deitou e ela veio por cima, encaixando a pica na entrada da sua buceta melada e deixando ela entrar devagarinho. O cara era bem dotado, mas ela não ficava devendo. Sua xoxota era enorme, com os lábios e os grelos bem salientes. Ela se depilava deixando apenas um fiozinho de pentelhos no centro. Ela aceitou facilmente a tora do rapaz e começou a cavalgá-lo bem devagar, trazendo o corpo pra cima até a ponta do pinto aparecer. Quando ele enfiava tudo novamente percebia-se no rosto dela uma expressão de prazer intenso. Ela rapidamente gozou de novo. Aquele que tinha gozado batendo punheta já estava novamente em ponto de bala e se posicionou para comê-la por trás. Quando ela percebeu a intenção começou a murmurar gemendo: "Eu não vou agüentar, ai, dois não" O cara como não entendia mesmo português foi acomodando a cabeça e forçando a entrada. Aceitando ela ficou balbuciando "Ai que delícia, me fode seu italiano tarado, ai ai, que pica gostosa, adoro esse seu pau duro, come sua putinha brasileira". Ela se remexia como uma verdadeira piranha, adorando receber dois paus ao mesmo tempo, ensanduichada no meio dos dois gringos que metiam com vigor em movimentos sincronizados. A cena era realmente um espetáculo. Reparei que meu amigo se masturbava, assim como um dos italianos. Um outro só assistia, boquiaberto. Procurei pelo quinto e só então percebi que ele estava enrabando o magrinho que tinha deixado a roda no início da sacanagem. Ele era gay, então por isso não quis participar da suruba... Na posição de frango assado o amigo metia nele até o fundo, e pela empolgação dos dois percebi que estavam prestes a gozar. Atraído por um gemido mais alto voltei meus olhos para os corpos no meio da roda. Sandra estava gozando pela enésima vez, com o rapaz embaixo dela sugando, lambendo e mordiscando seus seios. O outro por trás estava prestes a gozar e enfiava tudo de uma vez em movimentos acelerados. Gritava em italiano chamando a menina de puta. Acabaram gozando os dois ao mesmo tempo, inundando todos os buraquinhos dela de porra. O cara ainda tirou da bunda e deu pra ela chupar. Pensei que ela iria ter nojo, mas com ela não tinha tempo quente, deixou o pau limpinho lambendo o resto de porra que escorria. Ela estava satisfeita e acabada, mas os caras queriam mais e foderam ela por mais de uma hora. Neste tempo gozaram várias vezes em sua bunda, sua buceta, sua cara e sua boca. Ela adorava engolir porra, acabou me confessando no outro dia, quando ela não podia nem andar direito, estava toda arrombada. Estes italianos com certeza guardaram uma boa lembrança daqui e levaram uma ótima história pra contar pros amigos quando retornassem à Europa.

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SURPRESA

" O que vou contar agora foi algo que há dois anos atras transformou minha vida. Preciso fazer uma introdução para que todos entendam o porque do título deste conto real. Casado na época do ocorrido há 9 anos, pai de 3 filhos e com uma mulher exemplar no que diz respeito a companheirismo, amizade e fidelidade. Apesar de não ser muito ligada a sexo ela com o passar dos anos passou a fazer tudo que se possa imaginar em relação a sexo, isto é claro devido as minhas constantes exigências, já que eu nunca havia saído com outra mulher depois de casado e então quem teria que atender as minhas fantasias, claro seria ela e assim foi. Baseado nisto dentre outras coisas fazia-mos sexo sempre usando consolos desde muito pequeno até enormes, sempre precisava-mos lavar a todos e esconder pois como já disse tinha-mos 3 filhos. Em um certo dia cheguei em casa cedo e a cama estava toda desarrumada senti que minha esposa ficou surpresa com a minha chegada mas nada além disso, porém quando entrei no quarto para trocar de roupa achei um dos consolos caído em baixo da cama, para não despertar suspeita não mexi e alguns minutos depois voltei ao quarto e não estava mais lá. Aquilo me deixou encucado já que nem na minha presença ela gostava de brincar com o consolo sozinha, as vezes eu pedia e ela não fazia, aí pensei nada de mais, pois eu também me masturbo, e o tempo passou, dois meses depois cheguei em casa novamente cedo e ela ainda não tinha chegado do trabalho devido a um acidente na Av. Brasil, estava eu na cozinha tomando um café quando ouvi chamarem por ela bem baixo e a voz vinha do muro ao lado, ou seja da casa da vizinha, vizinha esta que tinha um filho de 18 anos chamado Beto, e era ele que a chamava, achei estranho e fui falar com ele, derrepente seria a bola de futebol que caíra no meu quintal. Quando cheguei de um ponto que ele não me via ainda mas eu já o via, reparei que estava só de cueca. Parei e aí maldei tudo, fiquei quieto e deixei ele chamar novamente, quando ele fez isto respondi baixinho forçando uma voz feminina que sei imitar bem, para ele ir embora que meu marido voltaria cedo hoje. E ele respondeu o seguinte: Estou só de cuecas e de pau duro, e meu amigo Vander só esta esperando o meu sinal para pular o muro também. Fiquei tonto e novamente fazendo voz feminina mendei eles voltarem no dia seguinte, ele se foi. No dia seguinte é claro deixei meu carro lavando no posto e cheguei bem cedo minha esposa chegou logo depois mas não me viu pois eu estava escondido no banheiro de empregada que ela já mais usa. Mais ou menos 1 hora depois Beto pulou o muro já com o seu amigo Vander que era um outro rapaz mais novo ainda porem do mesmo porte do Beto e ainda um pouco gordo. Eles entraram sem chamar a porta dos fundos já estava aberta aí fui para um lugar que já tinha preparado para assistir o que iria acontecer de camarote era pela janela lateral do quarto pelo vitror de cima que eu já havia aberto antes deles chegarem, foi só levar uma escada de armar e ficou fácil. Quando eles entraram no quarto ela estava deitada de bunda para cima com uma mini calcinha. Minha esposa não é nenhum avião, mas uma mulher com cara de séria, mulher madura e com uma bunda maravilhosa. O beto se encaminhou direto para onde eu escondia os consolos enquanto o Vander foi passando a mão pela bunda de minha mulher e ela sem falar nada só gemia percebi ainda que Beto trazia com ele uma máquina fotografica depois de pegar os consolos disse para minha mulher que já estava de quatro sendo chupada, que ele iria tirar fotos dela dando o cú, para os consolos e para o Vander, já que ele era o seu amigo de número 5 que comia a bunda mais gostosa do bairro, inicialmente ela disse que não, então ele disse que então iria embora com seu amigo e não a comeria mais, neste instante ela virou-se de frente e disse: Isso não, isso eu não aguento, pode tirar foto a vontade, nisso começou a chupar o pau do Vander que era bastante grande pela idade que fiquei sabendo no transcorrer da foda que tinha 16 aninhos, enquanto isso Beto tirava foto de todas as formas, chegava a quase encostar a máquina na buceta dela e nu cú, e depois mandou ela sentar em cima do pau do Vander enquanto ele enfiava o consolo maior e mais grosso no cú dela e tirava fotos a festa durou 1 hora no meio da brincadeira eles gozaram no copo para ela beber, depois enfiaram os dois paus ao mesmo tempo em sua buceta e tudo regado a foto, e importante dizer que eles só a tratavam de puta, vagabunda, vadia etc. e ela adorava por fim enfiaram uma garrafa de coca média e ela pedia mais, desci da escada e fui para os fundos da casa e liguei para ela do celular, ela atendeu pois tenho um telefone na mesa de cabeceira e perguntei se estava tudo bem e ela respondeu que estava maravilhoso, pedi para ela esperar um pouco pois eu estava no trânsito e tinha um guarda no sinal, e nisso voltei para o camarote e pude ver que enquanto ela falava comigo eles continuavam com a garrafa enterrada nela e passando seus paus pelo seu rosto e telefone que ela chupava a tudo, ouvi quando perguntaram quem era e ela disse que era o corno, aí eles pediram para ela não desligar porque queriam come-la enquanto ela falava com o corno, desci novamente da escada e voltei a falar e sentia sua respiração ofegante ela me perguntou que horas eu chegaria e eu disse que em meia hora estaria em casa, desliguei e fui pegar meu carro quando voltei estava tudo arrumado ela inclusive já tinha ido buscar nossos filhos que estava na casa de sua mãe que mora perto. Me recebeu como sempre com muito amor e carinho, só que a partir deste dia a trato como uma puta, até porque contei a ela dias depois que tinha visto tudo e inclusive peguei depois as fotos com o Beto e sempre que ela não quer atender a algum pedido meu faço chantagem com as fotos e ela sempre é claro cede aos meus pedidos. Hoje em dia Beto faz parte da nossa vida sexual além de alguns dos seus amiguinhos. Já colocamos Ana Lúcia minha mulher para transar com cachorros, cavalo e até um boi na fazenda do pai do Beto, e agora acho que ela não consegue mais ficar sem essas loucuras, pois sempre que ficamos mais de uma semana sem isso ela implora por uma loucura.

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NÃO BASTA SER PAI, TEM QUE PARTICIPAR

" Meu pai é um homem forte, alto, de ombros bem largos e um rosto muito bonito. Minha mãe é linda, com um corpo muito bem definido e seios grandes. Eles formam um belo casal. Eu sinto uma atração muito grande pelos dois e isso me confunde um pouco. Gosto de ficar olhando quando eles namoram. Numa noite, quando voltaram do cinema, eu fiquei espiando os dois, na sala. Era tarde, hora de minha irmã e eu estarmos dormindo. Minha mãe chupava o pau do meu pai com uma volúpia, que eu fiquei com água na boca. Depois disso, ela sentou em cima de sua vara e começou a cavalgar. Eu tinha a visão de sua bunda, e conseguia ver o pau do meu pai entrando na buceta da minha mãe. Fiquei ali me deliciando até meu pai gozar. Ele tirou o pau de dentro e gozou em sua cara. Foi a primeira vez que consegui presenciar uma cena tão forte entre meus pais.. Aquilo ficou na minha cabeça e eu sempre me masturbava pensando nos dois. Certo dia, precisei de uma ajuda para um trabalho no computador e bati na porta do quarto deles. Quando meu pai abriu a porta, percebi que seu pau estava duro.. Ele ficou meio encabulado, mas me acompanhou até o meu quarto. Eu estava só de cueca e isso fez transparecer a minha excitação. Perguntei o que ele estava fazendo e ele quis saber se a minha curiosidade era por causa do volume em sua sunga. Eu disse que sim e ele me disse que aquilo era porque a minha mãe estava pegando no seu pau. Eu fiquei sem graça e ele disse que um dia isso seria uma coisa normal para mim. Aí, perguntou se eu não queria ver o que ele tinha por baixo da sunga, já que eu estava curioso. Meio sem jeito, olhei para ele e disse que queria. Então, ele abaixou sua sunga, liberando o seu pau enorme. Perguntou o que eu achava. Eu disse que era muito bonito e que era grande. Perguntou se eu não queria segurar e disse que não contaria nada para mamãe. Eu fui com a mão direita e segurei. O seu membro aumentou mais ainda. Ele disse que minha mão era suave e perguntou se eu estava gostando. Eu disse que estava quente e ele disse que se eu pusesse na boca iria gostar muito. Aí, sentou na cama e pediu que eu me ajoelhasse de frente para ele. Eu estava completamente excitado e não consegui resistir ao seu pedido. Fui me aproximando e, quando encostei os lábios, olhei bem para o meu pai e fui enfiando aquela vara, bem devagar, em minha boca. Ele não tirava os olhos de mim. Quando coloquei até não conseguir mais, ele segurou a minha cabeça e começou a movimentar lentamente. Fiquei bastante tempo com seu pau em minha boca até que ele gozou. Conforme saía o líquido, eu tentava engolir. Fiquei assim até a última gota. Quando terminei, pediu que eu me levantasse e disse que o meu pau também era muito bonito. Levantou-se, aproximando o seu rosto do meu. Ainda escorria um pouco de esperma pelos meus lábios. Ficamos nos encarando até que ele me beijou. Agarrei-me em seu pescoço, com minhas pernas envolvendo sua cintura, e minha boca colada na sua, permitindo que nossas línguas se encontrassem. Ficamos assim bastante tempo. Depois, pediu para fazer comigo o que eu tinha feito com ele. Deitou-me na cama, abriu bem minhas pernas e começou a chupar minhas bolas. Depois desceu para o meu cusinho, enfiando sua língua bem fundo. Aquilo me deixou louco e eu comecei a gemer. Quanto mais ele enfiava a sua língua, mais eu abria as pernas. Depois, penetrou o dedo no meu cú, e começou a me chupar, com a mesma habilidade que minha mãe fazia com ele. Não demorou muito para eu gozar em sua boca. Aí, foi até o banheiro do quarto e trouxe um pouco de creme. Perguntei o que ele queria fazer. Ele disse que queria me comer e que aquele creme ajudaria na penetração. Passou no meu cusinho e em toda extensão de seu membro, que ficou brilhando. Encostou na cama e pediu que eu sentasse em cima do seu pau, devagar. Eu estava louco e fui logo atendendo. Quando entrou a cabeça eu tive medo que machucasse, mas logo foi melhorando e ficamos transando assim um bom tempo. Eu deixava todo seu pau entrar, depois subia devagar para não doer. Quando sua cabeça estava quase saindo, eu descia mais devagar ainda, deixando meu pai tonto de prazer. A sensação de ser penetrado pelo próprio pai é maravilhosa, ainda mais quando ele é tão gostoso. A primeira vez, eu gozei sozinho em sua barriga. Na segunda vez, sem tirar o pau do meu pai de dentro, nós gozamos juntos. Ainda com seu pau dentro, repousei minha cabeça em seu tórax, para descansar. Aquilo tinha sido maravilhoso. Meu pai disse que eu tinha ido muito bem e que, se eu quisesse, nós poderíamos repetir mais vezes. Eu disse à ele que seu pau era muito gostoso e que ele poderia me comer quando quisesse. Bastava pedir. Ficamos mais um pouco, ele me ajudou com o trabalho e fomos para a cozinha comer alguma coisa. Foi muito bom.

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Comentários

ahudhsad
04/08/2005 18:01:55
ma buceta sendo comida toda arregassadaseria bem melhor
ahudhsad
04/08/2005 18:01:27
ma buceta sendo comida toda arregassadaseria bem melhor
ahudhsad
04/08/2005 18:00:24
ma bosta nao tem fotos porno
18/03/2005 15:26:16
chatiiiiisseeeeeee
cidonh
18/03/2005 10:16:46
verdade ana compido muito longo o texto
Ana
24/05/2004 17:26:15
Realmente é ótima, mas enche o saco... é muito comprida...
sim
24/05/2004 16:13:41
super legal esta coletania

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